{"id":733,"date":"2015-10-09T16:52:59","date_gmt":"2015-10-09T16:52:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/09\/09-1-2015\/"},"modified":"2015-10-09T16:52:59","modified_gmt":"2015-10-09T16:52:59","slug":"09-1-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/09\/09-1-2015\/","title":{"rendered":"09\/1\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 09 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.124<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\"><\/span>GEA detalha sistema de medi\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O Sindilat se reuniu nesta sexta-feira (9\/10) com representantes da empresa alem\u00e3 GEA para conhecer e avaliar o sistema de medi\u00e7\u00e3o e coleta de amostras de leite, presente em mais de 25 pa\u00edses, para instala\u00e7\u00e3o em caminh\u00f5es transportadores no Rio Grande do Sul. O objetivo \u00e9 identificar um modelo que possa atender ao mercado l\u00e1cteo local de forma eficiente a fim de melhorar o processo de coleta e transporte do alimento. \"Para que possamos acessar cada vez mais o mercado internacional, precisamos melhorar a efici\u00eancia do processo de coleta de leite. Consequentemente, isso ira refletir no produto final\", destacou o secret\u00e1rio executivo do Sindilat, Darlan Palharini.<\/p>\n<p> Desenvolvido pela GEA Diessel, setor da empresa que atua junto \u00e0 industria de bebidas, cervejeira e de latic\u00ednios, o sistema permite a coleta autom\u00e1tica de dados importantes para o controle do processo de transporte do leite, desde o produtor at\u00e9 a industria. \"Permite identificar desde a rota percorrida pelo transportador, a quantidade de leite coletado em cada fazenda at\u00e9 a temperatura que ele foi transportado\", explicou o engenheiro de vendas da GEA, Rafael Jos\u00e9 Francisco.&nbsp;<br \/> O encontro foi realizado na sede do Sindilat em Porto Alegre e contou tamb\u00e9m com a presen\u00e7a do gerente de vendas da GEA no RS e SC, Iloi Wasen e a consultora t\u00e9cnica do Sindilat, Let\u00edcia.(Assessoria Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1390\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">(Cr\u00e9dito: Vinicius Sparremberger)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div> <strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite longa vida subir\u00e1 1,5% em 2015&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Leite Longa Vida (ABLV) espera desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento da produ\u00e7\u00e3o e nas vendas este ano. A organiza\u00e7\u00e3o estima que 2015 se encerre com 6,7 bilh\u00f5es de litros de leite produzidos, um avan\u00e7o de 1,5% em compara\u00e7\u00e3o com os 6,6 bilh\u00f5es de litros verificados no ano passado. A receita do segmento deve subir 6,6% e somar R$ 16 bilh\u00f5es - crescimento que deve ficar abaixo da infla\u00e7\u00e3o. De janeiro a setembro, o IPCA j\u00e1 acumula alta de 7,64%, segundo o IBGE. Em nota, a ABLV afirma que a menor taxa de crescimento da produ\u00e7\u00e3o \"n\u00e3o \u00e9 nada confort\u00e1vel\" para um segmento que vive com menor rentabilidade. - Por ser um produto de alto giro e margens baixas, esse quadro se agrava em momentos de crise, mas eu sou otimista - afirma, em nota, o presidente da associa\u00e7\u00e3o, Cesar Helou. A raz\u00e3o para o otimismo \u00e9 a confian\u00e7a de que a crise econ\u00f4mica no Brasil n\u00e3o vai resultar em queda no consumo interno. - O leite longa vida vai se adequar ao bolso do consumidor - garante. Dentre os fatores positivos para o longa vida, a ABLV destaca o crescimento vegetativo no Pa\u00eds e a substitui\u00e7\u00e3o do leite pasteurizado e em p\u00f3 de consumo direto pelo UHT. Al\u00e9m disso, o decl\u00ednio do leite de consumo informal favorece o consumo de outros produtos, dentre eles o Longa Vida. A ABLV destaca que o market share do segmento alcan\u00e7ou 61,5% em 2014, alta de 4,9 pontos porcentuais desde 2005. Custo Separadamente, a Scot Consultoria informou que o custo de produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira subiu 1,4% em setembro, na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior. Este \u00e9 o quarto m\u00eas consecutivo de alta nos custos. De acordo com a consultoria, a alta veio principalmente dos alimentos concentrados energ\u00e9ticos e proteicos, com destaque para o milho e o farelo de soja. O bom desempenho da exporta\u00e7\u00e3o e o d\u00f3lar valorizado t\u00eam sustentado os pre\u00e7os desses produtos. Na compara\u00e7\u00e3o anual, o custo de produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira teve alta de 8,8%.&nbsp;<br \/> Fonte: Alcides Okubo Filho \/ Embrapa (8 de Outubro Canal Rural)<\/p>\n<p> <strong>IBGE: produ\u00e7\u00e3o de leite cresceu 2,7% em 2014\u037e&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Sul tornou\u00ac-se a maior regi\u00e3o produtora O IBGE divulgou nesta sexta-\u00acfeira (09\/10) os dados da Pesquisa Pecu\u00e1ria Municipal, com informa\u00e7\u00f5es sobre a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite em 2014. Em 2014, a produ\u00e7\u00e3o de leite foi de 35,17 bilh\u00f5es de litros, representando um aumento de 2,7% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 registrada no ano anterior. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (United States Department of Agriculture \u00ac USDA), o Brasil ocupou a quinta posi\u00e7\u00e3o no ranking mundial de produ\u00e7\u00e3o de leite em 2014, atr\u00e1s da Uni\u00e3o Europeia, \u00cdndia, Estados Unidos e China. A Regi\u00e3o Sul, pela primeira vez na s\u00e9rie de dados, foi a regi\u00e3o com maior produ\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Em 2014, foi respons\u00e1vel por 34,7% da produ\u00e7\u00e3o nacional, enquanto a regi\u00e3o Sudeste produziu 34,6% do total. O Estado de Minas Gerais permaneceu como o principal produtor de leite em 2014, com 9,37 bilh\u00f5es de litros, o que corresponde a 77,0% de toda a produ\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Sudeste e a 26,6% do total da produ\u00e7\u00e3o nacional. Na segunda coloca\u00e7\u00e3o, figurou o Estado do Rio Grande do Sul, seguido pelo Estado do Paran\u00e1. A Regi\u00e3o Centro\u00ac Oeste participou com 14,1%, com o Estado de Goi\u00e1s na quarta posi\u00e7\u00e3o nacional. Em termos municipais, a primeira posi\u00e7\u00e3o continuou com Castro (PR), seguido pelos Munic\u00edpios de Piracanjuba (GO) e Patos de Minas (MG). O pre\u00e7o m\u00e9dio nacional do litro do leite foi de R$ 0,96, gerando um valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 33,78 bilh\u00f5es em 2014. O maior pre\u00e7o m\u00e9dio foi encontrado na Regi\u00e3o Nordeste, R$ 1,11, enquanto o menor, na Regi\u00e3o Norte, R$ 0,82. A aquisi\u00e7\u00e3o de leite por estabelecimentos industriais sob inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria (municipal, estadual ou federal), em 2014, foi de 24,75 bilh\u00f5es de litros. A diferen\u00e7a entre o total de leite produzido no Brasil, apurado pela Pesquisa da Pecu\u00e1ria Municipal, e a quantidade de leite cru adquirida pelos latic\u00ednios sob inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria. Em 2014, a produ\u00e7\u00e3o informal de leite foi de 29,6% do total produzido. \u00c9 a primeira vez que o volume de leite informal fica abaixo de 30% A produtividade m\u00e9dia da produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil foi de 1.525 litros\/vaca\/ ano, em 2014, correspondendo a um crescimento de 2,2% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 observada em 2013 (1.492 litros\/vaca\/ano). A Regi\u00e3o Sul apresentou a maior produtividade nacional, 2 789 litros\/vaca\/ano, um aumento de 4,3% em 2014, comparado ao ano anterior. As maiores produtividades ocorreram no Sul do Pa\u00eds, destacando\u00ac-se o Estado do Rio Grande do Sul com a maior produtividade nacional (3.034 litros\/vaca\/ano), seguido pelos Estados de Santa Catarina (2.694 litros\/vaca\/ano) e Paran\u00e1 (2.629 litros\/vaca\/ ano). A menor produtividade foi encontrada no Estado de Roraima (345 litros\/vaca\/ano). Os Munic\u00edpios de Araras (SP), Castro (PR) e Carlos Barbosa (RS) apresentaram as tr\u00eas maiores produtividades. Vacas ordenhadas. Do efetivo total de bovinos em 2014, 10,9% corresponde a vacas ordenhadas, um aumento de 0,5% comparado ao ano anterior, com as Regi\u00f5es Sudeste e Nordeste apresentando as maiores participa\u00e7\u00f5es: respectivamente, 34,4% e 20,6% do total nacional. Quanto \u00e0s Unidades da Federa\u00e7\u00e3o, Minas Gerais, Goi\u00e1s e Bahia apresentaram os maiores rebanhos, com, respectivamente, 25,2%, 11,5% e 9,0% do total de vacas ordenhadas. O Brasil ocupou, em 2014, a segunda posi\u00e7\u00e3o mundial em rela\u00e7\u00e3o ao efetivo de vacas ordenhadas, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (United States Department of Agriculture \u00ac USDA), ficando atr\u00e1s apenas da \u00cdndia, que possui o maior rebanho de bovinos do mundo. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do IBGE. (Fonte: MilkPoint)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Pre\u00e7os dos alimentos sobem pela 1\u00aa vez em 18 meses, diz FAO<br \/> S\u00c3O PAULO \u00ac 08\/10\/2015 \u00e0s 16h23 Pre\u00e7os dos alimentos sobem pela 1\u00aa vez em 18 meses, diz FAO Os pre\u00e7os globais dos alimentos registraram em setembro a primeira alta em 18 meses, puxados pelos segmentos de a\u00e7\u00facar e l\u00e1cteos, afirmou hoje a Ag\u00eancia para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o da ONU (FAO). Em seu \u00cdndice Pre\u00e7os dos Alimentos, divulgado mensalmente, os pre\u00e7os subiram do patamar de 155,1 para 156,3 no m\u00eas passado. Apesar do ganho de menos de 1%, \u00e9 uma guinada na compara\u00e7\u00e3o com agosto, quando o indicador recuou 5,2%, na mais brusca queda em quase sete anos. Segundo a FAO, apesar do leve repique, o indicador ainda se mant\u00e9m 18,9% inferior ao mesmo per\u00edodo do ano passado e tamb\u00e9m no patamar mais baixo em quase seis anos, devido \u00e0 superoferta e demanda menor. A alta se deveu sobretudo aos pre\u00e7os mais elevados dos latic\u00ednios e do a\u00e7\u00facar. No caso do a\u00e7\u00facar, o \u00edndice registrou uma eleva\u00e7\u00e3o de 3,2% em rela\u00e7\u00e3o a agosto -- quando havia ca\u00eddo 10%. Os temores do impacto clim\u00e1tico El Ni\u00f1o sobre a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar no Brasil,l maior produtor mundial, t\u00eam pressionado as cota\u00e7\u00f5es internacionais, disse a FAO. A redu\u00e7\u00e3o da safra tende a elevar o d\u00e9ficit do produto. J\u00e1 o \u00edndice referente aos produtos de latic\u00ednio ficou 5% maior que em agosto, quando tamb\u00e9m havia ca\u00eddo 9,1%. Neste caso, a decis\u00e3o de enxugar a oferta na Nova Zel\u00e2ndia, em resposta aos pre\u00e7os baixos, influenciou a revers\u00e3o do indicador. (Fonte: Valor Economico)<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 09 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.124 &nbsp; GEA detalha sistema de medi\u00e7\u00e3o&nbsp; O Sindilat se reuniu nesta sexta-feira (9\/10) com representantes <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/09\/09-1-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/1\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-733","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/733","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=733"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/733\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=733"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=733"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=733"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}