{"id":7319,"date":"2021-06-22T20:15:47","date_gmt":"2021-06-22T20:15:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7319"},"modified":"2021-06-22T20:19:47","modified_gmt":"2021-06-22T20:19:47","slug":"22-06-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/06\/22\/22-06-2021\/","title":{"rendered":"22\/06\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 22 de junho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.441<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><hr>\r\n<div><b>Valor de refer\u00eancia do leite chega a R$ 1,7150 no RS<\/b><\/div>\r\n<div>O valor de refer\u00eancia previsto para o leite no Rio Grande do Sul em junho \u00e9 de R$ 1,7150, alta de 5,28% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior (R$ 1,6289). A proje\u00e7\u00e3o foi apresentada na reuni\u00e3o virtual do Conseleite desta ter\u00e7a-feira (22\/06) e leva em conta os primeiros dez dias do m\u00eas. Segundo o professor da UPF Marco Ant\u00f4nio Montoya, a eleva\u00e7\u00e3o foi puxada por v\u00e1rios produtos do mix, incluindo leite UHT e queijos. A tend\u00eancia fica mais evidente na compara\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos 12 meses, quando v\u00e1rios produtos acumularam alta de mais de dois d\u00edgitos (junho 2020\/junho 2021). \u201cDe abril a junho, tivemos uma recupera\u00e7\u00e3o significativa dos pre\u00e7os\u201d, frisou, alertando que o movimento reflete o aumento de consumo. A s\u00e9rie hist\u00f3rica de pre\u00e7os do Conseleite, acrescentou Montoya, coloca 2021 com o maior patamar j\u00e1 registrado pelo colegiado no Rio Grande do Sul. Considerando valores corrigidos pelo IPCA, o leite em 2021 atingiu o pico de R$ 1,5230. A marca anterior era de 2020, com R$ 1,4862. O coordenador do Conseleite, Alexandre Guerra, explicou que o movimento de recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 somat\u00f3rio de diferentes fatores: o aumento do consumo, a inje\u00e7\u00e3o de recursos do aux\u00edlio emergencial, a volta \u00e0s aulas presenciais e a queda na produ\u00e7\u00e3o no campo. Contudo, alertou que o consumidor brasileiro est\u00e1 menos capitalizado neste ano. \u201cCom a infla\u00e7\u00e3o, o brasileiro tem menos recursos do que tinha em 2020\u201d. Para os pr\u00f3ximos meses, indicou Guerra, a expectativa \u00e9 de manuten\u00e7\u00e3o do mercado nesse patamar. \u201cO leite \u00e9 um produto muito vol\u00e1til. Precisamos que esses par\u00e2metros se mantenham para recuperar a margem do setor, que vem operando com custos muito elevados\u201d. Entretanto, a revers\u00e3o da quest\u00e3o cambial e o aumento do custo do leite nacional podem voltar a estimular as importa\u00e7\u00f5es e, consequentemente, atingir os pre\u00e7os logo adiante. Guerra lembrou que o valor divulgado pelo Conseleite \u00e9 apenas um par\u00e2metro e serve como uma tend\u00eancia para as tabelas das empresas, que geralmente operam acima desse patamar. \u201c\u00c9 preciso entender que os custos das ind\u00fastrias&nbsp; subiram muito. Os primeiros cinco meses do ano foram muito dif\u00edceis no setor industrial\u201d, ponderou. (Assessoria de imprensa Sindilat\/RS)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div><hr><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Empresa de latic\u00ednios est\u00e1 entre as que mais cresceram em 2020 <\/b><\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Em 2020 as marcas tiveram que enfrentar grandes desafios para atingir o p\u00fablico brasileiro. De forma geral, a pandemia de Covid-19 e o isolamento social aceleraram algumas tend\u00eancias que j\u00e1 trouxeram impactos para o mercado de bens de consumo massivo (alimentos, bebidas, higiene e limpeza) e ir\u00e3o potencializar o desempenho das empresas do setor no futuro.O aumento das ocasi\u00f5es de consumo de alimentos dentro de casa, a simplifica\u00e7\u00e3o das rotinas de beleza e higiene pessoal, a maior preocupa\u00e7\u00e3o com a limpeza dom\u00e9stica e a acelera\u00e7\u00e3o da experimenta\u00e7\u00e3o do e-commerce s\u00e3o algumas delas. Quem ganhou com essas mudan\u00e7as foram as companhias do setor de alimentos, visto que sete das 10 empresas que mais cresceram em alcance no pa\u00eds faziam parte da categoria. Os dados s\u00e3o do ranking Brand Footprint Brasil 2021, elaborado pela Kantar, empresa l\u00edder em dados, insights e consultoria. Realizado anualmente, o relat\u00f3rio mede a for\u00e7a das marcas dentro do territ\u00f3rio nacional. Conforme o estudo, que analisou 290 empresas brasileiras, a Aurora foi a que apresentou maior crescimento de penetra\u00e7\u00e3o na compara\u00e7\u00e3o entre 2020 e 2019, com alta de 11,8 pontos percentuais de penetra\u00e7\u00e3o (p.p), o que equivale a 6,8 milh\u00f5es de novos lares.&nbsp; Outros nomes que se destacaram foram Perdig\u00e3o (10 p.p. ou 5,8 milh\u00f5es de novos lares), Gallo (8,8 p.p., 5,1 milh\u00f5es de novos lares), Seara (8 p.p., 4,6 milh\u00f5es de novos lares), Hellmann's (7,5 p.p. 4,4 milh\u00f5es de novos lares), Sadia (7,4 p.p., 4,3 milh\u00f5es de novos lares) e Pullman (6,8 p.p., 3,9 milh\u00f5es de novos lares). Vale ressaltar o bom desempenho das marcas que oferecem prote\u00ednas processadas, embutidas e congelados, alternativas mais baratas para o consumidor dentro do lar em um cen\u00e1rio de isolamento e recess\u00e3o econ\u00f4mica. A Perdig\u00e3o entrou no Top 5, ficando na 4\u00aa posi\u00e7\u00e3o este ano pela primeira vez, subindo seis posi\u00e7\u00f5es no ranking e aparecendo como a l\u00edder no setor de alimentos, seguida pela Seara (3\u00ba coloca\u00e7\u00e3o), que atua no mesmo segmento e avan\u00e7ou nove coloca\u00e7\u00f5es no total FMCG, se tornando a oitava marca mais escolhida pelos brasileiros. A tend\u00eancia dos lanches r\u00e1pidos em casa, de at\u00e9 20 minutos de preparo, que se consolidaram em 2020, segundo o estudo Consumer Insights&nbsp; da Kantar, levaram a Hellmann\u2019s&nbsp; a crescer seis posi\u00e7\u00f5es no ranking, alcan\u00e7ando a 37\u00ba coloca\u00e7\u00e3o. Para determinar a relev\u00e2ncia de uma empresa no mercado, a Kantar usa uma m\u00e9trica original, chamada de Consumer Reach Points (CRP), onde se multiplica o n\u00famero de domic\u00edlios de um pa\u00eds pelo percentual de fam\u00edlias que compram uma determinada marca e pelo n\u00famero de intera\u00e7\u00f5es (contatos) com a marca em um ano. Em 2020, a campe\u00e3 foi a Coca-Cola \u2014 t\u00edtulo que ela det\u00e9m h\u00e1 nove anos. A multinacional apresentou for\u00e7a de 545 milh\u00f5es de CRPs, com ganho de 8% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Outras marcas que se mostraram relevantes para o p\u00fablico brasileiro ano passado foram Yp\u00ea (533 milh\u00f5es de CRPs), Italac (335 milh\u00f5es), Perdig\u00e3o (327 milh\u00f5es) e Colgate (284 milh\u00f5es de CRP\u2019s). Quase todas as marcas analisadas (99%) que cresceram no ranking conquistaram novos lares em 2020 e 35% conseguiram aumentar o n\u00famero de vezes em que foram escolhidas pelo consumidor, o que mostra que chegar a novos lares \u00e9 fundamental para o crescimento das marcas, principalmente em um cen\u00e1rio de pandemia. \"O universo de isolamento social \u00e9 o momento de as marcas capitalizarem ao m\u00e1ximo a busca por novos lares.&nbsp; A parte mais dif\u00edcil desse processo \u00e9 abrir a porta do lar para uma nova marca. Mant\u00ea-la dentro de casa tende a ser mais f\u00e1cil\", comentou Elen Wedemann, CEO da divis\u00e3o Worldpanel da Kantar. O Brand Footprint Brasil \u00e9 feito com base em entrevistas em 11.300 lares nas regi\u00f5es Norte+Nordeste, Leste + Interior do Rio de Janeiro, Grande Rio, Grande SP, Interior de SP, Centro-Oeste e Sul, cobrindo 82% da popula\u00e7\u00e3o domiciliar, o que equivale a 90% do potencial de consumo do pa\u00eds. Foram consideradas 290 marcas nacionais. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar, adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Produtores de leite esperam maior oferta de seguro para pastagem e silagem<\/b> A base produtora da cadeia leiteira espera que um maior n\u00famero de seguradoras passe a oferecer seguro rural para pastagem e milho silagem j\u00e1 a partir da safra 2021\/22. Por isso, considera importante a videoconfer\u00eancia que o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) promover\u00e1 na pr\u00f3xima sexta-feira (25), \u00e0s 15h, para apresentar os produtos dispon\u00edveis \u00e0 pecu\u00e1ria bovina de leite e de corte. A expectativa do setor \u00e9 que o evento do Projeto Monitor do Seguro Rural sirva para sensibilizar as seguradoras sobre a import\u00e2ncia de ampliar a cobertura para as atividades dos produtores de leite.&nbsp;&nbsp; O seguro rural para a cadeia leiteira \u00e9 um dos itens da pauta apresentada \u00e0 ministra Tereza Cristina (Agricultura), meses atr\u00e1s, pelos movimentos Construindo Leite Brasil, Alian\u00e7a e A\u00e7\u00e3o, Uni\u00e3o e A\u00e7\u00e3o, Inconfid\u00eancia Leiteira e Aproleite Goi\u00e1s. Segundo o Mapa, o objetivo da videoconfer\u00eancia \u00e9 avaliar e propor aperfei\u00e7oamentos nos produtos e servi\u00e7os das seguradoras, a fim de que elas ofere\u00e7am coberturas mais aderentes \u00e0s necessidades dos produtores. \u201c\u00c9 importante contarmos com o empenho da ministra Tereza Cristina para que possamos tratar do seguro rural para a pecu\u00e1ria de leite\u201d, disse o produtor ga\u00facho Rafael Hermann, do Movimento Construindo Leite Brasil. Ele foi um dos produtores que apresentaram \u00e0 ministra a proposta de incluir o tema na pauta de discuss\u00f5es sobre medidas de fortalecimento da cadeia leiteira. \u201cIsso mostra que o minist\u00e9rio est\u00e1 buscando uma solu\u00e7\u00e3o para o seguro de pastagem e milho silagem.\u201d Por enquanto, apenas uma companhia de seguro est\u00e1 habilitada no Programa de Seguro rural (PSR) para pastagem e milho silagem. \u00c9 a Essor Seguros, que come\u00e7ou a ofertar seguro de \u00edndices (param\u00e9trico) de pastagens (subven\u00e7\u00e3o de 20%) e o seguro de milho silagem na modalidade agr\u00edcola, com subven\u00e7\u00e3o de 20% a 40%. Conforme o Mapa, outras seguradoras estudam esses riscos para verificar a viabilidade de ofertar essas coberturas nos pr\u00f3ximos anos. &nbsp; Mais seguradoras:&nbsp;\u201cTomara que um maior n\u00famero de seguradoras se interesse em ofertar essas modalidades de seguros ao produtor de leite. Isso certamente dar\u00e1 uma grande contribui\u00e7\u00e3o para o avan\u00e7o da cadeia leiteira, porque o produtor ter\u00e1 mais confian\u00e7a e estabilidade\u201d, acrescentou Rafael Hermann. Ele acredita que dever\u00e1 haver grande ades\u00e3o ao seguro rural para pastagem e milho silagem entre os pecuaristas de leite, caso as seguradoras ampliem a oferta desses produtos. O produtor Marco S\u00e9rgio, da Aproleite Goi\u00e1s, lembrou que o seguro rural para o setor de leite est\u00e1 na pauta dos movimentos da base produtora desde 2018. \u201cApresentamos essa proposta \u00e0 Faeg no dia 12 de dezembro de 2018 e em reuni\u00e3o plen\u00e1ria com a classe produtora no dia 25 de janeiro de 2019, como um dos itens da pauta m\u00ednima.\u201d \u00c9 fundamental que mais seguradoras ofere\u00e7am esses produtos para expandir a op\u00e7\u00f5es de cobertura aos produtores, para ele. \u201cPor isso, \u00e9 importante o empenho do Mapa para viabilizar efetivamente o seguro rural para o setor leiteiro.\u201d &nbsp; Pecu\u00e1ria:&nbsp;De acordo com o Mapa, o seguro rural de pecu\u00e1ria conta com subven\u00e7\u00e3o ao pr\u00eamio de 40% e, em 2020, registrou 1.722 ap\u00f3lices contratadas no PSR. \u201cOs seguros rurais de pecu\u00e1ria em geral precisam ser mais conhecidos pelos produtores. O monitor \u00e9 uma oportunidade de dialogarem com as seguradoras para compreender as coberturas e propor melhorias ou at\u00e9 novos seguros\u201d, enfatizou o diretor do Departamento de Gest\u00e3o de Riscos do Mapa, Pedro Loyola. No caso da pecu\u00e1ria de leite e de corte, quatro companhias de seguros (BrasilSeg, Fairfax, Mapfre, Swiss Re) est\u00e3o habilitadas no PSR e, dependendo da seguradora e do produto, destina-se a animais registrados em associa\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a ou n\u00e3o registrados, podendo ser contratados nas modalidades seguro pecu\u00e1rio bovino ou rebanho vida em grupo, de acordo com a caracter\u00edstica dos animais. O seguro tem como objetivo garantir indeniza\u00e7\u00e3o ao segurado em caso de morte do animal, sendo os principais riscos cobertos: acidente, doen\u00e7as infecto contagiosas end\u00eamicas e epid\u00eamicas preven\u00edveis, (desde que comprovadas por exames laboratoriais), raio, eletrocuss\u00e3o, intoxica\u00e7\u00e3o, ingest\u00e3o de corpos estranhos, picada de cobra, entre outras. No momento, a BrasilSeg (seguradora que atende os clientes do Banco do Brasil) disponibiliza o seguro de faturamento ao produtor de pecu\u00e1ria de corte, que garante a indeniza\u00e7\u00e3o sempre que o faturamento obtido com o rebanho segurado for inferior ao faturamento garantido em ap\u00f3lice. &nbsp; Videoconfer\u00eancia:&nbsp;<a href=\"https:\/\/%20https\/\/tinyurl.com\/msrcorte\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/%20https\/\/tinyurl.com\/msrcorte\">Para participar da videoconfer\u00eancia basta acessar o link da plataforma Teams na data e hor\u00e1rio agendados.<\/a> O evento virtual \u00e9 limitado a 350 participantes, permitindo intera\u00e7\u00e3o do p\u00fablico com perguntas e propostas aos produtos de seguros apresentados. O trabalho \u00e9 coordenado pelo Departamento de Gest\u00e3o de Riscos do Mapa e ter\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o de produtores com o apoio das entidades representativas do setor, cooperativas, associa\u00e7\u00f5es, revendas de insumos, companhias seguradoras, empresas resseguradoras, corretores, peritos e institui\u00e7\u00f5es financeiras. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do AGROemDIA, adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><b><\/b><i><b>Governo confirma realiza\u00e7\u00e3o da Expointer entre os dias 4 e 12 de setembro <\/b><\/i><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i>O governo do Estado confirma a realiza\u00e7\u00e3o da Expointer de 2021 entre os dias 4 e 12 de setembro. A feira agropecu\u00e1ria, em sua 44\u00aa edi\u00e7\u00e3o, dever\u00e1 ter controle de p\u00fablico e restri\u00e7\u00f5es, atendendo a implementa\u00e7\u00e3o de rigorosos protocolos sanit\u00e1rios. A vers\u00e3o digital do evento, a exemplo do ano passado, tamb\u00e9m ser\u00e1 mantida. As defini\u00e7\u00f5es ocorreram em reuni\u00e3o virtual nesta segunda-feira (21\/6) entre a Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e as copromotoras Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag\/RS), prefeitura de Esteio, Federa\u00e7\u00e3o Brasileira das Associa\u00e7\u00f5es de Criadores de Animais de Ra\u00e7a (Febrac), Sindicato das Ind\u00fastrias de M\u00e1quinas e Implementos Agr\u00edcolas (Simers) e Sistema Ocergs-Sescoop\/RS. Diante do alinhamento com as entidades copromotoras para que a Expointer aconte\u00e7a, a secret\u00e1ria da Agricultura, Silvana Covatti, refor\u00e7ou a import\u00e2ncia da realiza\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o em um ano em que os ga\u00fachos produziram safra recorde de gr\u00e3os e conquistaram o novo status sanit\u00e1rio de zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. \u201cSer\u00e1 uma feira de neg\u00f3cios marcante para a retomada econ\u00f4mica do Estado, ao mesmo tempo em que n\u00e3o descuidaremos do cuidado com a vida dos ga\u00fachos\u201d, afirmou Silvana. A Expointer vem sendo planejada juntamente com a Secretaria Estadual da Sa\u00fade, que define os protocolos sanit\u00e1rios que ter\u00e3o que ser seguidos de forma plena, em fun\u00e7\u00e3o da pandemia do coronav\u00edrus. Nas \u00faltimas semanas, a equipe de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria trabalha este planejamento para criar as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a para o evento ser realizado. \u201cEstas regras sanit\u00e1rias ter\u00e3o um controle efetivo\u201d, assegurou a titular da Sa\u00fade, Arita Bergmann. (SEAPDR)<\/i><\/p>\r\n<hr>\r\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre,&nbsp; 22 de junho de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.441 Valor de refer\u00eancia do leite chega a R$ 1,7150 no RS O valor de refer\u00eancia previsto <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/06\/22\/22-06-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/06\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7319","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7319","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7319"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7319\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7321,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7319\/revisions\/7321"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7319"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7319"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7319"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}