{"id":725,"date":"2015-10-07T18:21:27","date_gmt":"2015-10-07T18:21:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/07\/07-10-2015\/"},"modified":"2015-10-07T18:21:27","modified_gmt":"2015-10-07T18:21:27","slug":"07-10-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/07\/07-10-2015\/","title":{"rendered":"07\/10\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 07 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.122<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Leite com Caf\u00e9<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div>Reunido com o setor l\u00e1cteo nacional, o representante da Receita Federal, apresentou na manh\u00e3 desta quarta-feira (7\/10), em Bras\u00edlia, estudo desenvolvido com o objetivo de simplificar a forma de apura\u00e7\u00e3o e o aproveitamento dos cr\u00e9ditos presumidos de PIS\/Cofins. Representando o Sindilat, o diretor tesoureiro Angelo Paulo Sartor acompanhou o leite com caf\u00e9 da manh\u00e3, que tamb\u00e9m reuniu parlamentares e lideran\u00e7as. A ideia da Receita Federal \u00e9 reduzir as diferen\u00e7as de apura\u00e7\u00e3o e cobran\u00e7a entre os diferentes setores e produtos.representante da receita federal&nbsp;<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia cai no ritmo mais r\u00e1pido desde pelo menos os anos noventa<\/strong><\/p>\n<p> A queda na produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia, cujas perspectivas de decl\u00ednio t\u00eam sido um importante fator na recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os globais, dever\u00e1 ocorrer ainda mais r\u00e1pido do que se pensava anteriormente - em seu n\u00edvel mais acentuado desde pelo menos os anos noventa.<\/p>\n<p> O Banco da Nova Zel\u00e2ndia (BNZ) expandiu para 6%, de 4%, a expectativa de queda nessa esta\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia. A previs\u00e3o veio duas semanas depois de a Fonterra ter revisado sua previs\u00e3o para queda na produ\u00e7\u00e3o de leite em 2015-16, que come\u00e7ou em junho, para 5%, de 2%. A produ\u00e7\u00e3o declinou em tr\u00eas esta\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora nesse s\u00e9culo, mas nunca em mais de 3%, mostraram dados do BNZ.<\/p>\n<p> O banco disse que essa redu\u00e7\u00e3o nas expectativas seguiu uma produ\u00e7\u00e3o menor do que a esperada de leite at\u00e9 agora nesse ano, at\u00e9 este m\u00eas, que tipicamente marca o pico sazonal na produ\u00e7\u00e3o, o chamado \"flush da primavera\", ajudado pelas fortes condi\u00e7\u00f5es de pastagens.<\/p>\n<p> \"A Fonterra notou que sua ingest\u00e3o de leite caiu 8% em uma base semanal at\u00e9 setembro\", disse o BNZ, citando condi\u00e7\u00f5es de seca e o desincentivo aos produtores devido ao pre\u00e7o do leite, que alcan\u00e7ou seu menor valor em 13 anos no come\u00e7o da esta\u00e7\u00e3o. \"A menor produ\u00e7\u00e3o nesse ponto reflete uma combina\u00e7\u00e3o de clima desfavor\u00e1vel no inverno e come\u00e7o da primavera, provavelmente menos vacas em lacta\u00e7\u00e3o e baixo pre\u00e7o do leite\".<\/p>\n<p> O El Ni\u00f1o, que tem uma hist\u00f3ria de causar seca em algumas \u00e1reas importantes de produ\u00e7\u00e3o leiteira, est\u00e1 gerando d\u00favidas sobre o futuro da produ\u00e7\u00e3o. \"A maior varia\u00e7\u00e3o na oferta de leite anual ocorre na segunda metade da esta\u00e7\u00e3o, durante o ver\u00e3o e o outono [no hemisf\u00e9rio sul]. \u00c9 a\u00ed que as condi\u00e7\u00f5es atuais do El Ni\u00f1o dever\u00e3o prejudicar mais a produ\u00e7\u00e3o, se de fato prejudicarem em alguma extens\u00e3o\".<\/p>\n<p> Esses coment\u00e1rios seguem uma forte recupera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos, que aumentaram 48% desde o come\u00e7o de agosto nos leil\u00f5es da GlobalDairyTrade, da Fonterra. \"As expectativas de menor produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia s\u00e3o pelo menos parte do forte aumento nos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos nos \u00faltimos dois meses\".<\/p>\n<p> A melhor previs\u00e3o de pre\u00e7os tem potencialmente aumentado em NZ$ 2 bilh\u00f5es (US$ 1,28 bilh\u00f5es) as previs\u00f5es de receitas com l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia, levando-as para um valor acima das de 2014-15. Entretanto, o valor \"ainda ser\u00e1 de mais de NZ$ 5 bilh\u00f5es (US$ 3,21 bilh\u00f5es) a menos do que o obtido nas duas esta\u00e7\u00f5es anteriores e quase NZ$ 2 bilh\u00f5es (US$ 1,28 bilh\u00f5es) a menos que a m\u00e9dia dos \u00faltimos cinco anos.&nbsp;<br \/> Em 05\/10\/15 - 1 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 0,57382&nbsp;<br \/> 1,54878 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<br \/> (Fonte: Agrimoney, traduzidas pela Equipe MilkPoint.)<\/p>\n<p> <strong>PRE\u00c7O INTERNACIONAL DE L\u00c1CTEOS TEM NOVA ALTA<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Cota\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 integral em leil\u00e3o subiu mais 12,9%, para um valor m\u00e9dio de US$ 2.824 por tonelada.<br \/> Os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos no mercado internacional voltaram a registrar valoriza\u00e7\u00e3o expressiva ontem no preg\u00e3o quinzenal da plataforma Global Dairy Trade (GDT), que tem entre seus principais participantes a cooperativa neozelandesa Fonterra.<\/p>\n<p> A cota\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 integral subiu mais 12,9% sobre o leil\u00e3o anterior, para um valor m\u00e9dio de US$ 2.824 por tonelada, enquanto o leite em p\u00f3 desnatado teve alta de 13,4%, para um pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 2.267, conforme dados divulgados pela plataforma. Os pre\u00e7os negociados nesse leil\u00e3o s\u00e3o refer\u00eancia para o mercado internacional de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p> O preg\u00e3o de ontem teve 180 participantes e vendeu 35.243 toneladas de produtos l\u00e1cteos. No leil\u00e3o anterior, no dia 16 de setembro, houve 186 participantes e 36.050 toneladas de l\u00e1cteos foram vendidas.<\/p>\n<p> Com a nova valoriza\u00e7\u00e3o, o leite em p\u00f3 brasileiro fica mais competitivo no mercado internacional, apesar de o d\u00f3lar ter baixado em rela\u00e7\u00e3o ao real nos \u00faltimos dias, dizem analistas.<\/p>\n<p> Depois de atingirem baixas hist\u00f3ricas em agosto, os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos no leil\u00e3o da plataforma GDT come\u00e7aram a subir em meados daquele m\u00eas, depois que a Fonterra, maior exportadora de l\u00e1cteos do mundo, anunciou que reduziria suas ofertas nos preg\u00f5es. O efeito foi imediato e houve alta em todos os leil\u00f5es desde o an\u00fancio.<\/p>\n<p> Para La\u00e9rcio Barbosa, do Latic\u00ednios Jussara, a nova valoriza\u00e7\u00e3o ainda reflete a estrat\u00e9gia da Fonterra de reduzir as ofertas de l\u00e1cteos. Mas Valter Galan, analista da consultoria especializada em l\u00e1cteos MilkPoint, considera que a alta de ontem j\u00e1 \u00e9 resultado do aumento da demanda por l\u00e1cteos por parte de pa\u00edses africanos e do Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, segundo o analista, tamb\u00e9m h\u00e1 negocia\u00e7\u00f5es com l\u00e1cteos a pre\u00e7os mais elevados fora do leil\u00e3o, o que influenciou os valores no preg\u00e3o. Na Europa, por exemplo, tem havido neg\u00f3cios com leite em p\u00f3 integral por entre US$ 2.600 e US$ 2.800 e na Oceania, a US$ 3.000 por tonelada.<\/p>\n<p> A China, no entanto, um dos clientes que t\u00eam capacidade de influenciar os pre\u00e7os internacionais, continua fora do mercado, de acordo com Galan. Para o analista, a redu\u00e7\u00e3o da oferta pela Fonterra tem influ\u00eancia nas cota\u00e7\u00f5es negociadas no leil\u00e3o, mas n\u00e3o \u00e9 mais a principal raz\u00e3o. Ele acrescentou que tamb\u00e9m come\u00e7a a haver queda nos estoques de l\u00e1cteos dos EUA, outro importante exportador de l\u00e1cteos.<br \/> (Fonte: Valor Econ\u00f4mico, adaptado pela Equipe Milknet)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Estudo aponta que se governo concedesse \u00e0 iniciativa&nbsp;Privada 42% dos R$ 198 bi anunciados, PIB avan\u00e7aria&nbsp;R$ 256 bi<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A concess\u00e3o de apenas uma parte do Programa de Investimento<br \/> em Log\u00edstica (PIL), lan\u00e7ado em junho pela presidente Dilma Rousseff, seria suficiente para dar novo g\u00e1s ao Produto Interno Bruto(PIB), que neste ano deve cair 2,85%. C\u00e1lculos da GO Associados mostram que se o governo conseguisse conceder \u00e0 iniciativa privada 42% dos R$ 198 bilh\u00f5es anunciados, haver\u00eda um incremento de R$ 256,4 bilh\u00f5es no PIB do Brasil. Os dados, constantes no 5\u00ba Boletim Trimestral da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Empres\u00e1rios de Obras P\u00fablicas (Apcop), mostram que, para cada R$ 1 investido, h\u00e1 um aumento de R$ 3 no PIB. A concess\u00e3o de R$ 84 bilh\u00f5es em estradas, aeroportos, ferrovias e portos criaria 4,9 milh\u00f5es de novos postos de trabalho - at\u00e9 o segundo trimestre o setor havia perdido 700 mil empregos formais e informais por causa da crise econ\u00f4mica. \"Quando uma empresa faz uma obra, ela compra insumos e contrata gente. \u00c9 um c\u00edrculo virtuoso, que ter\u00e1 impacto numa s\u00e9rie de setores e atividades\", afirma o s\u00f3cio e economista da GO Associados, Gesner Oliveira. Segundo ele, os n\u00fameros que incluem apenas projetos considerados mais f\u00e1ceis de serem implementados - s\u00e3o uma demonstra\u00e7\u00e3o de como a infraestrutura pode contribuir para o crescimento da economia. Mas, apesar dos benef\u00edcios claros para combater a atual crise econ\u00f4mica, o governo empacou na agenda de concess\u00f5es. Na melhor das hip\u00f3teses, apenas um leil\u00e3o ser\u00e1 realizado este ano: a Rodovia do Frango, entre o Paran\u00e1 e Santa Catarina. Segundo o Minist\u00e9rio dos Transportes, os estudos foram encaminhados ao Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) em 31 de agosto, com expectativa de ser liberado em 45 dias. S\u00f3 a partir da\u00ed o governo poderia lan\u00e7ar o edital e marcar o leil\u00e3o das rodovias, de R$ 3,5 bilh\u00f5es. \"O investidor olha com pessimismo para a economia brasileira, mas tem apetite por esses projetos\", afirma o presidente da Apeop, Luciano Amadio. Para ter ideia do interesse da iniciativa privada, apesar da crise que assola o setor, a entidade formou79 grupos, cada um com tr\u00eas ou quatro empresas, para analisar projetos em 35 \u00e1reas diferentes. \"Mas est\u00e1 tudo parado, seja em concess\u00f5es do governo federal ou estadual. \"Segundo o Minist\u00e9rio dos Transportes, duas rodovias est\u00e3o em fase de audi\u00eancia p\u00fablica e outra deve ter os estudos enviados em breve para o TCU. H\u00e1 ainda 11 lotes de estradas que est\u00e3o em processo de procedimento de manifesta\u00e7\u00e3o de interesse (PMI), em que as empresas frisem os estudos e apresentam para o governo fazer o leil\u00e3o. Nas ferrovias, as PMIs come\u00e7am a ser entregues pela iniciativa privada. O projeto mais avan\u00e7ado \u00e9 o trecho Rio de Janeiro- Vit\u00f3ria. No setor de portos, o governo avan\u00e7ou na autoriza\u00e7\u00e3o de renova\u00e7\u00e3o antecipada de alguns contratos de arrendamentos. At\u00e9 agora a Secretaria de Portos liberou a prorroga\u00e7\u00e3o do contrato de seis terminais, que devem representar investimentos de R$ 5 bilh\u00f5es nos pr\u00f3ximos anos. H\u00e1 ainda expectativa de que o governo consiga fazer os leil\u00f5es de \u00e1reas no Porto de Santos e Par\u00e1 ainda este ano. \"Temos de correr atr\u00e1s para recuperar o preju\u00edzo que o setor teve at\u00e9 agora\", afirma Amadio. (Fonte: CNI)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Minas Gerais eleva ICMS sobre energia el\u00e9trica<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A partir de 2016, v\u00e1rios segmentos econ\u00f4micos no Estado de Minas Gerais v\u00e3o pagar mais ICMS. Foram publicados no Di\u00e1rio Oficial do Estado o aumento da al\u00edquota da energia el\u00e9trica para comerciantes e prestadores de servi\u00e7os, de 18% para 25%, e a revoga\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios fiscais concedidos para uma s\u00e9rie de produtos \u00ac tratores, medicamentos, l\u00e2mpadas e uniforme escolar, entre outros. A al\u00edquota do ICMS sobre a energia el\u00e9trica foi alterada por meio da Lei n\u00ba 21.781. A norma tamb\u00e9m inclui na legisla\u00e7\u00e3o mineira a tributa\u00e7\u00e3o sobre o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico interestadual \u00ac bens ou servi\u00e7os destinados a consumidor final n\u00e3o contribuinte. Estabelece os percentuais da nova partilha entre os Estados de origem e destino, segundo a Emenda Constitucional n\u00ba 87, publicada este ano. J\u00e1 o Decreto n\u00ba 46.859 revogou benef\u00edcios fiscais que reduziram a al\u00edquota do ICMS \u00ac de 18% para 7% ou 12% \u00ac recolhido em opera\u00e7\u00f5es internas de uma lista longa de produtos, que inclui ainda telhas, embalagens, fios t\u00eaxteis e \u00e1gua sanit\u00e1ria (12%) e blocos pr\u00e9\u00acfabricados (7%). \"Com a revoga\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios, automaticamente volta a vigorar a al\u00edquota original de 18%\", afirma o advogado Marcelo Jabour, presidente da Lex Legis Consultoria Tribut\u00e1ria. Ambas as novidades entram em vigor em janeiro. \"O mais temer\u00e1rio \u00e9 que as medidas, especialmente a relacionada \u00e0 energia el\u00e9trica, v\u00e3o aumentar o custo das empresas, o que dever\u00e1 ser refletido no pre\u00e7o dos produtos comercializados ou servi\u00e7os prestados\", afirma Jabour. Segundo ele, por\u00e9m, n\u00e3o h\u00e1 ilegalidade ou inconstitucionalidade nas normas.<\/span><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 07 de outubro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.122 &nbsp; &nbsp;Leite com Caf\u00e9 &nbsp; Reunido com o setor l\u00e1cteo nacional, o representante da Receita <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/10\/07\/07-10-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/10\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-725","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/725","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=725"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/725\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=725"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=725"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=725"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}