{"id":7142,"date":"2021-05-24T20:12:10","date_gmt":"2021-05-24T20:12:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=7142"},"modified":"2021-05-24T20:17:33","modified_gmt":"2021-05-24T20:17:33","slug":"24-05-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/05\/24\/24-05-2021\/","title":{"rendered":"24\/05\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre,&nbsp; 24 de maio de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.471<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sindilat e Sebrae iniciam aproxima\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica<\/strong><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Unidos pelo desenvolvimento do setor l\u00e1cteo do Rio Grande do Sul, Sindilat e Sebrae est\u00e3o trabalhando em aproxima\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para disponibilizar informa\u00e7\u00f5es que permitam melhor planejamento e avalia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha. Reunidos na sexta-feira passada (21\/05), dirigentes das entidades debateram formas que viabilizar uma ci\u00eancia de dados sobre o setor, organizando indexadores que auxiliem na busca de competitividade para produtores e ind\u00fastrias.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, refor\u00e7ou que parcerias como esta s\u00e3o essenciais para fomentar novas possibilidades de neg\u00f3cios para os associados do Sindilat, entre elas as exporta\u00e7\u00f5es. Em breve, Sindilat e Sebrae planejam novas reuni\u00f5es para dar seguimento ao assunto.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Representando o Sebrae, Aline Balbinoto, F\u00e1bio Krieger e Fabiano Nichele detalharam as a\u00e7\u00f5es desenvolvidas pela institui\u00e7\u00e3o. Uma das metas relacionadas ao setor l\u00e1cteo \u00e9 realizar pesquisa de diagn\u00f3stico. Atualmente em fase de avalia\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica e levantamento de fornecedores, o estudo deve auxiliar a tra\u00e7ar novos projetos e intensificar a intera\u00e7\u00e3o com a bacia leiteira. Atualmente, o Sebrae tem dados de cerca de mil produtores de leite indexados, banco que deve ser integrado em breve com o sistema Nexo. A proposta \u00e9 preparar as empresas e produtores ga\u00fachos para a inova\u00e7\u00e3o, fortalecendo v\u00ednculo com o agroneg\u00f3cio. Entre as perguntas a serem respondidas est\u00e3o as quest\u00f5es de competitividade, que vem ao encontro de uma das bandeiras defendidas pelo Sindilat e que \u00e9 um dos temas principais desse diagn\u00f3stico do Sebrae. (Assessoria de imprensa Sindilat\/RS)<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<hr class=\"wp-block-separator\">\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<p><strong>N\u00e3o h\u00e1 liga\u00e7\u00e3o entre leite e aumento de colesterol de acordo com um novo estudo em 2 milh\u00f5es de pessoas<\/strong><\/p>\r\n<p>O consumo regular de leite n\u00e3o foi associado com o aumento do n\u00edvel de colesterol, de acordo com nova pesquisa. O estudo da University of Reading publicado no International Journal of Obesity analisou tr\u00eas grandes estudos populacionais e descobriu que as pessoas que bebiam grandes quantidades de leite regularmente tinham n\u00edveis mais baixos tanto do colesterol bom como do ruim, embora tivessem maiores \u00cdndices de Massa Corporal (IMC) do que os que n\u00e3o bebiam leite.<\/p>\r\n<p>Uma an\u00e1lise de outros estudos tamb\u00e9m sugerem que aqueles que consomem regularmente leite possuem 14% menos riscos de doen\u00e7as coron\u00e1rias.<\/p>\r\n<p>A equipe de pesquisadores fez uma abordagem gen\u00e9tica do consumo de leite observando a varia\u00e7\u00e3o no gene da lactase associado com a digest\u00e3o do a\u00e7\u00facar do leite, conhecido como lactose.<\/p>\r\n<p>O estudo detectou que as pessoas com varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica para digerir a lactose era um bom indicador para identificar aquelas que consumiam elevadas quantidades de leite.<\/p>\r\n<p>\u201cConstatamos que os participantes com a varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica associada ao elevado consumo de leite, possu\u00edam maiores IMC e gordura corporal, mas extraordinariamente tinham baixos n\u00edveis de colesterol, tanto o bom como o ruim.<\/p>\r\n<p>Observamos tamb\u00e9m que essa varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica tinha significativamente menor risco de doen\u00e7a coron\u00e1ria. Tudo isso, indica que a redu\u00e7\u00e3o do consumo do leite n\u00e3o significa, necessariamente, preven\u00e7\u00e3o para doen\u00e7as cardiovasculares\u201d, explicou o professor de Nutrigen\u00e9tica e Nutrigen\u00f4mica da Universidade de Reading, Vimal Karani.<\/p>\r\n<p>A nova pesquisa foi conduzida ap\u00f3s v\u00e1rios estudos contradit\u00f3rios feitos anteriormente que ligavam elevado consumo de l\u00e1cteos a doen\u00e7as cardiometab\u00f3licas como obesidade e diabetes. Para contabilizar inconsist\u00eancias pelo tamanho da amostra, da etnia e de outros fatores, a equipe realizou a meta-an\u00e1lise dos dados de mais de 1,9 milh\u00f5es de pessoas usando uma abordagem gen\u00e9tica para evitar confus\u00e3o.<\/p>\r\n<p>Mesmo que o biobanco de dados do Reino Unido tenha mostrado que as pessoas com a varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica da lactase possu\u00edam 11% menos risco de diabetes tipo 2, o estudo n\u00e3o sugere que existe evid\u00eancia forte de que o elevado consumo de leite esteja associado com diabetes ou sintomas relacionados como glicose e biomarcadores inflamat\u00f3rios.<\/p>\r\n<p>\u201cO estudo certamente mostra que o consumo de leite n\u00e3o \u00e9 um problema significativo para o risco de doen\u00e7as cardiovasculares embora haja pequeno aumento de IMC e da gordura corporal entre os amantes do leite. O que n\u00e3o conseguimos descobrir com o estudo, e n\u00e3o ficou claro, \u00e9 se o teor de gordura dos produtos l\u00e1cteos \u00e9 que contribui para os baixos n\u00edveis de colesterol ou \u00e9 devido a outro desconhecido \u201cfator leite\u201d\u201d, disse o professor Karani. (Fonte: Medical Xpres)<\/p>\r\n<p>&nbsp;<\/p>\r\n<p><br><strong>Leite\/Am\u00e9rica do Sul<\/strong><\/p>\r\n<p>As condi\u00e7\u00f5es de tempo na Am\u00e9rica do Sul s\u00e3o favor\u00e1veis para a prepara\u00e7\u00e3o da terra. Fazendeiros do Brasil e Argentina aproveitam para fazer colheitas. Os mercados de leite em p\u00f3 integral (WMP) e leite em p\u00f3 desnatado (SMP) encontram-se est\u00e1veis no curto prazo, mas com demanda fraca.<\/p>\r\n<p>O pre\u00e7o do WMP aumentou um pouco nas poucas negocia\u00e7\u00f5es realizadas. Houve decl\u00ednio na demanda, mas tamb\u00e9m da oferta. A expectativa \u00e9 de que permane\u00e7a assim no curto prazo. Os estoques nas ind\u00fastrias est\u00e3o baixos, e os compradores observam com cautela a movimenta\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os.<\/p>\r\n<p>A situa\u00e7\u00e3o do SMP \u00e9 id\u00eantica \u00e0 do WMP em termos de oferta e estoques. Os pre\u00e7os variam entre est\u00e1veis e quedas. A atividade comercial \u00e9 lenta, com compras realizadas para atender necessidades imediatas.<\/p>\r\n<p>H\u00e1 registro de margens apertadas para os produtores de leite com o custo da ra\u00e7\u00e3o muito elevado. (Fonte: Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\r\n<\/div>\r\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-7149\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/kjhg.gif\" alt=\"\" width=\"712\" height=\"341\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-7150\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/KJHJK.gif\" alt=\"\" width=\"712\" height=\"341\"><\/p>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>No radar<\/strong><\/em><br><em>O Rio Grande do Sul tem dia e hora para receber o certificado de zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Na quinta-feira, a partir das 7h, hor\u00e1rio do Brasil, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) oficializar\u00e1 o novo status sanit\u00e1rio, dentro da sua assembleia geral. Haver\u00e1 transmiss\u00e3o online desde Paris, onde fica a sede da entidade. Al\u00e9m do Estado, o Paran\u00e1 tamb\u00e9m receber\u00e1 a certifica\u00e7\u00e3o. (Zero Hora)<\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre,&nbsp; 24 de maio de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.471 Sindilat e Sebrae iniciam aproxima\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica &nbsp; Unidos pelo desenvolvimento do setor l\u00e1cteo do Rio Grande <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/05\/24\/24-05-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/05\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7142","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7142","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7142"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7142\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7151,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7142\/revisions\/7151"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7142"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7142"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7142"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}