{"id":693,"date":"2015-09-25T17:37:26","date_gmt":"2015-09-25T17:37:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/25\/25-09-2015\/"},"modified":"2015-09-25T17:37:26","modified_gmt":"2015-09-25T17:37:26","slug":"25-09-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/25\/25-09-2015\/","title":{"rendered":"25\/09\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 25 de setembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.114<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Cr\u00e9ditos de PIS\/COFINS depender\u00e3o de projeto de melhoria de qualidade do leite<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> As empresas e cooperativas de latic\u00ednios ga\u00fachas que pretendem manter os cr\u00e9ditos presumidos do PIS\/COFINS precisar\u00e3o apresentar projetos de melhoria da qualidade do leite a partir do dia 1\u00ba de outubro, conforme a lei 13.137\/2015, que dever\u00e1 ser regulamentada na pr\u00f3xima semana. O esclarecimento foi feito nesta sexta-feira (25\/09) por t\u00e9cnicos do Minist\u00e9rio da Agricultura (MAPA) durante oficina em Bras\u00edlia, e ser\u00e1 detalhado \u00e0s ind\u00fastrias ga\u00fachas na segunda-feira (28\/09) em reuni\u00e3o, a partir das 13h30min, dos associados na sede do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), em Porto Alegre.<\/p>\n<p> Presente no encontro, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, ressalta que este tema ser\u00e1 discutido entre os associados, e o mesmo entende que os projetos sejam voltados para o controle da tuberculose e brucelose do rebanho. Isso porque essa certifica\u00e7\u00e3o \u00e9 recomendada para os neg\u00f3cios internacionais e pela facilidade de entendimento pela Receita Federal, que ir\u00e1 analisar os projetos. Por consequ\u00eancia, uma propriedade certificada normalmente tem qualidade do leite e resultado financeiro melhores do que uma propriedade n\u00e3o certificada. Al\u00e9m dela ser importante para a conquista de mercados, \u00e9 fundamental para a sa\u00fade p\u00fablica. A preocupa\u00e7\u00e3o do Sindicato tamb\u00e9m \u00e9 a de informar que todas as empresas e cooperativas interessadas em manter os cr\u00e9ditos, independente da op\u00e7\u00e3o por inspe\u00e7\u00e3o municipal, estadual ou federal, ter\u00e3o que protocolar as propostas na regional ou escrit\u00f3rios do MAPA.<\/p>\n<p> Outro alerta trazido pelo secret\u00e1rio \u00e9 de que as empresas fiquem atentas ao prazo de protocolo de projeto. Os cr\u00e9ditos presumidos somente ser\u00e3o utilizados na sua totalidade a contar dessa data. Assim, caso deixem para faz\u00ea-lo mais \u00e0 frente, ter\u00e3o o percentual reduzido. Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, o Sindicato ir\u00e1 ainda auxiliar, especialmente, as pequenas e m\u00e9dias empresas na elabora\u00e7\u00e3o dos seus projetos. Na oficina estiveram presentes representantes das empresas ga\u00fachas, como da Santa Clara, Pi\u00e1, Lactalis, Nestl\u00e9, IGL e D\u00e1lia. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1375\" style=\"width: 494px; height: 401px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em>Foto: Encontro reuniu representantes das empresas de latic\u00ednios em Bras\u00edlia<\/em><br \/> Cr\u00e9dito: Darlan Palharini\/Sindilat<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Governo e bancada ruralista tentam encerrar greve de fiscais<\/strong><\/p>\n<p> O Minist\u00e9rio da Agricultura e deputados da bancada ruralista do Congresso Nacional v\u00eam tentando desde ter\u00e7a-feira convencer os fiscais agropecu\u00e1rios federais a encerrarem a greve iniciada na quinta-feira passada. At\u00e9 agora, por\u00e9m, as tentativas fracassaram por falta de consenso com os dirigentes da Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecu\u00e1rios (Anffa Sindical), que calcula que a ades\u00e3o \u00e0 greve \u00e9 de cerca de 70%. Apesar das tratativas fracassadas, o sindicato admite \"agilizar\" alguns processos como an\u00e1lise de vacinas e libera\u00e7\u00e3o de produtos perec\u00edveis, entre outras medidas.<\/p>\n<p> Al\u00e9m de um reajuste salarial de 27%, os fiscais agropecu\u00e1rios federais reivindicam demandas como a contrata\u00e7\u00e3o de profissionais da \u00e1rea por meio de concurso, mudan\u00e7a da nomenclatura para auditor fiscal, regulamenta\u00e7\u00e3o de um adicional de fronteiras e a ocupa\u00e7\u00e3o dos cargos de gest\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura por crit\u00e9rios de meritocracia. Os \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis por atender esses pleitos s\u00e3o os minist\u00e9rios da Agricultura e do Planejamento.<\/p>\n<p> Durante todo o dia de ontem, houve duas reuni\u00f5es entre representantes da entidade sindical e deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA). Integrantes da FPA tamb\u00e9m estiveram com a ministra K\u00e1tia Abreu, da Agricultura, tentando negociar um prazo de resposta para os fiscais. De acordo com o presidente FPA, o deputado Marcos Montes (PSD-MG), a ideia era tentar negociar com o governo as principais pautas de reivindica\u00e7\u00e3o dos fiscais, desde que eles concordassem em p\u00f4r fim \u00e0 greve ontem.<\/p>\n<p> Maur\u00edcio Porto, que preside o Anffa, disse que o comando de greve se reuniu durante todo o dia para deliberar sobre o apelo dos parlamentares ruralistas para que os fiscais agropecu\u00e1rios, no m\u00ednimo, flexibilizassem as paralisa\u00e7\u00f5es em pontos de maior movimenta\u00e7\u00e3o de cargas de alimentos, como portos e frigor\u00edficos, por exemplo.<\/p>\n<p> \"Como ningu\u00e9m do Minist\u00e9rio do Planejamento nos recebeu at\u00e9 agora, achamos melhor prosseguir com o movimento de parar nossas atividades. H\u00e1 um descaso total do governo conosco\", afirmou Porto. \"A gente at\u00e9 j\u00e1 abandonou a quest\u00e3o salarial. Sabemos que o pa\u00eds est\u00e1 quebrado, ent\u00e3o estamos reivindicando mais as outras pautas, mas j\u00e1 admitimos arrefecer a greve em algumas situa\u00e7\u00f5es\", disse ele. Segundo o dirigente sindical, pelo menos produtos perec\u00edveis, medicamentos, animais vivos e laborat\u00f3rios que fazem an\u00e1lises de vacinas v\u00eam merecendo mais agilidade dos fiscais.<\/p>\n<p> Um fiscal que atua diretamente no comando de greve conta que os lugares com situa\u00e7\u00e3o mais cr\u00edtica at\u00e9 agora s\u00e3o os portos de Santos (SP) e de Rio Grande (RS) e alguns frigor\u00edficos no Paran\u00e1. Segundo ele, nesses pontos j\u00e1 h\u00e1 bastante carga e cont\u00eaineres \u00e0 espera de fiscaliza\u00e7\u00e3o. Autoridades do governo inclusive j\u00e1 pediram para que os fiscais reduzam as paralisa\u00e7\u00f5es nessas \u00e1reas. S\u00f3 no Porto de Santos, o Anffa j\u00e1 contabiliza cerca de 7 mil cont\u00eaineres retidos com as paralisa\u00e7\u00f5es. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Comiss\u00e3o Europeia prepara medidas para lidar com baixos pre\u00e7os varejistas do leite<\/strong><\/p>\n<p> A Comiss\u00e3o Europeia est\u00e1 trabalhando em medidas para combater os baixos pre\u00e7os varejistas do leite na Europa, disse o vice-diretor geral para Agricultura e Assuntos Rurais da Comiss\u00e3o durante a World Dairy Summit, da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de L\u00e1cteos (IDF), realizada em Vilnius, na Litu\u00e2nia, Joost Korte. \"Medidas est\u00e3o sendo preparadas para resolver esse problema\".<\/p>\n<p> Korte n\u00e3o forneceu detalhes, mas insinuou que os Estados Membros da Uni\u00e3o Europeia (UE) poder\u00e3o ser encorajados a estabelecer autoridades nacionais, como a Groceries Code Adjudicator, do Reino Unido, que \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o de inspe\u00e7\u00e3o independente que avalia a rela\u00e7\u00e3o entre os supermercados brit\u00e2nicos e seus fornecedores. Ele disse que na Espanha h\u00e1 a mesma coisa e que na Litu\u00e2nia, o governo tem sido extremamente ativo e adotou uma legisla\u00e7\u00e3o para garantir que os produtores rurais sejam tratados de forma justa. \"Ent\u00e3o, estamos pensando agora o que podemos fazer e trazer disso para um sistema europeu mais claro\". Ele disse que isso \u00e9 algo que Phil Hogan quer fazer no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p> Os varejistas em v\u00e1rios Estados Membros da UE foram acusados de pressionar os fornecedores reduzindo os pre\u00e7os do leite. No Reino Unido, por exemplo, os consumidores podem comprar uma garrafa de 2,27 litros e leite fresco por apenas US$ 1,36 - o que d\u00e1 US$ 0,59\/litro. No come\u00e7o desse ano, os produtores de leite brit\u00e2nicos protestaram pelos baixos pre\u00e7os do varejo removendo grandes quantidades do produto das lojas. Depois, produtores levaram duas vacas \u00e0s lojas da rede Asda, em Stafford.<\/p>\n<p> Em outros Estados Membros, a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 muito clara, disse Korte durante o evento. \"Varia muito de pa\u00eds para pa\u00eds, de produto para produto e as evid\u00eancias s\u00e3o realmente fracas. As pessoas frequentemente dizem que \u00e9 porque os varejistas s\u00e3o muito poderosos, mas se voc\u00ea olhar as evid\u00eancias ver\u00e1 que esse problema n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o claro\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Vendas para a China em 2016<\/strong><\/p>\n<p> As vendas de produtos l\u00e1cteos brasileiros para o mercado chin\u00eas devem come\u00e7ar nos primeiros meses de 2016. A previs\u00e3o foi feita pelo presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat), Alexandre Guerra, ontem, um dia depois de saber que o Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) conseguiu a valida\u00e7\u00e3o, pelo pa\u00eds asi\u00e1tico, do certificado sanit\u00e1rio internacional do Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p> Com a valida\u00e7\u00e3o, as autoridades sanit\u00e1rias chinesas n\u00e3o precisam mais vir ao Brasil fazer novas inspe\u00e7\u00f5es para liberar as plantas. \"O Mapa responder\u00e1 pela homologa\u00e7\u00e3o de cada uma delas\", explica Guerra. Segundo o presidente do Sindilat, a China j\u00e1 mandou os formul\u00e1rios para cadastros ao Mapa. Depois de traduzidos, os documentos ser\u00e3o enviados \u00e0s ind\u00fastrias de latic\u00ednios. Ao final, o Mapa ir\u00e1 habilitar as que preencherem os requisitos para o mercado chin\u00eas. \"Todo esse processo requer alguns meses\", prev\u00ea Guerra. Como j\u00e1 h\u00e1 habilita\u00e7\u00e3o de empresas para a R\u00fassia, o Brasil passa a ter acesso aos dois pa\u00edses com maior volume de importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. (Correio do Povo)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Cai participa\u00e7\u00e3o dos EUA nas exporta\u00e7\u00f5es globais de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> Os volumes de exporta\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos continuaram caindo em julho, pelo terceiro m\u00eas consecutivo. Os fornecedores enviaram 148.777 toneladas de leite em p\u00f3, queijos, gordura, soro de leite e lactose em julho, 13% a menos que no ano anterior e 7% a menos que em junho (m\u00e9dia di\u00e1ria). As vendas totais tiveram um valor de US$ 416 milh\u00f5es, 33% a menos que no ano anterior e 11% a menos que em junho (m\u00e9dia di\u00e1ria).<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 desnatado foram de 40.546 toneladas, a menor desde fevereiro e 22% a menos que no ano anterior. As exporta\u00e7\u00f5es de queijos ca\u00edram pelo quarto m\u00eas consecutivo, totalizando 25.534 toneladas. Esse volume \u00e9 21% a menos que no ano anterior e marca o terceiro menor volume total nos \u00faltimos 29 meses.<\/p>\n<p> Com os mercados de soro de leite globais muito fracos, as exporta\u00e7\u00f5es de soro de leite dos Estados Unidos continuaram com uma tend\u00eancia menor tamb\u00e9m. O volume total exportado foi de 37.951 toneladas, o menor valor em cinco meses e 11% menor do que em julho passado. Entre outros produtos, as exporta\u00e7\u00f5es de gordura do leite(-65% com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior), leite em p\u00f3 integral (-67%) e concentrado de prote\u00edna do leite (-56%) continuaram baixas.<\/p>\n<p> Esse enfraquecimento no desempenho em julho segue a primeira metade do ano, quando os fornecedores americanos perderam participa\u00e7\u00e3o no com\u00e9rcio global de l\u00e1cteos. Na primeira metade do ano, os Estados Unidos foram respons\u00e1veis por 16% das exporta\u00e7\u00f5es globais de leite em p\u00f3, queijos, gordura do leite e soro de leite, 17,6% a menos que na primeira metade de 2014. Uni\u00e3o Europeia (UE), Austr\u00e1lia e Bielorr\u00fassia ficaram com parte do mercado que os Estados Unidos perderam.<\/p>\n<p> Os fornecedores dos Estados Unidos foram respons\u00e1veis por 26,6% das exporta\u00e7\u00f5es de leite desnatado na primeira metade do ano, dentro dos 11 maiores fornecedores (que coletivamente s\u00e3o respons\u00e1veis por cerca de 95% do com\u00e9rcio de leite em p\u00f3 desnatado). Isso \u00e9 29,5% a menos do que na primeira metade do ano anterior. A Europa, a Nova Zel\u00e2ndia e a Austr\u00e1lia aumentaram sua participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Os fornecedores dos Estados Unidos foram respons\u00e1veis por 19,1% das exporta\u00e7\u00f5es de queijos na primeira metade do ano e ficaram entre os nove maiores fornecedores (que coletivamente s\u00e3o respons\u00e1veis por cerca de 78% do com\u00e9rcio mundial de queijos). Isso \u00e9 menos que os 20,8% na primeira metade do ano anterior. Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia e Bielorr\u00fassia aumentaram sua participa\u00e7\u00e3o. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do blog do USDEC)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div><em>Chuvas<br \/> A continuidade da chuva aumenta a preocupa\u00e7\u00e3o dos produtores. Levantamento da Emater apontou primeira proje\u00e7\u00e3o dos preju\u00edzos causados pela geada e pelo excesso de precipita\u00e7\u00e3o no momento do plantio do trigo. A redu\u00e7\u00e3o, neste primeiro momento, \u00e9 de at\u00e9 10% da produ\u00e7\u00e3o. No milho, as perdas atingem entre 5% a 10% da \u00e1rea semeada. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 25 de setembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.114 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Cr\u00e9ditos de PIS\/COFINS depender\u00e3o de projeto de melhoria de qualidade do leite &nbsp; As <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/25\/25-09-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/09\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-693","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/693","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=693"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/693\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=693"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=693"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=693"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}