{"id":679,"date":"2015-09-21T17:33:28","date_gmt":"2015-09-21T17:33:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/21\/21-09-2015\/"},"modified":"2015-09-21T17:33:28","modified_gmt":"2015-09-21T17:33:28","slug":"21-09-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/21\/21-09-2015\/","title":{"rendered":"21\/09\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 21 de setembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.110<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: justify;\"><\/span><strong>Infla\u00e7\u00e3o alta e sal\u00e1rio menor 'devolvem' fam\u00edlias \u00e0s classes D e E<\/strong><\/p>\n<p> O maior aumento dos pre\u00e7os dos bens e servi\u00e7os consumidos pelas fam\u00edlias de baixa renda e a queda do sal\u00e1rio real fizeram uma parte das fam\u00edlias regredir socialmente. De acordo com dados da Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de S\u00e3o Paulo (Fecomercio SP), 1,2 milh\u00e3o de fam\u00edlias (2% do total) andaram para tr\u00e1s nos \u00faltimos 12 meses. Algumas sa\u00edram da classe C para a D, outras deixaram a classe D e retornaram para a E.&nbsp;<\/p>\n<p> Um reflexo direto da perda do poder de consumo dessa parcela da popula\u00e7\u00e3o aparece nas vendas dos supermercados. Segundo a Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em julho passado as fam\u00edlias sa\u00edram dos supermercados com um volume 2% menor de compras. Al\u00e9m da menor quantidade, os consumidores est\u00e3o trocando marcas tradicionais por mais baratas. Pesquisa do Sindicato do Com\u00e9rcio Varejista de G\u00eaneros Aliment\u00edcios de S\u00e3o Paulo (Sincovaga), mostrou que 59% dos clientes entrevistados pela entidade declararam essa troca em julho.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1364\" style=\"width: 755px; height: 358px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"> De acordo com o \u00cdndice do Custo de Vida da Fecom\u00e9rcio, a infla\u00e7\u00e3o que atinge a cesta de consumo das classes D e E superou 11% nos \u00faltimos 12 meses, enquanto a infla\u00e7\u00e3o das classes A e B ficou abaixo de 9%. A diferen\u00e7a de mais de 2 pontos percentuais associada \u00e0 perda salarial do per\u00edodo (de acordo com a pesquisa mensal de emprego do IBGE, o rendimento m\u00e9dio real caiu 2,5% no \u00faltimo ano) alterou a pir\u00e2mide social, fazendo com que 231 mil fam\u00edlias tenham passado da classe C para a D e outras 920 mil tenham deixado a classe D em dire\u00e7\u00e3o a E, apenas nos \u00faltimos 12 meses.&nbsp;<\/p>\n<p> O assessor econ\u00f4mico da Fecomercio SP, Fabio Pina, explica que o estudo considerou a Pesquisa de Or\u00e7amento Familiar (POF) de 2008\/2009 do IBGE. A partir dela \u00ac com valores atualizados para dezembro de 2014 \u00ac, o trabalho reclassificou as rendas das fam\u00edlias, considerando a corros\u00e3o do poder de compra de cada grupo pela sua cesta de consumo de bens e servi\u00e7os e a perda do valor real dos sal\u00e1rios. \"O que vemos \u00e9 que a infla\u00e7\u00e3o, o aumento de juros e a falta de cr\u00e9dito afetaram mais a popula\u00e7\u00e3o de baixa renda e colocam em risco as conquistas dos \u00faltimos anos\", diz Pina, para quem essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 reflexo do esgotamento do modelo de crescimento ancorado no consumo que marcou a economia nos \u00faltimos anos.&nbsp;<\/p>\n<p> O trabalho n\u00e3o considerou nem o efeito do desemprego sobre a renda das fam\u00edlias e tamb\u00e9m n\u00e3o trabalhou com a hip\u00f3tese de que entre 2008\/2009 e 2014, um grupo maior de fam\u00edlias deve ter entrado na classe C, justamente como reflexo da pol\u00edtica de incentivo ao consumo, aumentos reais do sal\u00e1rio m\u00ednimo e maior transfer\u00eancia de renda. Mas se a classe C j\u00e1 tinha mais gente, talvez o n\u00famero de pessoas que agora est\u00e3o deixando esse grupo seja maior, pondera Pina, explicando que a preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi identificar o n\u00famero exato de pessoas que \"regrediram\" socialmente, mas mostrar o qu\u00e3o forte os efeitos da recess\u00e3o est\u00e3o sendo sentidos justamente pelas parcelas de menor renda da popula\u00e7\u00e3o. \"O desconforto delas \u00e9 maior e ele \u00e9 sentido, principalmente, a cada vez que elas v\u00e3o ao supermercado\", pondera ele. \"Elas compram menos bens e trocam de marca\", avalia ele. A perda das classes de menor renda \u00e9 maior, explica ele, porque em sua cesta de consumo o peso dos alimentos e dos servi\u00e7os p\u00fablicos (como energia e transporte) \u00e9 maior e esses foram os itens que mais subiram.<\/p>\n<p> A mudan\u00e7a nos h\u00e1bitos de consumo apareceu na pesquisa regular com 200 consumidores que o Sincovaga realiza. Na pesquisa de julho, 59% deles informaram que j\u00e1 trocaram as marcas tradicionais pelas concorrentes de mesmo n\u00edvel e 50% compraram produtos populares em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0s marcas tradicionais, sendo que 52% optaram por faz\u00ea\u00ac-lo nos itens de higiene e limpeza e 41% em alimenta\u00e7\u00e3o b\u00e1sica (arroz, feij\u00e3o, macarr\u00e3o, carnes). \"Esse processo de substitui\u00e7\u00e3o come\u00e7ou h\u00e1 um ano e tem crescido\", diz \u00c1lvaro Furtado, presidente do Sincovaga. Ele diz que esse movimento \u00e9 mais forte \"nas periferias, onde a classe que ascendeu socialmente est\u00e1 com a renda muito comprometida pelos compromissos que assumiu nos \u00faltimos anos\", como a conta do celular, a presta\u00e7\u00e3o do carro e \u00e0s vezes at\u00e9 da casa pr\u00f3pria.<\/p>\n<p> &nbsp;Para Pina, da Fecomercio, a situa\u00e7\u00e3o tende a se agravar quando o desemprego aumentar, pois ele vai afetar diretamente a renda de uma parte das fam\u00edlias. Al\u00e9m disso, observa, pelos pr\u00f3ximos dois a tr\u00eas anos, o sal\u00e1rio m\u00ednimo n\u00e3o ter\u00e1 corre\u00e7\u00e3o real e as negocia\u00e7\u00f5es salariais em curso j\u00e1 mostram uma maior dificuldade das categorias em negociar reajuste real. \"O desemprego vai ser\u00e1 maior no ch\u00e3o da f\u00e1brica e tamb\u00e9m em servi\u00e7os, atingindo diretamente a popula\u00e7\u00e3o de menor renda e a classe m\u00e9dia\", acrescenta. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Perdas com a Lei Kandir atingem R$ 34,6 bilh\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p> Um recente estudo elaborado pela Receita Estadual traz a valores presentes, corrigidos pelo IGP-DI, o que muitos ainda identificam como \"preju\u00edzos\" da Lei Kandir. O levantamento crava em R$ 34,6 bilh\u00f5es a diferen\u00e7a entre a arrecada\u00e7\u00e3o que deixou de ingressar nos cofres p\u00fablicos ap\u00f3s as desonera\u00e7\u00f5es (R$ 47,32 bilh\u00f5es) e a quantia desembolsada pelo governo federal como forma de compensa\u00e7\u00e3o ao Rio Grande do Sul (R$ 12,67 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p> A cifra equivale a 63,3% ou quase dois ter\u00e7os da d\u00edvida atual do Estado com Uni\u00e3o, avaliada em R$ 54,8 bilh\u00f5es. O montante, segundo informa o subsecret\u00e1rio da Receita Estadual, Mario Luis Wunderlich dos Santos, seria suficiente para cobrir o d\u00e9ficit financeiro ga\u00facho por um per\u00edodo de seis anos.<\/p>\n<p> Criada em 13 de setembro de 1996, a Lei Complementar n\u00ba 87 regulamentou a cobran\u00e7a do ICMS pelos estados e instituiu a isen\u00e7\u00e3o do imposto sobre as exporta\u00e7\u00f5es de produtos prim\u00e1rios e semielaborados. Quase duas d\u00e9cadas depois de sua promulga\u00e7\u00e3o, a tamb\u00e9m chamada Lei Kandir - em refer\u00eancia ao autor do projeto, o ent\u00e3o ministro do Planejamento Ant\u00f4nio Kandir - ainda gera pol\u00eamicas. No foco central da discuss\u00e3o est\u00e1 a promessa n\u00e3o cumprida pela Uni\u00e3o de ressarcimento das perdas de arrecada\u00e7\u00e3o nos estados.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1366\" style=\"width: 600px; height: 704px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">Santos lembra que a Lei Kandir \u00e9 fruto de um contexto que n\u00e3o pode ser desprezado. At\u00e9 ent\u00e3o, o texto original da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 estabelecia imunidade do ICMS somente para as exporta\u00e7\u00f5es de produtos industrializados. A compet\u00eancia de regulamentar a totalidade das desonera\u00e7\u00f5es deveria ser feita por uma lei complementar.<\/p>\n<p> A tese ganhou maior dimens\u00e3o na segunda metade da d\u00e9cada de 1990, com a implementa\u00e7\u00e3o do Plano Real. Na ocasi\u00e3o, a balan\u00e7a comercial brasileira passou a ser deficit\u00e1ria e o super\u00e1vit comercial de US$ 10 bilh\u00f5es, obtido em 1994, transformou-se em d\u00e9ficits em 1995 (US$ 3,4 bilh\u00f5es) e em 1996 (US$ 5,6 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p> H\u00e1 19 anos, a Lei Kandir, al\u00e9m de ampliar a base de desonera\u00e7\u00e3o - que antes atingia s\u00f3 os produtos industrializados - para os prim\u00e1rios e semielaborados, ainda isentou os bens de capital. As empresas passaram a contar com cr\u00e9ditos gerados pela aquisi\u00e7\u00e3o de ativos permanentes.<\/p>\n<p> Havia tamb\u00e9m, conforme explica o ent\u00e3o secret\u00e1rio da Fazenda do governo de Ant\u00f4nio Britto (1995-1999), C\u00e9zar Busatto, uma quest\u00e3o de coer\u00eancia. Ou seja, dentro de um sistema tribut\u00e1rio, \"exportar os impostos\" embutidos no pre\u00e7o era algo que se tornava insustent\u00e1vel para a competitividade. \"Era evidente que traria preju\u00edzos ao Tesouro. Nosso esfor\u00e7o foi para estabelecer uma compensa\u00e7\u00e3o integral ou a maior poss\u00edvel\", recorda.<\/p>\n<p> A ideia, explica Busatto, era que a economia rapidamente fosse ajustada a uma nova realidade. Com a redu\u00e7\u00e3o de impostos, naturalmente, uma converg\u00eancia de fatores - como aumento da produ\u00e7\u00e3o, do emprego e da renda - traria um impulso para consolida\u00e7\u00e3o de efeitos multiplicadores. \"Compreend\u00edamos que, em longo prazo, haveria esse fator positivo. Acontece que a discuss\u00e3o se alterou, pois a compensa\u00e7\u00e3o inicial era prevista pelo volume das exporta\u00e7\u00f5es. Depois, foi transformado em uma esp\u00e9cie de subs\u00eddio ao Estado, previsto pelo or\u00e7amento da Uni\u00e3o. A\u00ed houve um desvirtuamento do processo\", afirma.<\/p>\n<p> Inicialmente, a lei estabeleceu o chamado seguro-receita. O dispositivo funcionava como uma esp\u00e9cie de complemento para as baixas sofridas pela arrecada\u00e7\u00e3o. No primeiro ano de vig\u00eancia, de fato, as compensa\u00e7\u00f5es chegaram a 64% das perdas arrecadat\u00f3rias e, em 1998, o ressarcimento atingiu 79%, com um desembolso de R$ 1,59 bilh\u00e3o por parte da Uni\u00e3o.<\/p>\n<p> A partir de 1998, os percentuais das desonera\u00e7\u00f5es reembolsados pela Uni\u00e3o inauguraram uma verdadeira queda livre. Ano ap\u00f3s ano, o tombo se repetiu at\u00e9 que o repasse cobrisse apenas 6% das baixas arrecadat\u00f3rias, em 2013, quando, de uma perda bruta de arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS estimada em R$ 3,56 bilh\u00f5es pela Receita Estadual, somente R$ 210,9 milh\u00f5es foram devolvidos aos cofres do Rio Grande do Sul. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1367\" style=\"width: 600px; height: 613px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Aumento do ICMS ser\u00e1 votado nesta ter\u00e7a-feira pela Assembleia ga\u00facha<\/strong><\/p>\n<p> Os deputados estaduais votam amanh\u00e3 os projetos que preveem os aumentos nas al\u00edquotas do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS). Os dois projetos enviados pelo governador Jos\u00e9 Ivo Sartori (PMDB) estabelecem uma amplia\u00e7\u00e3o de 17% para 18% na al\u00edquota b\u00e1sica do ICMS e de at\u00e9 cinco pontos percentuais nas al\u00edquotas nominais de mercadorias e servi\u00e7os dos setores de combust\u00edveis, comunica\u00e7\u00e3o (telefonia), bebidas e energia el\u00e9trica. Mesmo com resist\u00eancia de deputados da base aliada, o Executivo acredita em uma aprova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> A vota\u00e7\u00e3o do ICMS dever\u00e1 ser tensa e marcada por longas discuss\u00f5es no plen\u00e1rio da Assembleia Legislativa. Com p\u00fablico limitado em 290 pessoas nas galerias - senhas ser\u00e3o divididas entre setores contr\u00e1rios e favor\u00e1veis ao tarifa\u00e7o - e policiamento intenso dentro e fora do Parlamento, a vota\u00e7\u00e3o ser\u00e1 um teste de lealdade para a base de Sartori.<\/p>\n<p> A oposi\u00e7\u00e3o formada por PT, PCdoB e P-Sol j\u00e1 declarou voto contr\u00e1rio ao aumento. O PTB e o PPL, que t\u00eam postura independente no Legislativo, tamb\u00e9m votam contra. Juntos, os partidos somam 19 dos 55 deputados estaduais - as legendas t\u00eam 20 cadeiras na Casa, mas a deputada Manuela d'\u00c1vila, do PCdoB, est\u00e1 em licen\u00e7a-maternidade.<\/p>\n<p> O Executivo acredita na vit\u00f3ria apesar de a maioria declarar voto contr\u00e1rio ao aumento de impostos. O PMDB, partido do governador, \u00e9 o \u00fanico no qual todos os deputados declararam voto favor\u00e1vel. No PSDB, apenas Jorge Pozzobom vota contr\u00e1rio. PMDB e PSDB somam 11 votos.<\/p>\n<p> No restante da base aliada, os discursos s\u00e3o de contrariedade com o aumento de impostos, mas a tend\u00eancia \u00e9 de aprova\u00e7\u00e3o. O PP, com oito deputados, havia se comprometido inicialmente com os empres\u00e1rios a rejeitar a mat\u00e9ria, mas deve se manter fiel ao governo.<br \/> Partidos com menos representa\u00e7\u00e3o, como o PSB, PV, PR, PRB, PSD e PPS t\u00eam discurso semelhante, mas devem acompanhar a sinaliza\u00e7\u00e3o do Executivo. A maior expectativa \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao voto do PDT. Com uma bancada de oito deputados, a legenda tem afirmado que votar\u00e1 a favor do aumento somente por tempo determinado, de at\u00e9 quatro anos - o que o governo garante que n\u00e3o acontecer\u00e1.<\/p>\n<p> A press\u00e3o contra o projeto re\u00fane empres\u00e1rios e trabalhadores. Entidades como a Fiergs, Fecom\u00e9rcio e Federasul dialogaram com todas as bancadas e com o Executivo em busca da rejei\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias. No lado do funcionalismo, as mais de 40 entidades que representam os servidores p\u00fablicos estaduais preparam o Dia Estadual de Greves, Paralisa\u00e7\u00f5es, Protestos e Manifesta\u00e7\u00f5es contra as medidas. Com o espa\u00e7o em plen\u00e1rio limitado, os trabalhadores se organizam para exibir a vota\u00e7\u00e3o em um tel\u00e3o, na Pra\u00e7a da Matriz.<\/p>\n<p> Favor\u00e1vel ao projeto, a Famurs, que re\u00fane os prefeitos ga\u00fachos, se mobiliza para pressionar pela aprova\u00e7\u00e3o do ICMS, j\u00e1 que os munic\u00edpios t\u00eam direito a parte da arrecada\u00e7\u00e3o do tributo. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Auditoria do servi\u00e7o no RS<br \/> O secret\u00e1rio substituto de Defesa Agropecu\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Agricultura, Lu\u00eds Rangel, anunciou nesta semana que as defesas agropecu\u00e1rias dos Estados de Santa Catarina, Paran\u00e1, Minas Gerais e Rio Grande do Sul ser\u00e3o auditadas entre setembro e outubro. Apesar de n\u00e3o explicitar os motivos, Rangel apontou como primordial uma maior integra\u00e7\u00e3o entre estados, munic\u00edpios e setores produtivos para dar efetividade ao Sistema Unificado de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade (Suasa). Destacou ainda que o Mapa est\u00e1 tomando as provid\u00eancias para fortalecer o sistema. \"Os mecanismos de coordena\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o est\u00e3o sendo implantados a partir da estrutura\u00e7\u00e3o de um ambiente institucional espec\u00edfico para isso\", disse. O diretor do Departamento de Defesa Agropecu\u00e1ria, Fernando Groff, ainda n\u00e3o recebeu comunicado oficial do Mapa. Mas presume que as auditorias sejam avalia\u00e7\u00f5es de rotina dos programas sanit\u00e1rios, feitas a cada dois anos. \"O objetivo \u00e9 mensurar se a inser\u00e7\u00e3o das unidades est\u00e1 ocorrendo satisfatoriamente\", destacou. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 21 de setembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.110 &nbsp; Infla\u00e7\u00e3o alta e sal\u00e1rio menor 'devolvem' fam\u00edlias \u00e0s classes D e E O maior <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/21\/21-09-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/09\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-679","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/679","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=679"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/679\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=679"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=679"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=679"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}