{"id":6751,"date":"2021-04-27T20:09:04","date_gmt":"2021-04-27T20:09:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=6751"},"modified":"2021-04-27T20:11:31","modified_gmt":"2021-04-27T20:11:31","slug":"6751","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/04\/27\/6751\/","title":{"rendered":"27\/04\/2021"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\r\n<!-- \/wp:post-content -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 27 de abril de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.452<\/p>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Pre\u00e7o do leite mant\u00e9m estabilidade na entressafra <\/b><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Em plena entressafra, o valor de refer\u00eancia do leite para abril no Rio Grande do Sul est\u00e1 projetado em R$ 1,4330. O indexador representa eleva\u00e7\u00e3o de 0,85% em rela\u00e7\u00e3o ao consolidado de mar\u00e7o (R$ 1,4209). A previs\u00e3o foi apresentada na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (27\/04) na reuni\u00e3o mensal do Conseleite e considera dados coletados nos primeiros 10 dias do m\u00eas de abril.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Segundo o professor da UPF Eduardo Finamore, o primeiro quadrimestre de 2021 indica estabilidade do valor de refer\u00eancia, com \u00edndices um pouco acima dos praticados em 2020 em fun\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o. Descontando o IPCA do per\u00edodo, os indicadores est\u00e3o abaixo dos patamares praticados em 2020. \u201cEm 2020, os pre\u00e7os tiveram eleva\u00e7\u00e3o impulsionados pela pandemia e pela alta dos custos de produ\u00e7\u00e3o\u201d, justificou.&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">O coordenador do Conseleite, Alexandre Guerra, indicou que, diferente do movimento tradicional de alta caracter\u00edstico deste per\u00edodo do ano, o cen\u00e1rio \u00e9 de equil\u00edbrio. \u201cT\u00ednhamos a expectativa de que o mercado desse uma reagida, mas n\u00e3o \u00e9 o que est\u00e1 acontecendo. Estamos com retra\u00e7\u00e3o puxada pelo cen\u00e1rio nacional que vem do centro do Brasil\u201d, argumentou. Segundo Guerra, h\u00e1 registro de alta de custos expressiva no setor industrial, com varia\u00e7\u00f5es de 35% a mais de 100% dependendo do item em apenas um ano.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">Durante a reuni\u00e3o, Farsul e Fetag manifestaram-se pela urg\u00eancia na atualiza\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o utilizados para c\u00e1lculo no Conseleite. O presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, alertou que os par\u00e2metros utilizados pelo Conseleite s\u00e3o de 2016. Frente a isso, Farsul e Fetag abstiveram-se de validar os dados do Conseleite de abril, sendo os mesmos aprovados por maioria no colegiado.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">O professor da UPF Marco Antonio Montoya informou que a equipe t\u00e9cnica que atua nos indexadores j\u00e1 est\u00e1 trabalhando em uma revis\u00e3o e que os novos par\u00e2metros ser\u00e3o implementados nos dados a serem apresentados na reuni\u00e3o de maio. Os novos custos remontam ao ano de 2019, o que exige o in\u00edcio imediato de mais uma revis\u00e3o. Segundo Guerra, o trabalho deve come\u00e7ar j\u00e1 na sequ\u00eancia com previs\u00e3o de atualiza\u00e7\u00e3o para breve. (Assessoria de imprensa Sindilat\/RS)<\/div>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><\/p>\r\n<hr class=\"wp-block-separator\">\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph {\"align\":\"left\"} --><\/p>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Conseleite Paran\u00e1 <\/b><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida no dia 27 de Abril de 2021 atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em Mar\u00e7o de 2021 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de Abril de 2021, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/kZPF50ABF0415\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/kZPF50ABF0415\"><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite denominada \u201cLeite Padr\u00e3o\u201d, se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,50% de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 500 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de Abril de 2021 \u00e9 de R$2,8582\/litro. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleitepr.com.br. (Conseleite\/PR)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div style=\"text-align: justify;\">\r\n<div><b>Capital nacional do leite, Castro investe em tecnologia para aprimorar produ\u00e7\u00e3o <\/b><\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div><i>Cidade dos Campos Gerais do Paran\u00e1 quer aumentar qualidade do leite produzido e melhorar trabalho dos produtores. Munic\u00edpio produz cinco vezes a mais que a m\u00e9dia nacional. <\/i> Castro, que fica na regi\u00e3o dos Campos Gerais do Paran\u00e1, chegou ao topo do ranking nacional de produ\u00e7\u00e3o leiteira. Com isso, a cidade ganhou o t\u00edtulo de capital do leite. Atualmente, a cidade investe em tecnologia para manter a produ\u00e7\u00e3o. A conquista do t\u00edtulo de capital nacional do leite come\u00e7ou h\u00e1 70 anos, com a fam\u00edlia do produtor Armando Rabbers.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Os pais dele vieram da Europa para o Paran\u00e1. \u201cMeu pai, quando veio da Holanda, ordenhava leite manualmente e tinha hor\u00e1rio para deixar na banca da estrada. Se perdesse esse hor\u00e1rio, ele perdia a produ\u00e7\u00e3o. Hoje, temos resfriador para gelar o leite at\u00e9 o caminh\u00e3o vir buscar\", lembrou. Atualmente, o produtor v\u00ea na tecnologia um meio para facilitar o trabalho do dia-a-dia e aumentar a qualidade do leite consumido. Rabbers investiu em tecnologia de ponta. Trouxe para a propriedade o primeiro sistema robotizado da Am\u00e9rica Latina: a ordenha volunt\u00e1ria. Oito anos depois de ter adquirido a inova\u00e7\u00e3o, ele colhe os resultados no aumento da produtividade. Na propriedade, s\u00e3o produzidos cerca de 5.500 litros de leite, por dia, com a ajuda da ordenha volunt\u00e1ria.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>O sistema funciona 24 horas por dia e \u00e9 todo automatizado. Boa parte do trabalho \u00e9 feita por um bra\u00e7o hidr\u00e1ulico. Cada vaca \u00e9 identificada pelo computador, que aponta todas as informa\u00e7\u00f5es sobre o animal, inclusive a quantidade de leite produzido. Em m\u00e9dia, s\u00e3o de duas a tr\u00eas ordenhas por dia. \"A import\u00e2ncia da ordenha rob\u00f3tica \u00e9 principalmente para o bem-estar animal e tamb\u00e9m do colaborador, porque n\u00e3o tem mais aquelas horas fixas para ele fazer a ordenha\u201d, disse o produtor.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>Cooperativismo e inova\u00e7\u00e3o: A propriedade de Rabbers \u00e9 apenas uma das 340 da cidade que fazem parte da cooperativa Castrolanda. De acordo com o Departamento de Economia Rural do Paran\u00e1 (Deral), de 2019 para 2020, houve aumento de quase 12% na produ\u00e7\u00e3o leiteira dos Campos Gerais. O engenheiro agr\u00f4nomo do Deral, Gil Oliveira da Costa Junior, aponta alguns fatores que ajudaram na constru\u00e7\u00e3o deste crescimento. \u201cA gen\u00e9tica dos animais da regi\u00e3o \u00e9 muito importante. A quest\u00e3o do manejo, trabalhar com pastos de qualidade, tamb\u00e9m faz a diferen\u00e7a\u201d, disse. Castro tamb\u00e9m aposta em outro projeto pioneiro. A cidade deve instalar 60 salas em propriedades para ajudar o produtor a identificar as causas de uma inflama\u00e7\u00e3o na gl\u00e2ndula mam\u00e1ria das vacas, chamada de mastite, que atrapalha a produ\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 controlar o uso de antibi\u00f3ticos nos animais. Essas salas ser\u00e3o ligadas a uma central.<\/div>\r\n<div>&nbsp;<\/div>\r\n<div>\u201cAntes do produtor tratar o animal, ele analisa o leite e verifica o tipo de bact\u00e9ria que est\u00e1 ali. Hoje, \u00e9 um processo automatizado e simples. A\u00ed, se necess\u00e1rio, faz o tratamento com medicamento\u201d, afirma Eduardo Ribas, gerente de neg\u00f3cios da Castrolanda. A regi\u00e3o dos Campos Gerais \u00e9 a que mais produz leite por animal. Destaca-se tamb\u00e9m pela tecnologia e pela qualidade do produto. S\u00e3o fatores que contribuem para uma produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria cinco vezes maior que a m\u00e9dia nacional. \u201cSe o produtor gosta e ama o que faz, o crescimento acontece. A regi\u00e3o, nos \u00faltimos 10 anos, cresceu mais do que 10%. Quanto maior \u00e9 o investimento em tecnologia, mais a regi\u00e3o se desenvolve e mais o mercado fica aquecido\u201d, afirma o gerente. (G1)<\/div>\r\n<\/div>\r\n<!-- \/wp:paragraph -->\r\n\r\n<!-- wp:separator --><hr class=\"wp-block-separator\"><!-- \/wp:separator -->\r\n\r\n<!-- wp:paragraph -->\r\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Entenda como funciona a an\u00e1lise de qualidade do leite que chega aos consumidores <\/b><\/i><\/p>\r\n<p style=\"text-align: center;\"><i>A qualidade do leite que chega ao consumidor depende de uma s\u00e9rie de fatores e deve obedecer a regras previstas em lei para controlar o que \u00e9 produzido nas propriedades dos criadores de todo o Brasil. O Caminhos do Campo visitou um laborat\u00f3rio, em Curitiba, que \u00e9 um dos 10 do pa\u00eds com permiss\u00e3o para fazer a an\u00e1lise de controle de qualidade. Por m\u00eas, s\u00e3o analisadas amostras de leite de 50 mil propriedades do Paran\u00e1 e de Santa Catarina. A amostra \u00e9 recolhida do tanque de resfriador de cada propriedade. S\u00e3o feitos dois tipos de an\u00e1lises. Na primeira, o equipamento separa os componentes do leite, como se fosse uma leitura do produto. \u00c9 nesta etapa que vai determinar as porcentagens de gordura, prote\u00edna, lactose, entre outros. O segundo processo \u00e9 a an\u00e1lise do n\u00edvel de bact\u00e9rias no leite. Como todo produto possui uma quantidade de bact\u00e9rias, se o resultado der zero, pode significar que o produto foi adulterado. Mas, dependendo dos n\u00edveis, os resultados podem revelar detalhes importantes, como o manejo do produtor na propriedade, os cuidados tomados com os animais e, at\u00e9 mesmo, a higiene na hora da produ\u00e7\u00e3o. Altair Valloto, superintendente da Associa\u00e7\u00e3o Paranaense de Criadores de Bovinos da Ra\u00e7a Holandesa, conta que os produtores precisam seguir normas do Minist\u00e9rio da Agricultura, al\u00e9m de estaduais e municipais para a qualidade do leite. \u201cSe o leite do produtor estiver fora do par\u00e2metro durante tr\u00eas meses, a ind\u00fastria \u00e9 obrigada a quebrar o contrato, n\u00e3o pode mais comprar leite desse produtor at\u00e9 que ele se enquadre nas normas\u201d, explica Valloto. O laborat\u00f3rio de Curitiba faz o acompanhamento da produ\u00e7\u00e3o de 110 mil animais, com avalia\u00e7\u00e3o individual das vacas leiteiras de algumas propriedades. Segundo o gerente do programa de an\u00e1lise de rebanhos leiteiros, Jos\u00e9 Augusto Horst, todas as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o repassadas para as ind\u00fastrias, para os criadores, para o Minist\u00e9rio da Agricultura e tamb\u00e9m para a Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria do estado. \u201cTer um leite de qualidade significa que o produtor est\u00e1 realizando todos os processos de forma adequada, tecnicamente. A ind\u00fastria vai estar sendo beneficiada e vai poder elaborar produtos de melhor qualidade. O grande beneficiado acaba sendo o consumidor\u201d, conclui o gerente. (G1)<\/i><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27 de abril de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 15 - N\u00b0 3.452 Pre\u00e7o do leite mant\u00e9m estabilidade na entressafra &nbsp; Em plena entressafra, o valor de refer\u00eancia do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/04\/27\/6751\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/04\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-6751","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6751","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6751"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6751\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6758,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6751\/revisions\/6758"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6751"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6751"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6751"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}