{"id":655,"date":"2015-09-11T16:04:38","date_gmt":"2015-09-11T16:04:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/11\/11-09-2015\/"},"modified":"2015-09-11T16:04:38","modified_gmt":"2015-09-11T16:04:38","slug":"11-09-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/11\/11-09-2015\/","title":{"rendered":"11\/09\/2015"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 11 de setembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.104<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><strong>FAO: pre\u00e7o dos alimentos tem maior queda desde 2008<\/strong> <\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O \u00cdndice de Pre\u00e7os dos Alimentos da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO) ficou em m\u00e9dia em 155,7 pontos em agosto, 8,5 pontos (5,2%) a menos que em julho e a maior queda mensal desde dezembro de 2008. Al\u00e9m das amplas ofertas, uma s\u00e9rie de outros fatores contribuiu para a queda, incluindo a crise nos pre\u00e7os da energia e as preocupa\u00e7\u00f5es com a desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da China e suas consequ\u00eancias negativas na economia global e nos mercados financeiros. O decl\u00ednio afetou todos os itens avaliados pelo \u00edndice, exceto carnes, que permaneceram com os pre\u00e7os est\u00e1veis de forma geral.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1348\" style=\"width: 228px; height: 286px;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O \u00cdndice de Pre\u00e7os dos L\u00e1cteos ficou em m\u00e9dia em 135,5 pontos em agosto, 13,6 pontos (9,1%) a menos que em julho. Como nos tr\u00eas meses anteriores, os leites em p\u00f3 foram os mais afetados, apesar de os pre\u00e7os do queijo e da manteiga tamb\u00e9m terem ca\u00eddo substancialmente. A demanda de importa\u00e7\u00e3o limitada da China, Oriente Pr\u00f3ximo e Norte da \u00c1frica continuaram a pesar sobre os mercados internacionais de l\u00e1cteos, especialmente \u00e0 medida que as disponibilidades de produtos para exporta\u00e7\u00e3o permaneceram geralmente amplas. \u00c0 medida que a produ\u00e7\u00e3o estacional de leite muda do hemisf\u00e9rio norte ao sul, a aten\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo direcionada aos desenvolvimentos do ano produtivo rec\u00e9m iniciado na Oceania. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da FAO)<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>F\u00f3rum Tecnol\u00f3gico debate produ\u00e7\u00e3o em Teut\u00f4nia<\/strong><\/p>\n<p> No Dia Estadual do Leite, Teut\u00f4nia ser\u00e1 palco do 9\u00ba F\u00f3rum Tecnol\u00f3gico do Leite. O evento, que ocorrer\u00e1 no audit\u00f3rio central do Col\u00e9gio Teut\u00f4nia na quarta-feira (16\/9), \u00e0s 19h, debater\u00e1 os \"Poss\u00edveis Cen\u00e1rios na Produ\u00e7\u00e3o Leiteira\" e contar\u00e1 com a presen\u00e7a do presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. Segundo o coordenador do 9\u00ba F\u00f3rum Tecnol\u00f3gico do Leite, M\u00e1rcio M\u00fcgge, o objetivo \u00e9 mostrar o que est\u00e1 sendo feito no Rio Grande do Sul para garantir a qualidade da produ\u00e7\u00e3o. \"Esperamos a presen\u00e7a de mais de 300 pessoas, entre elas estudantes, professores produtores\" enfatiza. Tamb\u00e9m devem participa do evento representantes da Cooperativa Languiru, da Secretaria do Desenvolvimento Rural e Cooperativismo do RS (SDR), da Secretaria da Agricultura e Pecu\u00e1ria do RS (SEAPA), IGL e AGL. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Linha Zero Lactose Santa Clara mais completa<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A Santa Clara conta com novidades para os intolerantes \u00e0 lactose. &nbsp;A Linha Zero Lactose agora conta com Doce de Leite e Nata, sem lactose, mas cheio de sabor para quem n\u00e3o quer abrir m\u00e3o dos benef\u00edcios dos latic\u00ednios.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Em potes de 400g, o Doce de Leite 0% Lactose mant\u00e9m o sabor e a cremosidade do doce de leite tradicional, em vers\u00e3o especial para quem n\u00e3o pode consumir lactose. J\u00e1 a Nata 0% Lactose vem em vers\u00e3o de 200g, tamb\u00e9m mantendo o sabor e cremosidade do produto original. O Doce de Leite a Nata 0% Lactose s\u00e3o perfeitos para o caf\u00e9 da manh\u00e3 ou lanche e para utilizar nas mais diversas receitas.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Os novos produtos complementam a Linha 0% Lactose, que conta com os queijos Minas Frescal e Mussarela e Leite 0% Lactose. O Doce de Leite 0% Lactose j\u00e1 pode ser encontrado nos mercados da regi\u00e3o Sul e a Nata 0% Lactose poder\u00e1 ser encontrada nos pr\u00f3ximos dias.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O leite e os produtos l\u00e1cteos s\u00e3o fontes importantes de muitos nutrientes, como prote\u00ednas, c\u00e1lcio e riboflavina e a m\u00e1 digest\u00e3o da lactose \u00e9 um conhecido fator de risco para a fragilidade dos ossos, o que pode eventualmente levar \u00e0 osteoporose. (Assessoria de Imprensa Santa Clara)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Custos industriais crescem 3,2% no segundo trimestre<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O indicador de custos industriais aumentou 3,2% no segundo trimestre deste ano na compara\u00e7\u00e3o com os primeiros tr\u00eas meses do ano, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), a qual destaca que a alta \u00e9 superior ao aumento dos pre\u00e7os dos produtos industriais, o que reduziu o lucro das empresas. Esse aumento dos custos industriais foi influenciado pela eleva\u00e7\u00e3o de 4% nos custos de produ\u00e7\u00e3o no mesmo per\u00edodo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">De acordo com a pesquisa, os componentes dos custos de produ\u00e7\u00e3o que mais aumentaram no trimestre foram a energia, que teve alta de 12,4%, e os insumos importados, com eleva\u00e7\u00e3o de 9,1%, causada pela valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao real. \"O custo com bens intermedi\u00e1rios nacionais registrou aumento de 3,2%, o maior desde o terceiro trimestre de 2013\", destaca a CNI.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, os custos com pessoal subiram 2,2%; o custo tribut\u00e1rio teve aumento de 0,4% e com capital de giro a alta foi de 2,6% no mesmo per\u00edodo de compara\u00e7\u00e3o. Se comparados com o segundo trimestre do ano passado, os custos industriais registraram crescimento de 7%. No mesmo per\u00edodo, a alta dos custos de produ\u00e7\u00e3o foi de 9,3%. De acordo com a pesquisa, o custo com bens intermedi\u00e1rios importados, que teve aumento de 32,3%, especialmente por causa da valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao real, foi o componente que mais influenciou o aumento do custo de produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o custo com energia subiu 49,4% na mesma base de compara\u00e7\u00e3o. Esse aumento, segundo a pesquisa, foi resultado da expans\u00e3o de 58% no custo com energia el\u00e9trica e de 2,6% no custo com \u00f3leo combust\u00edvel.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao custo com pessoal, a entidade ressalta que, apesar das demiss\u00f5es que ocorreram como consequ\u00eancia da crise econ\u00f4mica, o componente continuou crescendo: 8,8% em rela\u00e7\u00e3o ao segundo trimestre do ano passado.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A CNI destaca que a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar melhorou a competitividade dos produtos brasileiros. No mercado interno, os pre\u00e7os dos manufaturados importados em reais aumentou 7,8% no segundo trimestre deste ano, mais do que a eleva\u00e7\u00e3o de 3,2% nos custos da produ\u00e7\u00e3o nacional. (Jornal do com\u00e9rcio)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Reino Unido: pesquisa aponta que o leite pode ter benef\u00edcios positivos para os sistemas metab\u00f3lico e cardiovascular<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O leite pode ajudar a reduzir o risco de doen\u00e7as cardiovasculares e reduzir a press\u00e3o sangu\u00ednea, de acordo com o estudo chamado \"Impacto do Consumo de Bebidas na Sa\u00fade Metab\u00f3lica e Cardiovascular\", realizado por professores da Escola de Ci\u00eancias da Vida da Faculdade de Medicina da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Os pesquisadores avaliaram o efeito do leite, bem como de outras bebidas, como ch\u00e1, cacau, suco de laranja, bebidas alco\u00f3licas e bebidas com a\u00e7\u00facar. A equipe, que avaliou v\u00e1rios estudos referentes ao leite e outras bebidas, descobriu que o leite est\u00e1 associado com um menor risco de doen\u00e7as cardiovasculares, especialmente as relacionadas \u00e0 press\u00e3o sangu\u00ednea. Certos tripept\u00eddeos do leite tamb\u00e9m podem assistir na redu\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o da angiotensina, mostraram os autores.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A pesquisa avaliou muitos estudos que pesquisaram o que o leite faz como um todo para a sa\u00fade, enquanto outros avaliaram pept\u00eddeos isolados e tripept\u00eddeos do leite e pesquisaram quais efeitos eles tiveram. Os estudos avaliados nessa pesquisa descobriram que:<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">- O maior consumo de leite est\u00e1 associado com menor press\u00e3o sangu\u00ednea, com estudos controlados aleat\u00f3rios mostrando redu\u00e7\u00e3o da press\u00e3o sangu\u00ednea com tripept\u00eddeos do leite.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">- O leite pode reduzir a press\u00e3o sist\u00f3lica sangu\u00ednea naqueles que s\u00e3o pr\u00e9-hipertensivos ou hipertensivos em 4,0.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">- O maior consumo de leite foi associado com uma queda de 13% na press\u00e3o sangu\u00ednea.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">- O leite esteve associado com menor risco de doen\u00e7a card\u00edaca isqu\u00eamica.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\"Com rela\u00e7\u00e3o aos poss\u00edveis mecanismos, sugeriu-se que c\u00e1lcio, pot\u00e1ssio e magn\u00e9sio, que s\u00e3o conhecidos por serem requeridos para o controle da press\u00e3o sangu\u00ednea, s\u00e3o fornecidos em um equil\u00edbrio \u00fanico no leite. O consumo desses minerais no leite pode ser uma forma mais eficaz de reduzir a press\u00e3o sangu\u00ednea do que quando s\u00e3o dados na forma de suplementos\". Os pesquisadores notaram que todos os estudos usados eram do Jap\u00e3o e da Finl\u00e2ndia, de forma que n\u00e3o se sabe se os mesmos efeitos ocorreriam em todas as culturas.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O vice-presidente de pesquisa em nutri\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de L\u00e1cteos dos Estados Unidos, Mickey Rubin, disse que a informa\u00e7\u00e3o desse estudo certamente est\u00e1 de acordo com um crescente n\u00famero de pesquisas sobre o leite. \"O Guia Diet\u00e9tico para Americanos de 2010 notou que evid\u00eancias moderadas indicam que o consumo de leite e produtos derivados est\u00e1 associado com menor risco de doen\u00e7as cardiovasculares e diabetes tipo 2 e com menor press\u00e3o sangu\u00ednea em adultos. As pesquisas publicadas desde a divulga\u00e7\u00e3o desse guia de 2010 est\u00e3o consistentes com as evid\u00eancias de que os alimentos l\u00e1cteos est\u00e3o associados com a sa\u00fade dos ossos, menor press\u00e3o sangu\u00ednea em adultos e menor risco de diabetes tipo 2 e doen\u00e7as cardiovasculares, incluindo doen\u00e7as card\u00edacas\".<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Apesar de isso apontar para algumas excelentes conclus\u00f5es sobre o consumo de leite, os autores disseram que \u00e9 necess\u00e1rio fazer mais trabalhos para avaliar se a aus\u00eancia de benef\u00edcios nos produtos l\u00e1cteos integrais \u00e9 devido ao teor de gordura ou \u00e0 falta de absor\u00e7\u00e3o de minerais, como c\u00e1lcio e magn\u00e9sio. \"Estudos sobre o impacto do teor de gordura do leite e a demonstra\u00e7\u00e3o de que qualquer efeito ben\u00e9fico \u00e9 independente do teor de gordura s\u00e3o essenciais\".<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Os consumidores americanos est\u00e3o bebendo menos leite do que nunca. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou que entre 1977-78 e 2007-09, a porcentagem de adolescentes e adultos americanos que n\u00e3o bebiam leite fluido em um dado dia aumentou de 41% para 54%. O n\u00famero de pessoas que bebiam leite tr\u00eas ou mais vezes por dia caiu de 13% para 4%. (A reportagem \u00e9 do Dairy Reporter, traduzida pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em>Queda no pre\u00e7o do leite spot indica mudan\u00e7a de cen\u00e1rio no mercado do leite<\/em><\/div>\n<div><em>No mercado spot, ou seja, o leite comercializado entre as ind\u00fastrias, os pre\u00e7os est\u00e3o em queda desde a segunda quinzena de junho. Cabe destacar que na segunda quinzena de agosto as quedas foram mais comedidas, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira metade do m\u00eas, mas refor\u00e7am o cen\u00e1rio de virada de pre\u00e7os (queda) em curto prazo.<\/em><\/div>\n<div><em>Os pre\u00e7os m\u00e9dios recuaram 0,3% em S\u00e3o Paulo, 0,4% em Minas e ficaram est\u00e1veis em Goi\u00e1s, na compara\u00e7\u00e3o quinzenal.<\/em><\/div>\n<div><em>Segundo levantamento da Scot Consultoria, em Minas Gerais, o pre\u00e7o m\u00e9dio ficou em R$1,141 por litro no fechamento de agosto. Em S\u00e3o Paulo, os neg\u00f3cios ocorreram, em m\u00e9dia, em R$1,187 por litro, posto na ind\u00fastria.<\/em><\/div>\n<div><em>Para setembro, a expectativa \u00e9 de manuten\u00e7\u00e3o a queda nos pre\u00e7os do leite no mercado spot. (Scot Consultoria)<\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span> <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span> <\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 11 de setembro de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.104 &nbsp; &nbsp;&nbsp;FAO: pre\u00e7o dos alimentos tem maior queda desde 2008 &nbsp; O \u00cdndice de Pre\u00e7os dos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/09\/11\/11-09-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/09\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-655","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/655","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=655"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/655\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=655"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=655"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=655"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}