{"id":6501,"date":"2021-03-08T20:02:24","date_gmt":"2021-03-08T20:02:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=6501"},"modified":"2021-03-08T20:03:12","modified_gmt":"2021-03-08T20:03:12","slug":"08-03-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/03\/08\/08-03-2021\/","title":{"rendered":"08\/03\/2021"},"content":{"rendered":"<p><strong><a class=\"imgGl\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"689\" height=\"123\"><\/a><\/strong><\/p>\n<p>Porto Alegre, 08 de mar\u00e7o de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.417<\/p>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>A vez delas no comando<\/b><\/p>\n<p>As mulheres deixam de ser coadjuvantes, conquistando espa\u00e7os como protagonistas em suas atividades. Qualificadas e preparadas, come\u00e7am a vencer tamb\u00e9m as barreiras no caminho da lideran\u00e7a.<\/p>\n<p>A coluna conversou com tr\u00eas profissionais que est\u00e3o hoje em posi\u00e7\u00f5es de comando no agroneg\u00f3cio ga\u00facho. E pediu que contassem um pouco das suas trajet\u00f3rias, al\u00e9m de destacarem como veem a participa\u00e7\u00e3o feminina, no presente e no futuro da atividade.<\/p>\n<p>Foi no m\u00eas de mar\u00e7o de 2020, que Helena Pan Rugeri se tornou a primeira mulher a assumir o comando da superintend\u00eancia do Minist\u00e9rio da Agricultura no Estado. Natural de Constantina, no Norte, mudou-se aos 12 anos para a Capital e, para matar a saudade, lia as not\u00edcias do campo. Na hora de escolher a profiss\u00e3o, optou pela Engenharia Agron\u00f4mica e em 2002 ingressou no minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Acredita que, embora ainda sejam poucas as mulheres em altos cargos, no agro est\u00e3o mais fortes, determinadas, participativas e positivas.<\/p>\n<p>H\u00e1 quase 21 anos na Secretaria da Agricultura, Rosane Collares ocupa hoje o cargo de diretora do Departamento de Defesa Agropecu\u00e1ria. Ela assumiu a posi\u00e7\u00e3o em maio de 2020 e vem trabalhando na linha de frente na busca do novo status sanit\u00e1rio do RS, de livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Passou a inf\u00e2ncia e boa parte da juventude acompanhando o trabalho do av\u00f4 e depois auxiliando o primo em uma fazenda em Bag\u00e9. Na hora de escolher o que fazer, a Medicina Veterin\u00e1ria foi a op\u00e7\u00e3o que ela sempre quis.<\/p>\n<p>\u00c9 com a percep\u00e7\u00e3o de que a mulher \"coloca a m\u00e3o na massa\" que Maribel Costa Moreira assumiu em 2020 a coordena\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Estadual de Mulheres da Fetag-RS - uma mudan\u00e7a no estatuto determinou que elas fossem metade da diretoria. Filha de produtores familiares, come\u00e7ou a trajet\u00f3ria como representante em 2012, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pinheiro Machado. Pedagoga e p\u00f3s-graduada em Educa\u00e7\u00e3o e Diversidade Cultural, entende que ainda h\u00e1 uma \"invisibilidade do trabalho da mulher no meio rural\". (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6502\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ljhg.png\" alt=\"\" width=\"693\" height=\"221\" srcset=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ljhg.png 693w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ljhg-300x96.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 693px) 100vw, 693px\" \/><\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Importa\u00e7\u00f5es continuam a cair!<\/b><\/p>\n<p>Segundo dados divulgados nessa sexta-feira (05\/03) pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (SECEX), o saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos foi de -102 milh\u00f5es de litros em equivalente leite no m\u00eas de fevereiro, uma&nbsp;queda de 28% quando comparada a jan\/21. Cen\u00e1rio este puxado, principalmente, pela&nbsp;queda nas importa\u00e7\u00f5es&nbsp;neste in\u00edcio de ano.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que apesar de menores&nbsp;importa\u00e7\u00f5es, vemos ainda um valor 54% maior de produtos importados, quando comparado a fev\/20. J\u00e1 para as exporta\u00e7\u00f5es, apesar da queda (-8%) em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, se compararmos com o mesmo per\u00edodo do ano passado vemos um valor 42% maior. Confira a evolu\u00e7\u00e3o no saldo da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea no gr\u00e1fico 1.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Saldo mensal da balan\u00e7a comercial brasileira de l\u00e1cteos (2017 -2021).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6503\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/lkj.jpg\" alt=\"\" width=\"817\" height=\"610\" srcset=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/lkj.jpg 817w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/lkj-300x224.jpg 300w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/lkj-768x573.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 817px) 100vw, 817px\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Fonte: elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados do COMEXSTAT.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os do mercado internacional est\u00e3o subindo e, com uma taxa de c\u00e2mbio tamb\u00e9m com alguma eleva\u00e7\u00e3o, temos um produto importado cada vez menos competitivo no mercado interno \u2014 o que refletiu em uma queda de 27% do volume importado, em rela\u00e7\u00e3o a jan\/21.<\/p>\n<p>O impacto deste novo cen\u00e1rio (pre\u00e7os internacionais alt\u00edssimos) no mercado brasileiro pode ser bastante significativo. Al\u00e9m de novas contrata\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00f5es serem cada vez mais dif\u00edceis, o Brasil aparece neste momento, com pre\u00e7os bastante competitivos no mercado internacional.<\/p>\n<p>Peguemos o leite em p\u00f3 integral como exemplo: nossos pre\u00e7os internos giram em torno de US$ 3.400\/ton, valor extremamente competitivo quando comparamos com o US$ 4.364\/ton \u2014 do \u00faltimo leil\u00e3o GDT. H\u00e1 ent\u00e3o, uma excelente janela para exporta\u00e7\u00e3o do produto, e neste m\u00eas de fevereiro j\u00e1 pudemos notar um aumento de 42,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>Entre os produtos exportados, os cremes de leite, queijos, leite condensado e UHT foram aqueles com maior participa\u00e7\u00e3o na pauta exportadora em fevereiro, que juntos representam 79%. Dentre eles apenas o leite condensado apresentou uma varia\u00e7\u00e3o negativa (-66%) em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2021. Vale destacar que tivemos um forte aumento das exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral (+ 897%), confirmando um cen\u00e1rio favor\u00e1vel dos produtos brasileiros no mercado internacional.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o as importa\u00e7\u00f5es, os produtos que tiveram maior participa\u00e7\u00e3o no total importado foram ainda o leite em p\u00f3 integral (50%), leite em p\u00f3 desnatado (11%) e os queijos (17%), sendo que o leite em p\u00f3 desnatado e os queijos apresentaram queda em rela\u00e7\u00e3o a jan\/21, com uma varia\u00e7\u00e3o negativa de 59% e 26%, respectivamente. Vale destacar que produtos como iogurte e manteiga apresentaram um aumento significativo de importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na tabela 1, \u00e9 poss\u00edvel observar as movimenta\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos no m\u00eas de fevereiro desse ano.<\/p>\n<p>Tabela 1. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em fevereiro de 2021<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6504\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/oihjk.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"275\" srcset=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/oihjk.jpg 640w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/oihjk-300x129.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Fonte: elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados COMEXSTAT.<\/p>\n<p><b>Produtividade do milho fica abaixo da esperada<\/b><\/p>\n<p><i>Colheita avan\u00e7ou para 55% da \u00e1rea cultivada e mostrou que em diversas regi\u00f5es do Estado h\u00e1 perdas provocadas pela estiagem<\/i><\/p>\n<p>Mais da metade da \u00e1rea plantada de milho j\u00e1 foi colhida no Rio Grande do Sul, segundo levantamento da Emater. O \u00edndice registrado at\u00e9 o momento \u00e9 de 55%, pr\u00f3ximo ao observado no mesmo per\u00edodo da safra passada (54%). J\u00e1 a produtividade de algumas regi\u00f5es preocupa os agricultores.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Milho do Rio Grande do Sul (Apromilho), Ricardo Meneghetti, a colheita tem andado dentro do previsto, por\u00e9m o rendimento obtido fica abaixo do esperado em diversas \u00e1reas do Estado.&nbsp;<\/p>\n<p>O problema decorre da estiagem ocorrida no final do ano passado. \u201cTivemos problemas s\u00e9rios no florescimento do milho e na poliniza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, algumas \u00e1reas enfrentaram um problema maior de falta de \u00e1gua no enchimento do gr\u00e3o. Isso acabou ocasionando uma quebra\u201d, lamenta Meneghetti. A estimativa do dirigente \u00e9 de uma perda de cerca de 40%, o que deve levar a uma colheita de 3,5 milh\u00f5es de toneladas no Rio Grande do Sul. Apesar disso, ainda n\u00e3o h\u00e1 uma estimativa de produ\u00e7\u00e3o do milho plantado mais tarde.&nbsp;<\/p>\n<p>Como a lavoura de milho \u00e9 mais sens\u00edvel ao estresse h\u00eddrico do que a soja, alguns produtores chegaram a remover o cereal para plantar a oleaginosa na mesma \u00e1rea. Entre as regi\u00f5es mais impactadas pelo clima est\u00e3o o Noroeste e o Norte do Estado. Segundo Meneghetti, as lavouras em \u00e1reas de piv\u00f4 obtiveram produtividades maiores, na faixa de 200 sacas, mas nestes casos os custos de produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foram maiores.&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 remunera\u00e7\u00e3o, que hoje est\u00e1 na faixa de R$ 80,00 por saca, Meneghetti pondera que muitos agricultores fizeram fixa\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o quando o valor ainda estava em cerca de R$ 50,00. Para a pr\u00f3xima safra, h\u00e1 a preocupa\u00e7\u00e3o com um poss\u00edvel aumento nos custos, o que pode reduzir as margens da cultura. Outro fator que pode influenciar na \u00e1rea de milho \u00e9 o atual patamar de pre\u00e7o da soja, j\u00e1 que os dois cultivos s\u00e3o semeados no ver\u00e3o. \u201cO custo para se fazer um hectare de milho \u00e9 bem maior do que para se fazer um hectare de soja\u201d, compara Meneghetti, que prev\u00ea um impacto grande na economia do Estado provocado pela necessidade de trazer milho de fora para abastecer a cadeia da prote\u00edna animal.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a Emater, a colheita encontra-se bastante adiantada na regi\u00e3o de Iju\u00ed, onde chega a 95% da \u00e1rea cultivada, e percebe-se aumento de produtividade em \u00e1reas colhidas nesta reta final. O rendimento m\u00e9dio tem sido de 6,9 mil quilos por hectare, com boa qualidade. Por\u00e9m, nas lavouras em enchimento de gr\u00e3os e matura\u00e7\u00e3o h\u00e1 sintomas de enfezamento das plantas causados por microrganismos patog\u00eanicos transmitidos pela cigarrinha Dalbulus maidis. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Gadolando quer apoio \u00e0 produ\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b>A Gadolando pediu apoio do Minist\u00e9rio da Agricultura para um projeto de fomento t\u00e9cnico para aumentar a qualifica\u00e7\u00e3o dos animais e a produ\u00e7\u00e3o de leite, ontem, em reuni\u00e3o com o secret\u00e1rio de Agricultura Familiar e Cooperativismo da pasta, Fernando Schwanke. Participaram o presidente da entidade, Marcos Tang, o superintendente t\u00e9cnico, Jos\u00e9 Luiz Rigon, e o deputado estadual Edson Brum. (Correio do Povo)<\/i><\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de mar\u00e7o de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.417 A vez delas no comando As mulheres deixam de ser coadjuvantes, conquistando espa\u00e7os como protagonistas em suas atividades. 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