{"id":6486,"date":"2021-03-03T20:23:21","date_gmt":"2021-03-03T20:23:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=6486"},"modified":"2021-03-03T20:23:21","modified_gmt":"2021-03-03T20:23:21","slug":"03-03-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/03\/03\/03-03-2021\/","title":{"rendered":"03\/03\/2021"},"content":{"rendered":"<p><strong><a class=\"imgGl\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"689\" height=\"123\"><\/a><\/strong><\/p>\n<p>Porto Alegre, 03 de mar\u00e7o de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.414<\/p>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Um produtor de leite argentino recebe 10% menos por seus produtos do que um uruguaio.<\/b><\/p>\n<p>Segundo estudo privado, a diferen\u00e7a entre no pre\u00e7o do leite entre os dois pa\u00edses vizinhos se deve ao fato de que as margens na Argentina est\u00e3o cada vez menores devido \u00e0 alta carga tribut\u00e1ria, a taxa de c\u00e2mbio dupla e os programas de pre\u00e7os cuidados que regem o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Com a recente onda de pedidos de empres\u00e1rios e produtores para se mudarem para o Uruguai, algumas compara\u00e7\u00f5es de investimentos e rentabilidade empresarial entre os dois pa\u00edses tamb\u00e9m aumentaram.<\/p>\n<p>Assim surge um estudo que coleta informa\u00e7\u00f5es do Observat\u00f3rio da Cadeia Leiteira Argentina (OCLA), INALE, Iapuco e Todo Lecher\u00eda, que argumentam que os produtores de leite uruguaios obt\u00eam melhores valores medidos em d\u00f3lares por litro de leite em compara\u00e7\u00e3o aos argentinos. Portanto, a situa\u00e7\u00e3o responderia n\u00e3o apenas a uma quest\u00e3o comercial ou tribut\u00e1ria, mas tamb\u00e9m \u00e0 taxa de c\u00e2mbio real, entre outros fatores.<\/p>\n<p>O Uruguai, com uma produ\u00e7\u00e3o leiteira menor, paga seus produtores de leite melhor do que a Argentina. Segundo eles, para cada litro de leite um produtor de leite daquele pa\u00eds recebe 0,30 centavos de d\u00f3lar por litro, enquanto na Argentina o produtor recebe 0,27 centavos. Enquanto isso, o pre\u00e7o de sa\u00edda industrial para o mercado interno no Uruguai \u00e9 de US $ 0,65 o litro, enquanto na Argentina esse valor cai para US $ 0,55, cuja m\u00e9dia negativa para a ind\u00fastria nacional \u00e9 de 15,40%.<\/p>\n<p>Nesse sentido, o diretor executivo da OCLA, Jorge Giraudo, ressalta que um dos assuntos que est\u00e1 sendo discutido em n\u00edvel nacional \u00e9 a baixa participa\u00e7\u00e3o dos produtores no valor dos latic\u00ednios. \u201cO problema n\u00e3o \u00e9 a por\u00e7\u00e3o, \u00e9 o bolo, que \u00e9 pequeno. O Uruguai exporta 76% do que produz e a Argentina consome 75% da produ\u00e7\u00e3o, exporta apenas 25% do total\u201d, observa o especialista.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, a rentabilidade m\u00e9dia de um produtor argentino \u00e9 negativa em 0,5%, enquanto a ind\u00fastria perde a uma taxa de 1 bilh\u00e3o de pesos (US$ 11,13 milh\u00f5es) na m\u00e9dia geral. O estudo explica que a diferen\u00e7a entre o valor que os produtores uruguaios recebem do mercado externo \u00e9 18,2% superior ao da Argentina.<\/p>\n<p>Nessa \u00e1rea, o pre\u00e7o no Uruguai \u00e9 de 0,44 centavos, enquanto o pre\u00e7o argentino \u00e9 de 0,36 centavos para os produtos s\u00f3lidos de exporta\u00e7\u00e3o. \u201cAs margens que eles recebem para exportar leite devem ser iguais \u00e0s nossas, mas o problema \u00e9 que eles cobram integralmente os pre\u00e7os e nos cortam com tarifas de exporta\u00e7\u00e3o e outros impostos\u201d, acrescenta o diretor da OCLA.<\/p>\n<p>\u201cO fato de que n\u00e3o podem repassar os aumentos de custos est\u00e1 matando a ind\u00fastria; comprar o produto n\u00e3o \u00e9 suficiente, porque h\u00e1 por tr\u00e1s um custo alto de m\u00e3o de obra e o 20% ningu\u00e9m cobre com este esquema perverso com os Precios M\u00e1ximos y Cuidados. O problema n\u00e3o s\u00e3o os pre\u00e7os, mas sim, as receitas no pa\u00eds; O argentino n\u00e3o pode pagar uma caixa de um litro de leite.\u201d<\/p>\n<p>Por outro lado, a participa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do produtor uruguaio \u00e9 de 59%, enquanto a do produtor argentino \u00e9 de 54%, devido a uma maior preponder\u00e2ncia em seus produtos de exporta\u00e7\u00e3o. \"Essa participa\u00e7\u00e3o na Argentina se divide em 49% do valor de sa\u00edda da f\u00e1brica para o mercado interno e 75% para o mercado externo (Uruguai 46% e 68%), superior em ambos os casos \u00e0 obtida pelo produtor uruguaio\", afirmam.<\/p>\n<p>Nessa linha, Andrea Passerini, coordenadora da Comiss\u00e3o de Latic\u00ednios das Confedera\u00e7\u00f5es Rurais da Argentina e da Carbap, acrescenta que o pa\u00eds est\u00e1 entre os seis maiores exportadores de latic\u00ednios, mas os integrantes desse ranking s\u00e3o grandes cooperativas, como \u00e9 o caso do Uruguai, onde a processadora principal \u00e9 justamente uma cooperativa, portanto, eles s\u00e3o os ju\u00edzes e parte na fixa\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os. \u201cEles tomam as decis\u00f5es da empresa e participam do esquema de forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os, e em pa\u00edses que n\u00e3o t\u00eam cooperativas, como os Estados Unidos, existe um sistema de regras comerciais sem que seja o maior lance\u201d, explica.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, garantiu que nesses pa\u00edses existe apenas uma forma de venda obrigat\u00f3ria que \u00e9 a oral, pelo que n\u00e3o se aplica a uma classifica\u00e7\u00e3o. \u201cA melhor classifica\u00e7\u00e3o legal para comercializar leite cru na Argentina seria por meio de um contrato de fornecimento, desde que oral ou escrito\u201d, afirma. Nesse sentido, observa que se em vez de levar os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos para o d\u00f3lar oficial fossem levados para o d\u00f3lar solid\u00e1rio, CCL ou gratuito, os produtores dificilmente poderiam receber entre 10 e 15 centavos de d\u00f3lar para cada litro do produto.<\/p>\n<p>\u201cQuando os industriais listam todos os custos que aumentaram em 2020, percebe-se que estavam todos acima da infla\u00e7\u00e3o e que 25% era a mat\u00e9ria-prima, que \u00e9 onde eles ajustam o desacoplamento gerado pelo governo. Al\u00e9m disso, na Argentina h\u00e1 fixa\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os unilateral, mas temos distor\u00e7\u00f5es intra e extra-cadeia\u201d, concluiu. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Infobae)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Pre\u00e7os\/NZ&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>O resultado do \u00faltimo leil\u00e3o da Fonterra, o Global Dairy Trade (GDT), \u00e9 reflexo da demanda chinesa, distorcida pelas previs\u00f5es de queda na produ\u00e7\u00e3o do hemisf\u00e9rio Norte, e atraso das entregas. Os pre\u00e7os foram, nitidamente, mais elevados. \u2018O que sobe, quase inevitavelmente volta a cair\u2019, no caso dos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos, certamente, n\u00e3o \u00e9 o caso, ainda.<\/p>\n<p>O \u00faltimo GDT quebrou recordes recentes com o tamanho do aumento, 15% para o \u00cdndice geral e um colossal 21% para o leite em p\u00f3 integral (WMP).<\/p>\n<p>Isto levou a cota\u00e7\u00e3o do WMP para US$ 4.362\/tonelada, o que em moeda local representa NZ$ 6.000\/tonelada. O surpreendente foi a diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao leite em p\u00f3 desnatado (SMP), que subiu apenas 3,5%. Antes deste evento, o SMP estava no encal\u00e7o do WMP.<\/p>\n<p>A China, novamente, foi o principal impulsionador do aumento. O banco ASB avalia que eles podem estar com um desabastecimento pontual e precisavam refazer estoques. Se este for o caso, a corre\u00e7\u00e3o vir\u00e1 no pr\u00f3ximo leil\u00e3o.<\/p>\n<p>A Fonterra ficar\u00e1 sob press\u00e3o para rever seus indicadores. No entanto, \u00e9 prudente aguardar por, pelo menos, um par de eventos.<\/p>\n<p>Um dos efeitos inevit\u00e1veis \u00e9 que quando o pre\u00e7o dos s\u00f3lidos do leite sobe, torna-se mais dif\u00edcil para a Fonterra adicionar valor \u00e0s suas opera\u00e7\u00f5es e apresentar ganhos similares, uma vez que o custo do leite cru ir\u00e1 impactar nos lucros. Portanto, se persistir o aumento do pre\u00e7o do WMP, ser\u00e1 iniciada uma luta com a divis\u00e3o de \u201cIngredientes\u201d da Fonterra.<\/p>\n<p>Os resultados da manteiga e do queijo refletiram os lockdowns do Covid-19. A manteiga subiu um pouco mais devido ao crescimento do consumo dom\u00e9stico, com as pessoas cozinhando mais em casa, enquanto o queijo sofre as consequ\u00eancias do fechamento dos restaurantes.<\/p>\n<p>O pre\u00e7o das a\u00e7\u00f5es da Fonterra tamb\u00e9m seguiu a tend\u00eancia de alta, chegando a NZ$ 5,03 no in\u00edcio da semana, e agora se acomodando em NZ$ 4,99. Esta \u00e9 a maior cota\u00e7\u00e3o desde agosto de 2018.<\/p>\n<p>Vale a pena destacar a an\u00e1lise do banco ASB: \u201cAcrescente outros fatores, como a temporada de produ\u00e7\u00e3o do Hemisf\u00e9rio Sul indo para a baixa sazonal, o clima adverso no Hemisf\u00e9rio Norte reduzindo a previs\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o, congestionamento em portos e atrasos de navios em todo o mundo, procedimentos demorados por medidas de prote\u00e7\u00e3o contra o Covid-19 para produtos enviados para a China, al\u00e9m do interesse chin\u00eas em manter estoques de seguran\u00e7a de alimentos em geral..., tudo isso junto torna mais compreens\u00edvel a corrida para o GDT \u2013 cabendo destacar, no entanto, que pode ser o pren\u00fancio de volatilidade. Melhor apertar os cintos\u201d. (Fonte: interest.co.nz \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p><b>Senado aprova projeto que cria fundos de investimento para agroind\u00fastria<\/b><\/p>\n<p>Agroind\u00fastrias - O Senado aprovou nesta ter\u00e7a-feira o projeto de lei 5.191\/2020, que cria os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). Os senadores n\u00e3o mudaram o texto que j\u00e1 havia sido aprovado na C\u00e2mara dos Deputados. O projeto prev\u00ea que os investidores possam comprar cotas dos fundos, a exemplo do que j\u00e1 ocorre como os Fundos de Investimentos Imobili\u00e1rios (FIIs). A proposta segue agora para san\u00e7\u00e3o do presidente da Rep\u00fablica. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><b>Produ\u00e7\u00e3o\/UR<\/b><br \/>\nO Instituto Nacional do Leite (Inale) informou que em janeiro a capta\u00e7\u00e3o de leite pelas ind\u00fastrias do Uruguai foi de 164,1 milh\u00f5es de litros, 6,2% a mais que em janeiro de 2020, quando a capta\u00e7\u00e3o totalizou 154,5 milh\u00f5es de litros. Uma diferen\u00e7a de 9,6 milh\u00f5es. Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2020, quando foram 183,1 milh\u00f5es de litros captados, houve queda de 19,0 milh\u00f5es de litros. A queda de janeiro de 2021 em rela\u00e7\u00e3o a dezembro se encontra dentro de par\u00e2metros registrados nos meses anteriores. No acumulado dos \u00faltimos doze meses, de fevereiro de 2020 a janeiro de 2021, o total de leite captado \u00e9 de 2.093 milh\u00f5es de litros, 6,2% a mais que entre fevereiro de 2019 e janeiro de 2020. A partir de mar\u00e7o, com o fim do ver\u00e3o, e come\u00e7o do outono, come\u00e7a o aumento da capta\u00e7\u00e3o, que dever\u00e1 ter seu pico em outubro. (Fonte: TodoElCampo \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Parceria<\/b><br \/>\nA Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura, junto com a Unisinos, elaborou um estudo que analisa oportunidades para o agroneg\u00f3cio brasileiro ap\u00f3s o Brexit, que oficializou a sa\u00edda do Reino Unido da Uni\u00e3o Europeia. O balan\u00e7o aponta cen\u00e1rio positivo para negocia\u00e7\u00e3o de produtos com o pa\u00eds europeu por conta da desgrava\u00e7\u00e3o ou simplifica\u00e7\u00e3o das tarifas de importa\u00e7\u00e3o aplicadas sobre 563 produtos do agroneg\u00f3cio. (Zero Hora)<\/i><\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 03 de mar\u00e7o de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.414 Um produtor de leite argentino recebe 10% menos por seus produtos do que um uruguaio. 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