{"id":6458,"date":"2021-02-24T20:06:21","date_gmt":"2021-02-24T20:06:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=6458"},"modified":"2021-02-24T20:06:21","modified_gmt":"2021-02-24T20:06:21","slug":"24-02-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/02\/24\/24-02-2021\/","title":{"rendered":"24\/02\/2021"},"content":{"rendered":"<p><strong><a class=\"imgGl\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"689\" height=\"123\"><\/a><\/strong><\/p>\n<p>Porto Alegre, 24 de fevereiro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.409<\/p>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Projeto quer viabilizar atividade leiteira para pequenos produtores no RS<\/b><\/p>\n<p><i>O \u2018Elite a Pasto\u2019 busca um sistema de produ\u00e7\u00e3o mais democr\u00e1tico e menos concentrado nas m\u00e9dias e grandes propriedades<\/i><\/p>\n<p>Na semana passada,&nbsp; a Emater\/RS-Ascar realizou a \u00faltima das doze entrevistas do projeto \u201cElite a Pasto\u201d, desenvolvido na cidade de Serafina Corr\u00eaa. O projeto tem como objetivo desenvolver um sistema de produ\u00e7\u00e3o de leite que permita viabilizar a atividade leiteira para pequenas e m\u00e9dias propriedades com o uso de pastagens.<\/p>\n<p>De acordo com o engenheiro agr\u00f4nomo Leandro Ebert, extensionista da Emater, a atividade leiteira vem passando por um processo de concentra\u00e7\u00e3o em m\u00e9dias e grandes propriedades que conseguem adotar as novas tecnologias e efetuar os investimentos necess\u00e1rios para aumentar a escala da explora\u00e7\u00e3o. Enquanto isso, pequenas propriedades v\u00e3o sendo exclu\u00eddas da atividade sem ser apresentadas a uma op\u00e7\u00e3o ou alternativa de um sistema de produ\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel aos recursos dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>Nessa primeira etapa, buscando compreender o cen\u00e1rio atual com cada fam\u00edlia e provocar a reflex\u00e3o dos participantes para posteriormente procurar a transforma\u00e7\u00e3o da realidade, os extensionistas realizaram entrevistas com as fam\u00edlias. As entrevistas orais foram baseadas no di\u00e1logo, de forma a ouvir os participantes, levantando aspectos relativos \u00e0 hist\u00f3ria ou \u00e0 jornada da fam\u00edlia com a bovinocultura leiteira e com pastagens; a experi\u00eancia relacional com a assist\u00eancia t\u00e9cnica; as barreiras, problemas ou dificuldades atuais e, por fim, aos motivos ou fatores causadores da situa\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n<p>O conte\u00fado das entrevistas est\u00e1 sendo processado pelos extensionistas do munic\u00edpio visando encontrar tanto os pontos comuns quanto as especificidades importantes para o processo. Posteriormente, esses pontos ser\u00e3o discutidos com as fam\u00edlias participantes para desenvolver a pr\u00f3xima etapa do projeto, quando ser\u00e1 feito o planejamento das a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para a extensionista social Sandra Elisa Manteze, um dos pontos relatados pelas fam\u00edlias nas entrevistas, e que merece destaque, \u00e9 que apesar de enfrentar diversas dificuldades durante os anos, a dedica\u00e7\u00e3o das pessoas pela atividade ou por suas propriedades, com o amor pela terra e pelas suas ra\u00edzes, permitiu que elas permanecessem no campo e fizessem a propriedade dar certo. \u201cConforme relataram, gra\u00e7as a essa dedica\u00e7\u00e3o, as fam\u00edlias alcan\u00e7aram a qualidade de vida que t\u00eam atualmente, vivendo e tirando o sustento todos esses anos junto da fam\u00edlia, o que n\u00e3o conseguiriam se tivessem abandonado a propriedade e migrado para o meio urbano\u201d, frisa a extensionista.<\/p>\n<p>\u201cCom as informa\u00e7\u00f5es levantadas nas entrevistas pudemos identificar tamb\u00e9m os desafios que enfrentam atualmente, suas origens e os pontos cr\u00edticos para a\u00e7\u00e3o junto aos participantes. A partir disso pretendemos, como Extens\u00e3o Rural e Social, atuar junto das fam\u00edlias para construir um modelo de produ\u00e7\u00e3o adaptado \u00e0 realidade de cada uma delas, ao se utilizar dos recursos e condi\u00e7\u00f5es identificados e considerando as suas realidades e anseios\u201d, destaca Ebert. (Canal Rural)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>UE registra alta de 1,6% na produ\u00e7\u00e3o de leite em 2020<\/b><\/p>\n<p>A Uni\u00e3o Europeia (UE) manteve, ao longo de 2020, a tend\u00eancia de aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite registrada nas \u00faltimas esta\u00e7\u00f5es, com um aumento este ano de 1,6%. Entre os principais produtores da UE, os maiores produtores foram os que apresentaram menor crescimento, com a Alemanha aumentando a produ\u00e7\u00e3o em 0,3% este ano, enquanto a Fran\u00e7a aumentou em 0,5%.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 01: Capta\u00e7\u00e3o de leite de Vaca UE:<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-6459\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/dfsdfsdfsd.jpg\" alt=\"\" width=\"820\" height=\"431\" srcset=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/dfsdfsdfsd.jpg 567w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/dfsdfsdfsd-300x158.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A UE manteve, ao longo de 2020, a tend\u00eancia de aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite registrada nas \u00faltimas esta\u00e7\u00f5es, registrando alta de 1,6%.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2020, a produ\u00e7\u00e3o europeia cresceu 0,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2019 com mais 25 mil toneladas de leite produzidas. A Irlanda \u00e9 o grande impulsionador deste aumento com um ganho de 4,6% com 11.000 toneladas a mais produzidas. Em seguida vem It\u00e1lia, onde o aumento percentual \u00e9 de 3,5% e 36.000 toneladas. Pol\u00f4nia e Espanha tamb\u00e9m est\u00e3o em alta. No primeiro caso, com um aumento de 1,2% (+12.000 toneladas), enquanto no pa\u00eds ib\u00e9rico o aumento foi de 1,2% (+7.000 toneladas).<\/p>\n<p>Pelo contr\u00e1rio, Holanda, Alemanha e Fran\u00e7a apresentam valores decrescentes. No caso da Holanda, a queda foi de&nbsp; 0,4% (-4000 toneladas); na Alemanha, a queda foi de 1,1% (-29.000) e chega a 1,4% na Fran\u00e7a com 30.000 toneladas de leite produzidas a menos em dezembro de 2020 em rela\u00e7\u00e3o a 2019, o que significa uma queda de 1,4%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agronewscastillayleon, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p><b>Nota de Conjuntura: Mercado de Leite e Derivados - Fevereiro de 2021<\/b><\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de leite pelo Brasil, depois de um vigoroso crescimento de 302,1% entre abril e novembro de 2020, come\u00e7aram a cair em dezembro e confirmaram a tend\u00eancia de queda em janeiro de 2021. De novembro\/20 at\u00e9 janeiro\/21, o volume de leite importado acumula uma queda de 21% (Figura 1). A redu\u00e7\u00e3o do consumo, a menor competitividade do leite importado e o aumento da oferta interna explicam este movimento. A menor competitividade da importa\u00e7\u00e3o se deve ao aumento do pre\u00e7o internacional do leite em p\u00f3 (valoriza\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 15% entre novembro\/20 e o in\u00edcio de fevereiro\/21), atrelado \u00e0 perda de valor da moeda nacional frente ao d\u00f3lar e \u00e0 queda de pre\u00e7o da mat\u00e9ria prima nacional, ou seja, dos pre\u00e7os que a ind\u00fastria paga pelo leite comprado dos produtores.<\/p>\n<p>Depois do pre\u00e7o do leite ao produtor subir de R$1,38 para R$2,16\/litro (valor nominal l\u00edquido na m\u00e9dia nacional) de maio at\u00e9 outubro do ano passado (56,5% de aumento), a partir de novembro o movimento de alta cedeu e o pre\u00e7o em janeiro fechou na casa dos R$2,03\/litro. Mesmo em um patamar 48,7% maior do que os pre\u00e7os em vigor em janeiro do ano passado (R$1,37\/litro), a rentabilidade dos produtores caiu no per\u00edodo devido ao expressivo aumento nos custos de produ\u00e7\u00e3o, puxados principalmente, pela alimenta\u00e7\u00e3o concentrada. O \u00edndice RMCR (Receita Menos o Custo da Ra\u00e7\u00e3o), indicador de rentabilidade da atividade leiteira do MilkPoint, aponta uma queda de 16,1% na renda l\u00edquida dos produtores entre setembro do ano passado e janeiro deste ano. S\u00f3 de dezembro\/20 para janeiro\/21, a queda foi de 10,9%. Outro indicador de rentabilidade, o poder de compra do pre\u00e7o do leite em rela\u00e7\u00e3o ao custo do alimento concentrado fornecido para as vacas (denominado rela\u00e7\u00e3o de troca), confirma esta tend\u00eancia: de setembro\/20 a janeiro\/21, o poder de compra do pre\u00e7o do leite caiu 48,6% em rela\u00e7\u00e3o ao custo do concentrado. Neste caso, a queda de dezembro\/20 para janeiro\/21 foi de 16,8%.<\/p>\n<p>Desde meados de dezembro\/20 tamb\u00e9m os pre\u00e7os do leite Spot e dos principais derivados no mercado atacadista est\u00e3o em queda. No mercado de Minas Gerais, da 2\u00aa quinzena de dezembro\/20 at\u00e9 a 1\u00aa quinzena de fevereiro\/21, a cota\u00e7\u00e3o do leite Spot caiu de R$2,40 para R$1,95\/litro, uma redu\u00e7\u00e3o acumulada de 18,7%. No mercado atacadista de S\u00e3o Paulo, o leite UHT caiu de R$3,34 em 03\/12\/20 para R$2,90\/litro em 05\/02\/21, queda de 13,2%. No mesmo per\u00edodo, o queijo mu\u00e7arela caiu de R$26,88 para R$22,38\/kg, queda de 16,7%. O leite em p\u00f3 fracionado, depois de chegar em R$ 25,27\/kg no in\u00edcio de outubro\/20, mesmo com oscila\u00e7\u00f5es pontuais nos dois meses seguintes, passou a registrar cont\u00ednuas quedas nas \u00faltimas quatro semanas, chegando a R$21,73\/kg na cota\u00e7\u00e3o de 06\/02\/21.<\/p>\n<p>No caso dos pre\u00e7os do milho e da soja, os dois insumos mais importantes para a composi\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o do leite, n\u00e3o existe sinaliza\u00e7\u00e3o de mercado sustentando alguma queda significativa no curto prazo. Os pre\u00e7os devem continuar mais elevados em compara\u00e7\u00e3o com os valores pagos pelos produtores no primeiro semestre de 2020.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, portanto, o quadro que se apresenta para os pr\u00f3ximos meses \u00e9 de consumo de l\u00e1cteos mais fraco, caso n\u00e3o haja um novo aux\u00edlio econ\u00f4mico para a popula\u00e7\u00e3o mais vulner\u00e1vel, fato que deve pressionar os pre\u00e7os dos principais derivados e, consequentemente, o pre\u00e7o pago ao produtor. Os custos de produ\u00e7\u00e3o devem continuar elevados podendo comprometer a rentabilidade das fazendas. Mesmo com as importa\u00e7\u00f5es em queda, a expectativa deve se concentrar na retomada da economia brasileira, esperada em 4% para este ano. Enquanto isso, o cen\u00e1rio continua sendo de cautela para todos os segmentos da cadeia produtiva. (CiLeite)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-6460\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/666.png\" alt=\"\" width=\"792\" height=\"827\"><\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Edson Brum ser\u00e1 o novo secret\u00e1rio de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul<\/b><br \/>\nO deputado estadual Edson Brum (MDB) aceitou o convite do governador Eduardo Leite para o desafio de comandar a Secretaria de Desenvolvimento Econ\u00f4mico do Estado. Brum, que assumir\u00e1 a pasta em mar\u00e7o em meio a uma das maiores crises da hist\u00f3ria, afirmou: \"N\u00e3o podemos ficar s\u00f3 nos queixando da pandemia, da crise, da estagna\u00e7\u00e3o. Precisamos valorizar a matriz produtiva ga\u00facha, aumentar a competitividade das nossas empresas e do Estado para atrair investimentos\". Deputado estadual no quinto mandato, Edson Brum \u00e9 amplo conhecedor do Estado e tem bom tr\u00e2nsito nos setores empresariais e no agroneg\u00f3cio. Ele acredita que o caminho para vencer as dificuldades se dar\u00e1 com ajuda dos empres\u00e1rios, com foco em tecnologia e sustentabilidade e enfrentamento \u00e0s amarras que a burocracia imp\u00f5e. \u201cS\u00f3 teremos desenvolvimento atrav\u00e9s de engajamento com a iniciativa privada, com o encurtamento da burocracia e com a prepara\u00e7\u00e3o da nossa m\u00e3o-de-obra para as mudan\u00e7as que a tecnologia e a pandemia j\u00e1 trouxeram\u201d, enfatizou. (Assessoria de imprensa Edson Brum)<\/i><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 24 de fevereiro de 2021&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.409 Projeto quer viabilizar atividade leiteira para pequenos produtores no RS O \u2018Elite a Pasto\u2019 busca um sistema de produ\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/02\/24\/24-02-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/02\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-6458","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6458","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6458"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6458\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6461,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6458\/revisions\/6461"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6458"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6458"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6458"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}