{"id":6206,"date":"2021-01-14T20:05:01","date_gmt":"2021-01-14T20:05:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=6206"},"modified":"2021-01-14T20:09:42","modified_gmt":"2021-01-14T20:09:42","slug":"14-01-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/01\/14\/14-01-2021\/","title":{"rendered":"14\/01\/2021"},"content":{"rendered":"<p><strong><a class=\"imgGl\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"689\" height=\"123\"><\/a><\/strong><\/p>\n<p>Porto Alegre, 14 de janeiro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.383<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Estado registra redu\u00e7\u00f5es R$ 1,7 bi na d\u00edvida do caixa<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governo do Estado anunciou nesta ter\u00e7a-feira a redu\u00e7\u00e3o de quase R$ 1,7 bilh\u00e3o na d\u00edvida do caixa \u00fanico (Siac). Segundo o Executivo, a gest\u00e3o do fluxo de caixa contribuiu para que a folha salarial e os pagamentos de fornecedores da Tesouraria Central fossem regularizados no final de 2020.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a entrevista, Cardoso detalhou o funcionamento do caixa \u00fanico (Siac). \"O governo estadual tem uma quantidade grande de contas correntes, e isso \u00e9 comum em governos, porque existem diferentes formas de receitas, como o ICMS e transfer\u00eancias do governo federal. Isso faz com que existem muitas contas correntes com a gest\u00e3o final centralizada na Fazenda. O que aconteceu foi que o caixa \u00fanico gerou uma d\u00edvida dentro do Estado\". E explicou o porqu\u00ea das d\u00edvidas: \"\u00e9 como se uma conta \u00fanica pegasse recursos de outras contas. Foi isso que mascarou o d\u00e9ficit do Estado. O tesouro n\u00e3o tinha recursos para pagar com as suas receitas e ele acabou alugando recursos dessas outras contas cuja finalidade principal s\u00e3o diferentes\".&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio ainda destacou que a redu\u00e7\u00e3o s\u00f3 foi poss\u00edvel devido \u00e0s reformas j\u00e1 aprovadas, como a administrativa. \"A reorganiza\u00e7\u00e3o no fluxo de caixa ocorre ao lado das reformas estruturais que, \u00e0s vezes, a popula\u00e7\u00e3o acaba n\u00e3o enxergando de forma correta\", afirmou. \"Se trata de uma melhor aloca\u00e7\u00e3o de despesas\", finalizou Cardoso. (Correio do Povo)<\/p>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Investimento privado moderniza estrutura de controle sanit\u00e1rio animal no RS&nbsp;<\/b><\/p>\n<p><i>Fundesa pulveriza aportes que v\u00e3o al\u00e9m de melhorias nas inspetorias veterin\u00e1rias<\/i><\/p>\n<p>Mantido exclusivamente com recursos do setor privado, o Fundo de Desenvolvimento de Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa) gerencia hoje quase R$ 100 milh\u00f5es em recursos e, com diferentes aportes no setor p\u00fablico, fez os controles oficiais na \u00e1rea darem um salto nos \u00faltimos anos.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de n\u00e3o contar com nenhuma verba p\u00fabica, a entidade investe em melhorias nas inspetorias veterin\u00e1rias estaduais e em a\u00e7\u00f5es que v\u00e3o muito al\u00e9m de focar na retirada da vacina contra a febre aftosa. Amanh\u00e3, a institui\u00e7\u00e3o far\u00e1 sua assembleia geral e apresenta\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o de 2020, cujas a\u00e7\u00f5es se avolumaram significativamente.&nbsp;<\/p>\n<p>Ver o an\u00fancio de um novo status sanit\u00e1rio para o Rio Grande do Sul por parte da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE), o que pode ocorrer em maio, \u00e9 a expectativa para 2021, diz o presidente do fundo, Rog\u00e9rio Kerber. Mas o trabalho nunca se limitou a isto, destaca o executivo. Ainda que boa parte dos investimentos feitos pelo Fundesa em 2020 tenham sido com essa finalidade, as a\u00e7\u00f5es no setor de pecu\u00e1ria de leite, su\u00ednos e aves n\u00e3o pararam.&nbsp;<\/p>\n<p>Apenas para estimular a substitui\u00e7\u00e3o de vacas com brucelose e tuberculose por animais saud\u00e1veis, o que exige investimento dos pecuaristas, o fundo liberou, em indeniza\u00e7\u00f5es, R$ 6,7 milh\u00f5es no ano passado. Basicamente, o Fundesa compensa parte da perda do produtor com o abate do animal doente, evitando e reduzindo as contamina\u00e7\u00f5es no rebanho ga\u00facho e estimulando a a\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs indeniza\u00e7\u00f5es no setor leiteiro minimizam a perda do produtor com o abate, e estimula ele a faz\u00ea-lo, inclusive. O valor de um animal doente \u00e9 zero, mas indenizamos o produtor para que n\u00e3o deixe de faz\u00ea-lo. At\u00e9 porque ele mesmo \u00e9 prejudicado em seu rebanho e produtividade com uma animal contaminado\u201d, explica Kerber.&nbsp;<\/p>\n<p>Os recursos gerenciados pelo Fundesa t\u00eam origem em valores pagos por produtores e ind\u00fastrias em contribui\u00e7\u00f5es sobre a produ\u00e7\u00e3o, seja ela carne (bovina, su\u00edna ou de aves), leite ou ovos. Esses valores s\u00e3o calculados a partir de fra\u00e7\u00f5es da Unidade Padr\u00e3o Fiscal (UPF) do Estado. No caso de abate de um bovino, por exemplo, o produtor paga R$ 0,56 e a ind\u00fastria recolhe o mesmo valor, totalizando R$ 1,12 por cabe\u00e7a abatida recolhido ao fundo. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p><b>China - Com\u00e9rcio e consumo<\/b><\/p>\n<p>A China \u00e9 o maior importador mundial de l\u00e1cteos, e a produ\u00e7\u00e3o interna encontra-se estagnada desde&nbsp; 2008.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-6210\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/25555.png\" alt=\"\" width=\"546\" height=\"289\" srcset=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/25555.png 546w, https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/25555-300x159.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 546px) 100vw, 546px\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>H\u00e1 evidente crescimento no consumo e a lacuna criada entre a oferta e demanda \u00e9 preenchida com importa\u00e7\u00f5es. A previs\u00e3o \u00e9 de que as importa\u00e7\u00f5es de leite fluido, principalmente nas embalagens&nbsp;UHT, chegar\u00e3o a 980.000 toneladas em 2021, um aumento de 5% em rela\u00e7\u00e3o a 2020, impulsionadas pelo crescente aumento da demanda dos consumidores e pelas ind\u00fastrias de processamento de alimentos. De acordo com relat\u00f3rio da Ag\u00eancia PwC, \u201co leite UHT foi o primeiro produto l\u00e1cteo a alcan\u00e7ar um consumo generalizado [na China, mas o leite fresco tamb\u00e9m vem se tornando popular com o crescimento da capacidade das cadeias de frios da distribui\u00e7\u00e3o, e os consumidores procuram produtos mais nutritivos\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio, os consumidores chineses consumiram 97 gramas, diariamente, de produtos l\u00e1cteos&nbsp; em 2019 \u2013 o n\u00famero mostra a grande diferen\u00e7a em compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e9dia global que \u00e9 de 303 gramas. De acordo com o&nbsp;USDA, a Uni\u00e3o Europeia (UE) continua sendo o maior fornecedor de leite fluido para a China, seguida pela Nova Zel\u00e2ndia. A importa\u00e7\u00e3o de queijo pela China est\u00e1 prevista para subir 17% em 2021, dada a forte demanda. Os maiores fornecedores de queijos s\u00e3o Nova Zel\u00e2ndia e Austr\u00e1lia. As duas maiores ind\u00fastrias de latic\u00ednios chinesas s\u00e3o Yili e Mengniu. (Dairy News - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Futuro das fazendas de leite<\/b><br \/>\nNa China, fazendas de grande escala utilizam modernas tecnologias de produ\u00e7\u00e3o e t\u00e9cnicas de manejo alimentar para melhorar a efici\u00eancia produtiva e qualidade dos produtos. De acordo com um projeto do Minist\u00e9rio da Agricultura e Neg\u00f3cios Rurais (MARA, sigla em ingl\u00eas), em janeiro deste ano, o governo ir\u00e1 continuar dando apoio aos agricultores e cooperativas de produtores: o projeto visa continuar construindo ou aperfei\u00e7oando 1.500 fazendas de leite e 100 instala\u00e7\u00f5es de processamento de leite a cada ano, at\u00e9 2022. Um relat\u00f3rio da PwC afirma que a moderniza\u00e7\u00e3o das fazendas de produ\u00e7\u00e3o de leite na China foca na padroniza\u00e7\u00e3o, mecaniza\u00e7\u00e3o, melhoramento gen\u00e9tico e escala da fazenda. E acrescenta: \u201ca pr\u00f3xima onda ser\u00e1 a mudan\u00e7a para ordenha e alimenta\u00e7\u00e3o automatizadas e pecu\u00e1ria leiteira de precis\u00e3o. Essas tecnologias ir\u00e3o melhorar ainda mais a efici\u00eancia, produtividade e sa\u00fade animal. Os sistemas automatizados de ordenha (AMS) s\u00e3o usados, atualmente, para apenas 1 a 2% das vacas chinesas\u201d. (Dairy News - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/i><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 14 de janeiro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 15 - N\u00b0 3.383 Estado registra redu\u00e7\u00f5es R$ 1,7 bi na d\u00edvida do caixa O governo do Estado anunciou nesta ter\u00e7a-feira a redu\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2021\/01\/14\/14-01-2021\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/01\/2021\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-6206","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6206","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6206"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6206\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6212,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6206\/revisions\/6212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6206"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6206"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6206"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}