{"id":5884,"date":"2020-11-20T20:22:36","date_gmt":"2020-11-20T20:22:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5884"},"modified":"2020-11-20T20:23:01","modified_gmt":"2020-11-20T20:23:01","slug":"20-11-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/11\/20\/20-11-2020\/","title":{"rendered":"20\/11\/2020"},"content":{"rendered":"<p><a class=\"imgGl\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"654\" height=\"116\"><\/a><\/p>\n<p>Porto Alegre, 20 de novembro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.351<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Brasil tem foco no mercado chin\u00eas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Encontro debateu oportunidades de com\u00e9rcio no pa\u00eds asi\u00e1tico<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Brasil tem grande potencial para aumentar as exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3, queijos, manteiga e diversos outros produtos l\u00e1cteos para a China, segundo a avalia\u00e7\u00e3o de especialistas durante o webinar \u201cMercado Chin\u00eas de L\u00e1cteos\u201d, na quinta (19). O encontro debateu oportunidades de com\u00e9rcio no pa\u00eds asi\u00e1tico. A coordenadora de Exporta\u00e7\u00f5es da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), Camila Sande, apresentou o perfil da produ\u00e7\u00e3o no Brasil e as expectativas para a entrada de l\u00e1cteos no mercado chin\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO nosso foco \u00e9 o mercado chin\u00eas. J\u00e1 temos uma rela\u00e7\u00e3o consolidada com a China. O desafio das empresas \u00e9 a inser\u00e7\u00e3o de outros produtos no mercado, como os l\u00e1cteos, por meio do registro da marca e distribui\u00e7\u00e3o adequada. Foi muito importante ouvir deles que vamos ter parcerias de peso no pa\u00eds para acompanhar e apoiar a promo\u00e7\u00e3o e a entrada dos produtos l\u00e1cteos brasileiros na China,\u201d disse.<br \/>\nCamila falou ainda da produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite, que coloca o Pa\u00eds no 3\u00ba lugar como maior produtor do mundo. De acordo com ela, a expectativa \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o alcance 47 bilh\u00f5es de litros at\u00e9 2030. A produ\u00e7\u00e3o de leite teve crescimento de 19,8% entre 2009 e 2019 com a produ\u00e7\u00e3o de 34,4 bilh\u00f5es de litros.<br \/>\n\"Essa produ\u00e7\u00e3o reflete a nossa demanda para buscas parceiros comerciais, principalmente a China, que \u00e9 um mercado consumidor crescente, em qualidade e quantidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O evento teve a participa\u00e7\u00e3o do ministro-conselheiro e chefe do setor econ\u00f4mico da Embaixada do Brasil em Pequim, Jo\u00e3o Batista do Nascimento Magalh\u00e3es, do diretor rela\u00e7\u00f5es internacionais da China Dairy Association, Cheg Bing, de Li Zhiping, da Foreign Economic Cooperarion Center (FECC), da assessora especial da ministra da Agricultura e chefe do N\u00facleo China no Mapa, Larissa Wachholz, e do assessor t\u00e9cnico da Viva L\u00e1cteos, Gustavo Beduschi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA China \u00e9 o maior importador de produtos l\u00e1cteos, mas o consumo per capita ainda \u00e9 muito baixo. O chin\u00eas m\u00e9dio consome 35 kg\/ano e o governo do pa\u00eds espera que esse consumo chegue pelo menos 110 kg\/ano. Esses dados mostram o potencial para o Brasil nesse setor\", disse o ministro-conselheiro e chefe do setor econ\u00f4mico da Embaixada do Brasil em Pequim, Jo\u00e3o Batista do Nascimento Magalh\u00e3es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Li Zhiping, da FECC, falou sobre a estrutura da entidade, que busca a intera\u00e7\u00e3o entre diversos pa\u00edses com a China, focando na rela\u00e7\u00e3o multilateral e na coopera\u00e7\u00e3o internacional. Ela afirmou que o encontro virtual serviu para que os empres\u00e1rios chineses pudessem compreender melhor o mercado de l\u00e1cteos do Brasil para aproveitar oportunidades de mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEspero que explorem as oportunidades para melhorar a qualidade e a efic\u00e1cia da colabora\u00e7\u00e3o, aumentar as parcerias, o n\u00edvel de coopera\u00e7\u00e3o e a promo\u00e7\u00e3o de projetos vantajosos para os dois pa\u00edses.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chen Bing, da China Dairy Association (Associa\u00e7\u00e3o de L\u00e1cteos da China), apresentou um panorama da ind\u00fastria de latic\u00ednios do pa\u00eds, tend\u00eancias e oportunidades para os produtos l\u00e1cteos brasileiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, a produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos na China \u00e9 de 3,9 milh\u00f5es de toneladas e o principal produto \u00e9 o leite l\u00edquido. Atualmente o consumo dos chineses \u00e9 de 34,7 kg per capita\/ano, representando um ter\u00e7o do n\u00edvel m\u00e9dio mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"Sendo assim, existe um grande espa\u00e7o para os produtos brasileiros, principalmente porque a demanda por manteiga e queijo tem aumentado. At\u00e9 setembro deste ano, por exemplo, a China importou apenas 50 kg do Brasil. A expectativa \u00e9 que a China se torne o maior consumidor de l\u00e1cteos do mundo em 2022, ultrapassando os Estados Unidos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A coordenadora de Exporta\u00e7\u00f5es da CNA, Camila Sande, falou sobre o escrit\u00f3rio que a Confedera\u00e7\u00e3o tem em Xangai em parceria com a Ag\u00eancia Paulista de Promo\u00e7\u00e3o de Investimentos e Competitividade (InvestSP), criado para apoiar os empres\u00e1rios brasileiros que querem exportar para a China. Segundo ela, est\u00e1 prevista, para 2021, rodadas e miss\u00f5es de neg\u00f3cios do Agro.BR voltadas para o mercado de l\u00e1cteos na China. (Agrolink)<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Troca de comando na Alian\u00e7a L\u00e1ctea<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Obedecendo ao rod\u00edzio anual entre os tr\u00eas Estados da regi\u00e3o Sul na coordena\u00e7\u00e3o da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, a fun\u00e7\u00e3o voltou ao Paran\u00e1. Desta forma, Ronei Volpi foi reconduzido ao cargo que j\u00e1 havia ocupado em 2014\/15 e 2017\/18. A oficializa\u00e7\u00e3o da nomea\u00e7\u00e3o ocorreu no dia 6 de novembro, em reuni\u00e3o realizada de forma remota, com a presen\u00e7a de 51 participantes, representando as tr\u00eas federa\u00e7\u00f5es de agricultura, as administra\u00e7\u00f5es estaduais de cada SENAR, secretarias de agricultura, ag\u00eancias de defesa agropecu\u00e1ria e sindicatos das ind\u00fastrias, al\u00e9m de cooperativas e outras organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEsse \u00e9 um momento crucial para criarmos uma sinergia ainda maior entre os tr\u00eas Estados do Sul. Em 2021, devemos contar com o reconhecimento internacional do Paran\u00e1 e do Rio Grande do Sul como \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, se unindo a Santa Catarina que j\u00e1 possui o status, formando um grande territ\u00f3rio regional no Brasil, diferenciado do ponto de vista sanit\u00e1rio e de qualidade na produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. Nosso objetivo \u00e9 aproveitar esse momento para criarmos uma harmoniza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m nas nossas estrat\u00e9gias de combate a outras doen\u00e7as que afetam a produ\u00e7\u00e3o de leite, como a tuberculose e a brucelose\u201d, projeta Volpi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O novo coordenador elenca ainda como principais metas de seu novo per\u00edodo \u00e0 frente da entidade os movimentos do mercado em resposta ao per\u00edodo de pandemia e mitiga\u00e7\u00e3o de efeitos de problemas como preju\u00edzos causados pelas estiagens. Tamb\u00e9m devem ser priorit\u00e1rias a\u00e7\u00f5es para aumentar a competitividade para a exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos pelo Sul do Brasil, a renova\u00e7\u00e3o de conv\u00eanios de isen\u00e7\u00e3o de impostos e taxas que ajudam a segurar os custos de produ\u00e7\u00e3o, atua\u00e7\u00e3o na reforma tribut\u00e1ria, entre outros pontos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da FAEP)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Servi\u00e7os de delivery crescem no Brasil<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A queda do consumo de alimentos e bebidas fora do lar (OOH) devido \u00e0 pandemia tem custado \u00e0s economias globais bilh\u00f5es de d\u00f3lares em receita. Ao todo, US$ 16 bilh\u00f5es deixaram de ser gastos com snacks e bebidas n\u00e3o alco\u00f3licas OOH no mundo entre janeiro e agosto de 2020, em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, segundo o mais recente estudo da Kantar, l\u00edder global em dados, insights e consultoria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste cen\u00e1rio de distanciamento social e confinamento, os restaurantes, bares e ind\u00fastrias de alimentos e bebidas t\u00eam visto nos servi\u00e7os de delivery uma alternativa para recupera\u00e7\u00e3o de seus n\u00fameros, e o Brasil \u00e9 um dos mercados que mais apontam nessa dire\u00e7\u00e3o. A modalidade j\u00e1 tem 80% de penetra\u00e7\u00e3o entre consumidores com menos de 50 anos por aqui, ficando atr\u00e1s apenas dos pa\u00edses asi\u00e1ticos, al\u00e9m de uma frequ\u00eancia m\u00e9dia de consumo de 18 vezes ao ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2019, 44% dos gastos do consumo fora do lar vinham da cesta de snacks e bebidas n\u00e3o alco\u00f3licas. Entre janeiro a agosto de 2020, em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, o consumo dessas duas cestas no mundo caiu 10% no total, com redu\u00e7\u00e3o de 30% OOH e incremento de 9% in home. A Europa \u00e9 o maior respons\u00e1vel por puxar os \u00edndices para baixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil o cen\u00e1rio \u00e9 de estabilidade, j\u00e1 que o gasto fora do lar retraiu 12% e dentro do lar teve um crescimento no mesmo patamar, equilibrando o gasto total. Por aqui, a maior queda do n\u00famero de pessoas consumindo esses produtos em lanchonetes, padarias, bares e restaurantes aconteceu em mar\u00e7o e abril deste ano, com sinais de recupera\u00e7\u00e3o em maio e certa estabilidade desde ent\u00e3o. Ao todo, o consumo das categorias IH e OOH sofreu perdas de 5% no Brasil desde o in\u00edcio da pandemia, enquanto pa\u00edses como Inglaterra e Fran\u00e7a registraram queda total de 27% e 20%, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso se explica pela combina\u00e7\u00e3o de dois fatores: baixa popularidade dos servi\u00e7os de delivery nos pa\u00edses europeus e pela redu\u00e7\u00e3o do consumo no canal conhecido como Horeca, que s\u00e3o hot\u00e9is, restaurantes e caf\u00e9s. No entanto, olhando para o canal globalmente, ele era considerado o setor mais promissor no ano passado. Por\u00e9m, atualmente \u00e9 o respons\u00e1vel por mais da metade do gasto neste ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do decl\u00ednio geral, os snacks v\u00eam mostrando r\u00e1pida recupera\u00e7\u00e3o com a transfer\u00eancia do consumo para dentro do lar, mas s\u00e3o as bebidas n\u00e3o alco\u00f3licas que n\u00e3o mostram sinais de volta ao patamar e retraem fortemente em gasto total (dentro e fora do lar) no patamar de 14%, comparando o per\u00edodo de janeiro a agosto de 2020 com o mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se adicionadas as refei\u00e7\u00f5es fora do lar ao cen\u00e1rio, o impacto da Covid-19 no setor \u00e9 ainda maior. Globalmente, as refei\u00e7\u00f5es principais - almo\u00e7o e jantar \u2013 contribu\u00edram negativamente em 77% para a retra\u00e7\u00e3o do gasto fora do lar. No entanto, parte delas continua sendo consumida com a acelera\u00e7\u00e3o do crescimento dos servi\u00e7os de delivery, que \"levaram os restaurantes at\u00e9 as casas\" e se mostram como uma alternativa do setor para balancear os n\u00fameros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Popularidade dos servi\u00e7os de delivery pelo mundo: No Brasil, um dos mercados com maior penetra\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, 15% das pessoas pedem entregas em domic\u00edlio uma ou mais vezes por semana, 40% recebem refei\u00e7\u00f5es em casa entre uma e tr\u00eas vezes no m\u00eas e 26% menos de uma vez no m\u00eas. Al\u00e9m disso, 44% tendem a incluir bebidas no pedido. O pa\u00eds fica atr\u00e1s somente dos mercados asi\u00e1ticos na popularidade e frequ\u00eancia de uso desse servi\u00e7o. Na China, 30% pedem delivery uma ou mais vezes na semana e, na Coreia do Sul, 60% o fazem entre uma e tr\u00eas vezes no m\u00eas. J\u00e1 na Inglaterra, 4% usam o servi\u00e7o mais de uma vez na semana e 32% o fazem menos de uma vez ao m\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No geral, para 59% da popula\u00e7\u00e3o mundial, o motivo de usar o delivery \u00e9 por prazer, como uma forma de presentear a si mesmo e a fam\u00edlia com uma refei\u00e7\u00e3o especial. Para o restante dos consumidores (41%), a conveni\u00eancia \u00e9 o que justifica. Mas esses n\u00fameros variam muito entre os pa\u00edses. Na Coreia do Sul, apenas 39% dos pedidos s\u00e3o feitos tendo o prazer como motiva\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a Am\u00e9rica Latina \u00e9 a regi\u00e3o em que mais se usa o delivery com base nesse motivo: 75% dos consumidores no Brasil e 86% no M\u00e9xico. Tanto \u00e9 que 72% dos pedidos no Brasil s\u00e3o feitos aos fins de semana, sendo a pizza e hamb\u00fargueres os pratos mais buscados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda no pa\u00eds, membros das classes mais altas s\u00e3o os maiores consumidores de refei\u00e7\u00f5es por delivery e a penetra\u00e7\u00e3o desse servi\u00e7o entre os com menos de 50 anos \u00e9 de 80%. Na \u00c1sia, o consumo \u00e9 mais popular e mais disperso entre sua popula\u00e7\u00e3o. A penetra\u00e7\u00e3o na Coreia do Sul \u00e9 de 99% entre os shoppers abaixo de 50 anos e, na China, de 84%. Na Europa, a popula\u00e7\u00e3o mais jovem \u00e9 que faz maior uso, j\u00e1 que o servi\u00e7o ainda tem pouca penetra\u00e7\u00e3o em diversas regi\u00f5es e os consumidores se mostram mais resistentes em \"substituir\" as idas aos restaurantes. Na Inglaterra, apenas 36% dos compradores com menos de 50 anos usam o servi\u00e7o e, na Espanha, 37%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da assessoria de imprensa da Kantar)<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"color: #222222; font-family: Open Sans, Verdana, Geneva, DejaVu Sans, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"color: #000000; font-family: Arial; font-size: 14px; text-align: center;\"><span style=\"font-size: 28px; font-family: Arial; color: #000000; text-align: center;\"><span style=\"font-size: 16px; font-family: Arial; color: #000000; text-align: center;\"><span style=\"font-size: 18px; font-family: Arial; color: #000000; text-align: center;\"><span style=\"font-family: 'times new roman', times, serif; font-size: 18px; color: #000000; text-align: center;\">Jogo R\u00e1pido<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Dairy Vision 2020: virada de lote na segunda-feira (23\/11)<\/em><\/strong><br \/>\n<em>Nunca antes o setor l\u00e1cteo teve a oportunidade de tomar contato com uma vis\u00e3o t\u00e3o abrangente, diversificada e rica a respeito do seu presente e do seu futuro. Nunca antes um grupo t\u00e3o seleto, qualificado, experiente e vision\u00e1rio de palestrantes foi reunido em um mesmo local. Isso tudo sem sair de casa e com a possibilidade de rever o conte\u00fado ap\u00f3s o evento, de forma a n\u00e3o deixar passar nada. Entre os dias 1 e 4 de dezembro ocorrer\u00e1 o Dairy Vision 2020, o maior evento voltado para tend\u00eancias e inova\u00e7\u00f5es no setor l\u00e1cteo e promete ter a melhor programa\u00e7\u00e3o j\u00e1 vista no mundo. Com um time de palestrantes de 14 diferentes pa\u00edses, vamos tratar de assuntos como o mercado no Brasil e no mundo, sustentabilidade, tend\u00eancias de consumo, revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e muito mais! <a href=\"https:\/\/www.dairyvision.com.br\/?utm_source=MilkPoint&amp;utm_medium=Materia&amp;utm_campaign=viradasegundolote\">Acesse agora o site e confira nossa programa\u00e7\u00e3o! O segundo lote vai at\u00e9 segunda-feira (23\/11), garanta j\u00e1 o seu ingresso!<\/a> (Milkpoint)<\/em><\/p>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de novembro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.351 Brasil tem foco no mercado chin\u00eas Encontro debateu oportunidades de com\u00e9rcio no pa\u00eds asi\u00e1tico O Brasil tem grande potencial <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/11\/20\/20-11-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/11\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5884","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5884"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5884\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5895,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5884\/revisions\/5895"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}