{"id":570,"date":"2015-08-10T15:36:22","date_gmt":"2015-08-10T15:36:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/08\/10\/10-08-2015\/"},"modified":"2015-08-10T15:36:22","modified_gmt":"2015-08-10T15:36:22","slug":"10-08-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/08\/10\/10-08-2015\/","title":{"rendered":"10\/08\/2015"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 10 de agosto de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.081<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Delega\u00e7\u00e3o do Sindilat ter\u00e1 reuni\u00e3o com ministra K\u00e1tia Abreu na pr\u00f3xima semana<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Dados divulgados pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex) indicam que as exporta\u00e7\u00f5es de leite brasileiras tiveram uma queda de 25,37% na compara\u00e7\u00e3o entre o per\u00edodo de janeiro a julho de 2015 (US$ 150 milh\u00f5es) e janeiro a julho de 2014 (US$ 201 milh\u00f5es). A redu\u00e7\u00e3o deve-se \u00e0 baixa dos pre\u00e7os do leite no mercado internacional e \u00e0 menor competitividade das empresas brasileiras, que enfrentam alta carga tribut\u00e1ria e custos expressivos para produ\u00e7\u00e3o. No mesmo per\u00edodo, as importa\u00e7\u00f5es se mantiveram praticamente est\u00e1veis, com redu\u00e7\u00e3o de apenas 1,98%, passando de US$ 252 milh\u00f5es para US$ 247 milh\u00f5es. &nbsp;\"Esse cen\u00e1rio demonstra uma preocupa\u00e7\u00e3o grande porque significa que n\u00e3o estamos conseguindo tirar produto do mercado interno, o que cria uma forte press\u00e3o sobre o pre\u00e7o. Sem solu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o haver\u00e1 outra forma sen\u00e3o repassar essa perda ao produtor\", indica o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O dirigente acrescenta o alto impacto da importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 no mercado nacional em 2015, fato que vem encolhendo o lucro das ind\u00fastrias locais. Desta forma, destaca Guerra, \"n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para o governo do estado do Rio Grande do Sul realizar qualquer tipo de amplia\u00e7\u00e3o na carga tribut\u00e1ria do setor, sob pena de reduzir ainda mais a margem de lucro da ind\u00fastria a n\u00edveis insustent\u00e1veis e abalar a rentabilidade ao produtor\".&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Para debater alternativas para o setor, o 1\u00ba vice-presidente do Sindilat, Guilherme Portella, estar\u00e1 no dia 12 de agosto (quarta-feira) em Bras\u00edlia para reuni\u00e3o com a ministra K\u00e1tia Abreu. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00cdndice de pre\u00e7os de alimentos da FAO volta a recuar<\/strong><\/p>\n<p> O \u00edndice de pre\u00e7os globais de alimentos da FAO caiu em julho ao menor patamar em quase seis anos. Segundo informa\u00e7\u00f5es divulgadas ontem pelo bra\u00e7o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para agricultura e alimenta\u00e7\u00e3o, a queda em rela\u00e7\u00e3o a junho foi de 1,1%, para 164,6 pontos. O indicador n\u00e3o sobe desde o primeiro semestre do ano passado. A queda do m\u00eas passado foi puxada por l\u00e1cteos e \u00f3leos vegetais. Os demais grupos de produtos pesquisados (carnes, cereais e a\u00e7\u00facar) registraram altas. (Valor Econ\u00f4mico)<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1274\" style=\"width: 560px; height: 305px;\" \/><br \/> &nbsp;<br \/> <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Governo negocia compras p\u00fablicas e apressa seis acordos comerciais<\/strong><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Pressionado pela queda nas exporta\u00e7\u00f5es, o governo inicia a partir de sexta\u00ac feira (7) uma rodada de consultas p\u00fablicas sobre acordos comerciais com L\u00edbano, Tun\u00edsia, Canad\u00e1, Cuba, M\u00e9xico e o EFTA -- bloco europeu formado por Isl\u00e2ndia, Noruega, Su\u00ed\u00e7a e Liechtenstein.&nbsp;<br \/> A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 acelerar as tratativas com outros pa\u00edses enquanto as conversas sobre a cria\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de livre com\u00e9rcio com a Uni\u00e3o Europeia n\u00e3o avan\u00e7am.&nbsp;<br \/> Juntos, os seis mercados compraram US$ 10,5 bilh\u00f5es em produtos brasileiros no ano passado.&nbsp;<br \/> No caso de Cuba e M\u00e9xico, j\u00e1 h\u00e1 acordos tarif\u00e1rios, mas a ideia \u00e9 ampli\u00e1-los.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1275\" style=\"width: 400px; height: 307px;\" \/><br \/> \u00c9 a partir das consultas que o governo definir\u00e1 sua linha de negocia\u00e7\u00e3o. Os empres\u00e1rios ter\u00e3o 45 dias para informar quais tarifas gostariam de ver reduzidas em cada pa\u00eds e quais al\u00edquotas preferem que sejam mantidas no Brasil para que as vendas internas n\u00e3o sejam prejudicadas.&nbsp;<br \/> \"Trata\u00ac-se de um movimento complexo e organizado. \u00c9 uma decis\u00e3o de governo tirar as medidas do papel\", diz Daniel Godinho, secret\u00e1rio do Mdic (Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior).&nbsp;<br \/> A crise econ\u00f4mica vem for\u00e7ando o governo Dilma Rousseff a tentar transformar sua pol\u00edtica comercial, que vinha a passos lentos nos \u00faltimos anos. As exporta\u00e7\u00f5es est\u00e3o em queda pelo quarto ano consecutivo.&nbsp;<br \/> Mesmo com a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real, que tende a tornar os produtos brasileiros mais competitivos, os embarques da ind\u00fastria ca\u00edram quase 10% at\u00e9 julho ante o mesmo per\u00edodo do ano passado.&nbsp;<br \/> \"Nos rendemos \u00e0 realidade de que o crescimento n\u00e3o vir\u00e1 do mercado interno no curto e m\u00e9dio prazo\", disse \u00e0 Folha um t\u00e9cnico do governo envolvido nas negocia\u00e7\u00f5es. Segundo ele, h\u00e1 ainda uma mudan\u00e7a grande no cen\u00e1rio internacional, com acordos bilaterais se aprofundado e sinaliza\u00e7\u00f5es de que a rodada Doha da OMC [Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio] ter\u00e1 resultados \"muito mais modestos do que se imaginava\".&nbsp;<br \/> O \u00faltimo acordo de livre com\u00e9rcio que entrou em vigor no Brasil foi com Israel, em 2010. H\u00e1 tr\u00eas negociados que n\u00e3o tiveram aprova\u00e7\u00e3o final do Congresso.<br \/> Caso nenhum comece a valer at\u00e9 o pr\u00f3ximo m\u00eas, ser\u00e1 o maior per\u00edodo sem que o pa\u00eds tenha um novo acordo desde que entrou para o Mercosul, em 1992.&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">PORTAS ABERTAS&nbsp;<br \/> - Por que o Brasil quer abrir seu mercado?&nbsp;<br \/> \u00c9 uma maneira de ampliar as exporta\u00e7\u00f5es, que caem h\u00e1 quatro anos. No ano passado, o pa\u00eds perdeu espa\u00e7o em 4 de seus principais mercados (UE, China, Argentina e Jap\u00e3o). Este ano, h\u00e1 queda nos pre\u00e7os das commodities, mas as vendas de manufaturados ca\u00edram quase 10%.&nbsp;<br \/> - A alta do d\u00f3lar n\u00e3o ajuda a exporta\u00e7\u00e3o?&nbsp;<br \/> A desvaloriza\u00e7\u00e3o do real tende a beneficiar as exporta\u00e7\u00f5es de bens industrializados, que ficam, assim, mais baratos em d\u00f3lares. O efeito, contudo, n\u00e3o \u00e9 imediato.<br \/> - A ind\u00fastria n\u00e3o ir\u00e1 reclamar?&nbsp;<br \/> Os acordos costumam prever um cronograma de redu\u00e7\u00e3o das tarifas de importa\u00e7\u00e3o para que a ind\u00fastria local possa se adaptar aos novos competidores.&nbsp;<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">ABERTURA<br \/> Ao mesmo tempo que busca avan\u00e7ar nos acertos tarif\u00e1rios, o Mdic movimenta-\u00acse para fechar pela primeira vez acordos de compras governamentais com outros pa\u00edses. Est\u00e3o em curso atualmente negocia\u00e7\u00f5es com Peru, Col\u00f4mbia e M\u00e9xico.&nbsp;<br \/> Esses acordos sempre foram tabu para o governo brasileiro, que os v\u00ea como uma restri\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade do Estado de fazer pol\u00edtica industrial e conceder prefer\u00eancias para empresas brasileiras em licita\u00e7\u00f5es de obras e compras p\u00fablicas.&nbsp;<br \/> Segundo Godinho, o principal objetivo do governo neste momento \u00e9 se aproximar das economias mais din\u00e2micas da regi\u00e3o e, por isso, est\u00e3o sendo negociados acordo amplos, com temas que antes n\u00e3o entravam na pauta.&nbsp;<br \/> \u00c9 o caso tamb\u00e9m dos acordos de investimento. Este ano foram acertados com Mo\u00e7ambique, Angola, M\u00e9xico e Malaui e o governo negocia com outros nove pa\u00edses.&nbsp;<br \/> Esse tipo de acordo tem como objetivo dar maior seguran\u00e7a aos empres\u00e1rios, pois estabelecem regras de prote\u00e7\u00e3o aos projetos.<br \/> A vantagem dos acordos de compras governamentais, servi\u00e7os e investimentos \u00e9 que eles podem ser bilaterais, assinados diretamente entre Brasil e os outros pa\u00edses.<br \/> Os acordos de tarifa precisam da aprova\u00e7\u00e3o de todos os pa\u00edses do Mercosul, o que vem se mostrando uma tarefa \u00e1rdua, como se viu na negocia\u00e7\u00e3o entre o bloco e a Uni\u00e3o Europeia.<br \/> Um acordo de compras governamentais chegou a ser negociado no Mercosul, mas por obje\u00e7\u00e3o de alguns pa\u00edses n\u00e3o entrou em vigor.&nbsp;<br \/> \"O fato de o governo estar disposto a negociar esses temas (servi\u00e7os, compras governamentais, investimentos) com outros pa\u00edses \u00e9 um divisor de \u00e1guas. Nunca houve essa disposi\u00e7\u00e3o\", diz Diego Bonomo, gerente\u00ac executivo de Com\u00e9rcio Exterior da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI).&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> ENTENDA TIPOS DE ACORDO COMERCIAL&nbsp;<br \/> <span style=\"text-decoration: underline;\">Prefer\u00eancias tarif\u00e1rias&nbsp;<\/span><br \/> &gt; Preveem redu\u00e7\u00e3o na tarifa de importa\u00e7\u00e3o no Brasil e no pa\u00eds com qual se firmou o acordo&nbsp;<br \/> &gt; Brasil tem de negociar acordos desse tipo por meio do Mercosul&nbsp;<br \/> &gt; H\u00e1 acordos desse tipo em vig\u00eancia com dez pa\u00edses<br \/> <span style=\"text-decoration: underline;\">Investimento<\/span>&nbsp;<br \/> &gt; Define regras de prote\u00e7\u00e3o ao investimento de empresas brasileiras em territ\u00f3rio estrangeiro e vice\u00acversa<br \/> &gt; Desde a d\u00e9cada de 90, foram assinados 14 acordos, mas nenhum aprovado pelo Congresso<br \/> &gt; O governo tenta agora um novo modelo, que j\u00e1 foi negociado esse ano com Mo\u00e7ambique, Angola, M\u00e9xico e Malaui&nbsp;<br \/> Compras governamentais&nbsp;<br \/> &gt; Permitem que empresas do pa\u00eds signat\u00e1rio participem de licita\u00e7\u00f5es p\u00fablicas no Brasil e empresas brasileiras disputem esse tipo de concorr\u00eancia no exterior&nbsp;<br \/> &gt; Atualmente o Brasil n\u00e3o tem nenhum acordo neste modelo (Fonte: Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior\/Folha de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<p> <strong>SFA quer fortalecer a fiscaliza\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul<\/strong><br \/> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1276\" style=\"width: 166px; height: 200px;\" \/><br \/> Roberto Schroeder<br \/> <em>Cr\u00e9ditos: Marco Quintana\/JC<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Foi em um momento conturbado que o m\u00e9dico veterin\u00e1rio e fiscal federal agropecu\u00e1rio Roberto Schroeder assumiu o cargo de interventor na Superintend\u00eancia Federal da Agricultura do Rio Grande do Sul (SFA-RS), em maio deste ano, ap\u00f3s o afastamento do superintendente que estava no cargo at\u00e9 ent\u00e3o, Francisco Signor, suspeito de comandar um esquema de corrup\u00e7\u00e3o dentro do \u00f3rg\u00e3o. Nomeado superintendente na semana passada, Schroeder revelou nesta entrevista concedida ao Jornal do Com\u00e9rcio que inicialmente vivenciou o clima apreensivo, j\u00e1 superado.<br \/> O principal problema atualmente enfrentado \u00e9 a falta de pessoal. Nesta semana, uma comiss\u00e3o criada pelo novo superintendente ir\u00e1 come\u00e7ar a fazer um levantamento criterioso para identificar qual \u00e9 a lota\u00e7\u00e3o m\u00ednima ideal para o atendimento pleno de todas das atividades previstas para a inspe\u00e7\u00e3o federal. Atualmente, a superintend\u00eancia possui 209 fiscais. \"Hoje, a gente vive essa situa\u00e7\u00e3o de cobertor curto, driblando a falta de pessoal\", argumenta.<br \/> Schroeder \u00e9 mestre em Ci\u00eancias Veterin\u00e1rias (Ufrgs) e em Desenvolvimento Rural Internacional pela The Royal Agricultural College. Em mais de uma d\u00e9cada atuando no Minist\u00e9rio da Agricultura, j\u00e1 trabalhou em diversos departamentos, entre eles no Servi\u00e7o de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Insumos Agropecu\u00e1rios e na Divis\u00e3o de Pol\u00edtica, Produ\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio. Assumir o comando da pasta no Estado \u00e9 representativo para os colegas de profiss\u00e3o, que pleiteiam a presen\u00e7a de um servidor de carreira no cargo.<br \/> Jornal do Com\u00e9rcio - Como foi o per\u00edodo de interven\u00e7\u00e3o, de maio at\u00e9 aqui?<br \/> Roberto Schroeder - O clima era muito ruim nos primeiros momentos, por tudo que havia acontecido e pela forma como aconteceu a sa\u00edda do superintendente anterior. Teve um colega, servidor, afastado tamb\u00e9m. Fomos solicitados pela Pol\u00edcia Federal e pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal a respeito de informa\u00e7\u00f5es que foram prontamente enviadas. Inicialmente, houve o espanto e a perplexidade com a situa\u00e7\u00e3o. Passado um pouco aquele susto, o que nos preocupou foi manter a superintend\u00eancia funcionando. Em termos financeiros temos tido, agora, pontualmente algumas restri\u00e7\u00f5es - estamos esperando a libera\u00e7\u00e3o de recursos para que se possa seguir executando normalmente as atividades de fiscaliza\u00e7\u00e3o e controle que a gente vem executando e executamos nesse per\u00edodo sem maiores problemas. Temos pessoal semanalmente envolvido na tarefa de pensar estrat\u00e9gias para que n\u00e3o fique nenhum ponto descoberto.&nbsp;<br \/> JC - Mas essa defici\u00eancia de pessoal j\u00e1 vem de mais tempo...<br \/> Schroeder - N\u00f3s temos um agravante agora: a superintend\u00eancia tem muitos acordos de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica com os munic\u00edpios. Os munic\u00edpios fornecem um veterin\u00e1rio, um agente de inspe\u00e7\u00e3o, para trabalhar em um estabelecimento de inspe\u00e7\u00e3o federal, que executa \u00e0s vezes de um funcion\u00e1rio da Agricultura. Temos uma s\u00e9rie de acordos de coopera\u00e7\u00e3o, mas existe uma a\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal questionando a ministra sobre a continuidade desses acordos. N\u00f3s fizemos uma consulta \u00e0 Consultoria Jur\u00eddica da Uni\u00e3o (CJU) no Estado, especificamente sobre um frigor\u00edfico novo que abriu no Estado, se poder\u00edamos assinar um novo acordo de coopera\u00e7\u00e3o nesses moldes e a CJU disse que eu n\u00e3o poderia assinar sem ter uma manifesta\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, que eu deveria consultar oficialmente o Minist\u00e9rio P\u00fablico em Bras\u00edlia sobre a possibilidade de fazer novos termos de coopera\u00e7\u00e3o. A CJU disse que dar\u00e1 o parecer favor\u00e1vel \u00e0 continuidade para n\u00e3o de parar de funcionar o que j\u00e1 est\u00e1 funcionando, mas por um prazo curto. Ent\u00e3o, surgiu esse agravante nesse per\u00edodo. Mas n\u00f3s estamos driblando isso da melhor maneira poss\u00edvel. E estamos na depend\u00eancia de se chamar novos servidores. Existe uma possibilidade de que o Minist\u00e9rio da Agricultura chame at\u00e9 o final do ano ou in\u00edcio do ano que vem. &nbsp;<br \/> JC - A car\u00eancia principal \u00e9 de fiscais?<br \/> Schroeder - Em princ\u00edpio, a car\u00eancia principal \u00e9 de fiscais, mas tamb\u00e9m h\u00e1 necessidade de agentes de fiscaliza\u00e7\u00e3o, que juntos comp\u00f5em as equipes. E n\u00f3s temos, sim, uma car\u00eancia muito grande de pessoal administrativo, tem alguns contratos de pessoas terceirizadas de m\u00e3o de obra. Este, sim, faz muitos anos que n\u00e3o existe concurso aqui para o Rio Grande do Sul. Eu estou no minist\u00e9rio h\u00e1 cerca de 12, 13 anos, e nunca vi acontecer um. Ent\u00e3o, esse pessoal que est\u00e1 aqui, \u00e9 um pessoal antigo, tem bastante gente que est\u00e1 prestes a se aposentar. E seria muito bem-vindo se viesse, tamb\u00e9m, o pessoal administrativo.<br \/> JC - O momento \u00e9 que n\u00e3o parece muito prop\u00edcio...<br \/> Schroeder - Estamos vivendo uma crise econ\u00f4mica, com cortes or\u00e7ament\u00e1rios, ent\u00e3o, chamar pessoal n\u00e3o parece ser uma alternativa muito f\u00e1cil de ser conseguida, mas n\u00f3s estamos externando, tornando Bras\u00edlia ciente para tentar resolver. Nesse per\u00edodo, at\u00e9 agora, a preocupa\u00e7\u00e3o foi manter tudo funcionando. E est\u00e1 funcionando: as fronteiras est\u00e3o atendidas, os frigor\u00edficos tamb\u00e9m, mesmo com as dificuldades. N\u00f3s n\u00e3o temos causado preju\u00edzo para ningu\u00e9m por falta de pessoal.<br \/> JC - H\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o dos servidores com uma poss\u00edvel terceiriza\u00e7\u00e3o da fiscaliza\u00e7\u00e3o. Qual \u00e9 a sua posi\u00e7\u00e3o sobre isso?<br \/> Schroeder - A fiscaliza\u00e7\u00e3o deve estar presente se n\u00e3o permanentemente, periodicamente dentro dos estabelecimentos, e ela deve ser aut\u00f4noma, independente. Eu acredito que talvez no mundo perfeito, seria poss\u00edvel ter uma fiscaliza\u00e7\u00e3o terceirizada, para n\u00f3s ainda n\u00e3o \u00e9 o momento. E eu n\u00e3o conhe\u00e7o um modelo de pa\u00eds que tenha, mesmo nos mais evolu\u00eddos o modelo de fiscaliza\u00e7\u00e3o do governo \u00e9 muito atuante.<br \/> JC - No final do ano passado, o JC publicou uma mat\u00e9ria sobre a fiscaliza\u00e7\u00e3o em latic\u00ednios em que a Controladoria-Geral da Uni\u00e3o, a partir de suas auditorias, constatou que havia empresas mais fiscalizadas do que outras, apontando para uma necessidade de reformula\u00e7\u00e3o, ou padroniza\u00e7\u00e3o, dos processos operacionais. Como est\u00e1 evoluindo essa quest\u00e3o?<br \/> Schroeder - A CGU tem acompanhado de perto o trabalho da Superintend\u00eancia. Baseados nas recomenda\u00e7\u00f5es, cada setor adotou as medidas solicitadas. O chefe de Inspe\u00e7\u00e3o Animal, Leonardo Isolan, atendendo \u00e0 recomenda\u00e7\u00e3o da CGU criou toda uma descri\u00e7\u00e3o de procedimentos, o que \u00e9 muito importante. Porque um estabelecimento \u00e9 mais fiscalizado do que o outro, qual \u00e9 o crit\u00e9rio? Ele estabeleceu esses crit\u00e9rios. Tamb\u00e9m tem a parceria com o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal na quest\u00e3o do leite, que tem nos demandado muito. Houve essa evolu\u00e7\u00e3o para que se estabelecessem crit\u00e9rios. Neste momento, ainda n\u00e3o s\u00e3o todos os setores da Superintend\u00eancia que t\u00eam essa descri\u00e7\u00e3o de procedimentos como \u00e9 o caso da Inspe\u00e7\u00e3o Animal, mas eu acho interessante que seja implantando e oportunamente discutido para que haja uma padroniza\u00e7\u00e3o em todos os setores. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Leite derramado&nbsp;<br \/> A Fonterra, gigante neozelandesa de l\u00e1cteos, dever\u00e1 distribuir neste exerc\u00edcio (iniciado em 1\u00ba de junho) a acionistas e cooperados os menores dividendos e sobras (lucros) em dez anos, por conta da forte queda dos pre\u00e7os internacionais do leite em p\u00f3. Na temporada, os produtores ligados ao grupo dever\u00e3o receber US$ 2,53 por quilo de leite em p\u00f3, 26% menos que o previsto inicialmente. Segundo o presidente da Fonterra John Wilson, o cen\u00e1rio de demanda fraca e oferta ampla \"n\u00e3o tem prazo para acabar\". (Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 10 de agosto de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.081 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Delega\u00e7\u00e3o do Sindilat ter\u00e1 reuni\u00e3o com ministra K\u00e1tia Abreu na pr\u00f3xima semana Dados divulgados pela Secretaria <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/08\/10\/10-08-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/08\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-570","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/570","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=570"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/570\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=570"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=570"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=570"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}