{"id":5673,"date":"2020-10-09T19:06:49","date_gmt":"2020-10-09T19:06:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5673"},"modified":"2020-10-09T19:14:21","modified_gmt":"2020-10-09T19:14:21","slug":"09-10-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/10\/09\/09-10-2020\/","title":{"rendered":"09\/10\/2020"},"content":{"rendered":"<p><a class=\"imgGl\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"701\" height=\"125\"><\/a><\/p>\n<p>Porto Alegre, 09 de outubro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.323<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Momento para pecu\u00e1ria leiteira exige cautela do produtor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda sob reflexo da pandemia de coronav\u00edrus o ano de 2020 continua repleto de incertezas. No caso da pecu\u00e1ria de leite, as d\u00favidas no mercado no in\u00edcio da pandemia deixaram os produtores com grande receio sobre qual a dire\u00e7\u00e3o seguir, diminuir a produ\u00e7\u00e3o como alguns latic\u00ednios sugeriram, ainda no m\u00eas de maio desse ano, descartar animais de baixa produ\u00e7\u00e3o tendo em vista os bons pre\u00e7os pagos pela arroba bovina, ou estruturar seu neg\u00f3cio de forma a enxugar custos e seguir produzindo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os mais otimistas se propuseram a seguir em frente e agora colhem os frutos de um bom planejamento da atividade. O setor encontrou desafios, principalmente aqueles condicionados ao consumo de derivados l\u00e1cteos, em um primeiro momento afetado fortemente pelo isolamento social, mas que em seguida encontrou for\u00e7a com a incorpora\u00e7\u00e3o na renda das fam\u00edlias brasileiras do aux\u00edlio emergencial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse cen\u00e1rio se somou ao per\u00edodo de sazonalidade t\u00edpica da produ\u00e7\u00e3o de leite, resultando em consecutivos aumentos nos pre\u00e7os pagos ao produtor nos \u00faltimos meses. Em setembro, especificamente, a \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d l\u00edquida pesquisada pelo Cepea atingiu R$ 2,13\/litro, um recorde real da s\u00e9rie, analisando os valores mensais deflacionados pelo IPCA de agosto\/20. De janeiro a setembro deste ano, o aumento no pre\u00e7o do leite \u00e9 de expressivos 56,4%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a class=\"imgGl\" style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"color: #222222;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/y6YgcfABF0213\" alt=\"newshj1\" width=\"640\" height=\"347\"><\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, o movimento de alta tamb\u00e9m \u00e9 notado nos custos de produ\u00e7\u00e3o, dados do Projeto Campo Futuro (CNA\/SE-NAR), que conta com a parceria t\u00e9cnica do Cepea, indicam que o Custo Operacional Efetivo (COE), acumula alta de 8,1% de janeiro a agosto, tendo-se como base a \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), no mesmo per\u00edodo do ano passado, o aumento havia sido de 0,14%. Analisando os dados do referido m\u00eas em compara\u00e7\u00e3o a agosto de 2019 a alta chega a 12,0%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre os estados acompanhados pelo Projeto Campo Futuro, os que apresentaram as eleva\u00e7\u00f5es mais fortes nos custos foram Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. De janeiro a agosto, os desembolsos nestes estados aumentaram 11,53%, 9,35%, 7,71% respectivamente. Os custos foram impulsionados pela alta generalizada dos gr\u00e3os, em especial do milho e do farelo de soja, importantes componentes das ra\u00e7\u00f5es concentradas, insumo esse que, segundo os dados acompanhados, acumula alta de 13,4% no ano. Os custos com os concentrados chegam a comprometer at\u00e9 30% da receita anual de uma propriedade de bom desempenho produtivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tendo em vista que o ano de 2019 os dados do projeto apontam que o pre\u00e7o recebido pelos produtores avan\u00e7ou 13,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, e o custo operacional efetivo apresentou o incremento de 28,6% no mesmo per\u00edodo, o ano de 2020, at\u00e9 o momento, tem se mostrado um ano de recupera\u00e7\u00e3o de margens para o produtor de leite no pa\u00eds. Contudo a forte valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar tem elevado os pre\u00e7os de importantes insumos pecu\u00e1rios e esse contexto deve continuar se refletindo sobre o bolso do produtor nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro fator importante a se considerar \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o de troca, tendo como base o pre\u00e7o do leite na \u201cm\u00e9dia Brasil\u201d e a m\u00e9dia do pre\u00e7o de milho nas regi\u00f5es acompanhadas pelo Cepea, de janeiro a agosto. Sob essa \u00f3tica o poder de compra do produtor de leite caiu frente ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Entre janeiro e agosto de 2020, com a venda de um litro de leite, o produtor comprou, em m\u00e9dia, 1,97 quilo de milho, sendo que, no mesmo per\u00edodo do ano passado, era poss\u00edvel adquirir 2,53 quilos. Observando a mesma an\u00e1lise para o farelo de soja, a venda de um litro de leite possibilita atualmente a compra de 0,99 quilo do derivado, contra 1,22 quilo de janeiro a agosto de 2019. Isso evidencia que, apesar da recente alta na receita, o produtor perdeu o poder de compra frente a dois dos principais insumos utilizados pela atividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a class=\"imgGl\" style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"color: #222222;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"vertical-align: top;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/pkUM0aABF0258\" alt=\"newshj2\" width=\"686\" height=\"473\"><\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Olhando a frente, as refer\u00eancias do mercado futuro sinalizam que as expectativas dos agentes s\u00e3o de continuidade dos pre\u00e7os firmes para a soja e o milho, at\u00e9 o final de 2020 e in\u00edcio do ano que vem. Por outro lado, sazonalmente, os pre\u00e7os do leite tendem a recuar com a chegada das chuvas e a melhoria das condi\u00e7\u00f5es das pastagens no Sudeste e Centro-Oeste do pa\u00eds, regi\u00f5es respons\u00e1veis por 45,8% da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 pelo lado da demanda, a redu\u00e7\u00e3o dos valores pagos no aux\u00edlio emergencial pode retrair o consumo observado at\u00e9 setembro, alterando, assim, o apetite de compra e a competi\u00e7\u00e3o entre ind\u00fastrias pelo leite no campo. Diante disso, cabe ao produtor aten\u00e7\u00e3o e monitoramento constante dos n\u00fameros da sua propriedade ressaltando que apenas a eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os n\u00e3o resulta em melhoria das margens da atividade, o foco deve estar no aumento da efici\u00eancia produtiva, garantindo assim margens sustent\u00e1veis ao longo do tempo. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da CNA, dispon\u00edveis <a href=\"https:\/\/www.cnabrasil.org.br\/assets\/arquivos\/boletins\/ativos_Pecuaria_leite_campo_futuro_SETEMBRO_201008_141950.pdf\">AQUI<\/a>)<\/p>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EUA: exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos atingem recorde em agosto<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O volume das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA, com base nos s\u00f3lidos do leite, aumentou 17% em agosto em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior e 16% no acumulado do ano, relata o U.S. Dairy Export Council (USDEC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agosto tamb\u00e9m marcou um m\u00eas recorde para as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, com os EUA embarcando 190.435 toneladas de leite em p\u00f3, queijos, derivados do soro de leite, lactose e manteiga. Foi tamb\u00e9m o 12\u00ba m\u00eas consecutivo de aumentos ano a ano no volume agregado de exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos dos EUA, relata a USDEC. O valor dessas exporta\u00e7\u00f5es cresceu 11% em agosto e 14% no acumulado do ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNo acumulado do ano, estamos a caminho de alcan\u00e7ar US$ 6 bilh\u00f5es na exporta\u00e7\u00e3o de latic\u00ednios dos EUA este ano\u201d, acrescenta Michael Dykes, presidente e CEO da International Dairy Foods Association (IDFA). \u201cA volatilidade e a incerteza continuam sendo um fator no mercado e no com\u00e9rcio de latic\u00ednios, mas a IDFA continua otimista de que, com a cont\u00ednua demanda por l\u00e1cteos em todo o mundo, especialmente no Sudeste Asi\u00e1tico e na China, este ano terminar\u00e1 em alta.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em agosto, as exporta\u00e7\u00f5es totais de leite em p\u00f3 desnatado dos EUA subiram colossais 35%, impulsionadas principalmente pela duplica\u00e7\u00e3o dos embarques para o Sudeste Asi\u00e1tico. A China foi o grande comprador, passando de apenas 173 toneladas em agosto de 2019 para 5.343 toneladas em agosto. As vendas de leite em p\u00f3 desnatado para o M\u00e9xico, no entanto, ca\u00edram 15%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Surpreendentemente, as exporta\u00e7\u00f5es de queijos tamb\u00e9m cresceram, em 17%. \"Os pre\u00e7os de exporta\u00e7\u00e3o de queijo estavam bem abaixo dos pre\u00e7os dom\u00e9sticos de maio-junho, sugerindo que os exportadores dos EUA aceitaram margens mais baixas para manter as rela\u00e7\u00f5es internacionais\u201d, afirmam analistas comerciais do USDEC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As exporta\u00e7\u00f5es de soro de leite dos EUA aumentaram 29%, com a maior parte desse aumento devido \u00e0 compra chinesa e sua tentativa de reconstruir seu rebanho de su\u00ednos depois que granjas foram devastadas pela peste su\u00edna africana. Os embarques de soro de leite dos EUA para a China em agosto chegaram a 17.212 toneladas \u2013 alta de 318%. Este aumento nas exporta\u00e7\u00f5es de soro de leite mais do que compensou quedas acentuadas nos embarques para o resto do Sudeste Asi\u00e1tico (-14%) e M\u00e9xico (-60%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dykes observa que o volume geral de exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos dos EUA para a China, at\u00e9 agosto, j\u00e1 ultrapassou os embarques feitos l\u00e1 em todo o ano de 2019. Ele espera que os valores de exporta\u00e7\u00e3o ultrapassem os n\u00edveis de 2019 em breve. Ele credita o acordo comercial de Fase Um dos EUA\/China por esses aumentos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Farm Journal &amp; MILK Magazine, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Canad\u00e1 lan\u00e7a programa para rastreabilidade de gado leiteiro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lactanet Canada anunciou o lan\u00e7amento do DairyTrace, o programa nacional de rastreabilidade de gado leiteiro para produtores de leite no Canad\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Projetado e constru\u00eddo para ser um sistema centralizado nacional para gerenciamento de todos os dados de rastreabilidade do gado leiteiro, o DairyTrace tem como objetivo fornecer prote\u00e7\u00e3o, prosperidade e tranquilidade \u00e0 ind\u00fastria de latic\u00ednios canadense no caso de uma emerg\u00eancia de sa\u00fade animal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juntamente com o m\u00f3dulo de rastreabilidade, o DairyTrace permitir\u00e1 a subsist\u00eancia econ\u00f4mica dos produtores de leite, bem como trar\u00e1 tranquilidade aos consumidores em caso de uma emerg\u00eancia. Conforme os produtores de leite adotam o sistema e depositam seus, ser\u00e1 poss\u00edvel o rastreamento em casos de emerg\u00eancia ou crise de sa\u00fade animal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O DairyTrace inclui duas ferramentas de rastreabilidade: um aplicativo e um portal de banco de dados online, que agilizar\u00e1 e simplificar\u00e1 o registro e a comunica\u00e7\u00e3o e movimenta\u00e7\u00e3o de animais. O programa tamb\u00e9m inclui suporte de atendimento ao cliente, identifica\u00e7\u00f5es dos animais aprimoradas e materiais de instru\u00e7\u00e3o impressos, online e via v\u00eddeo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com os regulamentos federais e\/ou requisitos de prote\u00e7\u00e3o, todos os que possuem ou trabalham com gado leiteiro devem se registrar e relatar movimenta\u00e7\u00e3o, localiza\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00f5es de cust\u00f3dia do animal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"O DairyTrace foi desenvolvido para fornecer aos produtores de leite ferramentas simples de usar para gerenciar suas obriga\u00e7\u00f5es de rastreabilidade\", disse Gert Schrijver, produtor de latic\u00ednios e presidente do comit\u00ea consultivo DairyTrace da Lactanet.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"Todos os produtores de leite tamb\u00e9m ter\u00e3o acesso a um balc\u00e3o \u00fanico para solicitar suas etiquetas e receber suporte total do servi\u00e7o de atendimento ao cliente do DairyTrace e do programa National Livestock Identification for Dairy (NLID) oferecido pela Holstein Canad\u00e1 ou pela Agri-Tra\u00e7abilit\u00e9 Qu\u00e9bec (ATQ) na prov\u00edncia de Qu\u00e9bec, onde os produtores praticaram com sucesso este modelo de rastreabilidade por muitos anos usando o sistema SimpliTRACE.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rastreabilidade afeta mais de 1,4 milh\u00e3o de animais leiteiros em mais de 10.000 fazendas. A Lactanet e a DFC t\u00eam trabalhado em colabora\u00e7\u00e3o desde 2016 com a vis\u00e3o comum de um programa nacional de rastreabilidade de gado leiteiro. Ao harmonizar os dados em uma estrutura nacional comum, o DairyTrace tamb\u00e9m promover\u00e1 o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es e potencialmente agregar\u00e1 valor \u00e0s iniciativas de pesquisa e gen\u00e9tica, ao mesmo tempo que se alinha com o m\u00f3dulo de rastreabilidade. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Jogo R\u00e1pido<\/strong><br \/>\n<strong><em>Sem aumento do piso regional<\/em><\/strong><br \/>\n<em>Uma reuni\u00e3o virtual entre deputados que integram a base aliada do governo Leite na Assembleia cimentou o acordo para que o sal\u00e1rio m\u00ednimo regional n\u00e3o tenha reajuste em 2020. O projeto de lei que prev\u00ea a reposi\u00e7\u00e3o de 4,5%, \u00edndice referente \u00e0 infla\u00e7\u00e3o do ano anterior, tramita desde fevereiro na Casa e deve ser votado at\u00e9 o final deste m\u00eas. Pelo acordo, os integrantes da base devem apresentar uma emenda ao texto original, suprimindo o percentual de reajuste proposto pelo governo do Estado. O argumento central \u00e9 de que a pandemia agravou a crise econ\u00f4mica e que muitos empres\u00e1rios teriam de demitir trabalhadores caso fossem obrigados a reajustar os sal\u00e1rios. O texto tamb\u00e9m previa que a corre\u00e7\u00e3o fosse aplicada retroativamente, a partir de 1\u00ba de fevereiro. O m\u00ednimo regional incide sobre o sal\u00e1rio de categorias que n\u00e3o t\u00eam conven\u00e7\u00f5es ou acordos coletivos e sobre a remunera\u00e7\u00e3o de trabalhadores informais. (Rosane de Oliveira\/Zero Hora)<\/em><\/p>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de outubro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.323 Momento para pecu\u00e1ria leiteira exige cautela do produtor Ainda sob reflexo da pandemia de coronav\u00edrus o ano <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/10\/09\/09-10-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/10\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5673","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5673"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5678,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5673\/revisions\/5678"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}