{"id":5464,"date":"2020-08-28T20:03:46","date_gmt":"2020-08-28T20:03:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5464"},"modified":"2020-08-28T20:03:46","modified_gmt":"2020-08-28T20:03:46","slug":"28-08-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/28\/28-08-2020\/","title":{"rendered":"28\/08\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 28 de agosto de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.295<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Consumo de alimentos ganha f\u00f4lego com aux\u00edlio&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><em>Benef\u00edcio de R$ 600 e limita\u00e7\u00e3o de oferta elevam pre\u00e7os dos produtos<\/em><\/p>\n<p>A quarentena mudou a rotina de muitos brasileiros. Em casa, as fam\u00edlias tiveram de cozinhar mais, o que afetou a din\u00e2mica de pre\u00e7os dos alimentos e estimulou a venda de produtos como margarina e lingui\u00e7a. Mas, ainda que seja tentador atribuir aos novos h\u00e1bitos o movimento nas g\u00f4ndolas e a disparada de b\u00e1sicos como arroz e leite, \u00e9 a limita\u00e7\u00e3o da oferta no campo e a sustenta\u00e7\u00e3o proporcionada pelo aux\u00edlio emergencial que d\u00e3o as cartas.<\/p>\n<p>O Valor entrevistou executivos da ind\u00fastria de alimentos, analistas e produtores rurais para compreender as raz\u00f5es das oscila\u00e7\u00f5es expressivas nos pre\u00e7os de alimentos. Ao consumidor, leite longa vida e arroz subiram mais de 15% ao longo do ano, um reflexo da situa\u00e7\u00e3o no campo - n\u00e3o \u00e0 toa, as cota\u00e7\u00f5es aos orizicultores ga\u00fachos seguem no maior n\u00edvel da hist\u00f3ria, e pr\u00f3ximas disso aos pecuaristas.<\/p>\n<p>Outros produtos agropecu\u00e1rios, como feij\u00e3o, trigo e carne de porco, tamb\u00e9m enfrentam um cen\u00e1rio de limita\u00e7\u00e3o de oferta. O ritmo aquecido da exporta\u00e7\u00f5es, particularmente de carne su\u00edna e bovina, e o encarecimento da importa\u00e7\u00e3o por causa da aprecia\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, o que afeta leite em p\u00f3 e trigo, tamb\u00e9m ajudam a explicar o movimento dos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 o aux\u00edlio emergencial que est\u00e1 mantendo o consumo. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida. Mesmo com o aumento de pre\u00e7o, o consumo est\u00e1 acontecendo\u201d, ressaltou o diretor de uma das maiores ind\u00fastrias de carnes do pa\u00eds, que pediu anonimato. No segundo trimestre, Seara e BRF aumentaram em mais de 10% as vendas de alimentos processados. Na compara\u00e7\u00e3o com o per\u00edodo pr\u00e9-pandemia, o volume vendido de itens como kibe que alm\u00f4ndegas cresceu 17%. No caso de hamb\u00farguer, o alta bateu 10%.<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es Norte e Nordeste, a venda de produtos c\u00e1rneos surpreendeu positivamente, acrescentou um executivo da ind\u00fastria frigor\u00edfica. Citando dados da consultoria Nielsen, ele disse que, de maio a junho, as vendas de alimentos industrializados \u00e0 base de carnes aumentaram mais de 5%.<\/p>\n<p>Entre os produtos c\u00e1rneos, avaliou a fonte, a demanda est\u00e1 mais aquecida por produtos de \u201cbaixo valor agregado\u201d, como salsicha e lingui\u00e7a. Nesse sentido, \u00e9 percept\u00edvel diferen\u00e7a de oscila\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os entre tipos de carne. Conforme o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), o pre\u00e7o da lingui\u00e7a subiu 6,4% no ano, ao passo que o fil\u00e9 mignon consumido nos domic\u00edlios registrou queda de 19,3% - nesse caso, o fechamento de restaurantes e churrascarias tamb\u00e9m pesou.<\/p>\n<p>Quando se considera commodities como arroz, feij\u00e3o e trigo - al\u00e9m de derivados -, a demanda tamb\u00e9m aumentou, mas a persistente valoriza\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os reflete, sobretudo, a menor oferta dispon\u00edvel. \u201cNo primeiro semestre, vendemos 10% mais arroz. Mas desde junho os pedidos v\u00eam voltando aos patamares normais\u201d, contou Renato Franzner, diretor de vendas da Urbano Alimentos.<\/p>\n<p>No caso do arroz, os estoques estavam baixos, ap\u00f3s a quebra da safra ga\u00facha da temporada passada. Somado \u00e0 maior demanda internacional, que fez o Brasil elevar as exporta\u00e7\u00f5es de arroz em casca, e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da procura nacional, os pre\u00e7os seguiram elevados.<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o semelhante ocorre com o feij\u00e3o. Com o estoques apertados ap\u00f3s a quebra da primeira safra no in\u00edcio do ano, os pre\u00e7os n\u00e3o arrefeceram. \u201cPassaremos um per\u00edodo de escassez\u201d, disse o diretor de pol\u00edtica agr\u00edcola e informa\u00e7\u00f5es da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), S\u00e9rgio De Zen. Ao consumidores, o pre\u00e7o do feij\u00e3o aumentou entre 19% e 34% no ano, a depender da variedade, conforme o IPCA.<\/p>\n<p>A Conab prev\u00ea que a terceira safra da leguminosa, ainda sendo colhida, crescer\u00e1 13,4%. Mas mesmo se confirmadas as previs\u00f5es, ainda faltar\u00e1 feij\u00e3o porque a terceira safra representa 23% do total produzido no pa\u00eds, e a pr\u00f3xima colheita ser\u00e1 s\u00f3 no come\u00e7o do ano que vem. \u201cAinda tem pouco produto dispon\u00edvel para comprar\u201d, disse Franzner, da Urbano.<\/p>\n<p>No mercado de trigo e derivados, a demanda tamb\u00e9m est\u00e1 aquecida. \u201dS\u00f3 n\u00e3o se vende mais porque nossas capacidades produtivas est\u00e3o limitadas. H\u00e1 muita demanda para massas secas e massas frescas\u201d, disse o representante da cooperativa ga\u00facha Cotriel, Cesar Pierezan.<\/p>\n<p>Como no caso das outras commodities, a forte demanda e a menor oferta de trigo nos \u00faltimos meses fizeram os pre\u00e7os aos agricultores baterem recorde no Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul. Ao consumidor, os pre\u00e7os da farinha de trigo subiram quase 12% no ano, e o macarr\u00e3o, 3%, acima do \u00edndice geral da infla\u00e7\u00e3o, que acumulou alta de s\u00f3 0,46% no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Entre os latic\u00ednios, foi a combina\u00e7\u00e3o de menor oferta, fruto do atraso da safra no Sul, cautela dos produtores e aumento das vendas que fez os pre\u00e7os dispararem. Em meio \u00e0s incertezas provocadas pela pandemia, muitos latic\u00ednios haviam indicado, ainda em abril, que a demanda seria menor e que os pecuaristas deveriam reduzir a produ\u00e7\u00e3o. No entanto, o aux\u00edlio emergencial ampliou a demanda, disse o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Leite Longa Vida (ABLV) e s\u00f3cio do Latic\u00ednios Jussara, La\u00e9rcio Barbosa.<\/p>\n<p>Cientes do papel do aux\u00edlio para amparar as vendas, os empres\u00e1rios j\u00e1 se preparam um cen\u00e1rio negativo com o fim ou redu\u00e7\u00e3o do benef\u00edcio. \u201cVamos passar este ano tranquilos. Mas em 2021 vamos pagar a conta\u201d, reconheceu um executivo. (Valor Economico)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Leite\/Europa<\/strong><br \/>\nO calor extremo no meado de agosto na Alemanha e Fran\u00e7a resultaram em menor produ\u00e7\u00e3o de leite. Observa\u00e7\u00f5es preliminares conclu\u00edram que a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas foi menor do que na semana anterior, mas, tamb\u00e9m ficou abaixo de um ano atr\u00e1s.<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de leite em junho de 2020 foi 1,5% acima em rela\u00e7\u00e3o a junho de 2019, de acordo com a Eurostat. De janeiro a junho de 2020 a produ\u00e7\u00e3o de leite ficou 1,4% acima da verificada entre janeiro e junho de 2019.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4180\" border=\"0\"><br \/>\nA varia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite, em alguns pa\u00edses, no primeiro semestre deste ano, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2019 foram: Alemanha (+1%); Fran\u00e7a (+0,7%); Irlanda (+3,5%); Holanda (+2,4%); e It\u00e1lia (+3%), segundo o site CLAL.&nbsp; &nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de queijo no m\u00eas de junho de 2020 foi 4,3% maior do que a registrada em junho de 2019, de acordo com a Eurostat. No acumulado do ano at\u00e9 junho, subiu 2%.<\/p>\n<p>As varia\u00e7\u00f5es por pa\u00edses produtores, no primeiro semestre de 2020 e os seis primeiros meses de 2019 foram: Alemanha (=3,4%); Fran\u00e7a (-0,5%); Holanda (+2%); It\u00e1lia (-0,3%). E Irlanda (+7,1%).<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es de queijo pela Uni\u00e3o Europeia (UE) de janeiro a junho atingiram 650.738 toneladas, volume igual ao registrado no mesmo per\u00edodo de 2019, de acordo com a Eurostat. Os maiores importadores em quantidades e varia\u00e7\u00e3o percentual em rela\u00e7\u00e3o a 2019 s\u00e3o: Reino Unido, 203.776 toneladas (-21%); Jap\u00e3o, 63.812 toneladas (+12%); e Estados Unidos, 52.344 toneladas (-12%).<\/p>\n<p>No Leste europeu a produ\u00e7\u00e3o de leite na Pol\u00f4nia em junho foi 4,6% superior \u00e0 verificada em junho de 2019. No primeiro semestre a produ\u00e7\u00e3o foi 2,8% superior ao volume de janeiro a junho de 2019. A varia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de algumas commodities l\u00e1cteas na Pol\u00f4nia no primeiro semestre em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2019 foram: queijo (+4,7%); manteiga (+10,7%); leite em p\u00f3 desnatado (+3,6%) e leite em p\u00f3 integral (-4,2%). (Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 313px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4181\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Qualidade\/Chile<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">O aumento na concentra\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria gorda e prote\u00edna \u00e9 um dos aspectos de destaque do Boletim do Cons\u00f3rcio Lechero, revelando os avan\u00e7os conseguidos pelo setor. O documento \u201cSetor L\u00e1cteo: Produ\u00e7\u00e3o e qualidade do leite processado no Chile\u201d faz parte dos Indicadores Setoriais 2019, publica\u00e7\u00e3o do Consorcio Lehcero que desde 2014 analisa a informa\u00e7\u00e3o sobre a produ\u00e7\u00e3o nacional, sob a coordena\u00e7\u00e3o de Ren\u00e9 Anrique.&nbsp;<\/p>\n<p>Estes indicadores setoriais analisam os dados da produ\u00e7\u00e3o por regi\u00e3o e comunidade, n\u00famero de fornecedores das ind\u00fastrias, indicadores de qualidade como s\u00f3lidos (mat\u00e9ria gorda e prote\u00edna). Contagem de C\u00e9lulas Som\u00e1ticas (CCS), e Unidades Formadoras de Col\u00f4nias (CBT, sigla em portugu\u00eas) e o avan\u00e7o nos programas de erradica\u00e7\u00e3o de brucelose, tuberculose, leucose e PABCO, de forma a avan\u00e7ar nas metas propostas pelo setor, atrav\u00e9s do monitoramento da informa\u00e7\u00e3o de 14 empresas processadores de l\u00e1cteos, que representam quase 95% da capta\u00e7\u00e3o nacional de leite, segundo o cadastro relatado pelo Departamento de Estat\u00edsticas (ODEPA).&nbsp;<\/p>\n<p>Um dos dados mais reveladores deste monitoramento \u00e9 o n\u00edvel dos componentes dos s\u00f3lidos do leite, a parte comercial mais valorizada pela ind\u00fastria de latic\u00ednios, um indicador que mostra o teor de mat\u00e9ria gorda e prote\u00edna, e que vem registrando aumento sustentado na produ\u00e7\u00e3o nacional. A meta proposta pelo Consorcio Lechero era conseguir 7,6% de s\u00f3lidos em 2019, e de acordo com o boletim, o percentual foi de 7,66% a n\u00edvel de pa\u00eds, o que significa um not\u00e1vel aumento. Em 2012 o percentual era de 7,36%. Na regi\u00e3o sul (La Araucan\u00eda a Los Lagos) este percentual foi de 7,7% em 2019, enquanto que na zona central (B\u00edo B\u00edo) foi de 7,2%. Este \u00e9 um indicador din\u00e2mico, que continuar\u00e1 adequando-se no futuro, \u00e0 medida que as ind\u00fastrias valorizam cada vez mais os s\u00f3lidos. O consumidor est\u00e1 atento \u00e0 prote\u00edna l\u00e1ctea como nutriente e a mat\u00e9ria gorda vem sendo reconhecida pela sua import\u00e2ncia do ponto de vista da sa\u00fade e da nutri\u00e7\u00e3o. \u201cAmbos componentes s\u00e3o reconhecidos economicamente, e impacto no pre\u00e7o pago ao produtor\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto as ind\u00fastrias concentram-se nos s\u00f3lidos para agregar maior valor aos produtos l\u00e1cteos e ao leite que \u00e9 distribu\u00eddo ao consumidor. Para Octavio Oltra, o melhoramento nos par\u00e2metros \u00e9 resultado do esfor\u00e7o dos produtores e do apoio tecnol\u00f3gico que recebem tanto em gen\u00e9tica como em alimenta\u00e7\u00e3o, e que agora come\u00e7am dar frutos.&nbsp; &nbsp;O documento tamb\u00e9m apresenta indicadores nacionais sobre o avan\u00e7o na qualidade higi\u00eanica do leite. O manejo sanit\u00e1rio, fruto do trabalho conjunto entre ind\u00fastria e produtores, apresentando melhoramento nos indicadores CCS e CBT de forma consistente melhorando 20% e 28%, respectivamente de 2014 a 2019. Tamb\u00e9m h\u00e1 o avan\u00e7o com o aumento da quantidade de leite procedente de fazendas oficialmente livres de brucelose (quase 97%) e tuberculose (90%). Por outro lado, hoje 83% do leite do Chile \u00e9 procedente de propriedades que est\u00e3o no programa PABCO o que implica em aumento de 38% em rela\u00e7\u00e3o a 2014. (Diario Lechero - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<br \/>\n<b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Incertezas sobre tend\u00eancia para os pr\u00f3ximos meses<\/strong><br \/>\nL\u00edderes de entidades do setor de latic\u00ednios avaliam que n\u00e3o h\u00e1 clareza sobre o comportamento dos pre\u00e7os nos pr\u00f3ximos meses. O cen\u00e1rio depender\u00e1 dos desdobramentos da pandemia de coronav\u00edrus e de seus impactos no consumo. Al\u00e9m disso, empres\u00e1rios e produtores seguem de olho na varia\u00e7\u00e3o cambial, j\u00e1 que o d\u00f3lar mais alto tende a dificultar importa\u00e7\u00f5es. - H\u00e1 uma sinaliza\u00e7\u00e3o de que os pre\u00e7os podem permanecer em patamar de recupera\u00e7\u00e3o. Mas existem muitas incertezas em raz\u00e3o da pandemia. Enquanto n\u00e3o houver vacina contra o v\u00edrus, vai ser dif\u00edcil fazer qualquer tipo de previs\u00e3o - pondera o presidente do Conseleite-RS, Rodrigo Rizzo. Apesar da eleva\u00e7\u00e3o recente, a tend\u00eancia de pre\u00e7os pode mudar rapidamente, porque o setor \u00e9 influenciado por fatores diversos, refor\u00e7a o presidente do Sindilat- RS, Alexandre Guerra: - A necessidade de produtores e ind\u00fastria \u00e9 de que os valores se mantenham no patamar atual. Os custos subiram muito. Nos \u00faltimos anos, o aumento de despesas e a redu\u00e7\u00e3o nos ganhos foram motivos apontados para o encolhimento do setor no Rio Grande do Sul. Balan\u00e7o da Emater-RS, de dezembro passado, d\u00e1 dimens\u00e3o desse movimento. De 2015 para 2019, o n\u00famero de produtores ga\u00fachos caiu cerca de 40%. Passou de 84,2 mil para 50,7 mil. Ou seja, 33,5 mil deixaram a atividade no Estado. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 28 de agosto de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.295 Consumo de alimentos ganha f\u00f4lego com aux\u00edlio&nbsp; Benef\u00edcio de R$ 600 e limita\u00e7\u00e3o de oferta elevam pre\u00e7os dos produtos A <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/28\/28-08-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/08\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5464","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5464"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5464\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5465,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5464\/revisions\/5465"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}