{"id":5442,"date":"2020-08-21T20:08:37","date_gmt":"2020-08-21T20:08:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5442"},"modified":"2020-08-21T20:08:37","modified_gmt":"2020-08-21T20:08:37","slug":"21-08-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/21\/21-08-2020\/","title":{"rendered":"21\/08\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 21 de agosto de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.290<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Arrecada\u00e7\u00e3o federal cai 17,7%, mas ritmo de perda desacelera&nbsp;<\/strong><br \/>\n<em>Resultado \u00e9 o pior para julho em 11 anos, segundo a Receita<\/em><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 290px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4173\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 226px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4174\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\nA arrecada\u00e7\u00e3o federal atingiu R$ 115,99 bilh\u00f5es em julho, valor 17,7% abaixo, em termos reais, do obtido no mesmo m\u00eas do ano passado. Foi o pior resultado para o m\u00eas em 11 anos, mas ainda assim a queda veio em menor magnitude do que as registradas em abril, maio e junho, quando os resultados ficaram perto de 30% abaixo dos verificados em iguais per\u00edodos de 2019.<\/p>\n<p>Essa aparente rea\u00e7\u00e3o poderia ter sido um pouco maior, se n\u00e3o fosse o volume recorde de compensa\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias realizadas em julho: R$ 18,70 bilh\u00f5es, 95,83% a mais que no mesmo m\u00eas do ano passado. O crescimento nessas opera\u00e7\u00f5es explica em parte o desempenho das receitas federais no m\u00eas.<\/p>\n<p>O chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, afirmou que indicadores como a emiss\u00e3o de notas fiscais eletr\u00f4nicas apontam para a recupera\u00e7\u00e3o da atividade. Mas parte das vendas pode n\u00e3o se refletir em resultado de caixa, por ser parcelada, por exemplo. O importante, acrescentou, \u00e9 que \u201cse houve compensa\u00e7\u00e3o \u00e9 porque houve d\u00e9bito\u201d.<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 existe compensa\u00e7\u00e3o porque tem tributo a pagar. Isso porque a atividade realmente est\u00e1 sendo retomada\u201d, afirmou, frisando que a \u201cperspectiva \u00e9 positiva\u201d e que a equipe n\u00e3o v\u00ea \u201cnenhum sinal contr\u00e1rio a isso\u201d.<\/p>\n<p>A pandemia e as medidas adotadas pelo governo para combater seus efeitos seguiram determinantes para o resultado da arrecada\u00e7\u00e3o em julho. A redu\u00e7\u00e3o a zero do Imposto Sobre Opera\u00e7\u00f5es Financeiras (IOF) sobre opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito diminui as receitas em R$ 2,35 bilh\u00f5es. J\u00e1 os diferimentos de impostos tiveram impacto de R$ 516 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Desconsiderando esses fatores, classificados como n\u00e3o recorrentes pelo fisco, a queda das receitas administradas, que foi de 15,35% em julho, teria sido menor, de 5,72%, destacou Malaquias. No m\u00eas passado, as receitas pr\u00f3prias de outros \u00f3rg\u00e3os royalties de petr\u00f3leo, por exemplo - somaram R$ 5,45 bilh\u00f5es, queda real de 47,24% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2019.<\/p>\n<p>O comportamento das principais vari\u00e1veis macroecon\u00f4micas tamb\u00e9m influenciou a arrecada\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o a julho de 2019, a produ\u00e7\u00e3o industrial caiu 10,05% no m\u00eas passado, as vendas de bens, 0,9%, e as vendas de servi\u00e7os, 12,1%. A massa salarial nominal caiu 9,98%, e o valor em d\u00f3lar das importa\u00e7\u00f5es, 28,55%.<\/p>\n<p>Na mesma divulga\u00e7\u00e3o, o coordenador-geral de Modelos e Proje\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micoFiscais da SPE, Sergio Gadelha, refor\u00e7ou que, apesar de ainda haver \u201cmuitas incertezas\u201d, a economia est\u00e1 em processo de recupera\u00e7\u00e3o desde o fim de maio. Ele exibiu diversos indicadores de confian\u00e7a dos empres\u00e1rios, apontando para uma trajet\u00f3ria positiva.<\/p>\n<p>No ano, o recolhimento atingiu R$ 781,95 bilh\u00f5es, baixa real de 15,16% ante o mesmo per\u00edodo de 2019. Tamb\u00e9m foi o pior resultado para o per\u00edodo de 2009.<\/p>\n<p>No corte por setores da economia, os dados mostram que a retra\u00e7\u00e3o foi menor no atacadista, em que a queda real nos recolhimentos - exceto Previd\u00eancia - foi de 2,93% de janeiro a julho comparado com igual per\u00edodo em 2019. No outro extremo, os recolhimentos no setor de combust\u00edveis recuaram 58,45%.<\/p>\n<p>O setor de alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 outro que apresenta recuo bem acima da m\u00e9dia: 40,72%. O recolhimento de impostos e contribui\u00e7\u00f5es federais administrados pela Receita na fabrica\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores recuou 33,67%. No setor de eletricidade, a queda foi de 30,13%, e, nas entidades financeiras, de 20,45%. No ano, o governo deixou ainda de arrecadar R$ 64,142 bilh\u00f5es devido a desonera\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias, como o Simples Nacional e cesta b\u00e1sica. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Pi\u00e1 firma parceria com Banrisul&nbsp;<\/strong><br \/>\nA Pi\u00e1 firmou uma importante parceria com o Banrisul. Atrav\u00e9s do programa Banriagro Custeio, os associados da cooperativa ter\u00e3o acesso a recursos disponibilizados pela institui\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria para custeio agr\u00edcola e pecu\u00e1rio.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da Pi\u00e1, Jeferson Smaniotto, a empresa vem trabalhando junto a parceiros e agentes financeiros para facilitar o acesso do produtor rural a linhas de cr\u00e9dito. \u201cNesse momento de pandemia, a\u00e7\u00f5es como essa que colocam recursos diretamente nas m\u00e3os do produtor s\u00e3o essenciais, pois amenizam os impactos da Covid-19 na economia e na vida do associado, que precisa se manter competitivo e continuar na atividade produtiva de maneira sustent\u00e1vel\u201d, explica.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O executivo destaca que, com o programa, o agricultor ter\u00e1 a garantia de recursos para pequenos investimentos, como a melhoria da propriedade, a forma\u00e7\u00e3o de lavouras para a silagem e a amplia\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o do rebanho leiteiro, com a aquisi\u00e7\u00e3o de vacas com taxas de juros moderados e um prazo de at\u00e9 36 meses para pagar.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>A Pi\u00e1 vai disponibilizar, ainda, o programa \u201cAquisi\u00e7\u00e3o de Ra\u00e7\u00f5es Bonificadas\u201d, que poder\u00e1 ser adquirido quando o associado contratar ra\u00e7\u00f5es por um tempo espec\u00edfico. \u201cNo final do per\u00edodo contratado, se o produtor cumprir todas as etapas do processo e as regras estabelecidas, n\u00f3s o remuneramos com R$ 0,02 por cada litro de leite entregue no per\u00edodo de vig\u00eancia do programa. Isso \u00e9 uma das vantagens que oferecemos ao agricultor\u201d, informa Smaniotto.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas linhas, tamb\u00e9m ser\u00e3o disponibilizados cr\u00e9ditos para aquisi\u00e7\u00e3o de sementes de milho, sementes de pastagem, sementes forrageiras, entre outros insumos necess\u00e1rios para a produ\u00e7\u00e3o de leite. \u201cExistem linhas de cr\u00e9dito especiais que podem ser trabalhadas de forma compartilhada ou por parcerias constru\u00eddas com a Cooperativa, o produtor e agentes financeiros\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Para acessar as linhas de cr\u00e9dito, a Pi\u00e1 coloca \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do produtor rural associado t\u00e9cnicos que far\u00e3o a elabora\u00e7\u00e3o dos projetos sem nenhum custo. Os profissionais orientam e calculam a necessidade dos investimentos, de acordo com o tamanho da propriedade e o n\u00famero de animais existentes. \u201cO cooperativado que tiver interesse deve contatar os t\u00e9cnicos em uma das nossas unidades. Todos est\u00e3o plenamente habilitados e s\u00e3o conhecedores do Banriagro Custeio para indicar o que \u00e9 melhor para o associado. Essa tamb\u00e9m \u00e9 mais uma das facilidades que a Cooperativa oferece\u201d, finaliza.&nbsp; (Cooperativa Pi\u00e1)<\/p>\n<p><strong>Como aumentar o consumo de leite entre as crian\u00e7as?<\/strong><br \/>\nO consumo de leite entre as crian\u00e7as vem diminuindo h\u00e1 d\u00e9cadas, portanto, compreender e atender \u00e0s necessidades delas \u00e9 crucial para reverter o decl\u00ednio. Em um artigo publicado no Journal of Dairy Science, cientistas da North Carolina State University e da Cornell University estudaram os principais contribuintes para aumentar o consumo de leite entre as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Os fatores avaliados no estudo inclu\u00edram tend\u00eancias alimentares, requisitos nutricionais e de programas de alimenta\u00e7\u00e3o escolar, percep\u00e7\u00f5es e prefer\u00eancias das crian\u00e7as e influ\u00eancias ambientais. Entre essas influ\u00eancias, o sabor e o h\u00e1bito foram os principais impulsionadores do consumo de leite a longo prazo. Fatores intr\u00ednsecos variaram em influ\u00eancia sobre a prefer\u00eancia por leite, mostrando que aromatizantes, tratamento t\u00e9rmico e ado\u00e7antes se correlacionaram positivamente com maior consumo. Fatores extr\u00ednsecos, como influ\u00eancia social (ou seja, colegas, pais ou respons\u00e1veis e funcion\u00e1rios da escola), embalagem e benef\u00edcios para a sa\u00fade, afetaram as atitudes das crian\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o ao leite tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>\u201cTornar o leite mais atraente para as crian\u00e7as, fazer com que as escolas incluam leite em seus planos de alimenta\u00e7\u00e3o e aumentar os tipos de leite dispon\u00edveis nas escolas s\u00e3o op\u00e7\u00f5es positivas para incentiv\u00e1-las a consumir leite fluido e receber esses benef\u00edcios de sa\u00fade\u201d, disse a autora s\u00eanior, Dra. MaryAnne Drake Departamento de Alimentos, Bioprocessamento e Ci\u00eancias da Nutri\u00e7\u00e3o, Universidade Estadual da Carolina do Norte, Raleigh, NC, EUA. \u201cAs descobertas neste estudo revelam percep\u00e7\u00f5es cr\u00edticas que ajudar\u00e3o nos esfor\u00e7os para aumentar o consumo de leite entre as crian\u00e7as.\u201d<\/p>\n<p>Entender como criar produtos l\u00e1cteos que sejam atraentes para as crian\u00e7as sem comprometer os benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade e tomar nota dos v\u00e1rios fatores que influenciam a escolha s\u00e3o necess\u00e1rios para incentivar e aumentar o consumo de leite por toda a vida. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Industries International, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<br \/>\n<b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>\u2018Brasil ser\u00e1 o maior produtor de alimentos do mundo at\u00e9 2025\u2019<\/strong><br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o de alimentos - Brasil voltou a ser o maior fornecedor de a\u00e7\u00facar para o mercado chin\u00eas, respondendo por 60% das importa\u00e7\u00f5es do pa\u00eds asi\u00e1tico em junho, de acordo com a Administra\u00e7\u00e3o Geral da Aduanas da China. As importa\u00e7\u00f5es chinesas de a\u00e7\u00facar brasileiro, que tinham somado apenas 145,3 mil toneladas entre janeiro e maio, deram um pulo em junho: o volume exportado no m\u00eas foi de 239,4 mil toneladas, crescimento de 477% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas passado. Em 2017, Pequim submeteu o a\u00e7\u00facar brasileiro \u00e0s taxas para proteger a produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica. Este ano, o Brasil abandonou uma den\u00fancia na Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC) e evitou a abertura de um comit\u00ea de investiga\u00e7\u00e3o contra a China por causa da sobretaxa, depois que Pequim se comprometeu a n\u00e3o estender para al\u00e9m de maio de 2020. Assim, a tarifa fora de cota, que era 85%, voltou a ser de 50%. O comentarista do Canal Rural Miguel Daoud afirma que not\u00edcia \u00e9 excelente e que o Brasil tem as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para atender essa demanda. \u201cV\u00e1rios pa\u00edses, principalmente a China, que mais demanda produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, est\u00e1 enfrentando problemas de seca e enchentes. O mundo est\u00e1 vivendo um momento com temperaturas extremas, o que acaba levando a um aumento de demanda grupal\u201d, diz. Daoud acredita que, dentro de cinco anos, o Brasil ser\u00e1 o maior produtor de alimentos do mundo, mas para que isso se converta em renda para o produtor ser\u00e3o necess\u00e1rios ajustes. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China, o comentarista acredita que precisamos manter uma boa rela\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica com o pa\u00eds asi\u00e1tico. \u201cTemos que ter bom relacionamento para a China trazer recursos e trazer desenvolvimento\u201d, finaliza.&nbsp; <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/programas\/informacao\/rural-noticias\/brasil-sera-o-maior-produtor-de-alimentos-do-mundo-ate-2025\/\">Acesse ao v\u00eddeo.<\/a> (Canal Rural)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 21 de agosto de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.290 Arrecada\u00e7\u00e3o federal cai 17,7%, mas ritmo de perda desacelera&nbsp; Resultado \u00e9 o pior para julho em 11 anos, segundo a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/21\/21-08-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/08\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5442","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5442","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5442"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5442\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5444,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5442\/revisions\/5444"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5442"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5442"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5442"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}