{"id":5402,"date":"2020-08-12T20:13:14","date_gmt":"2020-08-12T20:13:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5402"},"modified":"2020-08-12T20:14:40","modified_gmt":"2020-08-12T20:14:40","slug":"12-08-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/12\/12-08-2020\/","title":{"rendered":"12\/08\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 12 de agosto de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.283<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>RS obt\u00e9m reconhecimento como zona livre sem vacina\u00e7\u00e3o para aftosa<\/strong><\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul obteve uma conquista hist\u00f3rica para o setor da pecu\u00e1ria. A Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) 52, assinada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, esta ter\u00e7a-feira (11), reconhece o Estado como zona livre de vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa. A mudan\u00e7a passa a vigorar em 1\u00ba de setembro, e a IN deve ser publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o desta quarta-feira (12). Na semana passada, auditores do Minist\u00e9rio estiveram na Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural para avaliar o cumprimento das exig\u00eancias feitas para a obten\u00e7\u00e3o do novo status sanit\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cTrata-se de uma mudan\u00e7a que vem sendo gestada e planejada h\u00e1 um bom tempo pela Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural. Vai gerar imenso impacto na economia ga\u00facha. Com a retirada da vacina, o Estado poder\u00e1 alcan\u00e7ar 70% dos mercados mundiais dispon\u00edveis\u201d, afirma o secret\u00e1rio da Agricultura, Covatti Filho. Ele observa que 2020 ser\u00e1 o \u00faltimo ano com vacina\u00e7\u00e3o no Estado.<\/p>\n<p>A partir do reconhecimento pelo Minist\u00e9rio, a Secretaria comunica a mudan\u00e7a para a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE), que concede a certifica\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o do status sanit\u00e1rio, abrindo portas para mercados n\u00e3o acessados pelos criadores ga\u00fachos.<\/p>\n<p>\"\u00c9 uma conquista hist\u00f3rica para o Rio Grande do Sul e uma not\u00edcia excelente para o agroneg\u00f3cio ga\u00facho, que agora poder\u00e1 ampliar participa\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios mercados internacionais. Foi um importante trabalho de todos os nosso servidores, liderados pelo secret\u00e1rio Covatti Filho e est\u00e3o todos de parab\u00e9ns\", destacou o governador Eduardo Leite.<\/p>\n<p>T\u00e9cnicos e especialistas apontam que a retirada da vacina\u00e7\u00e3o tem potencial de abrir mercados como Jap\u00e3o, Coreia do Sul, M\u00e9xico, Estados Unidos, Chile, Filipinas, China (carne com osso) e Canad\u00e1. No setor dos su\u00ednos, a expectativa \u00e9 de que haja um incremento nas exporta\u00e7\u00f5es na ordem de R$ 600 milh\u00f5es anuais.<\/p>\n<p>O documento tamb\u00e9m reconhece como \u00e1rea livre de vacina\u00e7\u00e3o os estados do Acre, Paran\u00e1, Rond\u00f4nia e regi\u00f5es do Amazonas e de Mato Grosso. Conforme o texto, o ingresso de animais e produtos de risco para a febre aftosa no estado de Santa Catarina, com origem nas \u00e1reas consideradas livres de vacina\u00e7\u00e3o, devem observar as diretrizes definidas para origem em zona livre da doen\u00e7a com vacina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 seu reconhecimento pela OIE como zonas livres de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. (SEAPDR)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>O renascimento da gordura l\u00e1ctea (fat reborn)<\/strong><\/p>\n<p><em>Fat reborn, traduzindo para o portugu\u00eas, \u201crenascimento da gordura\u201d \u00e9 uma nova tend\u00eancia na ind\u00fastria de alimentos. Agora, a gordura j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais vista como vil\u00e3, e especialmente as gorduras l\u00e1cteas est\u00e3o ganhando destaque no mercado.<\/em><\/p>\n<p>Se existem nutrientes pol\u00eamicos, certamente um deles \u00e9 a gordura. Essa mol\u00e9cula j\u00e1 passou por diversas fases, oscilando entre o poder e a submiss\u00e3o. Na Idade M\u00e9dia, foi amada, e comer carnes e alimentos gordurosos era sin\u00f4nimo de poder. Quando se trata das eras mais modernas, a valoriza\u00e7\u00e3o do corpo magro fez com que a sociedade criasse medo da gordura, e os alimentos gordurosos se tornaram \u201cproibidos\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas essa hist\u00f3ria est\u00e1 mudando. Com os avan\u00e7os das ci\u00eancias da nutri\u00e7\u00e3o, j\u00e1 existe a concep\u00e7\u00e3o de que a gordura n\u00e3o \u00e9 essa vil\u00e3 das dietas, e particularmente as gorduras l\u00e1cteas est\u00e3o ganhando destaque no mercado. O consumo de boas fontes de gordura j\u00e1 era amplamente recomendado pelos nutricionistas, e agora as pessoas&nbsp; est\u00e3o mudando a percep\u00e7\u00e3o sobre o que \u00e9 gordura saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>Em pesquisa feita em 2018 pela New Nutrition Business (NNB) com consumidores, o percentual de americanos que pensavam que \u201cgordura n\u00e3o \u00e9 ruim\u201d era de 11%, n\u00famero pequeno, mas representa um aumento de 50% desde 2017. Na Austr\u00e1lia, quase 15% da popula\u00e7\u00e3o pensa que a gordura n\u00e3o \u00e9 ruim. Nos EUA, 24% das pessoas agora classificam a manteiga como uma \u201cboa gordura\u201d.<\/p>\n<p>Isso porque, h\u00e1 algum tempo, alguns cientistas est\u00e3o revendo os conceitos do que sabem sobre gordura. Esse discurso come\u00e7ou em 2010, com a revista American Journal of Clinical Nutrition, que publicou pesquisa que afirmava que \"n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias significativas para concluir que a gordura saturada da dieta esteja associada a um risco aumentado de doen\u00e7a coronariana ou CVD (doen\u00e7a card\u00edaca coron\u00e1ria e doen\u00e7a cardiovascular)\u201d. Entretanto, \u00e9 v\u00e1lido ressaltar que o estudo foi criticado e existe outro artigo contestando sua metodologia e resultados.&nbsp;<\/p>\n<p>Depois desse feito, outras pesquisas come\u00e7aram a surgir, como, por exemplo, o estudo publicado em 2018 por Trends in Food Science &amp; Technology, que questionou a hip\u00f3tese da liga\u00e7\u00e3o entre a gordura l\u00e1ctea e o aumento do risco de doen\u00e7a card\u00edaca ou mortalidade geral, e obteve resultados positivos de que a gordura l\u00e1ctea tem diferentes fun\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas no corpo, promovendo benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade.&nbsp;(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal BHB Food)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Covid-19: manual para proteger extensionistas rurais e agentes de fiscaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 lan\u00e7ado<\/strong><br \/>\nDevido a gravidade do cen\u00e1rio atual relacionado \u00e0 pandemia provocada pelo novo coronav\u00edrus, in\u00fameras pesquisas impulsionaram uma s\u00e9rie de iniciativas para auxiliar os profissionais de diversas \u00e1reas. Uma dessas a\u00e7\u00f5es foi a produ\u00e7\u00e3o de um manual t\u00e9cnico operacional, nomeado como \"Procedimentos de biosseguran\u00e7a para preven\u00e7\u00e3o do cont\u00e1gio e propaga\u00e7\u00e3o da covid-19 para extensionistas rurais e agentes de fiscaliza\u00e7\u00e3o\".&nbsp;<\/p>\n<p>O trabalho foi realizado por uma equipe multidisciplinar pertencente a v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es e de pa\u00edses diferentes, dentre elas: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (USP); Faculdade de Medicina Veterin\u00e1ria e Zootecnia (USP); Universidade Federal da S\u00e3o Carlos (UFSCAR); Universidade Estadual Paulista (UNESP); Universidade de Coimbra (Portugal); Superintend\u00eancia Federal de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento em S\u00e3o Paulo (SFA-SP\/MAPA); e Istituto Zooprofilattico Sperimentale del Mezzogiorno (It\u00e1lia).<\/p>\n<p><strong><em>O manual est\u00e1 estruturado em duas partes:<\/em><\/strong><br \/>\nNa primeira encontram-se informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas sobre a covid-19, formas de cont\u00e1gio, uso dos EPIs (equipamentos de produ\u00e7\u00e3o individual) e mapeamento dos riscos nas propriedades rurais, entre outros assuntos.<\/p>\n<p>Na segunda parte est\u00e3o produtos informativos e pedag\u00f3gicos: mensagens de texto acompanhadas de ilustra\u00e7\u00f5es com orienta\u00e7\u00f5es e mensagens de \u00e1udio com explica\u00e7\u00f5es sobre procedimentos de biosseguran\u00e7a.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que as informa\u00e7\u00f5es sejam utilizadas junto aos produtores rurais e extensionistas a fim de combinarem como ser\u00e3o os trabalhos presenciais e remotos conjuntos no campo. Os autores sugerem o uso de aplicativos de mensagem, como o WhatsApp, para realizar a comunica\u00e7\u00e3o com os produtores rurais.<\/p>\n<p>Todo o trabalho foi norteado para oferecer um material que agregasse conhecimento cient\u00edfico com informa\u00e7\u00f5es acess\u00edveis e orienta\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0 realidade dos profissionais do campo. Para os autores \u00e9 necess\u00e1rio realizar constantemente a busca de mecanismos que garantam a sa\u00fade e a seguran\u00e7a destes profissionais, t\u00e3o fundamentais para a manuten\u00e7\u00e3o da nossa seguran\u00e7a alimentar e nutricional. <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/agricultura\/pt-br\/assuntos\/sustentabilidade\/cesesp\/manual-tecnico-operacional\">Clique aqui para ter acesso ao material<\/a>. (Milkpoint)<br \/>\n<b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Uruguai: d\u00edvida de produtores de leite \u00e9 equivalente a todo o rebanho&nbsp;<\/strong><br \/>\nA d\u00edvida dos produtores de leite do Uruguai com o setor financeiro, sem somar as ind\u00fastrias de latic\u00ednios, \u00e9 de mais de US$ 250 milh\u00f5es, o que equivale a todo o rebanho de produ\u00e7\u00e3o, cerca de 300 mil vacas, comentou o vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite (ANPL). Apesar disso, Eduardo Viera disse que \"o setor est\u00e1 pagando e a taxa de inadimpl\u00eancia \u00e9 muito baixa, da\u00ed a confian\u00e7a do sistema financeiro com a cadeia l\u00e1ctea\". Ele explicou que muitos produtores usaram fundos de garantia para estender suas d\u00edvidas para dez anos. Com as dificuldades econ\u00f4micas estruturais que o setor acumula desde 2015, Viera garantiu que deve-se tentar buscar a rentabilidade e, para isso, foram apresentadas propostas ao Poder Executivo por meio do Instituto Nacional do Leite (Inale). O vice-presidente da ANPL destacou que \u00e9 preciso trabalhar para reduzir as tarifas de exporta\u00e7\u00e3o. \"No ano passado, a Conaprole pagou US$ 29 milh\u00f5es em tarifas, o que significa mais alguns centavos por litro de leite durante o ano para o produtor\", disse ele. Al\u00e9m disso, ele considerou relevante um aumento no reembolso de impostos para as exporta\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios, passando de 3 para 6%, para que o setor n\u00e3o quebre. \"Essa ren\u00fancia fiscal da economia se refletir\u00e1 em mais produ\u00e7\u00e3o e menos quebra de produtores\", acrescentou. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Pa\u00eds Digital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 12 de agosto de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.283 RS obt\u00e9m reconhecimento como zona livre sem vacina\u00e7\u00e3o para aftosa O Rio Grande do Sul obteve uma conquista hist\u00f3rica para <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/12\/12-08-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/08\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5402","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5402","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5402"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5402\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5403,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5402\/revisions\/5403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5402"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5402"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5402"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}