{"id":5396,"date":"2020-08-10T20:28:42","date_gmt":"2020-08-10T20:28:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5396"},"modified":"2020-08-10T20:28:42","modified_gmt":"2020-08-10T20:28:42","slug":"10-08-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/10\/10-08-2020\/","title":{"rendered":"10\/08\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 10 de agosto de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.281<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Fepale apresenta panorama geral do setor l\u00e1cteo na Am\u00e9rica Latina -&nbsp;Radiografia<\/strong><\/p>\n<p>O mercado exportador da regi\u00e3o \u00e9 liderado pela Argentina e Uruguai, que representam 56% da regi\u00e3o. Depois vem o M\u00e9xico, Chile, Nicar\u00e1gua e Peru com exporta\u00e7\u00f5es menos significativas.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es no total produzido, neste caso, o Uruguai lidera. O pa\u00eds exporta 75% do que produz, em seguida vem a Nicar\u00e1gua, exportando 42% de sua produ\u00e7\u00e3o interna, e a Argentina que exporta 20%. O M\u00e9xico \u00e9 o maior importador de l\u00e1cteos da regi\u00e3o, seguido pelo Brasil, Venezuela e Per\u00fa.<\/p>\n<p>Quanto ao consumo aparente de produtos l\u00e1cteos na Am\u00e9rica Latina, o conferencista lembrou que os organismos internacionais e profissionais em nutri\u00e7\u00e3o recomendam um consumo m\u00ednimo per capita entre 150 e 180 litros por habitante ao ano, e que somente quatro pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina tomam leite suficiente.<\/p>\n<p>\u201cEm nossa regi\u00e3o temos o Uruguai (250 litros), Argentina (210 litros), Costa Rica (199 litros) e Brasil (176 litros). Depois existem tr\u00eas pa\u00edses em vias de alcan\u00e7ar esse consumo, o Chile, a Col\u00f4mbia e o M\u00e9xico, mas que o resto est\u00e1 em uma escalada descendente e est\u00e3o longe de alcan\u00e7ar o consumo ideal, o que podemos interpretar de duas formas. Em primeiro lugar, preocupa\u00e7\u00e3o porque n\u00e3o se alcan\u00e7a o n\u00edvel nutricional m\u00ednimo de consumo de l\u00e1cteos alguns pa\u00edses da regi\u00e3o, mas, por outro lado, a oportunidade de crescer enormemente em cada mercado interno\u201d, destacou Londinsky.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 444px; height: 318px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4154\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Pesquisa produz leite com todos os nutrientes preservados, longa vida e com processos sustent\u00e1veis<\/strong><br \/>\nCom uma participa\u00e7\u00e3o de mercado de mais de 70%, o leite UHT \u00e9 o l\u00edder no mercado alem\u00e3o de leite fluido. A popularidade \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 capacidade de ser armazenado por meses em temperatura ambiente. No entanto, o aquecimento a temperaturas de 135-140\u00b0C, necess\u00e1rias para fazer produzir leite UHT, pode ter algumas desvantagens.<\/p>\n<p>Entre elas, causa um certo sabor do leite cozido e a perda de alguns nutrientes, como vitaminas. \u201cTamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria muita energia para atingir as temperaturas necess\u00e1rias e a maior parte dela vem de combust\u00edveis f\u00f3sseis, como petr\u00f3leo e g\u00e1s,\u201d explicou Elena Kohler, a vencedora do pr\u00eamio estudantil de Bioeconomia em Stuttgart. O pr\u00eamio de \u20ac 2.000 (US$ 2600) \u00e9 concedido a alunos da Universidade de Hohenheim. O Bioeconomy Science Yea da Alemanha \u00e9 organizado pelo Minist\u00e9rio Federal da Educa\u00e7\u00e3o e Pesquisa.<\/p>\n<p>Kohler est\u00e1 trabalhando para combinar as vantagens do leite UHT e do leite fresco por meio de um novo processo de produ\u00e7\u00e3o. Sua vis\u00e3o \u00e9 um novo tipo de leite: armazen\u00e1vel em temperatura ambiente, com sabor de fresco e alto teor de nutrientes. \u201cO produto desejado n\u00e3o deve ser superior apenas ao leite UHT convencional em termos de sabor e fisiologia nutricional. Meu objetivo \u00e9 tamb\u00e9m um processo de fabrica\u00e7\u00e3o, muito mais eficiente em termos energ\u00e9ticos e, portanto, ecologicamente superior ao processo convencional\u201d, resumiu.<\/p>\n<p>No conceito de Kohler, o leite \u00e9 dividido em duas fra\u00e7\u00f5es em um novo processo: uma fase de case\u00edna, que cont\u00e9m prote\u00ednas do leite est\u00e1veis ao calor \u2013 al\u00e9m dos microrganismos indesejados \u2013 e uma fase de prote\u00ednas de soro de leite, que tamb\u00e9m cont\u00e9m as vitaminas sens\u00edveis ao calor. Como resultado, ambas as fases podem ser aquecidas separadamente e adaptadas aos ingredientes: subst\u00e2ncias redutoras de qualidade, como microrganismos e enzimas, tornam-se inofensivas na fase de case\u00edna, devido \u00e0 submiss\u00e3o a altas temperaturas. A outra fase, de prote\u00ednas do soro, \u00e9 apenas brevemente aquecida em temperaturas mais baixas, de modo que os nutrientes e prote\u00ednas sejam preservados. Ap\u00f3s o tratamento, ambas as fra\u00e7\u00f5es s\u00e3o reunidas.<\/p>\n<p>Para aquecer a fase com prote\u00ednas de soro de leite, o processo de alta energia do leite UHT convencional est\u00e1 sendo substitu\u00eddo pela tecnologia de micro-ondas com efici\u00eancia energ\u00e9tica, cujas necessidades de eletricidade podem ser atendidas 100% com energias renov\u00e1veis. O aquecimento homog\u00eaneo evita a desestabiliza\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas do soro quando em contato com superf\u00edcies de aquecimento. Menos res\u00edduos se formam no equipamento, reduzindo o consumo de produtos qu\u00edmicos de limpeza e a quantidade de efluentes.<\/p>\n<p>Em sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, Kohler quer determinar a temperatura \u00f3tima para o aquecimento por micro-ondas da fase proteica do soro de leite, necess\u00e1ria, por um lado, para tornar o leite est\u00e1vel e armazen\u00e1vel, e por outro, para diminuir as modifica\u00e7\u00f5es causadas no produto pelo calor . Para controle de qualidade, amostras do leite rec\u00e9m-produzido s\u00e3o armazenadas em temperatura ambiente e a 30\u00b0C, analisadas e comparadas em intervalos regulares durante tr\u00eas meses, avaliando presen\u00e7a de microrganismos e caracter\u00edsticas de qualidade e sabor. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Industries International, traduzidas pela Equipe MilkPoint)&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>84% dos produtores usam ferramentas digitais<\/strong><\/p>\n<p>Ferramentas digitais - Uma pesquisa mostrou que o uso de tecnologias no campo amplia acesso a mercados, reduz custos e agrega valor aos produtos. Por isso cerca de 40% dos produtores brasileiros j\u00e1 s\u00e3o adeptos dessa nova onda chamada agricultura digital para realizar opera\u00e7\u00f5es de compra e venda de insumos e 84% j\u00e1 utilizam ao menos uma tecnologia digital como ferramenta de apoio na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Os resultados foram obtidos em entrevista com 750 participantes entre produtores rurais, empresas e prestadores de servi\u00e7o sobre tend\u00eancias, desafios e oportunidades para a agricultura digital no Brasil. O trabalho foi feito por meio de parceria entre a Embrapa, o Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e foram ouvidos produtores de todos estados e do DF, entre janeiro e junho.<\/p>\n<p>Seja para agilizar a comunica\u00e7\u00e3o na hora de contratar um servi\u00e7o, pesquisar o pre\u00e7o de um insumo ou para enxergar a propriedade com outros \u201colhos\u201d, mapeando a lavoura e planejando a atividade, a pesquisa mostra um retrato atual de como esses produtores rurais est\u00e3o utilizando a internet, aplicativos de celular, drones, entre outras tecnologias, e tamb\u00e9m um panorama das suas expectativas e dificuldades. Cerca de um ter\u00e7o dos entrevistados j\u00e1 usa ferramentas de monitoramento da lavoura e de meteorologia; aquelas voltadas para o bem-estar animal s\u00e3o 21,2% dos respondentes; e para certifica\u00e7\u00e3o ou rastreabilidade dos alimentos, 13,7%.<\/p>\n<p>Dificuldades de acesso: A amostragem revelou que acesso a informa\u00e7\u00e3o e internet permitiram essa expans\u00e3o. As ecnologias digitais t\u00eam amplo potencial de expans\u00e3o e ado\u00e7\u00e3o no Brasil, no entanto a aus\u00eancia de infraestrutura de conectividade \u00e9 o maior entrave da agricultura digital para 61% dos entrevistados. Outro fator limitante \u00e9 o valor do investimento, que assusta 67% dos entrevistados e aparece \u00e0 frente de problemas estruturais, como a qualidade de conex\u00e3o na \u00e1rea rural. A pesquisa mostrou ainda que&nbsp; &nbsp;95% dos produtores desejam mais informa\u00e7\u00f5es sobre agricultura digital.<\/p>\n<p>O que deve revolucionar: A pesquisa tamb\u00e9m fez a lista de desejos dos entrevistados. Entre as solu\u00e7\u00f5es mais almejadas no campo est\u00e3o as que melhoram planejamento e gest\u00e3o, com aplicativos e plataformas. Tamb\u00e9m devem ganhar espa\u00e7o as tecnologias que contam com intelig\u00eancia artificial, internet das coisas, automa\u00e7\u00e3o, rob\u00f3tica, big data, criptografia e blockchain.<\/p>\n<p>Outro exemplo de tecnologia que avan\u00e7a em conhecimento e tem grande potencial de expans\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos s\u00e3o as baseadas em dados ou imagens geradas por sensores remotos, como os sat\u00e9lites e drones. Cerca de 37% das empresas e prestadores de servi\u00e7os entrevistados atuam nessa \u00e1rea. A tecnologia tamb\u00e9m j\u00e1 \u00e9 utilizada por 17,5% dos produtores rurais.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador da Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o (SP) L\u00facio Andr\u00e9 de Castro Jorge, o mercado global de drones de 2016 a 2020 foi da ordem de US$ 32,4 bilh\u00f5es, especificamente para agricultura. \u201cNesse per\u00edodo, o aumento no uso de drones na agricultura foi de 172%. A proje\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o at\u00e9 2025 \u00e9 exponencial\u201d, revela.<\/p>\n<p>Castro Jorge informa que o mercado relativo apenas \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de drones \u00e9 de 12 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em neg\u00f3cios, com gera\u00e7\u00e3o de emprego para mais de 100 mil profissionais no Brasil, sendo 26% s\u00f3 na agricultura, um neg\u00f3cio de US$ 2 bilh\u00f5es no Pa\u00eds at\u00e9 2020. Assim, o pesquisador acredita que os pre\u00e7os dos ve\u00edculos a\u00e9reos n\u00e3o tripulados devem se tornar mais acess\u00edveis, com a disponibiliza\u00e7\u00e3o de treinamentos acompanhando a demanda, permitindo a ado\u00e7\u00e3o pelos pequenos produtores. (Agrolink)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 328px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4155\" alt=\"\"><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Vendas de m\u00e1quinas agr\u00edcolas cresceram 14,4% em julho<\/strong><br \/>\nAs vendas de m\u00e1quinas agr\u00edcolas e rodovi\u00e1rias voltaram a subir em julho, embaladas pela libera\u00e7\u00e3o de recursos do Plano Safra e pela valoriza\u00e7\u00e3o das commodities. Segundo a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores (Anfavea), as vendas aumentaram 14,4% em julho ante ao mesmo m\u00eas do ano passado, para 4,5 mil unidades. Em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho em junho, o incremento foi de 15,6%. \u201cOs resultados de julho nas vendas internas foram os melhores desde setembro de 2019 e tamb\u00e9m o melhor julho desde 2018. O crescimento reflete o aumento da demanda por alimentos, o aumento de 50% no desembolso nas linhas de cr\u00e9dito no Plano Safra ante ao mesmo m\u00eas do ano passado, de R$ 24 milh\u00f5es\u201d, afirmou o vice-presidente da Anfavea Alfredo Miguel Neto, que avaliou a recupera\u00e7\u00e3o como muito positiva. No acumulado de janeiro a julho, as vendas dom\u00e9sticas somaram 24,1 mil unidades, incremento de 1,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo intervalo do ano passado. As exporta\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas agr\u00edcolas e rodovi\u00e1rias ca\u00edram 40,5% em julho ante a igual m\u00eas de 2019, para 856 unidades. Na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas de junho, por\u00e9m, houve avan\u00e7o de 39,4%. \u201cEsse crescimento se deve \u00e0 demanda da Argentina, onde o setor teve um aquecimento puxado pela demanda chinesa. Os embarques para o pa\u00eds vizinho cresceram 58% na compara\u00e7\u00e3o mensal\u201d, disse Miguel Neto. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas agr\u00edcolas e rodovi\u00e1rias alcan\u00e7ou 5,1 mil unidades, recuo de 17% ante ao m\u00eas de julho de 2019, mas incremento de 53,8% em rela\u00e7\u00e3o a junho. \u201cEsse crescimento reflete o aumento de exporta\u00e7\u00e3o e de vendas no m\u00eas e demonstra uma confian\u00e7a muito grande da ind\u00fastria. \u00c9 o melhor resultado desde outubro de 2019\u201d, afirmou o vice-presidente da Anfavea. \u201c\u00c9 um dado bastante significativo e temos a expectativa de que essa confian\u00e7a ir\u00e1 continuar no Brasil\u201d, acrescentou. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico.)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 10 de agosto de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.281 Fepale apresenta panorama geral do setor l\u00e1cteo na Am\u00e9rica Latina -&nbsp;Radiografia O mercado exportador da regi\u00e3o \u00e9 liderado pela Argentina <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/10\/10-08-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/08\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5396","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5396"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5397,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5396\/revisions\/5397"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}