{"id":5392,"date":"2020-08-06T20:14:38","date_gmt":"2020-08-06T20:14:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5392"},"modified":"2020-08-06T20:15:09","modified_gmt":"2020-08-06T20:15:09","slug":"06-08-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/06\/06-08-2020\/","title":{"rendered":"06\/08\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 06 de agosto de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.279<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>\u00daltimos dias para informar uso de nomes protegidos por Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>Termina neste s\u00e1bado (8) o prazo para que pequenos neg\u00f3cios comprovem que usam comercialmente, de boa-f\u00e9, alguns nomes protegidos por Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas (IG) da Uni\u00e3o Europeia, conforme estabelece portaria do Minist\u00e9rio da Agricultura.&nbsp;<\/p>\n<p>A portaria convoca uma consulta p\u00fablica para verificar quem pode continuar a usar esses nomes, segundo o acordo firmando entre a Uni\u00e3o Europeia e os pa\u00edses integrantes do Mercosul, entre eles o Brasil. O SEBRAE\/SC est\u00e1 auxiliando as empresas a realizarem esse processo de consulta p\u00fablica no MAPA.<\/p>\n<p>A Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (IG) \u00e9 um nome geogr\u00e1fico que identifica um produto ou servi\u00e7o como origin\u00e1rio de uma \u00e1rea geogr\u00e1fica delimitada quando determinada qualidade, reputa\u00e7\u00e3o ou outra caracter\u00edstica \u00e9 essencialmente atribu\u00edda a essa origem geogr\u00e1fica.<\/p>\n<p>Os seguintes nomes: Parmesano, Parmes\u00e3o, Reggianito, Fontina, Gruy\u00e8re \/ Gruyere, Grana, Gorgonzola, Queso Manchego, Grappamiel \/ Grapamiel, Steinh\u00e4ger \/ Steinhaeger, Ginebra e Genebra utilizados isoladamente ou antecedido de gent\u00edlicos, ou simplesmente pela defini\u00e7\u00e3o \"tipo\", est\u00e3o submetidos a portaria.<\/p>\n<p>O diretor t\u00e9cnico do SEBRAE\/SC, Luc Pinheiro, explica que muitas nomenclaturas utilizadas em produtos de origem animal t\u00eam seu nome reconhecido como propriedade intelectual relacionado \u00e0 indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica europeia. Assim, produtos comercializados no Brasil ter\u00e3o restri\u00e7\u00f5es no uso desses nomes, no entanto empresas constantes nos registros do MAPA que j\u00e1 utilizavam nomes de IGs europeias, continuadamente at\u00e9 25\/10\/2017 ou 2012, dependendo do produto, poder\u00e3o continuar utilizando-os. \"Estamos apoiando na constru\u00e7\u00e3o ou revis\u00e3o destas respostas ao Mapa. Por isso, pedimos que os produtores procurem o Sebrae\/SC que vamos auxiliar neste processo\", refor\u00e7a. Os empres\u00e1rios podem entrar em contato pelo alan@sc.sebrae.com.br.<\/p>\n<p>A portaria disponibiliza a lista preliminar de usu\u00e1rios pr\u00e9vios j\u00e1 cadastrados no MAPA na p\u00e1gina de Consultas P\u00fablicas Vigentes no portal eletr\u00f4nico do minist\u00e9rio. Os demais usu\u00e1rios desses nomes com registros SIE e SIM, mesmo n\u00e3o registrados no Mapa, tamb\u00e9m podem submeter a an\u00e1lise do uso do nome, desde que atendam os crit\u00e9rios desta portaria. O Minist\u00e9rio ressalta que o objetivo \u00e9 permitir a ampla participa\u00e7\u00e3o de pessoas, f\u00edsicas ou jur\u00eddicas, que, com a entrada em vigor do acordo entre os dois blocos, poder\u00e3o ser obrigadas a deixar de fazer uso dos nomes em produtos comercializados. Al\u00e9m do Brasil, a medida tamb\u00e9m ser\u00e1 aplicada na Argentina, Paraguai e Uruguai. O link para consulta do MAPA \u00e9 https:\/\/bit.ly\/2XzSi4q (P\u00e1gina Rural)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>RS: Emater destaca a\u00e7\u00f5es de manejo reprodutivo dos rebanhos em Montenegro<\/strong><br \/>\nQualificar geneticamente os rebanhos leiteiro e de corte, com vistas a melhorar caracter\u00edsticas produtivas, reprodutivas e de sa\u00fade, bem como a longevidade dos animais, \u00e9 parte de uma a\u00e7\u00e3o de Extens\u00e3o Rural e Social continuada que tem sido realizada desde o primeiro semestre deste ano no munic\u00edpio de Montenegro.&nbsp;<\/p>\n<p>Trata-se, na realidade, de um trabalho pioneiro de manejo reprodutivo dos animais na regi\u00e3o do Vale do Ca\u00ed, com vistas a empoderar os agricultores para futuras tomadas de decis\u00e3o no que diz respeito ao gerenciamento das propriedades, explica o extensionista da Emater\/RS-Ascar Gustavo Krahl Vargas.<\/p>\n<p>O atendimento \u00e9 feito a produtores de bovinos de leite e de corte, sendo em ambos os casos realizado o diagn\u00f3stico reprodutivo dos animais e adotada a tecnologia conhecida como Insemina\u00e7\u00e3o Artificial em Tempo Fixo (Iatf), que, aliada ao acasalamento, representa uma melhoria do manejo como um todo. No caso das propriedades leiteiras, a ferramenta busca regular o intervalo entre partos, o que permitir\u00e1 um escalonamento entre as pari\u00e7\u00f5es. Nesse caso, devemos levar em conta o fato de que o bovinocultor de leite precisa manter certo padr\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o durante todo o ano, salienta Vargas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dessa uniformidade possibilitada pela redu\u00e7\u00e3o do intervalo entre partos&nbsp; o processo fica melhor sincronizado, a op\u00e7\u00e3o pelo s\u00eamen de touros melhoradores, tamb\u00e9m conhecidos como provados, possibilitar\u00e1 a eleva\u00e7\u00e3o no volume de leite produzido, com menos custos. De acordo com o extensionista, por reduzir o intervalo entre partos, o manejo reprodutivo tamb\u00e9m tem reflexo na vida produtiva dos animais. Isso, aliado a outras a\u00e7\u00f5es, como ajuste de dieta e cuidados com a higiene, resultar\u00e1 tamb\u00e9m em mais qualidade, explica.<\/p>\n<p>No caso dos bovinocultores de corte, o Iatf possibilita estabelecer uma temporada reprodutiva, formando lotes de terneiros com idades e tamanhos mais uniformes. Essa sincroniza\u00e7\u00e3o e indu\u00e7\u00e3o ao cio permitem que as vacas com cria ao p\u00e9 sejam cobertas com s\u00eamen de touros melhoradores ainda no in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o de monta, o que eleva a taxa de prenhez, reduz o intervalo entre partos e padroniza o rebanho, observa Vargas. Outra vantagem para os criadores de corte \u00e9 poder melhorar a gen\u00e9tica, a partir do uso de ra\u00e7as mais apreciadas por criadores de terneiros, caso das europeias Angus e Hereford, al\u00e9m das sint\u00e9ticas Brangus e Braford, buscando o melhor do peso dos animais, bom desenvolvimento e qualidade da carne.<\/p>\n<p>Neste primeiro ano de atividades s\u00e3o atendidas cerca de dez fam\u00edlias de agricultores das localidades de Muda Boi, Pesqueiro, Costa da Serra, Bom Jardim e Nova Esta\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 um trabalho que certamente ser\u00e1 ampliado para outros pecuaristas interessados nestas tecnologias, destaca o extensionista.<\/p>\n<p>Uma das produtoras envolvidas nesta atividade \u00e9 a jovem bovinocultora de leite Raquel Carolina Schu, da localidade de Bom Jardim. Com um rebanho de 32 vacas em lacta\u00e7\u00e3o, espera melhorar a conforma\u00e7\u00e3o e sanidade dos animais, o que tamb\u00e9m ter\u00e1 reflexo no volume de leite produzido. Al\u00e9m da possibilidade de ter, futuramente, animais mais fortes, mais longevos, mais f\u00e9rteis e com menos doen\u00e7as, afirma a agricultora, que pretende continuar na atividade.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es podem ser obtidas no Escrit\u00f3rio Municipal da Emater\/RS-Ascar, que atua em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (Seapdr) do Governo do Estado. (P\u00e1gina Rural)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong>EUA aprovou US$ 6,8 bi pra produtores afetados por Covid-19; US$ 1,3 bi para produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">A Ag\u00eancia de Servi\u00e7os Agr\u00edcolas (FSA, na sigla em ingl\u00eas) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aprovou at\u00e9 agora US$ 6,819 bilh\u00f5es em pagamentos a produtores rurais afetados pela pandemia de Covid-19, de acordo com dados atualizados pela FSA na segunda-feira. A ajuda financeira total dispon\u00edvel \u00e9 de US$ 16 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Desde 26 de maio, a ag\u00eancia recebeu mais de 629 mil solicita\u00e7\u00f5es de ajuda. At\u00e9 agora, a FSA aprovou pagamentos a mais de 499 mil produtores. Estes receber\u00e3o 80% de seu pagamento total m\u00e1ximo ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o do pedido. A parcela restante ser\u00e1 paga posteriormente.<\/p>\n<p>Do montante total aprovado at\u00e9 agora, US$ 1,794 bilh\u00e3o foi para lavouras n\u00e3o especiais (soja, milho, algod\u00e3o, etc.), US$ 269,6 milh\u00f5es para lavouras especiais (frutas, vegetais, castanhas, cogumelos), US$ 3,442 bilh\u00f5es para criadores de bovinos, su\u00ednos e ovinos e US$ 1,312 bilh\u00e3o para produtores de l\u00e1cteos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>PIB do agro<\/strong><br \/>\nDe acordo com informa\u00e7\u00f5es da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), o resultado foi puxado principalmente pela atividade prim\u00e1ria (dentro da porteira), que teve expans\u00e3o de 11,67% nos cinco primeiros meses de 2020, por conta da alta de pre\u00e7os e da estimativa de aumento da produ\u00e7\u00e3o. Nos outros segmentos da cadeia global do agroneg\u00f3cio, os servi\u00e7os registraram alta de 4,51%, enquanto os insumos subiram 1%. A agroind\u00fastria foi o \u00fanico a ter queda no acumulado, de 0,24%. No desempenho mensal, o PIB do agroneg\u00f3cio apresentou eleva\u00e7\u00e3o de 0,78% em maio deste ano na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2019, com resultado positivo para os setores prim\u00e1rio (3,08%), servi\u00e7os (0,49%), insumos (0,17%) e recuo da agroind\u00fastria (-0,68%), reflexo dos impactos negativos da Covid-19, especialmente sobre a ind\u00fastria agr\u00edcola. A alta de pre\u00e7os foi um dos fatores que impulsionou o PIB tanto da agricultura quanto da pecu\u00e1ria. No ramo agr\u00edcola, o crescimento foi de 2,51% nos cinco primeiros meses deste ano frente ao mesmo per\u00edodo de 2019. Destaque mais uma vez para o setor prim\u00e1rio, com expans\u00e3o de 15,17%. Milho, caf\u00e9, cacau, arroz, soja e trigo, todos com eleva\u00e7\u00f5es superiores a 15% nos pre\u00e7os, foram as culturas que mais se destacaram. Na parte de produ\u00e7\u00e3o, as maiores estimativas de safra s\u00e3o para: algod\u00e3o, arroz, cacau, caf\u00e9, feij\u00e3o, laranja, milho, soja, trigo e madeira para celulose.&nbsp; (Agrolink)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 06 de agosto de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.279 \u00daltimos dias para informar uso de nomes protegidos por Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas Termina neste s\u00e1bado (8) o prazo para que pequenos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/08\/06\/06-08-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/08\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5392","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5392","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5392"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5392\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5393,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5392\/revisions\/5393"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5392"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5392"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5392"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}