{"id":5331,"date":"2020-07-22T19:48:42","date_gmt":"2020-07-22T19:48:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5331"},"modified":"2020-07-22T19:48:42","modified_gmt":"2020-07-22T19:48:42","slug":"22-07-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/07\/22\/22-07-2020\/","title":{"rendered":"22\/07\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 22 de julho de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.268<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Italac e Piracanjuba conquistam ranking de marcas mais escolhidas no Brasil<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A Italac e a Piracanjuba, empresas associadas ao Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) e com plantas fabris no Estado, entraram para o ranking Brand Footprint, das marcas mais escolhidas do Brasil em 2019. A pesquisa \u00e9 realizada pela Kantar, l\u00edder global em dados, insights e consultoria. Em terceiro lugar, a Italac apareceu pela primeira vez no p\u00f3dio, tendo sido escolhida 325 milh\u00f5es de vezes. J\u00e1 a Piracanjuba, ficou em oitavo lugar sendo 242 milh\u00f5es de vezes escolhida pelos consumidores.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para a gerente de marketing da Piracanjuba, Lisiane Guimar\u00e3es, o resultado da pesquisa \u00e9 motivo de comemora\u00e7\u00e3o. \u201cPrincipalmente porque temos a ci\u00eancia de que trabalhar com seriedade e transpar\u00eancia rende posi\u00e7\u00f5es relevantes.\u201d Quem refor\u00e7a esse sentimento \u00e9 um dos superintendentes da empresa, que deixou seu recado ao time da Piracanjuba: \u201ceu nunca disse que queria ser o maior. O importante \u00e9 estarmos entre os melhores e sermos reconhecidos por isso. Crescermos \u00e9 uma consequ\u00eancia do nosso trabalho bem feito. E, por isso, estamos de parab\u00e9ns!\u201d<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo a pesquisa da consultoria, de janeiro a abril de 2020, quando o mundo j\u00e1 convivia com o impacto da pandemia de Covid-19, 49% das marcas cresceram em Consumer Reach Point (CRP) no Brasil. Nesse contexto, as marcas locais ganharam ainda mais relev\u00e2ncia, representando mais de 65% do mercado em valor, contra 64% no mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em compara\u00e7\u00e3o com 2018, o brasileiro aumentou em 4% o valor gasto com compras de bens de consumo massivo em 2019, especialmente nos lares com 1 ou 2 pessoas (+6%), monoparentais (+6%) e formados por donas de casa com mais de 50 anos (+5%). Entre os canais de compra, destaque para atacarejos, com crescimento em valor de 12%, e farm\u00e1cias e drogarias, com 6%.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Ranking completo:<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">1 - Coca-Cola (refrigerantes) - 507 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">2 - Yp\u00ea (higiene e limpeza) - 492 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">3 - Italac (leite e derivados) - 325 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">4 - Colgate (produtos bucais) - 302 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">5 - Tang (refresco em p\u00f3) - 245 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">6 - Piracanjuba (leite e derivados) - 242 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">7 - Nissin (macarr\u00e3o instant\u00e2neo) - 240 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">8 - Soya (\u00f3leos de cozinha, maionese e margarina) - 228 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">9 - Nescau (achocolatados e cereais) - 216 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">10 - Vitarella (massas e biscoitos) - 214 milh\u00f5es<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">(Assessoria de imprensa Sindilat\/RS, com informa\u00e7\u00f5es de Kantar World Panel e Uol Economia)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/strong><\/div>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Pr\u00f3-Milho RS: Estado tem condi\u00e7\u00f5es de ampliar produ\u00e7\u00e3o de milho em 2,7 milh\u00f5es de toneladas sem acr\u00e9scimo de \u00e1rea<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Diante da possibilidade de o Rio Grande do Sul avan\u00e7ar em seu status sanit\u00e1rio para livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, torna-se essencial que o Estado tenha condi\u00e7\u00f5es de atender sozinho \u00e0s necessidades das cadeias produtivas que atuam no segmento da prote\u00edna animal. O milho tem papel estrat\u00e9gico nesse aumento de competitividade do setor de carnes e leite, por ser o principal insumo da ra\u00e7\u00e3o dos animais, tanto os bovinos de corte, quanto os de leite, os su\u00ednos, as aves e outros.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A import\u00e2ncia do cereal para a economia ga\u00facha e para a renda dos produtores foi o ponto central do segundo semin\u00e1rio do Programa Estadual de Produ\u00e7\u00e3o e Qualidade do Milho (Pr\u00f3-Milho RS): Produ\u00e7\u00e3o e Produtividade de Milho, realizado na manh\u00e3 desta quarta-feira (22\/7), e que contou com a participa\u00e7\u00e3o das entidades envolvidas no desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es dentro do programa, institu\u00eddo por meio de decreto do governo ga\u00facho no in\u00edcio deste ano. O secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, acompanhou as delibera\u00e7\u00f5es e apresenta\u00e7\u00e3o dos primeiros diagn\u00f3sticos do programa. Al\u00e9m das entidades, o encontro virtual foi aberto a produtores, com uma participa\u00e7\u00e3o que superou mais de 500 espectadores. O evento foi aberto pelo presidente da Emater-RS, Geraldo Sandri, que classificou o programa como um dos mais importantes j\u00e1 desenvolvidos em prol da cadeia do milho.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Uma boa not\u00edcia, que j\u00e1 foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 parceria do Governo do Estado com as entidades, veio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), atrav\u00e9s do professor do Departamento de Fitotecnia, Alencar Zanon. A partir de monitoramento a campo em diferentes pontos, com lavouras no Rio Grande do Sul nos \u00faltimos quatro anos, concluiu-se que \u00e9 poss\u00edvel ampliar a produ\u00e7\u00e3o de milho em 2,7 milh\u00f5es de toneladas sem mexer na \u00e1rea agricult\u00e1vel. \u201c\u00c9 poss\u00edvel suprirmos a demanda de milho e ainda nos tornarmos superavit\u00e1rios desde que se observem recomenda\u00e7\u00f5es que v\u00e3o desde an\u00e1lises com base em clima e solos, rota\u00e7\u00e3o de culturas e \u00e9poca de semeadura\u201d, pontuou Zanon, exemplificando a\u00e7\u00f5es que dependem apenas de manejo.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&nbsp;As observa\u00e7\u00f5es a campo trouxeram n\u00fameros importantes que demonstram a import\u00e2ncia do sistema de produ\u00e7\u00e3o que priorize a rota\u00e7\u00e3o de culturas. O plantio de milho sobre a \u00e1rea com soja resulta em uma produtividade 23% maior para o cereal. O milho tamb\u00e9m \u00e9 capaz de agregar ganhos \u00e0 cultura mais expressiva economicamente para o Brasil: o plantio de soja sobre o milho aumenta em 8% a produtividade da oleaginosa. Esses e outros aspectos do manejo, classificados pelo estudo como \u2018lacunas de produtividade\u2019, em breve poder\u00e3o ser acessados por todos os agentes da cadeia produtiva, incluindo os produtores, com a disponibiliza\u00e7\u00e3o da cartilha entitulada \u201cManual para lavouras com o m\u00e1ximo lucro\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para uma cultura que em todas as suas frentes representa nada menos que 10% do PIB ga\u00facho, \u00e9 crucial que se busquem medidas que evitem a evas\u00e3o de riquezas do Estado a partir da necessidade de importa\u00e7\u00e3o permanente do cereal para suprir as necessidades internas. \u201cS\u00e3o cerca de R$ 300 milh\u00f5es por ano que o Estado gasta e deixa de ganhar com o d\u00e9ficit hist\u00f3rico de milho\u201d, destacou o diretor do Departamento de Pol\u00edticas Agr\u00edcolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Ivan Bonetti. O d\u00e9ficit com o milho oscila entre 1,5 milh\u00e3o e 2,5 milh\u00f5es de toneladas todos os anos. Em 2020, em fun\u00e7\u00e3o da quebra de 30% da produ\u00e7\u00e3o por causa da estiagem, a lacuna entre produ\u00e7\u00e3o e demanda chegou chegar\u00e1 a 2,2 milh\u00f5es de toneladas.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u201cEstamos prestes a evoluirmos para a condi\u00e7\u00e3o de livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, o que abrir\u00e1 um mercado imenso para a nossa cadeia de prote\u00edna animal, especialmente pelos mercados asi\u00e1ticos e da Am\u00e9rica do Norte. Ou seja, precisamos de mais milho para abastecimento interno\u201d, afirmou Bonetti. Segundo o diretor da Seapdr, o desafio colocado ao Pr\u00f3-Milho RS passa pela ado\u00e7\u00e3o de manejo adequado em algumas regi\u00f5es ga\u00fachas, aumento da \u00e1rea irrigada (hoje apenas 3% de todas as culturas de sequeiro no Estado fazem uso de algum sistema de irriga\u00e7\u00e3o), amplia\u00e7\u00e3o da capacidade est\u00e1tica de armazenagem, al\u00e9m da oferta de condi\u00e7\u00f5es compat\u00edveis de comercializa\u00e7\u00e3o (venda antecipada, mecanismo de travamento de pre\u00e7os, mercado a termo, mercado futuro, contrato de op\u00e7\u00f5es), cr\u00e9dito e de seguro rural. \u201cTodos esses fatores, juntos, v\u00eam para reduzir o risco da cultura ao produtor rural\u201d, afirmou.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O diretor t\u00e9cnico da Emater-RS, Alencar Rugeri, refor\u00e7ou que a estrat\u00e9gia para avan\u00e7ar na produ\u00e7\u00e3o e produtividade passa pela rota\u00e7\u00e3o de culturas, onde o sistema de produ\u00e7\u00e3o seja a base de todo o processo n\u00e3o apenas no curto prazo. J\u00e1 o presidente da Fecoagro, Paulo Pires, destacou a necessidade de o milho ser inclu\u00eddo em programa de pol\u00edtica p\u00fablica do governo. \u201cN\u00e3o sou muito a favor de subs\u00eddios, mas o milho, pela sua enorme import\u00e2ncia para a economia ga\u00facha e nacional, precisa de apoio\u201d, sustentou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Embrapa e Apex-Brasil assinam acordos de coopera\u00e7\u00e3o para aumentar competitividade do agro nacional<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Sergio Segovia, presidente da Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (Apex-Brasil), e Celso Moretti, presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria, assinaram nesta ter\u00e7a-feira, 21 de julho, um Acordo Geral de Coopera\u00e7\u00e3o (AGC) entre as institui\u00e7\u00f5es e um Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica (ACT) para Atra\u00e7\u00e3o de Investimentos, com defini\u00e7\u00e3o de um plano de trabalho para direcionar as primeiras atividades da parceria. A cerim\u00f4nia de assinatura, realizada na sede da Ag\u00eancia, em Bras\u00edlia, contou com a presen\u00e7a da ministra da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, Tereza Cristina.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A parceria tem o objetivo de contribuir com o fortalecimento da agropecu\u00e1ria brasileira e prev\u00ea esfor\u00e7os conjuntos para aumentar a competitividade do setor e sua capacidade de inser\u00e7\u00e3o nas cadeias globais de valor, por meio da sinergia entre as agendas de pesquisa agropecu\u00e1ria, promo\u00e7\u00e3o internacional da agropecu\u00e1ria brasileira e capta\u00e7\u00e3o de investimentos estrangeiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u201cVamos unir nossas especialidades para promover o que o Pa\u00eds tem de melhor, compreendendo o agroneg\u00f3cio como a grande for\u00e7a motriz do Brasil. Esse acordo abrir\u00e1 novas frentes de trabalho para a Apex-Brasil em iniciativas associadas \u00e0 inova\u00e7\u00e3o via startups e \u00e0 atra\u00e7\u00e3o de investimentos direcionados para pesquisa e desenvolvimento do setor agropecu\u00e1rio. Adicionalmente, ainda poderemos trabalhar na gera\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, de modo a ampliar a produ\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de materiais de intelig\u00eancia de mercado e de promo\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds como um ator fundamental para o agroneg\u00f3cio global\u201d, afirmou o presidente da Ag\u00eancia, Sergio Segovia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u201cPara n\u00f3s, essa parceria permitir\u00e1 que a Embrapa, junto com a Apex-Brasil, acesse mercados e investidores, possibilitando a capta\u00e7\u00e3o de recursos e a vinda de investimentos maiores e mais robustos ao Brasil. Eu j\u00e1 participei de v\u00e1rias miss\u00f5es coordenadas pela Apex-Brasil, como recentemente ao Emirados \u00c1rabes Unidos, por exemplo, e vejo que existem enormes oportunidades para trabalharmos em conjunto\u201d, disse Celso Moretti, presidente da Embrapa. Ele destacou alguns dos instrumentos que o Acordo facilitar\u00e1: promo\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es junto \u00e0 startups que usam tecnologia da Embrapa, atra\u00e7\u00e3o de investimentos para P&amp;D, com apoio dos 43 centros de Pesquisa da Embrapa no pa\u00eds, compartilhamento de estruturas das duas institui\u00e7\u00f5es&nbsp; no exterior e, ainda coopera\u00e7\u00e3o e intelig\u00eancia estrat\u00e9gica em prol do desenvolvimento produtivo do agroneg\u00f3cio.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u201cEssa parceria trar\u00e1 mais agilidade para a Embrapa, que contar\u00e1 com a expertise da Apex-Brasil na promo\u00e7\u00e3o comercial e no trabalho de promo\u00e7\u00e3o da imagem do Brasil l\u00e1 fora. As duas institui\u00e7\u00f5es j\u00e1 trabalhavam juntas, mas esta formaliza\u00e7\u00e3o por meio deste ato \u00e9 muito importante. Espero grandes resultados futuros, e por isso fiz quest\u00e3o de vir prestigi\u00e1-lo\u201d, comentou a ministra Tereza Cristina.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica para Atra\u00e7\u00e3o de Investimentos, firmado no \u00e2mbito do AGC, tem o objetivo de explorar os desafios para a inova\u00e7\u00e3o, que constituem as principais demandas por tecnologia e as oportunidades mais importantes de empreendimento no agroneg\u00f3cio nacional. A identifica\u00e7\u00e3o desses desafios pelo corpo de pesquisadores da Embrapa facilitar\u00e1 as a\u00e7\u00f5es lideradas pela Apex-Brasil junto a investidores estrat\u00e9gicos dos principais mercados do mundo, que ser\u00e3o direcionados aos projetos mais atrativos do setor. O ACT refor\u00e7ar\u00e1, tamb\u00e9m, o posicionamento da Apex-Brasil como one-stop-shop de investidores estrangeiros interessados no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O Plano de Trabalho do ACT definir\u00e1 as linhas de a\u00e7\u00e3o que possibilitar\u00e3o a atra\u00e7\u00e3o de investimentos externos para o fomento e o fortalecimento da pesquisa, do desenvolvimento e da inova\u00e7\u00e3o na agropecu\u00e1ria brasileira. Por sua vez, a Apex-Brasil auxiliar\u00e1 as iniciativas de promo\u00e7\u00e3o, networking e internacionaliza\u00e7\u00e3o que comp\u00f5em os principais neg\u00f3cios da Embrapa, al\u00e9m de apoiar as a\u00e7\u00f5es externas da empresa com a rede estruturada de Escrit\u00f3rios da Apex-Brasil no exterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><u>Saiba mais<\/u><br \/>\nA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), criada em 1973 e vinculada ao Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA), atua na gera\u00e7\u00e3o de conhecimento e de tecnologias para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, de fibras e de fontes de energia. Sua miss\u00e3o \u00e9 viabilizar solu\u00e7\u00f5es de pesquisa, de desenvolvimento e de inova\u00e7\u00e3o, para garantir a sustentabilidade da agricultura nacional, em benef\u00edcio da sociedade brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e servi\u00e7os brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estrat\u00e9gicos da economia brasileira. Tamb\u00e9m atua de forma coordenada com atores p\u00fablicos e privados para atra\u00e7\u00e3o de investimentos estrangeiros diretos para o Brasil com foco em setores estrat\u00e9gicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A Apex-Brasil apoia cerca de 14 mil empresas, respons\u00e1veis por 30,2% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras. A Ag\u00eancia realiza 53 projetos de promo\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es em parceria com entidades representativas do setor privado e, desses, 16 s\u00e3o relacionados ao agroneg\u00f3cio. \u201cNo ano passado, apoiamos 1.161 empresas do setor, que exportaram US$ 22,7 bilh\u00f5es\u201d, comentou Segovia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">O que impede o Brasil de exportar mais l\u00e1cteos? Comentarista responde<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">A Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, entidade criada para fortalecer a cadeia produtiva, divulgou na sexta-feira, 17, que ir\u00e1 trabalhar a capacita\u00e7\u00e3o das empresas do setor de leite para o com\u00e9rcio exterior. A oportunidade que existe no mercado internacional \u00e9 necess\u00e1ria para enfrentar a crise econ\u00f4mica durante e ap\u00f3s a pandemia do novo coronav\u00edrus. Em 2019, o Brasil exportou US$ 12 milh\u00f5es e importou US$ 86 milh\u00f5es em produtos l\u00e1cteos como queijos e leite em p\u00f3. \u201cEsse jogo n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de ser virado, porque os pa\u00edses que s\u00e3o grandes produtores \u2014 a Europa e sua produ\u00e7\u00e3o quase milenar de l\u00e1cteos \u2014 formam um bunker de prote\u00e7\u00e3o contra importa\u00e7\u00e3o, para proteger o seu mercado interno\u201d, afirma o comentarista do Canal Rural Benedito Rosa. Para se tornar um grande fornecedor no mercado externo, o Brasil tem que atender alguns pr\u00e9-requisitos, entre eles melhorar o padr\u00e3o sanit\u00e1rio e mostrar ao mundo que n\u00e3o temos mais problemas de tuberculose e brucelose bovina. \u201cS\u00e3o problemas antigos, que determinam um padr\u00e3o sanit\u00e1rio que pode levar um pa\u00eds a barrar nossa importa\u00e7\u00f5es\u201d, diz. Al\u00e9m disso, Benedito Rosa afirma que seria necess\u00e1rio prote\u00e7\u00e3o do estado para os pequenos produtores, garantindo mercado a eles. \u201cHoje, 20% dos produtores produzem 80% da produ\u00e7\u00e3o\u201d, comenta. <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/programas\/informacao\/rural-noticias\/o-que-impede-o-brasil-de-exportar-mais-lacteos-comentarista-responde\/\">CLIQUE AQUI <\/a>para assistir ao v\u00eddeo. (Canal Rural)<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 22 de julho de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.268 &nbsp;&nbsp;Italac e Piracanjuba conquistam ranking de marcas mais escolhidas no BrasilA Italac e a Piracanjuba, empresas associadas ao Sindicato da <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/07\/22\/22-07-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/07\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5331","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5331","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5331"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5331\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5332,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5331\/revisions\/5332"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5331"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5331"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5331"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}