{"id":524,"date":"2015-06-30T09:35:47","date_gmt":"2015-06-30T09:35:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/30\/30-06-2015\/"},"modified":"2015-06-30T09:35:47","modified_gmt":"2015-06-30T09:35:47","slug":"30-06-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/30\/30-06-2015\/","title":{"rendered":"30\/06\/2015"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; line-height: 24px;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 29 de junho de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.070<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;Setor l\u00e1cteo ga\u00facho recebe financiamento de R$ 89 milh\u00f5es do BRDE<\/strong><\/p>\n<p> <em>Sindilat\/RS participou da solenidade de assinatura dos conv\u00eanios, nesta segunda-feira, no Pal\u00e1cio Piratini<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat\/RS), Alexandre Guerra, participou nesta segunda-feira (29) da assinatura de conv\u00eanios no valor de R$ 89,3 milh\u00f5es, junto ao BRDE. A solenidade contou com as presen\u00e7as do governador Jos\u00e9 Ivo Sartori e do vice-presidente do BRDE, Odacir Klein. Os conv\u00eanios ir\u00e3o beneficiar projetos de tr\u00eas cooperativas ligadas ao sindicato: Cooperativa Santa Clara, Languiru e Cooperativa Central Ga\u00facha (CCGL). \"Juntas, essas tr\u00eas cooperativas representam mais de 20% do leite produzido anualmente no RS e mais de 100 anos de hist\u00f3ria e trabalho\", destacou o dirigente. Hoje, o Rio Grande do Sul \u00e9 respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o de 4,8 bilh\u00f5es de litros de leite por ano.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1219\" style=\"width: 500px; height: 332px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> De acordo com Guerra, \u00e9 importante destacar o trabalho realizado pelas tr\u00eas empresas a fim de obter a linha de cr\u00e9dito, que permitir\u00e1 a amplia\u00e7\u00e3o do setor. \"\u00c9 preciso pensar no crescimento cont\u00ednuo da ind\u00fastria de l\u00e1cteos. Temos o controle de nossos produtos, metas definidas e tradi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o mais de mais de cem mil fam\u00edlias envolvidas com esses conv\u00eam\", destacou. Lembrou ainda que 13 milh\u00f5es de litros de leite passam pelo Sindilat\/RS \"Podemos dizer, com certeza, que o RS produz o melhor leite do Brasil\", destacou. &nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O governador tamb\u00e9m foi enf\u00e1tico: \"O leite ga\u00facho \u00e9 um dos melhores do pa\u00eds e o RS \u00e9 o segundo estado no ranking nacional de produ\u00e7\u00e3o de leite\", relatou. (.DOC Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o - Assessoria de Imprensa do SINDILAT\/RS)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Estudo n\u00e3o foi principal motivo para deixar de buscar trabalho, sugere IBGE<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A decis\u00e3o de estudar foi menos relevante que o componente demogr\u00e1fico para explicar o aumento da popula\u00e7\u00e3o que decidiu n\u00e3o trabalhar nos \u00faltimos anos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua) tem perguntado aos entrevistados porque ele est\u00e1 fora do mercado de trabalho e entre 2012 e 2015 o percentual de pessoas que declarou como principal motivo o fato de \"estar estudando\" se alterou marginalmente, de 19% para 19,9% do total. O motivo que mais cresceu foi o de pessoas que se declararam muito jovens ou muito idosas para trabalhar \u00ac aumento de quase 3 pontos percentuais. Para Naercio Aquino de Menezes Filho, professor e coordenador do Centro de Pol\u00edticas P\u00fablicas do Insper, os dados mostram que os jovens n\u00e3o est\u00e3o necessariamente parando de trabalhar para estudar e melhorar sua qualifica\u00e7\u00e3o. \"O argumento \u00e9 que ele \u00e9 muito jovem, n\u00e3o \u00e9 pelo estudo\", pondera ele.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1220\" style=\"width: 400px; height: 670px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Nos \u00faltimos anos, antes da crise atual, levantou-se o debate de que o aumento da renda familiar dos pais permitiu a um n\u00famero maior de jovens parar de trabalhar para estudar e que esse movimento poderia ter um reflexo positivo para a produtividade, pois esse jovem voltaria ao mercado mais qualificado. Para Menezes Filho, a pesquisa refor\u00e7a um cen\u00e1rio menos positivo. A renda dos pais, diz ele, pode ter ajudado o jovem que antes estava trabalhando a ficar em casa. \"Antes, ele se achava jovem, mas mesmo assim ia trabalhar para ajudar a fam\u00edlia. O motivo \u00e9 a idade, n\u00e3o o estudo\", pondera. Para ler a mat\u00e9ria na \u00edntegra, acesse <a href=\"index.php\/noticias\/424-estudo-nao-foi-principal-motivo-para-deixar-de-buscar-trabalho-sugere-ibge\">www.sindilat.com.br<\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Demanda de l\u00e1cteos do Oriente M\u00e9dio<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Rasmus Malmbak Kjeldsen pode ser um executivo de uma companhia de l\u00e1cteos europeia l\u00edder de mercado, mas ele tamb\u00e9m mant\u00e9m um olho no pre\u00e7o do petr\u00f3leo. O presidente da Arla Foods no Oriente M\u00e9dio e \u00c1frica, que fica em Dubai, disse que a demanda de l\u00e1cteos da regi\u00e3o tem sido fortemente influenciada pelo pre\u00e7o do petr\u00f3leo, que tem impulsionado ampla atividade econ\u00f4mica.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Com sua popula\u00e7\u00e3o em r\u00e1pido crescimento e o crescimento nas rendas, os pa\u00edses no Oriente M\u00e9dio e norte da \u00c1frica registraram uma r\u00e1pida expans\u00e3o de seus mercados de l\u00e1cteos. \"Muitos desses pa\u00edses s\u00e3o produtores de petr\u00f3leo e durante os \u00faltimos quatro a cinco anos, temos visto um crescimento muito forte\", disse ele.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A import\u00e2ncia da regi\u00e3o aumentou para grandes exportadores de l\u00e1cteos, com o mercado internacional afetado pelas menores importa\u00e7\u00f5es da China, enquanto enfrentam altos estoques e os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos em seu menor n\u00edvel desde 2009.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Embora o com\u00e9rcio mundial de produtos l\u00e1cteos tenha dobrado na \u00faltima d\u00e9cada, as importa\u00e7\u00f5es do Oriente M\u00e9dio triplicaram e as exporta\u00e7\u00f5es para os cinco pa\u00edses na \u00e1rea de Maghreb aumentaram em 3,5 vezes, de acordo com dados do Centro Internacional de Com\u00e9rcio da Su\u00ed\u00e7a.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Apesar de o crescimento n\u00e3o ter sido t\u00e3o espetacular quanto foi na China, onde as importa\u00e7\u00f5es aumentaram em 14 vezes no mesmo per\u00edodo, eles se tornaram importantes mercados para importantes exportadores, incluindo Nova Zel\u00e2ndia, Europa e Argentina.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Diferentemente da China e pa\u00edses do sudeste da \u00c1sia, onde os produtos l\u00e1cteos como leite e queijos s\u00e3o relativamente novos na dieta, a regi\u00e3o do Oriente M\u00e9dio e do norte da \u00c1frica t\u00eam tradi\u00e7\u00e3o de consumir produtos l\u00e1cteos, disseram analistas.Para ler a mat\u00e9ria na \u00edntegre, acesse <a href=\"index.php\/noticias\/425-demanda-de-lacteos-do-oriente-medio\">www.sindilat.com.br<\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1221\" style=\"width: 400px; height: 218px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Novas regras geram d\u00favidas<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Mudan\u00e7as nas regras do Suasa, previstas no decreto 8.471 e na Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) 16, publicadas esta semana, preocupam m\u00e9dicos veterin\u00e1rios. Pelas novas regras, as agroind\u00fastrias de pequeno porte passar\u00e3o a ter inspe\u00e7\u00e3o de cunho orientativo e n\u00e3o mais fiscalizat\u00f3rio. Os profissionais que atuam na inspe\u00e7\u00e3o reclamam que as informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o claras. \"Pelo que entendemos, tira uma s\u00e9rie de exig\u00eancias do produto artesanal\", avalia a veterin\u00e1ria Andrea Troller Pinto, do Sindicato dos Veterin\u00e1rios do RS. A principal preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com a qualidade dos alimentos. O chefe do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o dos Produtos de Origem Animal do Minist\u00e9rio da Agricultura no RS, Leonardo Isolan, avalia que as novas regras v\u00e3o facilitar a formalidade e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos da agricultura familiar. \"As normas espec\u00edficas ser\u00e3o editadas dentro de 90 dias, regulamentando a execu\u00e7\u00e3o da atividade de fiscaliza\u00e7\u00e3o\", comenta. (Correio do Povo)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>\u00c1gua&nbsp;<br \/> A Castertech Fundi\u00e7\u00e3o e Tecnologia, fabricante de pe\u00e7as fundidas das Empresas Randon, em Caxias do Sul, que aproveita \u00e1guas da chuva captadas desde a funda\u00e7\u00e3o da empresa, em 2006, agora tamb\u00e9m capta do efluente tratado na Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Efluentes das Empresas Randon e usa nos processos industriais e em sanit\u00e1rios. O consumo m\u00e9dio mensal de \u00e1gua coletada da chuva \u00e9 de 1.600 m3, e da reprocessada da ETE \u00e9 de 2.600 m3, enquanto o de \u00e1gua tratada, que antes era usada nos processos de resfriamento, foi completamente eliminado, resultando em uma economia anual de R$ 220 mil. (Jornal do Com\u00e9rcio)&nbsp;<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 29 de junho de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.070 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Setor l\u00e1cteo ga\u00facho recebe financiamento de R$ 89 milh\u00f5es do BRDE Sindilat\/RS participou da solenidade <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/30\/30-06-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/06\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-524","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/524","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=524"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/524\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=524"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=524"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=524"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}