{"id":5218,"date":"2020-06-29T19:54:53","date_gmt":"2020-06-29T19:54:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5218"},"modified":"2020-06-29T19:56:12","modified_gmt":"2020-06-29T19:56:12","slug":"29-06-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/29\/29-06-2020\/","title":{"rendered":"29\/06\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 29 de junho de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.250<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cuidados para afastar a Covid-19 das propriedades leiteiras s\u00e3o tema de live<\/strong><\/p>\n<p>Os cuidados que o produtor de leite precisa ter na propriedade para afastar a possibilidade de contamina\u00e7\u00e3o por coronav\u00edrus foram tema de live promovida na manh\u00e3 desta segunda-feira (29\/6) pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa). Reunindo um time de especialistas da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Seapdr) e da Embrapa, o debate remoto elencou dicas importantes que o produtor deve adotar \u2013 ou redobrar \u2013 para que a doen\u00e7a n\u00e3o chegue aos propriet\u00e1rios e colaboradores das propriedades rurais e, assim, n\u00e3o comprometa a produ\u00e7\u00e3o e os resultados financeiros.<\/p>\n<p>O Webinar 'Covid-19: o que o produtor precisa saber' deu um foco importante na biosseguridade na cadeia da bovinocultura de leite na rotina do transporte \u2013 uma das mais sens\u00edveis do processo, uma vez que o caminh\u00e3o de coleta passa por diversas propriedades. De acordo com Rog\u00e9rio Dereti, pesquisador da Embrapa Gado de Leite, diante do cen\u00e1rio \u00e9 essencial que o produtor adote mudan\u00e7as de h\u00e1bitos, refor\u00e7ando que a atividade leiteira em si, j\u00e1 exige uma s\u00e9rie de regras e boas pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o que contemplam parte das recomenda\u00e7\u00f5es das autoridades de sa\u00fade. \u201cN\u00e3o \u00e9 algo f\u00e1cil de se fazer no cotidiano e, no caso dos transportadores, que mant\u00eam diversos contatos ao longo do dia, \u00e9 recomend\u00e1vel que mantenha a dist\u00e2ncia de dois metros dos indiv\u00edduos que atuam na propriedade, bem como fa\u00e7a uso sempre do \u00e1lcool em gel 70%\", afirma Dereti.&nbsp;<\/p>\n<p>Guilherme Nunes de Souza, tamb\u00e9m pesquisador da Embrapa Gado de Leite, lembra que o momento de coleta do leite do resfriador tamb\u00e9m merece aten\u00e7\u00e3o especial. \u201cO ideal \u00e9 o que o pr\u00f3prio transportador encaixe a mangueira no equipamento e, ap\u00f3s isso, fa\u00e7a a higiene do registro com \u00e1lcool\u201d, explica Nunes. Segundo ele, os produtores ainda devem manter a tampa do registro no local adequado, uma vez que isso ajuda na manuten\u00e7\u00e3o da qualidade e assepsia de todo o processo. Em outra frente da rotina da propriedade, Dereti sugere que as tarefas na fazenda sejam bem divididas para evitar que diferentes pessoas tenham contato com equipamentos e superf\u00edcies \u2013 a\u00e7\u00e3o que facilita a contamina\u00e7\u00e3o pela Covid-19. \u201cNa sala de ordenha, por exemplo, em uma propriedade com quatro conjuntos de ordenha, n\u00e3o \u00e9 preciso mais de uma pessoa para fazer o servi\u00e7o. Essa \u00e9 a propor\u00e7\u00e3o ideal neste momento de cuidados extremos\u201d, afirmou Dereti.<\/p>\n<p>Na rotina que n\u00e3o depende de fatores externos, as fam\u00edlias devem restringir o acesso\/visitas de pessoas que n\u00e3o sejam fundamentais para dar andamento \u00e0 atividade leiteira. No caso da entrega de insumos feita por pessoas de fora, sempre manter a dist\u00e2ncia recomendada de dois metros e, depois, higienizar as superf\u00edcies que tenham sido tocadas pelo visitante. Em outros casos de pessoas da fam\u00edlia do produtor que mantenha atividades fora da fazenda, \u00e9 altamente recomend\u00e1vel manter o distanciamento, al\u00e9m da rotina que se faz necess\u00e1ria a todos nos dias atuais: troca de roupas e assepsia total quando chegar em casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pesquisadora da Secretaria da Agricultura do Estado Laura Lopes de Almeida refor\u00e7ou a import\u00e2ncia dessas medidas preventivas dentro da propriedade, uma vez que 80% das pessoas contaminadas por coronav\u00edrus s\u00e3o assintom\u00e1ticas, ou seja, n\u00e3o apresentam sintomas. Isso significa que os sintomas f\u00edsicos n\u00e3o podem ser unicamente considerados na hora de manter proximidade com as pessoas. \u201cDois metros \u00e9 a dist\u00e2ncia ideal, al\u00e9m do uso permanente de m\u00e1scaras quando em contato com pessoas de fora, higiene das m\u00e3os e das superf\u00edcies regularmente s\u00e3o as armas que temos para enfrentar esta guerra\u201d, pontuou Laura, coautora de um guia organizado pela Embrapa Clima Temperado, que traz orienta\u00e7\u00f5es aos produtores de leite e como tomar medidas de precau\u00e7\u00e3o para evitar a contamina\u00e7\u00e3o pelo novo coronav\u00edrus. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<br \/>\n<span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma fazenda leiteira m\u00e9dia argentina produz 2.865 litros de leite diariamente<\/strong><br \/>\nUm relat\u00f3rio elaborado pelo Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea da Argentina (OCLA) detalha o panorama das camadas das fazendas leiteiras na Argentina a partir de maio de 2020, com base nos dados fornecidos pelo SIGLeA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 200px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4098\" alt=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode-se observar que os aproximadamente 340 fazendas de + 10.000 litros no estrato, que produziram uma m\u00e9dia de 18.210 litros por dia durante o m\u00eas de maio, fornecem 18,5% mais leite do que as 5.430 fazendas que produziram entre 1 e 2.000 litros por dia (com 1.140 litros de leite).<\/p>\n<p>Outro fato interessante \u00e9 que as propriedades com mais de 10.000 litros de leite por dia representaram 2,7% do total de fazendas leiteiras e 19,1% da produ\u00e7\u00e3o em maio do ano passado, com uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia di\u00e1ria de 16.951 litros de leite.<\/p>\n<p>O processo de concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o em grandes fazendas \u00e9 cont\u00ednuo e se acelerou nos \u00faltimos anos, com taxas entre 2 e 4% ao ano. Informa\u00e7\u00f5es publicadas na OCLA, com base na Situa\u00e7\u00e3o Mundial dos Latic\u00ednios da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Latic\u00ednios 2019 (FIL\/IDF), mostram uma taxa para os principais pa\u00edses leiteiros do mundo, levemente acima de 4% de redu\u00e7\u00e3o anual na pecu\u00e1ria leiteira.<\/p>\n<p>Com base na produ\u00e7\u00e3o mensal e na quantidade anual de fazendas leiteiras (SENASA em 31\/03\/19), pode-se inferir o tamanho da fazenda m\u00e9dia em maio de 2020, que produz de 2.865 litros de leite diariamente, 16,4% a mais que o no ano anterior (note-se que a produ\u00e7\u00e3o em maio de 2020 foi 10,9% superior a maio de 2019).<\/p>\n<p>Se avaliarmos seu comportamento ao longo do tempo, apesar da diminui\u00e7\u00e3o no n\u00famero de unidades produtivas e no n\u00famero de vacas, a fazenda m\u00e9dia acumula uma taxa de crescimento anual de 2,78% no per\u00edodo 2009-2020, o que, apesar da redu\u00e7\u00e3o nas unidades de produ\u00e7\u00e3o e no rebanho, permite a manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis agregados de produ\u00e7\u00e3o no n\u00edvel nacional.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 280px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4097\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A s\u00e9rie de n\u00famero de fazendas leiteiras (SENASA) utilizada para os c\u00e1lculos de produ\u00e7\u00e3o por fazenda \u00e9 a \u00fanica dispon\u00edvel e, apesar de haver algumas defici\u00eancias na pesquisa de informa\u00e7\u00f5es, o crit\u00e9rio \u00e9 mantido ao longo do tempo e permite avaliar a tend\u00eancia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do TodoAgro.com.ar, traduzida pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Despesa caiu e receita de servi\u00e7os cresceu<\/strong><br \/>\nA Emater\/RS-Ascar conseguiu reduzir suas despesas de custeio em 15% e aumentar sua receita de servi\u00e7os de classifica\u00e7\u00e3o e certifica\u00e7\u00e3o em R$ 1,2 milh\u00e3o, segundo Balan\u00e7o Patrimonial apresentado ontem, junto com o Relat\u00f3rio de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural e Social, ao Conselho T\u00e9cnico Administrativo da Emater\/RS e ao Conselho Administrativo da Ascar, em teleconfer\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente da Emater\/RS-Ascar, Geraldo Sandri, destacou que a diminui\u00e7\u00e3o nas despesas se deu em raz\u00e3o da implanta\u00e7\u00e3o do gerenciamento matricial, que prioriza a gest\u00e3o de recursos sem prejudicar a qualidade dos servi\u00e7os prestados.&nbsp;<br \/>\nNo ano passado, segundo o relat\u00f3rio de atividades, a Emater atendeu 236 mil fam\u00edlias nos 497 munic\u00edpios ga\u00fachos, das quais 55 mil voltadas para a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, principalmente milho, e outras 4,7 mil dedicadas \u00e0 agroindustrializa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cObservamos a retomada na produ\u00e7\u00e3o de milho\u201d, relatou o diretor t\u00e9cnico da Emater, Alencar Rugeri, indicando que isso gerou mais investimentos em silos secadores. (Correio do Povo)<br \/>\n<b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Kiformaggio \u00e9 a nova associada do Sindilat<\/strong><br \/>\nA empresa de latic\u00ednios Kiformaggio, de Nonoai (RS), \u00e9 a nova associada do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS). Fundado em 1992, o grupo, que fica h\u00e1 cerca de 416 quil\u00f4metros de Porto Alegre, possui filial em Carlos Barbosa, na Serra. Focada na produ\u00e7\u00e3o de queijos coboc\u00f3, parmes\u00e3o, tropical, colonial e queijos ralados, a Kiformaggio tamb\u00e9m atende mais de 30 marcas pr\u00f3prias, em parceria com outras empresas e ind\u00fastrias. Representada pelo diretor Humberto D\u00f6ering Brustolin, com 24 anos de casa, a empresa passa por constante crescimento, ap\u00f3s expans\u00e3o da f\u00e1brica. \u201cA Kiformaggio ampliou o atendimento para al\u00e9m da regi\u00e3o Sul do Brasil, levando a marca ao Sudeste e Centro-oeste. Al\u00e9m disso, a empresa tamb\u00e9m possui queijos premiados entre os melhores do Rio Grande do Sul e hoje \u00e9 conceituada como uma marca de renome nacional\u201d, afirma Brustolin. Com a pandemia de Covid-19, Brustolin destaca que o momento foi de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s novas necessidades. \u201cFoi feito um trabalho de conscientiza\u00e7\u00e3o com os colaboradores. Hoje a empresa possui uma s\u00e9rie de protocolos que refor\u00e7am a seguran\u00e7a nas ind\u00fastrias. Tamb\u00e9m vem se preparando para atuar com vendas on-line e buscando novos nichos de mercado\u201d, pontua. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 29 de junho de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.250 Cuidados para afastar a Covid-19 das propriedades leiteiras s\u00e3o tema de live Os cuidados que o produtor de leite precisa ter <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/29\/29-06-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"29\/06\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5218","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5218","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5218"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5218\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5219,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5218\/revisions\/5219"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5218"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5218"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5218"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}