{"id":5198,"date":"2020-06-25T20:11:48","date_gmt":"2020-06-25T20:11:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5198"},"modified":"2020-06-25T20:11:48","modified_gmt":"2020-06-25T20:11:48","slug":"25-06-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/25\/25-06-2020\/","title":{"rendered":"25\/06\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 25 de junho de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.248<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Live sobre biosseguridade debate cuidados permanentes na cadeia leiteira durante e p\u00f3s pandemia<\/strong><\/p>\n<p>A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) e a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Seapdr) promovem, no dia 29 de junho, live sobre os cuidados e preven\u00e7\u00f5es para Covid-19 dentro das propriedades rurais. O evento, que surgiu da necessidade de discutir biosseguridade na cadeia leiteira, apresentar\u00e1 um guia informativo intitulado de \u201c<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1123163\/covid-19-o-que-o-produtor-de-leite-precisa-saber\">Covid-19 - O que o produtor de leite precisa saber?\u201d<\/a>. O debate tamb\u00e9m vai abordar as rotinas de higieniza\u00e7\u00e3o que os transportadores de leite precisam manter durante as coletas. A transmiss\u00e3o ser\u00e1 gratuita e ao vivo, \u00e0s 10h, <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=1fN9l1cFhGI\">pelo canal no Youtube da Embrapa.<\/a><\/p>\n<p>Segundo a palestrante Laura Lopes de Almeida, m\u00e9dica veterin\u00e1ria e virologista no laborat\u00f3rio do Instituto de Pesquisas Veterin\u00e1rias Desid\u00e9rio Finamor (IPVDF), da Secretaria de Agricultura, as discuss\u00f5es sobre biosseguridade v\u00eam crescendo na rotina dos produtores de leite. Para ela, o coronav\u00edrus \u00e9 uma doen\u00e7a do estilo de vida moderno, que ir\u00e1 modificar para sempre algumas rotinas de higieniza\u00e7\u00e3o dentro e fora dos grandes centros urbanos. \u201cAgora, estamos precisando mudar de forma emergencial, mas algumas transforma\u00e7\u00f5es precisam ficar para sempre, e a biosseguridade \u00e9 uma delas. Esses conceitos que os produtores e ind\u00fastrias t\u00eam de higieniza\u00e7\u00e3o s\u00e3o desafios que precisamos inserir tamb\u00e9m dentro da nossa vida urbana. Higieniza\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a do pasto ao prato\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n<p>Para a m\u00e9dica veterin\u00e1ria da Embrapa Clima Temperado L\u00edgia Pegoraro, uma das grandes li\u00e7\u00f5es que a Covid-19 trouxe foi a necessidade da sa\u00fade \u00fanica: o homem, os animais e a propriedade. A t\u00e9cnica ainda afirma que biosseguridade interna e externa precisam andar de forma transversal. \u201cO transportador de leite, os veterin\u00e1rios, as pessoas que vendem insumos, os produtores rurais e as ind\u00fastrias devem estar juntos. \u00c9 uma corrente e se algum elo quebrar p\u00f5e em risco todo o sistema\u201d, destaca.&nbsp;<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat-RS), Darlan Palharini, refor\u00e7a que eventos como esses v\u00eam ao encontro da dedica\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias em manter os processos de higieniza\u00e7\u00e3o alinhados aos produtores rurais. \u201cAs ind\u00fastrias de latic\u00ednios, assim como outras empresas que tamb\u00e9m trabalham com alimentos, sempre estiveram atentas \u00e0s seguran\u00e7as necess\u00e1rias para entregar qualidade aos consumidores. Durante a pandemia, essa preocupa\u00e7\u00e3o triplicou e as mudan\u00e7as seguir\u00e3o na rotina na cadeia leiteira\u201d, enfatiza.&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m participam do evento os m\u00e9dicos veterin\u00e1rios da Embrapa Gado de Leite Guilherme Nunes de Souza e Rog\u00e9rio Derreti, e a m\u00e9dica veterin\u00e1ria da Embrapa Su\u00ednos e Aves Clarissa Vaz. (Assessoria de Imprensa Sindilat\/RS)<br \/>\n<span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sooro Renner Nutri\u00e7\u00e3o faz seu primeiro embarque de soro de leite em p\u00f3 \u00e0 \u00c1sia<\/strong><br \/>\nNo dia 24 de junho de 2020, a Sooro Renner realizou seu primeiro embarque de produtos l\u00e1cteos para fora do Mercosul, uma carga de 25 mil quilos de soro de leite em p\u00f3, com destino \u00e0s Filipinas. A carga corresponde a um container de 40 p\u00e9s. A exporta\u00e7\u00e3o ocorrer\u00e1 por meio da planta industrial de Marechal C\u00e2ndido Rondon\/PR e representa um marco para a empresa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a fus\u00e3o entre as empresas Sooro e Relat, hoje, conhecida como Sooro Renner Nutri\u00e7\u00e3o, e oportunizando a jun\u00e7\u00e3o das duas plantas industriais, logrou-se um aumento exponencial na capacidade de produ\u00e7\u00e3o, momento em que estrategicamente decidiram ultrapassar as fronteiras do Mercosul, exportando os produtos para outros continentes.<\/p>\n<p>\u201cHoje especificamente estamos muito felizes e realizados j\u00e1 que operamos a primeira exporta\u00e7\u00e3o de soro de leite em p\u00f3 para o continente asi\u00e1tico. \u00c9 o in\u00edcio de uma nova caminhada e de novos desafios, fruto do trabalho e dedica\u00e7\u00e3o desenvolvido por um time de profissionais de primeira linha e do investimento em novas tecnologias\u201d, aponta o Diretor Presidente, William da Silva.<\/p>\n<p>\u201cApesar do momento ser de incertezas, ocasionado pela pandemia, n\u00f3s da Sooro Renner, ao longo desses 20 anos de hist\u00f3ria, continuaremos acreditando em dias melhores, como acreditamos tamb\u00e9m na recupera\u00e7\u00e3o da economia brasileira e mundial\u201d, ressalta Silva.<\/p>\n<p>Amplia\u00e7\u00e3o da capacidade produtiva: A Sooro Renner est\u00e1 investindo na amplia\u00e7\u00e3o do parque industrial de Marechal C\u00e2ndido Rondon. A obra tem previs\u00e3o de conclus\u00e3o no primeiro semestre de 2021. Com esse investimento a capacidade de produ\u00e7\u00e3o de soro de leite e seus derivados deve chegar a 230 toneladas por dia, nas duas plantas. \u201cN\u00e3o paramos por aqui, continuaremos a investir em novas tecnologias e aumentando cada vez mais a capacidade de produ\u00e7\u00e3o industrial, a fim de atender \u00e0s novas demandas e oferecer novos produtos ao mercado\u201d, aponta Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Sooro Renner Nutri\u00e7\u00e3o S.A. \u00e9 uma ind\u00fastria de ingredientes l\u00e1cteos e o princ\u00edpio b\u00e1sico dos processos da Sooro \u00e9 a concentra\u00e7\u00e3o de nutrientes do soro de leite, ou seja, a retirada da \u00e1gua do soro de leite transformando-o em p\u00f3, gerando os produtos: WPI (Isolado Proteico), WPC (Whey Protein, Permeado e Soro de Leite em P\u00f3. Atualmente, a empresa conta com duas unidades industriais, sendo uma na cidade de Marechal C\u00e2ndido Rondon, Paran\u00e1 e outra em Esta\u00e7\u00e3o, no Rio Grande do Sul. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Assessoria de Imprensa)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Apesar da instabilidade causada pela pandemia, setor leiteiro est\u00e1 otimista e movimenta R$ 6 milh\u00f5es mensais em Iju\u00ed<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s longo per\u00edodo de estiagem que atingiu diversos setores do agroneg\u00f3cio, produtores de leite comemoram a alta nos pre\u00e7os e o retorno da oferta de forrageiras de boa qualidade, o que resulta em retorno aos patamares normais de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Conforme Oldemar Heck Weiller, m\u00e9dico veterin\u00e1rio, assistente t\u00e9cnico regional da Emater de Iju\u00ed, os produtores passaram por um per\u00edodo cr\u00edtico causado pela falta de chuva que comprometeu as lavouras de milho e reduziu as pastagens.<\/p>\n<p>Apesar desse problema j\u00e1 ter sido superado, ainda h\u00e1 instabilidade no mercado, em fun\u00e7\u00e3o da incerteza em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o da pandemia.<\/p>\n<p>Darlan Palharini secret\u00e1rio executivo do Sindilat, sindicato da ind\u00fastria de latic\u00ednios e derivados afirma que no in\u00edcio da pandemia houve uma corrida aos supermercados em busca de leite. Em 12 dias foram comercializados o equivalente a m\u00e9dia de 2 meses. No entanto, hoje esse mercado j\u00e1 \u00e9 considerado regulado e o cen\u00e1rio, conforme ele, \u00e9 positivo e calmo, levando em considera\u00e7\u00e3o que a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 dentro do que \u00e9 consumido.<\/p>\n<p>Atualmente a cadeia do leite movimenta grande volume financeiro na regi\u00e3o de Iju\u00ed. Conforme levantamento da Emater, nos 44 munic\u00edpios que comp\u00f5e o regional aproximadamente 8 mil 400 produtores trabalham com vacas de leite. Somente em Iju\u00ed s\u00e3o 480 trabalhadores rurais que possuem 8 mil e 200 animais.&nbsp;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o no \u00faltimo ano foi de 790 mil toneladas de leite. Iju\u00ed produz anualmente 60 mil toneladas do alimento. A m\u00e9dia di\u00e1ria, conforme Oldemar, \u00e9 2 mil 160 toneladas de leite por dia. Iju\u00ed produz 165 mil litros diariamente. (R\u00e1dio Progresso)<b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Subven\u00e7\u00e3o vai a R$ 955milh\u00f5es<\/strong><br \/>\nO Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) publicou ontem o cronograma de libera\u00e7\u00e3o dos recursos do Programa de Subven\u00e7\u00e3o ao Pr\u00eamio do Seguro Rural em 2020. Do total de R$ 955 milh\u00f5es, ser\u00e3o destinados R$ 280 milh\u00f5es para as culturas de inverno; R$ 535 milh\u00f5es para soja, milho 1\u00aa safra, arroz, feij\u00e3o e caf\u00e9; R$ 70 milh\u00f5es para frutas; R$ 10 milh\u00f5es para pecu\u00e1ria; R$ 10 milh\u00f5es para florestas e R$ 50 milh\u00f5es para as demais culturas. O governo calcula que com o montante previsto ser\u00e1 poss\u00edvel contratar 220 mil ap\u00f3lices, cobrir 15 milh\u00f5es de hectares e segurar R$ 43 bilh\u00f5es. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de junho de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.248 Live sobre biosseguridade debate cuidados permanentes na cadeia leiteira durante e p\u00f3s pandemia A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/25\/25-06-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/06\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5198","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5198","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5198"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5198\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5199,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5198\/revisions\/5199"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5198"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5198"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5198"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}