{"id":516,"date":"2015-06-26T20:06:35","date_gmt":"2015-06-26T20:06:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/26\/26-06-2015\/"},"modified":"2015-06-26T20:06:35","modified_gmt":"2015-06-26T20:06:35","slug":"26-06-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/26\/26-06-2015\/","title":{"rendered":"26\/06\/2015"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\">Caso n\u00e3o esteja visualizando corretamente esta mensagem,<a href=\"%__view%\" target=\"_BLANK\" style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> acesse este link<\/a>.<\/span><\/span><\/div>\n<p> <\/center><\/center><\/center> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/span><\/span><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><b><i>Porto Alegre, 26 de junho de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.069<\/i><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;Importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos sobe 37% e j\u00e1 preocupa ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p> As importa\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos cresceram 37% em volume nos primeiros cinco meses do ano na compara\u00e7\u00e3o com 2014 e esse cen\u00e1rio j\u00e1 afeta o dia a dia das empresas que atuam no segmento de leite em p\u00f3 no Brasil. Isso porque o produto \u00e9 o item mais representativo nas importa\u00e7\u00f5es nacionais.<\/p>\n<p> Conforme dados da Secex, compilados pela consultoria MilkPoint, de janeiro a maio, o Brasil importou 53.307 toneladas de l\u00e1cteos, 37,1% acima das 38.873 toneladas de igual per\u00edodo em 2014. Uma fatia de 67,9% desse total se refere \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3, especialmente do produto utilizado como mat\u00e9ria-prima pela ind\u00fastria de alimentos. As importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos custaram US$ 177,208 milh\u00f5es, 4,7% mais do que no mesmo intervalo de 2014.<br \/> &nbsp;<br \/> Quando os volumes s\u00e3o transformados em equivalente leite, o avan\u00e7o das importa\u00e7\u00f5es entre janeiro e maio deste ano \u00e9 mais expressivo: de 73,4% na mesma compara\u00e7\u00e3o, para 425,378 milh\u00f5es de litros, segundo os c\u00e1lculos da MilkPoint.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1218\" style=\"width: 500px; height: 493px;\" \/><\/p>\n<p> Apesar da alta do d\u00f3lar, que normalmente desestimularia as importa\u00e7\u00f5es, as compras de l\u00e1cteos no exterior avan\u00e7am em decorr\u00eancia da queda dos pre\u00e7os no mercado internacional. No \u00faltimo leil\u00e3o quinzenal de l\u00e1cteos realizado em 16 de junho pela plataforma Global Dairy Trade (GDT), refer\u00eancia no mercado internacional, o leite em p\u00f3 integral ficou em US$ 2.327 por tonelada. O valor \u00e9 o menor desde janeiro deste ano e bem inferior ao recorde de US$ 5.245 por tonelada alcan\u00e7ado em abril de 2013, quando a demanda chinesa puxava os pre\u00e7os.<\/p>\n<p> O resultado agora \u00e9 que, mesmo com o d\u00f3lar mais caro, o leite em p\u00f3 importado chega ao Brasil com pre\u00e7os mais baixos do que o produto local. Enquanto o leite em p\u00f3 destinado \u00e0 ind\u00fastria \u00e9 negociado entre R$ 9,80 e R$ 9,90 o quilo no mercado dom\u00e9stico, o importado chega pelo equivalente a R$ 9,20 (pre\u00e7os de maio), conforme levantamento da MilkPoint. \"Est\u00e1 pressionando o mercado local\", afirma Galan.<\/p>\n<p> Outro efeito do aumento das importa\u00e7\u00f5es \u00e9 que algumas empresas que atuam no segmento de leite em p\u00f3 est\u00e3o tendo de buscar alternativas para driblar a concorr\u00eancia com o produto importado. \"As empresas come\u00e7am a direcionar leite para fabricar outros produtos\", acrescenta.<br \/> Um exemplo \u00e9 a catarinense Coopercentral Aurora, que vende leite em p\u00f3 fracionado para o varejo e tamb\u00e9m para o mercado institucional, isto \u00e9, ind\u00fastrias de alimentos que utilizam o produto como mat\u00e9ria-prima.<\/p>\n<p> De acordo com Leomar Somensi, diretor comercial da Aurora, o momento \u00e9 mais favor\u00e1vel para o leite longa vida e para o queijo mu\u00e7arela em termos de pre\u00e7os. Com isso, a empresa est\u00e1 reduzindo a secagem de leite para fabricar o produto em p\u00f3. Conforme levantamento da MilkPoint, o leite longa vida terminou a semana de 15 a 19 de junho em R$ 2,21 o litro, em m\u00e9dia, no atacado, ante R$ 2,19 na semana anterior. A mu\u00e7arela subiu para R$ 14,20 ante R$ 13,90 o quilo no per\u00edodo anterior.<br \/> Somensi afirma que esse desequil\u00edbrio no mercado por conta da oferta de leite em p\u00f3 importado acaba \"segurando\" os pre\u00e7os da mat\u00e9ria-prima. Normalmente, as cota\u00e7\u00f5es pagas ao produtor de leite estariam em alta, mas o mercado tem ficado est\u00e1vel, entre R$ 1,00 e R$ 1,10 o litro em Santa Catarina.<br \/> A mineira Itamb\u00e9, joint venture entre a Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR) e a Vigor, tamb\u00e9m est\u00e1 produzindo mais leite longa vida neste momento de maior concorr\u00eancia para o leite em p\u00f3. \"Fizemos algum direcionamento do leite em p\u00f3 para o longa vida, aproveitando o pre\u00e7o favor\u00e1vel [do UHT]\", afirma Ricardo Cotta, diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais da Itamb\u00e9.<\/p>\n<p> Ele observa, contudo, que a Itamb\u00e9 n\u00e3o tem sofrido tanto com a concorr\u00eancia do leite em p\u00f3 importado porque atua com for\u00e7a no segmento de produto destinado ao varejo, com marca, \"o que garante estabilidade de pre\u00e7os\". Al\u00e9m disso, o peso do leite em p\u00f3 para o mercado institucional (ind\u00fastria de alimentos) na receita da Itamb\u00e9 \u00e9 pequeno, segundo Cota. \"Em nossa estrat\u00e9gia de agrega\u00e7\u00e3o de valor, temos um posicionamento forte de marca do leite em p\u00f3 no mercado do Nordeste\", acrescenta. A regi\u00e3o \u00e9 um dos principais mercados para a categoria no Brasil. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Diretoria da Anvisa aprova regulamento sobre rotulagem de alerg\u00eanicos<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta quarta-feira (24\/6), a Resolu\u00e7\u00e3o que trata dos requisitos para rotulagem obrigat\u00f3ria dos principais alimentos que causam alergias alimentares. A norma dever\u00e1 ser publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o nos pr\u00f3ximos dias.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Segundo o regulamento - que abrange alimentos e bebidas - os r\u00f3tulos dever\u00e3o informar a exist\u00eancia de 17 (dezessete) alimentos: trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas) \u037e Crust\u00e1ceos\u037e Ovos\u037e Peixes\u037e Amendoim\u037e Soja\u037e Leite de todos os mam\u00edferos\u037e Am\u00eandoa\u037e Avel\u00e3\u037e Castanha de caju\u037e Castanha do Par\u00e1\u037e Macad\u00e2mia\u037e Nozes\u037e Pec\u00e3\u037e Pistaches\u037e Pinoli\u037e Castanhas, al\u00e9m de l\u00e1tex natural.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Com isso, os derivados desses produtos devem trazer a informa\u00e7\u00e3o: \"Al\u00e9rgicos: Cont\u00e9m (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) \", \"Al\u00e9rgicos: Cont\u00e9m derivados de (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) \" ou \"Al\u00e9rgicos: Cont\u00e9m (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) e derivados\".<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> J\u00e1 nos casos em que n\u00e3o for poss\u00edvel garantir a aus\u00eancia de contamina\u00e7\u00e3o cruzada dos alimentos (que \u00e9 a presen\u00e7a de qualquer al\u00e9rgeno alimentar n\u00e3o adicionado intencionalmente, como no caso de produ\u00e7\u00e3o ou manipula\u00e7\u00e3o), o r\u00f3tulo deve constara declara\u00e7\u00e3o \"Al\u00e9rgicos: Pode conter (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) \".<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Essas advert\u00eancias, segundo a norma, devem estar agrupadas imediatamente ap\u00f3s ou logo abaixo da lista de ingredientes e com caracteres leg\u00edveis, em caixa alta, negrito e cor contrastante com o fundo do r\u00f3tulo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Os fabricantes ter\u00e3o 12 (doze) meses para adequar as embalagens. Os produtos fabricados at\u00e9 o final do prazo de adequa\u00e7\u00e3o poder\u00e3o ser comercializados at\u00e9 o fim de seu prazo de validade. (Anvisa)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>EUA: produ\u00e7\u00e3o de leite alcan\u00e7ou nova marca em maio<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Maio desse ano foi provavelmente o m\u00eas mais produtivo para o rebanho leiteiro dos Estados Unidos na hist\u00f3ria. A produ\u00e7\u00e3o de maio de 2015 foi estimada em 8,32 bilh\u00f5es de quilos, 1,4% a mais que em maio de 2014, de acordo com o relat\u00f3rio mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado em 18 de junho. A produ\u00e7\u00e3o mensal de leite dos Estados Unidos tinha anteriormente alcan\u00e7ado o volume m\u00e1ximo de 8,16 bilh\u00f5es de quilos em mar\u00e7o de 2015 e maio de 2014.<\/p>\n<p> O n\u00famero de vacas leiteiras nos Estados Unidos foi estimado em 9,31 milh\u00f5es de cabe\u00e7as em maio de 2015, 58.000 cabe\u00e7as a mais que em maio de 2014, e 3.000 cabe\u00e7as a mais do que em abril de 2015. A produ\u00e7\u00e3o mensal de leite por vaca ficou em m\u00e9dia em 894,03 quilos em maio, 6,80 quilos a mais que em maio de 2014.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A produ\u00e7\u00e3o de leite nos 23 estados de maior produ\u00e7\u00e3o em maio foi estimada em 7,79 bilh\u00f5es de quilos, 1,4% a mais que no ano anterior. A produ\u00e7\u00e3o revisada de abril, de 7,54 bilh\u00f5es de quilos, aumentou em 1,8% com rela\u00e7\u00e3o a abril de 2014, e representou um aumento de 1,36 milh\u00e3o de libras com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estimativa de produ\u00e7\u00e3o do m\u00eas passado.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A produ\u00e7\u00e3o de leite em maio com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior declinou em Arizona, Calif\u00f3rnia, Novo M\u00e9xico, Oregon e Texas, mas isso foi mais que compensado por ganhos em outros locais. Em uma base de porcentagem, os maiores ganhos foram em Dakota do Sul, Illinois, Iowa, Kansas e Wisconsin.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O n\u00famero de vacas leiteiras nos 23 estados de maior produ\u00e7\u00e3o foi estimado em 8,630 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, 72.000 cabe\u00e7as a mais que em maio de 2014 e 4.000 cabe\u00e7as a mais do que em abril de 2015.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <em>Rea\u00e7\u00e3o do mercado<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O analista de mercado do Rice Dairy, Jerry Dryer, disse que a produ\u00e7\u00e3o total foi menor do que sua expectativa. O prov\u00e1vel respons\u00e1vel por isso, disse ele, foi o menor aumento na produ\u00e7\u00e3o de leite por vaca, em parte devido \u00e0 menor qualidade da forragem e \u00e0s menores receitas sobre os custos dos alimentos animais, que pode estar for\u00e7ando os produtores a gastar menos em suplementos de ra\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Dryer disse que os n\u00fameros de vacas continuam aumentando e agora est\u00e3o os maiores desde janeiro de 2009. \u00c0 medida que os n\u00fameros de vaca e a produ\u00e7\u00e3o por vaca continuam sendo constru\u00eddas, h\u00e1 mais leite a caminho, disse ele.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Dave Kurzawski, da FCStone, e Eric Meyer, da HighGround Dairy, disseram que o relat\u00f3rio foi neutro com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas expectativas. Segundo Kurzawski, a menor produ\u00e7\u00e3o de leite por vaca do que o esperado compensou a maior produ\u00e7\u00e3o de leite por vaca esperada, de forma que, embora a produ\u00e7\u00e3o total de leite tenha sido menor do que suas estimativas, o relat\u00f3rio como um todo parece equilibrado.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Kurzawski disse que as estimativas n\u00e3o colocam peso adicional sobre os mercados, apesar da recente atividade de pre\u00e7os n\u00e3o parecer ter sido direcionada pela produ\u00e7\u00e3o de leite de qualquer maneira.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Um aspecto interessante do relat\u00f3rio, disse ele, \u00e9 que as varia\u00e7\u00f5es regionais na produ\u00e7\u00e3o de leite continuam sendo causadas por fatores ambientais, mais do que econ\u00f4micos. A produ\u00e7\u00e3o de leite por vaca est\u00e1 sob press\u00e3o \u00e0 medida que a qualidade dos alimentos animais e o clima em certas regi\u00f5es (chuvas no Texas e condi\u00e7\u00f5es de seca na Calif\u00f3rnia e no Noroeste do Pac\u00edfico) criam algumas situa\u00e7\u00f5es desafiadoras de produ\u00e7\u00e3o. Isso n\u00e3o dever\u00e1 mudar nos pr\u00f3ximos meses. Em contraste, o clima em maio foi muito bom no leste do Rio Mississippi. No momento, o clima \u00e9 fator decisivo para a produ\u00e7\u00e3o de leite. (MilkPoint)&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Agricultura&nbsp;<br \/> A Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul completa 80 anos nesta sexta-feira. Respons\u00e1vel pelas pol\u00edticas p\u00fablicas de aux\u00edlio institucional e t\u00e9cnico a produtores, o \u00f3rg\u00e3o tem a miss\u00e3o de certificar e fiscalizar atividades agropecu\u00e1rias e promover eventos. (Jornal do Com\u00e9rcio)&nbsp;<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; Caso n\u00e3o esteja visualizando corretamente esta mensagem, acesse este link. &nbsp; Porto Alegre, 26 de junho de 2015 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 9 - N\u00b0 2.069 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos sobe <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/26\/26-06-2015\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/06\/2015\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-516","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/516","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=516"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/516\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=516"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}