{"id":5150,"date":"2020-06-09T20:21:19","date_gmt":"2020-06-09T20:21:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5150"},"modified":"2020-06-09T20:21:19","modified_gmt":"2020-06-09T20:21:19","slug":"09-06-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/09\/09-06-2020\/","title":{"rendered":"09\/06\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 9 de junho de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.237<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>Balan\u00e7a comercial: cai o volume importado, mas tamb\u00e9m cai o pre\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Segundo dados divulgados na sexta-feira (05\/06) pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (SECEX), o saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos foi de 38 milh\u00f5es de litros negativos em equivalente leite no m\u00eas de maio, valor est\u00e1vel quando comparado a abr\/20 e 59% maior que mai\/19. Este foi o maior valor do saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos desde fevereiro\/2016. Confira a evolu\u00e7\u00e3o no saldo da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea no gr\u00e1fico 1.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Saldo da balan\u00e7a comercial brasileira de l\u00e1cteos, 2017 a 2020.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 456px; height: 355px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4077\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\nFonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados do COMEXSTAT<\/p>\n<p>Em maio, o que mais chamou a aten\u00e7\u00e3o foi a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os praticados para importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 \u2013 o integral, por exemplo, foi importado a pre\u00e7os aproximadamente US$ 400\/ton menores que em abril\/2020. Esta redu\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os de importa\u00e7\u00e3o alinham os valores aos praticados no mercado nacional. Aliada a queda recente na taxa de c\u00e2mbio, o cen\u00e1rio passa a ser um pouco mais favor\u00e1vel \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, notadamente do Mercosul.<\/p>\n<p>Apesar disso, as exporta\u00e7\u00f5es voltaram a subir em maio, os 11,3 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite exportados, representaram um acr\u00e9scimo de 27% em rela\u00e7\u00e3o a abr\/20. No acumulado do ano (jan\/mai) foram exportados 61 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, contra 54 milh\u00f5es no mesmo per\u00edodo de 2019.<\/p>\n<p>J\u00e1 o volume de leite importado foi apenas 4% maior, em compara\u00e7\u00e3o a abr\/20 \u2013 um aumento de 1,9 milh\u00f5es de litros. Comparando com a m\u00e9dia do volume importado no m\u00eas de maio dos \u00faltimos 5 anos, em 2020, houve uma redu\u00e7\u00e3o de 61,0%. No acumulado do ano, importamos 191 milh\u00f5es de litros a menos do que no mesmo per\u00edodo de 2019 (- 37%).<\/p>\n<p>Na tabela 2, \u00e9 poss\u00edvel observar as movimenta\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos no m\u00eas de maio deste ano.<\/p>\n<p>Tabela 2. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em maio de 2020<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 216px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4078\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\nFonte: Elaborado pelo MilkPoint, com base em dados COMEXSTAT.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ferramenta da Embrapa indica status tecnol\u00f3gico de propriedades leiteiras<\/strong><br \/>\nMais de 500 propriedades que produzem leite j\u00e1 utilizaram a ferramenta IAT-Leite, desenvolvida pela Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste (S\u00e3o Carlos-SP). IAT significa \u00cdndice de Atualiza\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica e, no caso, \u00e9 direcionada para a produ\u00e7\u00e3o leiteira. Trata-se de um sistema de diagn\u00f3stico que permite conhecer o grau de uso de tecnologias, acompanhar a implementa\u00e7\u00e3o de melhorias na propriedade e um mecanismo de di\u00e1logo e planejamento entre o produtor e o t\u00e9cnico do servi\u00e7o de extens\u00e3o rural que acompanha a propriedade.<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia, o IAT-Leite contempla 190 perguntas (ou indicadores) que devem, preferencialmente, ser respondidas em conjunto pelo produtor e pelo t\u00e9cnico. Assim, eles podem discutir as tecnologias pertinentes para a realidade local e os recursos necess\u00e1rios para eventual ado\u00e7\u00e3o. Estes indicadores abordam as diferentes dimens\u00f5es que envolvem a produ\u00e7\u00e3o leiteira, tais como manejo de alimenta\u00e7\u00e3o, manejo reprodutivo, manejo de ordenha, manejo sanit\u00e1rio, manejo ambiental, manejo de conforto e bem-estar, dentre outros.<\/p>\n<p>A ferramenta ganha relev\u00e2ncia ao atender um complexo agroindustrial que fatura R$ 68,7 bilh\u00f5es, segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Alimentos. A produ\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds \u00e9 estimada em 35,1 bilh\u00f5es de litros, envolvendo 1,1 milh\u00e3o de propriedades e mais de 2 mil unidades de recebimento e processamento agroindustrial.<\/p>\n<p>A observa\u00e7\u00e3o dos indicadores de produtividade da bovinocultura leiteira demonstra o potencial latente de melhorias. A produ\u00e7\u00e3o por animal ainda \u00e9 baixa se comparada com a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia mundial ou de outros pa\u00edses que possuem m\u00e9dias de produ\u00e7\u00e3o superiores a 3 mil kg\/vaca\/ano enquanto a m\u00e9dia da produ\u00e7\u00e3o brasileira foi de 1.771 kg\/vaca\/ano, no per\u00edodo de 2015 a 2017.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora Claudia De Mori, a tecnologia se destaca como um elemento fundamental para alcan\u00e7ar este aumento de efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds. \u201cE neste sentido, o IAT-Leite se apresenta como ferramenta que pode auxiliar na an\u00e1lise do perfil tecnol\u00f3gico da propriedade leiteira e visualiza\u00e7\u00e3o de potenciais a\u00e7\u00f5es de melhoria\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo Claudia, entre 2016 e 2018 a ferramenta foi aplicada em mais de 500 propriedades do Programa Balde Cheio em Minas Gerais. Esse programa transfere tecnologias para a pecu\u00e1ria leiteira por meio da capacita\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos que atendem os produtores de leite.<\/p>\n<p>A agrega\u00e7\u00e3o dos dados de perfil de atualiza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica das propriedades mostrou que algumas boas pr\u00e1ticas t\u00eam maior grau de ado\u00e7\u00e3o. \u00c9 o caso da amostragem e an\u00e1lise de solo em \u00e1reas produtoras de forragens, empregada uma vez por ano por mais de 80% das propriedades. Outros exemplos: mais de 80% das propriedades mantinham registro de controle leiteiro mensal ou quinzenal e mais de 60% delas executavam os processos de pr\u00e9 e p\u00f3s-dipping na ordenha (mergulho dos tetos da vaca em solu\u00e7\u00e3o desinfetante).<\/p>\n<p>Outras tecnologias ainda possuem baixa ado\u00e7\u00e3o, como a oferta de formula\u00e7\u00e3o mineral espec\u00edfica para vacas em final de gesta\u00e7\u00e3o, aplicada por menos de 30% das propriedades; banco de dados de colostro, presente em menos de 5% das propriedades; e sistema de tratamento de dejetos dos animais, relatado em menos de 3%).&nbsp; Estes dados tamb\u00e9m permitiram uma discuss\u00e3o com os t\u00e9cnicos e o direcionamento das a\u00e7\u00f5es de capacita\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos e produtores do Balde Cheio.<\/p>\n<p>Claudia \u00e9 uma das autoras do Comunicado T\u00e9cnico \u201c\u00cdndice de atualiza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica para propriedades leiteiras: IAT-Leite\u201d, publica\u00e7\u00e3o disponibilizada gratuitamente neste link, onde detalhes da ferramenta podem ser consultados gratuitamente.<br \/>\nT\u00e9cnicos sentem impacto<\/p>\n<p>Para o t\u00e9cnico Lucas Leoc\u00e1dio Pereira da Silva, de Bocai\u00fava (MG), o IAT-Leite \u00e9 uma forma de fazer uma esp\u00e9cie de check-list na propriedade dos produtores. \u201cD\u00e1 para se ter uma ideia de como est\u00e3o os manejos de pastagem, sanit\u00e1rio, reprodutivo. Aplico logo nas primeiras visitas porque ela me d\u00e1 um retrato da propriedade\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Lucas conta que faz um tipo de \u201centrevista\u201d com os produtores e alguns, ao falarem de determinada tecnologia, informam que desconheciam sua exist\u00eancia. \u201c\u00c9 uma oportunidade de discutir alguns conceitos com eles e definir quais tecnologias ser\u00e3o aplicadas naquele momento.\u201d<\/p>\n<p>Ainda de acordo com o t\u00e9cnico, os gr\u00e1ficos gerados pelo IAT-Leite permitem f\u00e1cil visualiza\u00e7\u00e3o do n\u00edvel tecnol\u00f3gico da propriedade. \u201cA satisfa\u00e7\u00e3o que a gente tem depois de um ano de trabalho, quando volta a aplicar e v\u00ea o impacto, v\u00ea como o \u00edndice melhorou, \u00e9 muito grande. A gente aplica todo ano e estabelece uma meta para melhorar nosso \u00edndice.\u201d<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m t\u00e9cnico do Balde Cheio, F\u00e1bio Silveira Moreira, de Barbacena (MG), utiliza a ferramenta. \u201c\u00c9 muito boa. Apesar de ser bem extensa e tomar um tempo para aplicar na primeira vez, \u00e9 muito interessante porque vai apontar onde a propriedade est\u00e1 naquele momento dentro de seus macrotemas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Como exemplo, ele cita o manejo de pastagem. O IAT-Leite permite levantar se o produtor est\u00e1 aplicando tecnologias de manejo.<br \/>\n\u201cCom isso, vou saber quais os gargalos da propriedade e quais a\u00e7\u00f5es terei que recomendar. Sento com ele, fa\u00e7o o diagn\u00f3stico das defici\u00eancias da propriedade e tra\u00e7o metas junto com ele para o ano.\u201d Passado esse per\u00edodo, a ferramenta \u00e9 reaplicada e as tecnologias, ajustadas.<\/p>\n<p>Outro t\u00e9cnico, Leonardo Cotta Quint\u00e3o, de Vi\u00e7osa (MG), disse que o IAT-Leite \u00e9 uma \u00f3tima ferramenta para diagn\u00f3stico da propriedade. \u201cO preenchimento \u00e9 simples e autoexplicativo. Como medida de seguran\u00e7a, a planilha \u00e9 travada e n\u00e3o permite respostas duplicadas ou fora do local correto, ou seja, at\u00e9 mesmo t\u00e9cnicos que n\u00e3o est\u00e3o familiarizados com a ferramenta conseguem usar\u201d, explicou.<\/p>\n<p>De acordo com Leonardo, ap\u00f3s o preenchimento da planilha, um relat\u00f3rio bem detalhado \u00e9 gerado com os pontos fortes e fracos da propriedade, semelhante a an\u00e1lise de Swot ou \u00e0 matriz Fofa (For\u00e7as, Oportunidades, Fraquezas e Amea\u00e7as) usado em empresas. \u201cCom isso podemos saber onde deve ser o foco do trabalho.\u201d<\/p>\n<p>Para saber mais sobre o Programa Balde Cheio, consulte a p\u00e1gina oficial do projeto neste link https:\/\/www.embrapa.br\/balde-cheio. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Retomada do movimento \u00e9 lenta em SC e RS&nbsp;<\/strong><br \/>\nPesquisa indica que 13 mil dos 50 mil trabalhadores do setor em Porto Alegre j\u00e1 perderam o emprego e mais 12 mil poder\u00e3o ser demitidos se a situa\u00e7\u00e3o atual se mantiver<\/p>\n<p>Um m\u00eas e meio depois da retomarem atividades, os bares e restaurantes de Santa Catarina est\u00e3o operando com somente 30% de ocupa\u00e7\u00e3o, na m\u00e9dia, embora a legisla\u00e7\u00e3o permita que funcionem com 50%. Primeiro a autorizar a reabertura dos estabelecimentos, o Estado j\u00e1 perdeu 3 mil empresas do ramo, ou 20 % do total, por conta da pandemia de covid-19.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 semelhante no Rio Grande do Sul, que reabriu o setor em 22 de maio e registra tamb\u00e9m uma ocupa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 30%. \u201cO movimento est\u00e1 mais fraco do que esper\u00e1vamos\u201d, afirma Maria Fernanda Tartoni, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Bares e Restaurantes no Rio Grande do Sul (Abrasel-RS).<\/p>\n<p>Uma pesquisa com associados da Abrasel no Estado indica que 13 mil dos 50 mil trabalhadores do setor em Porto Alegre j\u00e1 perderam o emprego e mais 12 mil poder\u00e3o ser demitidos se a situa\u00e7\u00e3o atual se mantiver. Apenas 78% dos estabelecimentos reabriram em maio e 50% afirmam que poder\u00e3o encerrar atividades nos pr\u00f3ximos 60 dias.<\/p>\n<p>Em Santa Catarina, os estabelecimentos ficaram fechados entre os dias 18 de mar\u00e7o e dia 21 de abril. Nesse per\u00edodo, 29 mil postos de trabalho foram encerrados - ou 29% do total de empregos no setor - diz a Abrasel do Estado. \u201cA retomada est\u00e1 sendo muito lenta e gradual. O cen\u00e1rio \u00e9 nebuloso\u201d, afirma Raphael Dabdab, presidente da entidade.<\/p>\n<p>Dono de um pub em Florian\u00f3polis, Dabdab afirma que precisou demitir todos os seus 30 funcion\u00e1rios e ainda n\u00e3o tem previs\u00e3o de quando vai reabrir o neg\u00f3cio. \u201cTrabalh\u00e1vamos com m\u00fasica ao vivo, entretenimento. A retomada nesse nicho est\u00e1 ainda mais incerta\u201d, diz.<\/p>\n<p>O protocolo de funcionamento dos restaurantes em Santa Catarina \u00e9 r\u00edgido. \u00c9 preciso garantir uma dist\u00e2ncia m\u00ednima de 1,5 metro entre os clientes, al\u00e9m da obrigatoriedade do uso de m\u00e1scaras. \u201cIsso reduz a capacidade do estabelecimento comportar clientes entre 50% e 70%\u201d, afirma Dabdab. O executivo afirma que a Abrasel est\u00e1 tentando alterar a regra e obter uma autoriza\u00e7\u00e3o para usar mesas nas cal\u00e7adas.<\/p>\n<p>Em paralelo, embora Florian\u00f3polis n\u00e3o registre morte por covid-19 h\u00e1 quase um m\u00eas, o medo de cont\u00e1gio est\u00e1 comprometendo o reaquecimento do setor. O levantamento da Abrasel mostra que apenas 7,5% dos consumidores declaram que se sentem seguros para frequentar estabelecimentos.<\/p>\n<p>Segundo Dabdab, os empres\u00e1rios que sobreviveram est\u00e3o precisando de financiamento e de uma defini\u00e7\u00e3o sobre a renova\u00e7\u00e3o da MP da redu\u00e7\u00e3o de jornada e sal\u00e1rios, ainda em an\u00e1lise no Senado. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lan\u00e7ado Movimento HackatAgro.com pela Comiss\u00e3o de Inova\u00e7\u00e3o da Farsul<\/strong><br \/>\nFoi lan\u00e7ado nesta semana o portal HackatAgro.com, uma iniciativa da Comiss\u00e3o de Inova\u00e7\u00e3o da Farsul. O HackatAgro.com \u00e9 um movimento em prol da digitaliza\u00e7\u00e3o do Agro Ga\u00facho, reunindo Produtores, Startups, Investidores, Empresas e Entidades. A ambi\u00e7\u00e3o do projeto da Farsul \u00e9 estimular a cria\u00e7\u00e3o de uma rede colaborativa, que identifique os problemas dos produtores e os conectam a startups, mentores, pesquisadores e investidores. Um verdadeiro movimento de hackers, desenvolvedores e empreendedores, com o objetivo de criar solu\u00e7\u00f5es inovadoras e disruptivas, garantindo efici\u00eancia, sustentabilidade e renda para o Agro. Segundo Don\u00e1rio Lopes de Almeida, que lidera a Comiss\u00e3o de Inova\u00e7\u00e3o da Farsul, o movimento HackatAgro.com \u00e9 a consolida\u00e7\u00e3o de discuss\u00f5es, debates e a\u00e7\u00f5es promovidas pela entidade nos \u00faltimos 20 meses. Muitas palestras, semin\u00e1rios, visitas e at\u00e9 um hackathon fizeram parte desta jornada de aprendizado. \u201cO processo de digitaliza\u00e7\u00e3o do Agro j\u00e1 vinha acontecendo, e a Covid19 s\u00f3 abriu novas oportunidades para diversas atividades nas cadeias de produ\u00e7\u00e3o. Vamos estimular o ecossistema de inova\u00e7\u00e3o a direcionar esfor\u00e7os para a solu\u00e7\u00e3o dos problemas do Agro, acelerando a transforma\u00e7\u00e3o digital no campo\u201d, complementa. Depois dos eventos de sensibiliza\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o entre produtores rurais e startups do Agro, as Agtechs, nas duas edi\u00e7\u00f5es passadas da Expointer e Expodireto, o projeto de inova\u00e7\u00e3o da Farsul passa agora a concentrar a\u00e7\u00f5es no ambiente digital. O lan\u00e7amento do portal HackatAgro.com neste momento est\u00e1 alinhado com a nova realidade, e estar\u00e1 incluindo webinars, v\u00eddeo e podcasts, e-books, e a segunda edi\u00e7\u00e3o do Hackathon do Agro em dezembro. Em plena Covid19, a Farsul manteve as atividades com atua\u00e7\u00e3o de forma remota e digital. Al\u00e9m da Comiss\u00e3o de Inova\u00e7\u00e3o, muitas outras e distintas \u00e1reas da entidade estiveram atuantes no per\u00edodo de quarentena. O presidente do Sistema Farsul, Gede\u00e3o Pereira, um ativo usu\u00e1rio do aplicativo Zoom durante a pandemia, falou com entusiasmo \u201cas inova\u00e7\u00f5es e a tecnologia trazem a oportunidade de disseminarmos efici\u00eancia e ganhos para nossos produtores, e estamos focando nisso\u201d. (HackatAgro.com)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>PIB do agroneg\u00f3cio cresce 3,3% no primeiro trimestre<\/strong><br \/>\nO Produto Interno Bruto do (PIB) do agroneg\u00f3cio teve alta de 3,3% no primeiro trimestre deste ano em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2019, puxado principalmente pela alta de pre\u00e7os e por expectativas de maior produ\u00e7\u00e3o. \u00c9 o que mostra o estudo do PIB divulgado pela Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea). O estudo mostrou, de janeiro a mar\u00e7o de 2020, eleva\u00e7\u00f5es nos segmentos prim\u00e1rio (5,85%), servi\u00e7os (3,53%), agroind\u00fastria (1,41%) e insumos (0,43%). Tanto a pecu\u00e1ria quanto a da agricultura tiveram crescimento no acumulado do primeiro trimestre, de 6,11% e 1,91%, respectivamente. No caso do ramo pecu\u00e1rio, o resultado foi impulsionado pela alta dos pre\u00e7os dos diversos produtos, em um efeito inercial que come\u00e7ou no fim de 2019 e pela maior procura por prote\u00ednas animais no final do ano passado e no in\u00edcio de 2020. \u201cA in\u00e9rcia decorre tanto da eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os das carnes su\u00edna e bovina - resultado da demanda aquecida no mercado externo em decorr\u00eancia da Peste Su\u00edna Africana (PSA) \u2013 como do reflexo dessa eleva\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os das prote\u00ednas substitutas, como a carne de frango e os ovos\u201d, explica o estudo. J\u00e1 o comportamento da agricultura \u00e9 reflexo de pre\u00e7os mais elevados no primeiro trimestre deste ano em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2019, al\u00e9m das boas perspectivas para a safra atual. Quanto aos pre\u00e7os, destaque para caf\u00e9, arroz, milho, soja e trigo, al\u00e9m de alguns hortifrut\u00edcolas, como banana e tomate. Quanto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, as expectativas s\u00e3o muito positivas para produtos importantes no PIB, como caf\u00e9, soja, milho, algod\u00e3o e laranja, entre outros. O PIB do agroneg\u00f3cio em mar\u00e7o teve alta de 0,94%, comportamento puxado pelo crescimento de todos os segmentos da cadeia produtiva (insumos, servi\u00e7os, agroind\u00fastrias e insumos), al\u00e9m do bom desempenho dos ramos agr\u00edcola e pecu\u00e1rio. Segundo estudo CNA\/Cepea, os primeiros impactos da Covid-19 tamb\u00e9m influenciaram o resultado no m\u00eas de mar\u00e7o. \u201cNo m\u00eas de mar\u00e7o, a pandemia gerou um comportamento de alta nos pre\u00e7os de diversos produtos agropecu\u00e1rios. Al\u00e9m do seu impacto via efeito de desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial, a possibilidade de isolamento social, naquele momento, causou picos de demanda que impulsionaram os pre\u00e7os do arroz, da banana, do caf\u00e9 e dos ovos\u201d. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do CNA)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 9 de junho de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.237 Balan\u00e7a comercial: cai o volume importado, mas tamb\u00e9m cai o pre\u00e7o Segundo dados divulgados na sexta-feira (05\/06) pela Secretaria de Com\u00e9rcio <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/09\/09-06-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/06\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5150","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5150","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5150"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5150\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5151,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5150\/revisions\/5151"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5150"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5150"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5150"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}