{"id":5146,"date":"2020-06-08T19:55:23","date_gmt":"2020-06-08T19:55:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5146"},"modified":"2020-06-08T19:55:36","modified_gmt":"2020-06-08T19:55:36","slug":"08-06-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/08\/08-06-2020\/","title":{"rendered":"08\/06\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 8 de junho de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.236<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;Fazenda do Rio Grande do Sul \u00e9 refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o do queijo tipo grana padano<\/strong><\/p>\n<p><em>Fam\u00edlia pratica a mesma receita desde meados da d\u00e9cada de 1990 e produ\u00e7\u00e3o do famoso queijo italiano exigiu muitos investimentos na propriedade.<\/em><\/p>\n<p>Uma fazenda em Vacaria, no Rio Grande do Sul, \u00e9 pioneira na produ\u00e7\u00e3o de um queijo muito consagrado na It\u00e1lia: o grana padano.<\/p>\n<p>O \u201cgrana\u201d do nome tem a ver com os gr\u00e3ozinhos que marcam a textura da massa, lembrando um parmes\u00e3o. J\u00e1 \u201cpadano\u201d \u00e9 referente \u00e0 origem, que \u00e9 a regi\u00e3o da Pad\u00e2nia, no norte da It\u00e1lia. Fora de l\u00e1, o alimento n\u00e3o pode ser chamado de grana padano, \u00e9 s\u00f3 \u201ctipo grana\u201d.<\/p>\n<p>Nesta fazenda, visitada pela equipe do Globo Rural antes da pandemia do novo coronav\u00edrus, a receita \u00e9 feita desde meados da d\u00e9cada de 1990, seguindo o mesmo padr\u00e3o at\u00e9 hoje com muito investimento.<\/p>\n<p><em><strong>Investimento milion\u00e1rio<\/strong><\/em><br \/>\nUm bom queijo \u00e9 resultado da transforma\u00e7\u00e3o de muitos ingredientes de qualidade, e a primeira etapa de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 na alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho. Para os produtores, este \u00e9 o in\u00edcio de um bom queijo.<\/p>\n<p>O gerente de produ\u00e7\u00e3o da fazenda \u00c2ngelo Lacerda explica que a alimenta\u00e7\u00e3o das vacas \u00e9 feita com silagem, mas o mais importante \u00e9 evitar plantas verdes ou alimentos c\u00edtricos, isso afeta o leite desses animais.<\/p>\n<p>Por isso, a alimenta\u00e7\u00e3o r\u00edgida das vacas vem quase toda de dentro da fazenda, s\u00e3o v\u00e1rias atividades integradas, com lavouras, silos e os currais.<\/p>\n<p>Tudo \u00e9 aproveitado na fazenda, os res\u00edduos dos animais viram energia que ajuda na produ\u00e7\u00e3o do queijo. Esse c\u00edrculo de produ\u00e7\u00e3o precisou de muito investimento, na casa dos milh\u00f5es de reais, e foi feito aos poucos, ao longo de quase 40 anos.<\/p>\n<p>Isso foi plano do produtor rural Raul Randon, que morreu em 2018 aos 88 anos. Empres\u00e1rio do ramo de log\u00edstica, construiu uma famosa marca de carrocerias.<\/p>\n<p>No come\u00e7o da d\u00e9cada de 1970, ele decidiu investir no campo. Hoje, a propriedade segue sob os cuidados da fam\u00edlia, comandada pelo genro S\u00e9rgio Martins Barbosa.<\/p>\n<p>A fazenda virou um grande empreendimento e \u00e9 uma das maiores produtoras de ma\u00e7\u00e3 do Brasil. Tamb\u00e9m produz vinhos, azeites e, claro, o queijo tipo grana \u2013 que come\u00e7ou a ser produzido em 1995.<\/p>\n<p>As primeiras 60 novilhas vieram diretamente dos Estados Unidos, de avi\u00e3o, uma hist\u00f3ria que chamou a aten\u00e7\u00e3o. \u201cGerou repercuss\u00e3o grande quando desceram no aeroporto do Porto Alegre. Vieram todas de avi\u00e3o, dois boeings de novilhas\u201d, recorda Lacerda.<\/p>\n<p><em><strong>Prepara\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><br \/>\nHoje, s\u00e3o mais de mil animais em lacta\u00e7\u00e3o, com duas ordenhas por dia, dentro de um sistema chamado de \u201ccarrossel\u201d. Nele, o leite \u00e9 bombeado direto para reservat\u00f3rios resfriados e, dali, segue para um caminh\u00e3o-tanque.<\/p>\n<p>Depois disso, o leite \u00e9 testado antes de entrar na queijaria. S\u00e3o testados 20 par\u00e2metros, tudo para garantir que \u00e9 seguro para alimenta\u00e7\u00e3o e se tem qualidade suficiente para virar queijo.<\/p>\n<p>O motivo \u00e9 que o queijo tipo grana \u00e9 feito com leite cru, sem pasteuriza\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o todo cuidado \u00e9 pouco para evitar qualquer contamina\u00e7\u00e3o do alimento.<\/p>\n<p>Depois que o leite \u00e9 aprovado, come\u00e7a um longo processo de produ\u00e7\u00e3o. O desnate acontece durante a noite e, no dia seguinte, come\u00e7a a receita, que \u00e9 preparada pelo mestre queijeiro Giovani Foiatto, que foi treinado na It\u00e1lia.<\/p>\n<p>Para cada mil litros de leite, saem 70 kg de massa de queijo. Guindastes e rob\u00f4s ajudam a movimentar o produto para a sala das prensas, onde ganha forma.<\/p>\n<p>O queijo permanece l\u00e1 durante 24 horas na sala de prensagem, onde \u00e9 retirado o soro. Depois, vem a salga do produto e come\u00e7a a etapa mais importante da produ\u00e7\u00e3o: a matura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na sala de matura\u00e7\u00e3o da fazenda, est\u00e3o mais de 20 mil queijos guardados, que ficam l\u00e1 por cerca de 12 meses para s\u00f3 depois irem para o com\u00e9rcio.<\/p>\n<p><strong><em>Expans\u00e3o e novos mercados<\/em><\/strong><br \/>\nO queijo tipo grana hoje \u00e9 vendido em todo o Brasil, e a fazenda j\u00e1 trabalha para dobrar a produ\u00e7\u00e3o e atender outros pa\u00edses, como China, R\u00fassia e os pa\u00edses vizinho da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Com a pandemia do novo coronav\u00edrus, a venda para bares e restaurantes diminuiu e obrigou a fazenda a rever suas proje\u00e7\u00f5es de crescimento.<\/p>\n<p>Ainda assim, a receita deve aumentar 15% este ano, e as vendas online, por exemplo triplicaram. Ent\u00e3o, o plano de expans\u00e3o continua. <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/agronegocios\/globo-rural\/noticia\/2020\/06\/07\/fazenda-do-rio-grande-do-sul-e-referencia-na-producao-do-queijo-tipo-grana-padano.ghtml\">Clique aqui para assistir a mat\u00e9ria na \u00edntegra<\/a>. (Globo Rural)<br \/>\n<span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cooperativa Pi\u00e1 projeta 15% de crescimento em 2020<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A Cooperativa Pi\u00e1, de Nova Petr\u00f3polis (RS), na primeira pr\u00e9via do trimestre de 2020, registra um crescimento de seu faturamento na ordem de 12% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.&nbsp;<\/em><\/p>\n<p>Em um cen\u00e1rio de pandemia causado pela covid-19, os n\u00fameros s\u00e3o otimistas, sendo que o projetado para este ano \u00e9 de 15% de aumento.<\/p>\n<p>De acordo com gerente de marketing da Pi\u00e1, Tiago Haugg, a empresa ir\u00e1 buscar os n\u00fameros projetados neste segundo semestre de 2020. \u201cDado ao cen\u00e1rio atual, ter crescimento no faturamento neste primeiro trimestre, j\u00e1 \u00e9 uma vit\u00f3ria. Agora, o nosso desafio \u00e9 ir buscar as metas e manter a opera\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>A cooperativa tem redor de tr\u00eas mil associados produtores que entregam mat\u00e9ria-prima diariamente para linha de produ\u00e7\u00e3o. Hoje, s\u00e3o mais de 20 mil associados e fatura cerca de R$ 600 milh\u00f5es. Atua em mais de 85 munic\u00edpios ga\u00fachos com neg\u00f3cio ou atividade leiteira. Presente em munic\u00edpios da Serra ga\u00facha, Planalto e Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre.<\/p>\n<p>Haugg informa que a cooperativa vem registrando neste momento maior consumo de leite UHT, queijo, manteiga e requeij\u00e3o, entre outros. \u201cAs pessoas est\u00e3o apresentando outros h\u00e1bitos, comprando produtos para cozinhar em suas casas\u201d, explica. A atitude se justifica, uma vez que, as pessoas acataram a decis\u00e3o das autoridades sanit\u00e1rias para o isolamento social.<\/p>\n<p>Haugg destaca que a cooperativa mant\u00e9m o seu cronograma de lan\u00e7amento de novos produtos. Neste ano, segundo o gerente de marketing, s\u00e3o 30 lan\u00e7amentos, principalmente na Linha Pi\u00e1 Profissional, destinado para serem utilizados em casa, como creme de leite culin\u00e1rio, recheios para bolos, coberturas, entre outros. \u201cJ\u00e1 a linha de iogurtes probi\u00f3ticos com kefir da Pi\u00e1 cresceu 14% nos primeiros quatro meses de 2020, na compara\u00e7\u00e3o com o quarto quadrimestre de 2019\u201d, informa.<\/p>\n<p>Ele comenta que a empresa est\u00e1 realizando estudos de viabilidade para o lan\u00e7amento de outras linhas de produto para 2021. Haugg acredita que o consumo aumentar\u00e1 \u00e0 medida que as pessoas tiverem seguran\u00e7a com a redu\u00e7\u00e3o da pandemia.<br \/>\nEm 2020, a Pi\u00e1 teve de enfrentar n\u00e3o s\u00f3 os efeitos causados pela pandemia, mas a seca que atingiu, principalmente, o Rio Grande do Sul, resultando na diminui\u00e7\u00e3o da oferta de leite.<\/p>\n<p>A Pi\u00e1 foi fundada, em 1967, por imigrantes alem\u00e3es e por um projeto binacional (Alemanha e Brasil). Ela passou a atuar em duas cadeias produtivas: leite e frutas. Em sua trajet\u00f3ria de mais de 50 anos muitos produtos foram desenvolvidos; muitos deles l\u00edderes de mercado, tanto no Estado, quanto no Brasil. A cooperativa salienta que sempre manteve um r\u00edgido controle sanit\u00e1rio em toda sua estrutura. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Novas embalagens do Leite Languiru real\u00e7am qualidade e rastreabilidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Surpresas aguardam os consumidores de um dos leites mais tradicionais do mercado.&nbsp;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No m\u00eas de junho, come\u00e7am a chegar \u00e0s g\u00f4ndolas as novas embalagens dos leites integral, semidesnatado, desnatado e zero lactose da Languiru. A moderniza\u00e7\u00e3o da identidade, al\u00e9m de expressar a pureza do leite, confere mais destaque \u00e0 solu\u00e7\u00e3o de rastreabilidade, que evidencia o QR Code e convida o consumidor a ler a embalagem e a conhecer ainda mais o leite da Cooperativa Languiru.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA \u201ccaixinha\u201d mais clara representa o branco do leite, produzido com exclusiva dedica\u00e7\u00e3o pelas fam\u00edlias de associados. Al\u00e9m disso, segue evidente o foco na rela\u00e7\u00e3o de transpar\u00eancia com o consumidor.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO QR Code \u00fanico por embalagem continua presente, agora em local de mais f\u00e1cil visualiza\u00e7\u00e3o. Uma \u201cTag\u201d destaca o que representa o grande diferencial da marca e a torna a primeira ind\u00fastria de latic\u00ednios do mundo a possuir um sistema de controle que garante a rastreabilidade cir\u00fargica de toda a cadeia produtiva at\u00e9 ao ponto de venda. Ao ler o c\u00f3digo, por meio de aplicativo de celular, o consumidor visualiza e comprova informa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas sobre o litro de leite que est\u00e1 adquirindo.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4076\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\nFonte: Divulga\u00e7\u00e3o Cooperativa Languiru.<\/p>\n<p><strong><em>Padroniza\u00e7\u00e3o da linha&nbsp;<\/em><\/strong><br \/>\nO projeto de moderniza\u00e7\u00e3o foi conduzido em sistema de co-cria\u00e7\u00e3o pelas equipes comerciais e de marketing da Languiru e da SIG Combibloc (empresa respons\u00e1vel pelo fornecimento das embalagens e tamb\u00e9m da tecnologia de rastreabilidade). O desenvolvimento e a campanha de divulga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contaram com o apoio da ag\u00eancia Attitude.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO projeto iniciou logo ap\u00f3s o lan\u00e7amento do Leite Origem, o leite premium da Languiru, em 2019. A nova linha segue o alinhamento iniciado com o Origem, visualmente mais leve e que destaca informa\u00e7\u00f5es essenciais com mais \u00eanfase na parte frontal da embalagem.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong><em>Cores das \u201ccaixinhas\u201d seguem iguais&nbsp;<\/em><\/strong><br \/>\nAs cores originais foram mantidas, por\u00e9m de forma mais vibrante, para facilitar a identifica\u00e7\u00e3o dos consumidores dos leites Languiru. Para quem busca aproveitar o m\u00e1ximo dos componentes naturais do leite, o vermelho continua sendo a cor do leite integral. Para aquele que deseja apreciar o sabor natural do leite, com uma pequena redu\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis de gordura, o verde claro segue identificando o leite semidesnatado. Quem necessita conciliar o consumo com restri\u00e7\u00f5es r\u00edgidas ao teor de gordura, o azul continua distinguindo o leite desnatado. J\u00e1 \u00e0queles que apresentam condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, o ocre alaranjado permanece identificando o leite zero lactose.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<em><strong>Agregar valor com inova\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/em><br \/>\nPara o presidente da cooperativa, Dirceu Bayer, a cria\u00e7\u00e3o de embalagens atrativas e a consolida\u00e7\u00e3o de modernos diferenciais como a rastreabilidade, demonstram a miss\u00e3o da Languiru. \u201cBuscamos agregar valor \u00e0 mat\u00e9ria-prima gerada nas propriedades dos associados, concentrando esfor\u00e7os na inova\u00e7\u00e3o. Em virtude disso, oferecemos produtos da mais alta qualidade \u00e0 sociedade\u201d, enaltece. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da&nbsp; Assessoria de Imprensa Languiru)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Classes C e D aderem ao e-commerce na quarentena<\/strong><br \/>\nA digitaliza\u00e7\u00e3o dos h\u00e1bitos de compra na quarentena cresceu tamb\u00e9m entre os consumidores de menor poder aquisitivo. Essa \u00e9 uma das contata\u00e7\u00f5es do estudo realizado pela Superdigital , fintech com foco na inclus\u00e3o financeira, pertencente ao Santander. O estudo analisou as compras nos 30 dias anteriores \u00e0 quarentena, no primeiro e tamb\u00e9m no segundo m\u00eas de isolamento social. Foi percebido crescimento de 60% nos gastos destinados a estabelecimentos online. O crescimento \u00e9 superior ao registrados em supermercados f\u00edsicos, nos quais o p\u00fablico das classes C e D elevou as compras em 40%, de acordo com a pesquisa. Por outro lado, gastos desse p\u00fablico em restaurantes ca\u00edram 33%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 8 de junho de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.236 &nbsp;Fazenda do Rio Grande do Sul \u00e9 refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o do queijo tipo grana padano Fam\u00edlia pratica a mesma receita desde <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/08\/08-06-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/06\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5146","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5146","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5146"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5146\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5147,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5146\/revisions\/5147"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5146"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5146"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5146"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}