{"id":5143,"date":"2020-06-05T19:21:46","date_gmt":"2020-06-05T19:21:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5143"},"modified":"2020-06-05T19:23:08","modified_gmt":"2020-06-05T19:23:08","slug":"05-06-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/05\/05-06-2020\/","title":{"rendered":"05\/06\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 5 de junho de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.235<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;Por que autoridades internacionais pedem que suas respectivas popula\u00e7\u00f5es comam mais queijos?<\/strong><\/p>\n<p><em>Coma mais queijo - Inglaterra, Fran\u00e7a e Canad\u00e1 deram um grito de guerra patri\u00f3tico: para um bem maior, n\u00e3o use apenas m\u00e1scara e fique em casa. Por favor, coma mais queijo!<\/em><\/p>\n<p>A Tradi\u00e7\u00e3o cultural aliada aos benef\u00edcios para a sa\u00fade faz com que queijos e demais produtos l\u00e1cteos estejam&nbsp; presentes&nbsp; nas mesas de grande parte das fam\u00edlias mundo afora. Eles&nbsp; geram mem\u00f3rias afetivas em pessoas de todas as gera\u00e7\u00f5es.<br \/>\nPesquisas cient\u00edficas recentes apontam que o consumo di\u00e1rio de latic\u00ednios diminui a incid\u00eancia de diabetes e doen\u00e7as cardiovasculares. E que os benef\u00edcios dos produtos v\u00e3o muito al\u00e9m dos j\u00e1 confirmados l\u00e1cteos probi\u00f3ticos.<br \/>\nAl\u00e9m dos benef\u00edcios&nbsp; citados, outro ponto tem feito com que pa\u00edses desenvolvidos e comprometidos com a sua popula\u00e7\u00e3o incentivem o consumo de queijo: a sua import\u00e2ncia econ\u00f4mica.<\/p>\n<p><em><strong>Consenso&nbsp;<\/strong><\/em><br \/>\nNo dia 10 de maio, o pr\u00edncipe Charles escreveu uma carta&nbsp; pedindo que os ingleses comprem mais produtos l\u00e1cteos. Dizendo que&nbsp; era \u201cprofundamente preocupante saber que esta crise corre o risco de destruir uma das mais maravilhosas alegrias da vida \u2013 o queijo brit\u00e2nico!\u201d<\/p>\n<p>J\u00e1 o primeiro-ministro do Canad\u00e1, Justin Trudeau, pediu&nbsp; aos cidad\u00e3os que \u201ccomam queijo canadense para ajudar o produtor de leite local\u201d.&nbsp; Recentemente, seu governo aumentou a capacidade de empr\u00e9stimo da Canadian Dairy Commission em 200 milh\u00f5es de d\u00f3lares canadenses para comprar e armazenar mais queijo e manteiga.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de pedir que os franceses consumam mais queijos, o governo da Fran\u00e7a tamb\u00e9m tem&nbsp; tomado outras medidas. O conselho do Condado de Aisne, por exemplo anunciou a compra de 4 mil queijos maroilles para apoiar a ind\u00fastria atingida pela crise da Covid-19.&nbsp; Os queijos adquiridos ser\u00e3o redistribu\u00eddos para associa\u00e7\u00f5es de caridade como Banco de Alimentos, Restos du Coeur e Cruz Vermelha.<\/p>\n<p><em><strong>O contexto dos produtores brasileiros<\/strong><\/em><br \/>\nA import\u00e2ncia econ\u00f4mica do setor de latic\u00ednios no Brasil \u00e9 bem maior do que se imagina. A estimativa \u00e9 que ele gere cerca de cinco milh\u00f5es de postos de trabalho. \u00c9 o setor que mais emprega.<\/p>\n<p>Segundo dados divulgados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa),&nbsp; quase 1\/3 da produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil vem da agricultura familiar.&nbsp; Ou seja, pessoas que dependem \u00fanica e exclusivamente da venda do alimento para a sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Para se ter uma no\u00e7\u00e3o do impacto deste setor no sustento e sobreviv\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o brasileira, segundo a estat\u00edstica de produ\u00e7\u00e3o de leite do IBGE no pa\u00eds temos mais de um milh\u00e3o de&nbsp; micros e pequenos produtores de leite espalhados em mais de 5.500 munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Cerca 70% destes pequenos produtores fornecem o leite para o complexo industrial seguindo todas as regras de higiene sanit\u00e1ria. Sendo que o restante&nbsp; desta produ\u00e7\u00e3o fica no mercado informal, e por isso n\u00e3o chegam nas prateleiras dos supermercados.<\/p>\n<p>As Ind\u00fastrias de latic\u00ednios que s\u00e3o regulamentadas sob inspe\u00e7\u00e3o federal, somam mais de 1.200 empresas constitu\u00eddas. S\u00e3o mais de duas mil plantas industriais. E existem milhares de empresas com registros nas esferas estaduais e municipais. (Portal Contexto\/ Terra Viva)<br \/>\n&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: center;\">&nbsp; &nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais de 700 estabelecimentos j\u00e1 foram habilitados a exportar para 24 pa\u00edses<\/strong><\/p>\n<p><em>Mais de 700 estabelecimentos foram habilitados a exportar produtos agropecu\u00e1rios para 24 pa\u00edses desde janeiro de 2019. No in\u00edcio desta semana, mais quatro unidades frigor\u00edficas de aves e uma de su\u00ednos foram credenciadas e ir\u00e3o vender as carnes do Brasil ao Vietn\u00e3.<\/em><\/p>\n<p>A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento) comemora a amplia\u00e7\u00e3o das habilita\u00e7\u00f5es para mais um pa\u00eds. \u201cIsso mostra que o mundo olha o Brasil como grande fornecedor de alimentos, supridor de alimentos\u201d, destaca.<\/p>\n<p>As novas plantas frigor\u00edficas de aves aptas a exportar para o Vietn\u00e3 est\u00e3o localizadas nos estados de S\u00e3o Paulo, do Paran\u00e1, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. J\u00e1 as su\u00ednas, em Minas Gerais.<br \/>\nAs exporta\u00e7\u00f5es de produtos agr\u00edcolas para o Vietn\u00e3, em 2019, somaram US$ 27,5 bilh\u00f5es. Em 2018, totalizaram US $ 22,6 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Abertura de mercados: Desde janeiro de 2019, o Brasil abriu 65 mercados para produtos agropecu\u00e1rios, sendo 30 aberturas registradas somente este ano.<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 25 de maio, a Tail\u00e2ndia, por exemplo, comunicou que ir\u00e1 importar carne bovina com osso, carne desossada e mi\u00fados comest\u00edveis de bovino do Brasil, mercado com potencial de receita de US$ 100 milh\u00f5es nos pr\u00f3ximos anos. O pa\u00eds tamb\u00e9m abriu seu mercado para os l\u00e1cteos brasileiros.<\/p>\n<p>J\u00e1 no in\u00edcio do m\u00eas passado, o governo das Filipinas credenciou estabelecimentos de carnes bovinas (Goi\u00e1s, S\u00e3o Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rond\u00f4nia, Minas Gerais, Tocantins e Par\u00e1), de aves (Paran\u00e1, Santa Catarina e rio Grande do Sul), de peru (Rio Grande do Sul) e su\u00edna (Santa Catarina).<\/p>\n<p>Outros novos mercados s\u00e3o castanha-de-baru para Coreia do Sul, mel\u00e3o para China (primeira fruta brasileira para o pa\u00eds asi\u00e1tico), gergelim para a \u00cdndia, castanha-do-Brasil (castanha-do-Par\u00e1) para Ar\u00e1bia Saudita, material gen\u00e9tico av\u00edcola para diversos pa\u00edses e milho de pipoca para Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilh\u00f5es no m\u00eas. O recorde anterior das vendas externas neste m\u00eas ocorreu em abril de 2013, quando as exporta\u00e7\u00f5es somaram US$ 9,65 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 217px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4072\" alt=\"\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 217px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4073\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong><em>PIB agropecu\u00e1rio:<\/em><\/strong> A agropecu\u00e1ria apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em compara\u00e7\u00e3o ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds. O setor foi o \u00fanico da atividade econ\u00f4mica nacional a crescer no per\u00edodo analisado.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecu\u00e1ria teve crescimento de 1,9%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leite em Mapas: a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil desde 1990<\/strong><\/p>\n<p><em>O Centro de Intelig\u00eancia do Leite (CILeite) da Embrapa Gado de Leite criou a p\u00e1gina Leite em Mapas que, utilizando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostra, por meio de mapas de densidade, a evolu\u00e7\u00e3o bovinocultura de leite no Brasil desde 1990.<\/em><\/p>\n<p>No site, \u00e9 poss\u00edvel ajustar os dados para os anos 1990, 2000, 2010 e 2018 e comparar as vari\u00e1veis produ\u00e7\u00e3o de leite, vacas ordenhadas e produtividade. Com isso, podemos observar o amadurecimento da cadeia em termos de produ\u00e7\u00e3o e produtividade, bem como a migra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o entre regi\u00f5es do Pa\u00eds. Veja abaixo a compara\u00e7\u00e3o da vari\u00e1vel produ\u00e7\u00e3o de leite para os anos 1990 e 2018:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 339px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4074\" alt=\"\"><\/p>\n<p>No exemplo de compara\u00e7\u00e3o a seguir \u00e9 interessante observar o salto em produtividade no&nbsp; intervalo 2010-2018, principalmente nos estados do Sul e em Minas Gerais. Os estados do Nordeste e Centro-Oeste tamb\u00e9m demonstram evolu\u00e7\u00e3o neste quesito, ao contr\u00e1rio do que \u00e9 observado para os estados do Norte.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 353px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/4075\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Esses dados v\u00e3o de encontro ao que observamos nos levantamentos Top 100 do MilkPoint, que caracterizam as 100 maiores propriedades do Brasil em volume captado e pode ser acessado aqui. (Milkpoint)<br \/>\n<b>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/b><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>EMATER\/RS: animais e produ\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o se recuperaram do impacto da estiagem<\/strong><br \/>\nEm quase todas as regi\u00f5es do Estado, ainda n\u00e3o foi poss\u00edvel observar uma revers\u00e3o significativa do decr\u00e9scimo do escore corporal e da produ\u00e7\u00e3o de leite que havia se estabelecido nos rebanhos bovinos leiteiros em consequ\u00eancia da estiagem. No geral, as condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias dos rebanhos permanecem satisfat\u00f3rias, mediante a utiliza\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de manejo e a utiliza\u00e7\u00e3o de medicamentos para controle de parasitoses internas e externas. As estimativas atualizadas de redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o leiteira relatadas pelos escrit\u00f3rios regionais da Emater\/RS-Ascar nas respectivas \u00e1reas de abrang\u00eancia s\u00e3o as seguintes: regional de Bag\u00e9 \u2013 55%; Frederico Westphalen \u2013 30%; Porto Alegre \u2013 30%; Santa Maria \u2013 30% (em levantamento realizado em parte da regi\u00e3o). Na regi\u00e3o de Santa Rosa, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel observar uma boa produ\u00e7\u00e3o das pastagens cultivadas de inverno disponibilizadas \u00e0s vacas; durante a semana, a produ\u00e7\u00e3o leiteira, embora abaixo da normalidade, foi superior \u00e0 da semana anterior. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da EMATER\/RS)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 5 de junho de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.235 &nbsp;Por que autoridades internacionais pedem que suas respectivas popula\u00e7\u00f5es comam mais queijos? Coma mais queijo - Inglaterra, Fran\u00e7a e Canad\u00e1 deram <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/06\/05\/05-06-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/06\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5143","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5143","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5143"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5143\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5144,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5143\/revisions\/5144"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5143"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5143"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5143"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}