{"id":5034,"date":"2020-05-04T20:22:37","date_gmt":"2020-05-04T20:22:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5034"},"modified":"2020-05-04T20:23:38","modified_gmt":"2020-05-04T20:23:38","slug":"04-05-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/05\/04\/04-05-2020\/","title":{"rendered":"04\/05\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 04 de maio de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.214<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;&nbsp;Dilema na produ\u00e7\u00e3o do leite<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A forma\u00e7\u00e3o de estoques maiores nas ind\u00fastrias e o alto custo de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o alguns dos efeitos da pandemia do coronav\u00edrus no mercado l\u00e1cteo. As compras que o atacado faz da ind\u00fastria ca\u00edram 30% em rela\u00e7\u00e3o ao movimento tido como normal para esta \u00e9poca. O secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, afirma que o setor passou por algumas mudan\u00e7as profundas na \u00faltima semana de abril, principalmente com a queda acentuada do pre\u00e7o ao atacado do leite UHT (de caixinha).&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cOs queijos tiveram vendas, mas com pre\u00e7o muito abaixo dos custos de produ\u00e7\u00e3o. Os estoques est\u00e3o altos e a empresa tem um prazo para comercializar isso\u201d, observa. O setor l\u00e1cteo trabalha com margens curtas e depende desse mix de comercializa\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, o leite UHT est\u00e1 sendo vendido com vi\u00e9s de queda de pre\u00e7o e de consumo. O leite em p\u00f3 segue esta tend\u00eancia e seus estoques tamb\u00e9m est\u00e3o aumentando. Segundo Palharini, esse cen\u00e1rio forma uma situa\u00e7\u00e3o inversa ao valor de refer\u00eancia do leite projetado para abril, apresentado pelo Conseleite, de R$ 1,3541 o litro, alta de 9,79% em rela\u00e7\u00e3o ao consolidado de mar\u00e7o, de R$ 1,2333 pelo litro. \u201cFoi apresentado um indicador de alta e o mercado, na pr\u00e1tica, vai trabalhar com queda\u201d, constata.<\/p>\n<p>O dirigente explica que o produtor vai receber o m\u00eas de abril entre 10 e 15 de maio. H\u00e1 empresas que v\u00e3o manter no m\u00e1ximo o pre\u00e7o pago no m\u00eas anterior, mas muitas v\u00e3o pagar abaixo disso, visto que hoje o leite spot, comercializado entre elas, est\u00e1 em torno de R$ 1,05, quase abaixo do custo de produ\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 preocupante.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO mercado est\u00e1 paralisado. Tomara que n\u00e3o se jogue leite fora, como nos Estados Unidos\u201d, comenta Palharini, que aconselha o produtor a cuidar da produtividade. \u201cSe tiver animal com produtividade baixa, ter\u00e1 de ser descartado, caso contr\u00e1rio acaba comprometendo a rentabilidade da propriedade rural\u201d, raciocina. As ind\u00fastrias, por sua vez, precisam avaliar a forma\u00e7\u00e3o de estoques e calcular se vale a pena manter ou vender o leite spot, que pode ser transformado em p\u00f3 e ficar estocado por um ano, prazo maior que o dos demais produtos, que duram de tr\u00eas a quatro meses. (Correio do Povo)<br \/>\n&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<span style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Embrapa e Abraleite avaliam consumo de leite e derivados durante a pandemia<\/strong><br \/>\nComo anda o consumo de leite e derivados no Brasil durante a pandemia do novo coronav\u00edrus (Covid-19)? Isso \u00e9 o que a Embrapa Gado de Leite e a Abraleite (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Leite) querem saber para que possam refor\u00e7ar as a\u00e7\u00f5es de apoio \u00e0 cadeia produtiva leiteira e garantir o abastecimento do mercado. Para tanto, lan\u00e7aram uma pesquisa para avaliar o comportamento dos consumidores neste per\u00edodo de isolamento social.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/u\/0\/d\/e\/1FAIpQLSdi8j9vi4s2JI41WdUE73L6pmvyw7oVbP4b8DxP5M0HysfiqQ\/closedform\">Clique aqui para participar da pesquisa<\/a><\/p>\n<p>O levantamento, que tamb\u00e9m tem a participa\u00e7\u00e3o do Centro de Intelig\u00eancia do Leite da Embrapa Gado de Leite, envolve o consumo de leite pasteurizado, leite UHT, leite fermentado, queijos, petit suisse e bebidas vegetais (produtos que n\u00e3o substituem o leite e seus derivados e que s\u00e3o feitos com vegetais como soja, am\u00eandoa, castanha etc).<\/p>\n<p>A pesquisa da Embrapa e da Abraleite busca detectar se as restri\u00e7\u00f5es impostas pela pandemia afetaram o acesso dos consumidores ao leite e derivados, se ocorreram mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de consumos desses produtos e quais s\u00e3o os l\u00e1cteos priorit\u00e1rios na hora da compra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os question\u00e1rios devem ser enviados at\u00e9 as 24h deste domingo 3. No dia 5, a Embrapa e a Abraleite v\u00e3o conceder entrevista coletiva para apresentar os resultados da pesquisa. (Agro em Dia)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Venda e aplica\u00e7\u00e3o de vacinas contra aftosa est\u00e1 proibida a partir de 1\u00ba de maio no RS<\/strong><br \/>\nO Di\u00e1rio Oficial do Estado na quinta-feira (30) publicou a Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) 006\/2020 da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (Seapdr), que pro\u00edbe a aplica\u00e7\u00e3o, a manuten\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o de vacinas contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul a partir de 1\u00ba de maio. Assinada pelo secret\u00e1rio Covatti Filho, a medida determina que os estabelecimentos comerciais que ainda tiverem estoque de vacina dever\u00e3o comunicar o Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio Oficial (SVO), para a contabiliza\u00e7\u00e3o das doses, que dever\u00e3o ficar lacradas e guardadas no pr\u00f3prio estabelecimento.<\/p>\n<p>As doses n\u00e3o vendidas poder\u00e3o ser enviadas para outros Estados onde \u00e9 permitida a vacina\u00e7\u00e3o ou inutilizadas, mediante pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o da Unidade Veterin\u00e1ria Local e acompanhamento oficial. Os animais vacinados contra febre aftosa no Estado ap\u00f3s 1\u00ba de maio de 2020 ser\u00e3o apreendidos e encaminhados aos estabelecimentos de abate, com inspe\u00e7\u00e3o oficial.<\/p>\n<p>Conforme a IN 006, fica proibido o ingresso de bovinos e bubalinos vacinados contra febre aftosa no territ\u00f3rio do Estado do Rio Grande do Sul, com exce\u00e7\u00e3o de animais oriundos de zonas livres de febre aftosa com vacina\u00e7\u00e3o trazidos ao Estado atrav\u00e9s de<br \/>\nPostos de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Divisa (PFD) diretamente para abate, desde que transportados em ve\u00edculos lacrados pelo SVO ou por m\u00e9dico veterin\u00e1rio habilitado para a emiss\u00e3o de Guia de Tr\u00e2nsito Animal (GTA), encaminhados diretamente a estabelecimento de abate com inspe\u00e7\u00e3o oficial, destinados \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o e encaminhados diretamente para Estabelecimento de Pr\u00e9-Embarque (EPE) autorizado pelo SVO e para o local de partida.<\/p>\n<p>Os animais n\u00e3o exportados, por n\u00e3o atendimento aos requisitos do pa\u00eds importador ou qualquer outro motivo, dever\u00e3o ser encaminhados para abate. Os propriet\u00e1rios dos animais apreendidos n\u00e3o ter\u00e3o direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o e estar\u00e3o sujeitos \u00e0s demais san\u00e7\u00f5es previstas em lei.<\/p>\n<p>Os produtos originados do abate dos animais apreendidos poder\u00e3o custear as despesas de transporte e beneficiamento e\/ou poder\u00e3o ser doados a institui\u00e7\u00f5es beneficentes. O ingresso de animais n\u00e3o vacinados contra a febre aftosa, atrav\u00e9s dos PFD, ser\u00e1 permitido desde que cumpridos os requisitos estabelecidos na legisla\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De forma excepcional, fica autorizada a realiza\u00e7\u00e3o de testes oficiais de qualidade e pot\u00eancia para a vacina contra febre aftosa no&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Posto Agropecu\u00e1rio de Sarandi. Os bovinos que ingressarem para testes oficiais por esse local dever\u00e3o receber identificadores individuais eletr\u00f4nicos (\u201cbrinco defesa\u201d), compat\u00edveis com a numera\u00e7\u00e3o estabelecida pelo Servi\u00e7o Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) e gerenciados atrav\u00e9s do Sistema de Defesa Agropecu\u00e1ria da Seapdr. Ap\u00f3s os testes oficiais, os animais dever\u00e3o ser encaminhados para abate, em estabelecimentos sob inspe\u00e7\u00e3o oficial, sendo vedada a comercializa\u00e7\u00e3o para qualquer outra finalidade. O PAP Sarandi manter\u00e1 registros audit\u00e1veis das entradas, das ocorr\u00eancias sanit\u00e1rias e das sa\u00eddas dos bovinos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Evolu\u00e7\u00e3o do status sanit\u00e1rio: A campanha antecipada de vacina\u00e7\u00e3o contra a aftosa no Rio Grande do Sul faz faz parte da estrat\u00e9gia do Estado para ser declarado como livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Com o fim da vacina\u00e7\u00e3o, agora o Rio Grande do Sul dever\u00e1 encaminhar pedido para mudan\u00e7a de status sanit\u00e1rio a fim de obter, num segundo momento, o reconhecimento internacional dessa condi\u00e7\u00e3o pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE). At\u00e9 o momento, no Brasil, apenas os estados de Santa Catarina e Paran\u00e1 conquistaram o status sanit\u00e1rio de zona livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. (Seapdr)<br \/>\n&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Vendas de queijos e derivados do leite registram queda<\/strong><br \/>\nO secret\u00e1rio-executivo do Sindilat-RS, Darlan Palharini, fez um panorama da produ\u00e7\u00e3o e das vendas da ind\u00fastria de latic\u00ednios. <a href=\"https:\/\/www.agert.org.br\/index.php\/mais-audios\/19997-vendas-de-queijos-e-derivados-do-leite-registram-queda\">Ou\u00e7a a entrevista na \u00edntegra clicando aqui<\/a>. (Agert)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 04 de maio de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.214 &nbsp;&nbsp;Dilema na produ\u00e7\u00e3o do leite A forma\u00e7\u00e3o de estoques maiores nas ind\u00fastrias e o alto custo de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o alguns <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/05\/04\/04-05-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/05\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5034","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5034","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5034"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5034\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5035,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5034\/revisions\/5035"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5034"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5034"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5034"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}