{"id":5013,"date":"2020-04-24T20:21:27","date_gmt":"2020-04-24T20:21:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=5013"},"modified":"2020-04-24T20:23:01","modified_gmt":"2020-04-24T20:23:01","slug":"24-04-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/04\/24\/24-04-2020\/","title":{"rendered":"24\/04\/2020"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 24 de abril de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.209<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;&nbsp;Rabobank: Impactos do Covid-19 no consumidor brasileiro<\/strong><\/p>\n<p><em>Perdas em servi\u00e7os de alimenta\u00e7\u00e3o ter\u00e3o um enorme impacto em alimentos e bebidas em 2020<\/em><\/p>\n<p>Com medidas de distanciamento social em vigor em todo o Brasil, o impacto da pandemia no consumo de alimentos e bebidas ser\u00e1 muito significativo no primeiro e segundo trimestres e potencialmente ter\u00e1 impactos duradouros nos n\u00edveis de consumo, dependendo do aumento do desemprego e da gravidade do problema.<\/p>\n<p>Enquanto o Rabobank espera uma contra\u00e7\u00e3o no PIB de cerca de 2% para 2020, outras institui\u00e7\u00f5es como o Banco Mundial observam uma queda de 5% na produ\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, o que levaria o tamanho da economia aos n\u00edveis de 2010. O Sebrae, uma ag\u00eancia privada que apoia pequenas e m\u00e9dias empresas, informou que at\u00e9 600.000 pequenas empresas fecharam de forma permanente ou tempor\u00e1ria no in\u00edcio de abril, o que pode significar risco de nove milh\u00f5es de empregos. Em 26 de mar\u00e7o, quase todo o pa\u00eds tinha algumas restri\u00e7\u00f5es a restaurantes e bares, que permanecem em vigor em meados de abril.<\/p>\n<p><em>Consumo de Latic\u00ednios: Leite l\u00edquido e mussarela ganham com quedas de valor agregado<\/em><br \/>\nAs empresas est\u00e3o relatando v\u00e1rias mudan\u00e7as na din\u00e2mica de vendas ap\u00f3s tr\u00eas semanas de quarentena. Por exemplo, as empresas de latic\u00ednios tiveram um aumento nos produtos b\u00e1sicos, como mussarela, queijo prato e leite UHT, j\u00e1 que os consumidores aumentaram significativamente suas compras de produtos b\u00e1sicos, antecipando as medidas de isolamento social.<\/p>\n<p>As linhas de produtos mais caras, como iogurtes, sobremesas e queijos importados, ca\u00edram acentuadamente nas \u00faltimas semanas.<br \/>\nIsso indica que os consumidores est\u00e3o sendo mais cuidadosos ao fazer suas compras nos pontos de venda, e isso parece estar acontecendo tamb\u00e9m em outros setores, \u00e0 medida que os consumidores passam de marcas e categorias mais caras para produtos b\u00e1sicos e alternativas acess\u00edveis.<\/p>\n<p>Por outro lado, as vendas de produtos para pontos de venda de alimentos ca\u00edram entre 70% e 90%, de acordo com empresas entrevistadas pelo Rabobank, j\u00e1 que os restaurantes limitam a maior parte de seus neg\u00f3cios a entregas e limitam seus estoques ao m\u00ednimo.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios ca\u00edram 30% at\u00e9 agora em 2020, enquanto as exporta\u00e7\u00f5es avan\u00e7aram 16%, em parte como consequ\u00eancia de um d\u00f3lar mais forte. Um d\u00e9ficit comercial menor ajudar\u00e1 a equilibrar a demanda dom\u00e9stica mais lenta de produtos l\u00e1cteos e proporcionar\u00e1 alguma estabilidade ao setor.<\/p>\n<p><em>Perspectivas para o consumidor brasileiro em 2020<\/em><br \/>\nOs consumidores brasileiros est\u00e3o enfrentando n\u00edveis de estresse sem precedentes em abril de 2020, com um r\u00e1pido decl\u00ednio na renda, maior desemprego e medo de o Covid-19 moldando seu comportamento de gastos.<\/p>\n<p>O primeiro ponto-chave do projeto \u00e9 quando a economia ser\u00e1 reaberta e se os consumidores come\u00e7ar\u00e3o a se comportar da mesma maneira que antes de mar\u00e7o. Por enquanto, o cen\u00e1rio de base \u00e9 uma forte contra\u00e7\u00e3o no segundo trimestre, seguida por um retorno ao crescimento no terceiro e quarto trimestres que permitir\u00e1 recuperar o consumo na maioria dos setores-chave.<\/p>\n<p>No entanto, essa proje\u00e7\u00e3o pode mudar rapidamente. Primeiro, porque os problemas de sa\u00fade ainda n\u00e3o foram resolvidos, e segundo, porque \u00e9 improv\u00e1vel que os consumidores saiam e gastem em locais de servi\u00e7os de alimenta\u00e7\u00e3o da mesma maneira, desde que haja casos de v\u00edrus presentes e nenhuma vacina ou tratamentos comprovados.<\/p>\n<p>A cerveja e as bebidas alco\u00f3licas provavelmente ser\u00e3o as mais afetadas pela contra\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de alimenta\u00e7\u00e3o. Mas outros setores, como a prote\u00edna animal, tamb\u00e9m ser\u00e3o impactados.<\/p>\n<p>Uma das li\u00e7\u00f5es da recess\u00e3o de 2015-16 foi que os consumidores trocaram para alternativas mais acess\u00edveis. Isso poderia beneficiar aves sobre carne bovina, cerveja local versus marcas importadas e queijo dom\u00e9stico versus importado.<\/p>\n<p>Plataformas de entrega, como Rappi e iFood, s\u00e3o vencedores claros dessa crise e aumentar\u00e3o ainda mais sua participa\u00e7\u00e3o nas vendas de alimentos e bebidas como canal. \u00c9 prov\u00e1vel que seja um ganho permanente, pois os consumidores provavelmente estar\u00e3o menos dispostos a sair para lugares p\u00fablicos, mesmo quando o pior da epidemia terminar.<\/p>\n<p>Os restaurantes precisar\u00e3o se adaptar a uma nova realidade, na qual as entregas representam uma parcela ainda maior de suas vendas gerais. Tamb\u00e9m s\u00e3o prov\u00e1veis mais investimentos em cozinhas especializadas para entregas. Enquanto o congresso brasileiro j\u00e1 aprovou uma medida de apoio de R $ 600\/m\u00eas por tr\u00eas meses para trabalhadores sem emprego formal, que \u00e9 cerca de 60% do sal\u00e1rio m\u00ednimo mensal, muitos consumidores cortam as compras ao essencial absoluto, independentemente de terem sal\u00e1rios formais ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>As empresas precisar\u00e3o se adaptar continuamente a um cen\u00e1rio de consumidores em r\u00e1pida mudan\u00e7a no Brasil, sem nenhuma indica\u00e7\u00e3o clara ainda de quando a vida voltar\u00e1 a algo pr\u00f3ximo do normal para a maioria. As vendas online est\u00e3o prosperando e acelerar\u00e3o o crescimento do com\u00e9rcio eletr\u00f4nico em 2020. As empresas que investiram em plataformas e distribui\u00e7\u00e3o direta surgir\u00e3o mais fortes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de um dif\u00edcil futuro pela frente em 2020, os gastos do consumidor podem come\u00e7ar a se recuperar gradualmente no segundo semestre e at\u00e9 2021, desde que os problemas de sa\u00fade se tornem mais controlados. No entanto, se o desemprego aumentar significativamente, a recupera\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser muito lenta e gradual, como ocorreu ap\u00f3s a recess\u00e3o de 2015-2016, quando os gastos do consumidor tiveram um per\u00edodo prolongado de queda, mesmo ap\u00f3s o final da crise econ\u00f4mica. (Rabobank, traduzida pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><br \/>\n<strong>CCGL distribui R$ 9 milh\u00f5es entre seus associados&nbsp;<\/strong><br \/>\nAssim como os profissionais da sa\u00fade, os trabalhadores rurais n\u00e3o podem parar durante a pandemia da Covid-19. Por isso, a partir desta quinta-feira (23\/04), a Cooperativa Central Ga\u00facha (CCGL) distribuir\u00e1 aos produtores associados, aqueles que entregaram a mat\u00e9ria-prima em 2019 e que est\u00e3o ativos no sistema da empresa, cerca de R$ 9 milh\u00f5es como bonifica\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o nos resultados da industrializa\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>O valor \u00e9 significativo e chega em um momento importante, o de estabelecer as pastagens de inverno nas propriedades, de acordo com o gerente de suprimento de leite da CCGL Jair da Silva Mello. Al\u00e9m disso, a quantia deve auxiliar nas finan\u00e7as das fam\u00edlias nesse momento de crise e de estiagem. (Imprensa Sindilat com informa\u00e7\u00f5es da CCGL)<\/p>\n<p><strong>\u00daltimo dia para vacina\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nDepois de prorrogar por 10 dias, em raz\u00e3o das restri\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o por conta do coronav\u00edrus, a Secretaria da Agricultura afirma que n\u00e3o ocorrer\u00e1 nova amplia\u00e7\u00e3o de prazo. Isso faz de hoje o \u00faltimo dia para imunizar os 12,6 milh\u00f5es de bovinos e bubalinos do Rio Grande do Sul contra a febre aftosa.<\/p>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o oficial da aplica\u00e7\u00e3o de doses tem um pouco mais de tempo: pode ser feita at\u00e9 o dia 30. Somente depois dessa data \u00e9 que ser\u00e1 poss\u00edvel aferir com exatid\u00e3o o percentual atingido nesta que pode ser a \u00faltima campanha de vacina\u00e7\u00e3o no territ\u00f3rio ga\u00facho. O Estado encaminhar\u00e1 em maio solicita\u00e7\u00e3o para progress\u00e3o de status sanit\u00e1rio, para livre da doen\u00e7a sem imuniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">- A partir de maio, n\u00e3o pode mais haver a comercializa\u00e7\u00e3o de vacina. Eventuais estoques ficam lacrados. E, se houver troca do produto com o laborat\u00f3rio, precisa ser acompanhada por fiscais agropecu\u00e1rios - esclarece Rosane Collares, chefe da Divis\u00e3o de Defesa Sanit\u00e1ria Animal da secretaria da Agricultura. (Zero Hora)<\/p>\n<p><strong>SC: estiagem se agrava e produ\u00e7\u00e3o de leite j\u00e1 diminui 12% em Conc\u00f3rdia<\/strong><br \/>\nO in\u00edcio do m\u00eas at\u00e9 foi animador, mas a segunda quinzena n\u00e3o manteve o ritmo e a estiagem volta a se agravar em Conc\u00f3rdia. Dados do n\u00edvel dos rios do munic\u00edpio comprovam a gravidade. Conforme boletim da Epagri Ciram, emitido nesta quinta-feira, dia 23, tr\u00eas pontos preocupam: o Montante da barragem, em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, e a Foz do Rio Claudino, est\u00e3o na classifica\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia para estiagem. A rua Vit\u00f3rio Celant est\u00e1 em alerta.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 reflexo direto da baixa quantidade de chuva que permanece em Conc\u00f3rdia. A chuva de abril se concentrou apenas na primeira quinzena do m\u00eas, e ainda assim com quantidade abaixo do normal. Foram 76 mil\u00edmetros neste per\u00edodo, que \u00e9 tamb\u00e9m o total de precipita\u00e7\u00e3o registrado at\u00e9 agora em Conc\u00f3rdia em abril. Ou seja, na segunda quinzena n\u00e3o teve chuva, conforme dados da esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica Embrapa Su\u00ednos e Aves.<\/p>\n<p>Diante desse quadro de escassez, o interior do munic\u00edpio \u00e9 quem mais sofre. Como a reportagem da emissora j\u00e1 vem informando, as perdas s\u00e3o grandes nas pastagens e lavoura de milho. H\u00e1 problemas tamb\u00e9m na dessedenta\u00e7\u00e3o de animais. Mas o que mais vem preocupando \u00e9 na produ\u00e7\u00e3o de carne e leite. S\u00f3 no leite, conforme o secret\u00e1rio de agricultura, Mauro Martini, houve uma diminui\u00e7\u00e3o de 12% na capacidade de produ\u00e7\u00e3o. E isso indica que a crise vai demorar a ser superada.<\/p>\n<p>A estiagem, que se prolonga desde o fim do ano passado, faz com que as propriedades sofram tamb\u00e9m com a falta de \u00e1gua. Por isso, a prefeitura de Conc\u00f3rdia tem realizado transportes de cargas de \u00e1gua diariamente, tanto para consumo humano, quanto para animal. Quando chove, a situa\u00e7\u00e3o ameniza. Mas como a quantidade \u00e9 sempre baixa, o quadro grave retorna. Atualmente, s\u00e3o cerca de 16 cargas por dia para diversas localidades, o que totaliza quase 200 mil litros de \u00e1gua diariamente.<\/p>\n<p>Abastecimento pode ficar comprometido em breve: A boa not\u00edcia \u00e9 que mesmo com essa severa estiagem, o abastecimento de \u00e1gua em Conc\u00f3rdia ainda n\u00e3o foi comprometido. Conforme a Casan, os sistemas de capta\u00e7\u00e3o seguem trabalhando normalmente por enquanto, mas para que n\u00e3o haja racionamento em algumas semanas, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 o uso estritamente necess\u00e1rio desde j\u00e1. O engenheiro agr\u00f4nomo Ronaldo Coutinho do Prado destaca a falta de chuva e os riscos de queimadas neste per\u00edodo.<\/p>\n<p>\u201cNesta sexta, fim de semana, segunda e ter\u00e7a continua fresquinho de manh\u00e3, calor \u00e0 tarde, passando dos 30\u00baC, e com tempo seco, umidade baixa e sem chuva. Muito cuidado com fogo. Evitar a queimada de lixo e quando for queimar, cuidado. E evitar jogar cigarro na estrada. E muita economia de \u00e1gua. At\u00e9 o final do m\u00eas n\u00e3o est\u00e1 indicando chuva na regi\u00e3o. De chuva, pelo visto, s\u00f3 em maio\u201d, alerta ele.<\/p>\n<p>E a perspectiva n\u00e3o \u00e9 nada animadora para a regi\u00e3o. A previs\u00e3o do tempo da Epagri\/Ciram continua indicando que, mesmo com uma indica\u00e7\u00e3o de chuva para o in\u00edcio de maio, o m\u00eas como um todo ser\u00e1 seco, como j\u00e1 vem ocorrendo desde o in\u00edcio do ano. Ou seja, o quadro de estiagem vai permanecer por mais semanas e deve se agravar ainda mais.<\/p>\n<p>Uma das piores estiagem da hist\u00f3ria de SC: Esta situa\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o fica restrita ao oeste. A falta de chuva traz preju\u00edzos para o meio rural e preocupa todo o setor produtivo de Santa Catarina. Desde junho de 2019, o estado vem passando pela estiagem que j\u00e1 \u00e9 considerada a mais severa dos \u00faltimos anos e que vem afetando, principalmente, as regi\u00f5es Extremo Oeste, Oeste, Meio Oeste, Planalto Sul, Planalto Norte e Alto Vale do Itaja\u00ed. Situa\u00e7\u00f5es semelhantes aconteceram apenas em 1978 e 2006.&nbsp;<\/p>\n<p>A falta de chuvas dever\u00e1 causar a redu\u00e7\u00e3o de 10% na produ\u00e7\u00e3o catarinense de milho. O feij\u00e3o foi uma das culturas mais afetadas pela falta de chuvas, em alguns munic\u00edpios do Meio Oeste as perdas chegam a 60%. No total, o estado deve ter uma quebra de 7% na produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada.<\/p>\n<p>Conforme dados da secretaria de agricultura, na segunda-feira (20), a Epagri\/Ciram chegou a ter 27 esta\u00e7\u00f5es em situa\u00e7\u00e3o de estiagem - o resultado mais cr\u00edtico j\u00e1 monitorada pelo Centro de Informa\u00e7\u00f5es de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Epagri\/Ciram) desde 2013. Esta \u00e9 uma das estiagens mais severas j\u00e1 registrada em Santa Catarina desde 1978.<\/p>\n<p>O pesquisador da \u00e1rea de hidrologia e coordenador da Sala de Situa\u00e7\u00e3o ANA\/Epagri\/Ciram, Guilherme Xavier de Miranda Junior, explica que essa situa\u00e7\u00e3o tem afetado diretamente a disponibilidade de \u00e1gua para a agricultura catarinense. \u201cA estiagem do ano passado foi severa, mas n\u00e3o foi t\u00e3o abrangente como est\u00e1 acontecendo este ano. Isso vem acumulando desde junho de 2019, com uma falta de chuva em algumas regi\u00f5es na ordem de 600 mm\u201d.<\/p>\n<p>Nesta quarta-feira (22), a Secretaria de Estado da Agricultura e a Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria e Extens\u00e3o Rural de Santa Catarina (Epagri) reuniram, via videoconfer\u00eancia, lideran\u00e7as do setor produtivo e t\u00e9cnico para apresentar a situa\u00e7\u00e3o atual do agroneg\u00f3cio catarinense e a previs\u00e3o meteorol\u00f3gica para os pr\u00f3ximos dias. Os produtores rurais de Santa Catarina contam com tr\u00eas novas medidas para minimizar os impactos da estiagem no estado. A inten\u00e7\u00e3o da Secretaria da Agricultura \u00e9 injetar R$ 60 milh\u00f5es na economia catarinense. (R\u00e1dio Rural)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Emerg\u00eancia<\/strong><br \/>\nEm boletim divulgado ontem, a Defesa Civil atualizou os munic\u00edpios do Estado em situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia por conta da estiagem. S\u00e3o 192 reconhecidos pela Uni\u00e3o e 206 homologados pelo Estado. A condi\u00e7\u00e3o \u00e9 pr\u00e9-requisito para que produtores possam ter acesso \u00e0s renegocia\u00e7\u00f5es de financiamentos por perdas decorrentes da falta de chuva. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 24 de abril de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.209 &nbsp;&nbsp;Rabobank: Impactos do Covid-19 no consumidor brasileiro Perdas em servi\u00e7os de alimenta\u00e7\u00e3o ter\u00e3o um enorme impacto em alimentos e bebidas <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/04\/24\/24-04-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/04\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-5013","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5013","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5013"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5013\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5014,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5013\/revisions\/5014"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5013"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5013"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5013"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}