{"id":486,"date":"2015-06-18T19:51:13","date_gmt":"2015-06-18T19:51:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/18\/setor-lacteo-cobra-apoio-na-busca-por-mercados\/"},"modified":"2015-06-18T19:51:13","modified_gmt":"2015-06-18T19:51:13","slug":"setor-lacteo-cobra-apoio-na-busca-por-mercados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/18\/setor-lacteo-cobra-apoio-na-busca-por-mercados\/","title":{"rendered":"Setor l\u00e1cteo cobra apoio na busca por mercados"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">18\/06\/2015<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-309\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/logo_fb_-_tt.jpg\" alt=\"logo fb tt\" style=\"float: right;\" width=\"213\" height=\"124\" \/>O desequil\u00edbrio entre a importa\u00e7\u00e3o e a exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos no Brasil, em 2015, tem motivado a ind\u00fastria do setor a buscar alternativas para sua produ\u00e7\u00e3o. A principal delas, a abertura de novos mercados, \u00e9 foco de press\u00e3o das entidades do segmento sobre o governo federal. O objetivo, segundo o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Estado (Sindilat), \u00e9 incluir o leite e derivados nos acordos comerciais com outras na\u00e7\u00f5es, como j\u00e1 ocorre com outros produtos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNossa inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que a venda dos produtos l\u00e1cteos brasileiros seja usada como moeda de troca nesse tipo de acordo comercial, e a pr\u00f3pria ministra (da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, K\u00e1tia Abreu) nos sinaliza positivamente no apoio \u00e0 busca de novos mercados\u201d, comenta o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. Recentemente, o dirigente esteve em comitiva a Bras\u00edlia pedindo a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos nesse sentido a parlamentares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A abertura de novos mercados al\u00e9m dos tradicionais, como Venezuela e Angola, poderia amenizar a mudan\u00e7a na balan\u00e7a comercial dos produtos l\u00e1cteos. S\u00f3 nos primeiros quatro meses do ano, foram trazidos ao Pa\u00eds 40 milh\u00f5es de quilos de outros pa\u00edses, quase 12 milh\u00f5es a mais do que em 2014. Em contrapartida, as exporta\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria brasileira limitaram-se, no mesmo per\u00edodo, a 18 milh\u00f5es de quilos, uma redu\u00e7\u00e3o de 42% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNo \u00faltimo acordo brasileiro, realizado com o M\u00e9xico, j\u00e1 poder\u00edamos ter inclu\u00eddo o leite, uma vez que o M\u00e9xico n\u00e3o tem produ\u00e7\u00e3o suficiente para seu consumo interno\u201d, exemplifica o secret\u00e1rio executivo do Sindilat, Darlan Palharini. Um relativo controle da importa\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds tamb\u00e9m \u00e9 defendido pela entidade, decis\u00e3o solidificada com o recente fim das cotas de produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia, em abril, medida que tende a gerar excedentes no continente. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>18\/06\/2015 O desequil\u00edbrio entre a importa\u00e7\u00e3o e a exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos no Brasil, em 2015, tem motivado a ind\u00fastria do setor a buscar alternativas para sua produ\u00e7\u00e3o. A principal delas, a abertura de novos mercados, \u00e9 foco de press\u00e3o das entidades do segmento sobre o governo federal. 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