{"id":4786,"date":"2020-03-09T19:08:18","date_gmt":"2020-03-09T19:08:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4786"},"modified":"2020-03-09T19:08:18","modified_gmt":"2020-03-09T19:08:18","slug":"09-03-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/03\/09\/09-03-2020\/","title":{"rendered":"09\/03\/2020"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 09 de mar\u00e7o de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.177<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Edital de convoca\u00e7\u00e3o&nbsp; - Assembleia geral ordin\u00e1ria&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; width: 500px; height: 211px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3986\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Publicado na p\u00e1gina 17 do Jornal Correio do Povo de 07\/03\/2020<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div><strong>Governo e empresas buscam incentivar as agtechs no pa\u00eds<\/strong><br \/>\nEm expans\u00e3o progressiva no Brasil, o segmento de agtechs dever\u00e1 receber um empurr\u00e3o oficial em 2020. Empresas privadas, governo e Legislativo estudam criar o Programa Nacional de Incentivo \u00e0s Startups do Agroneg\u00f3cio. O objetivo \u00e9 estimular o financiamento de bolsas de pesquisas nos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o das universidades com foco no desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es inovadoras e no empreendedorismo tecnol\u00f3gico voltado ao setor.&nbsp;<\/div>\n<div>Com as contas p\u00fablicas cada vez mais apertadas, a maior parte do financiamento dever\u00e1 vir do setor privado. A ideia foi apresentada no ano passado pelo senador e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA), Luis Carlos Heinze (PP\/RS), \u00e0 Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes), vinculada ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Heinze j\u00e1 promoveu encontros em Bras\u00edlia e em S\u00e3o Paulo com empres\u00e1rios do ramo para apresentar a iniciativa.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 948px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3987\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n\u201cQuero incentivar as universidades, os estudantes e as empresas brasileiras de carnes, de gr\u00e3os e de defensivos, entre outras, a estimular as startups do agro no Brasil inteiro\u201d, afirmou o senador ao Valor.&nbsp;<\/div>\n<div>Fl\u00e1vio Camargo, professor de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que coordena a \u00e1rea de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias da Capes - que mant\u00e9m 370 cursos e 225 programas de mestrado e doutorado no pa\u00eds - encampou a proposta de Heinze. Segundo ele, \u00e9 uma oportunidade para o Brasil n\u00e3o perder o passo no desenvolvimento tecnol\u00f3gico no campo.&nbsp;<\/div>\n<div>Camargo ainda v\u00ea fragilidades no perfil dos criadores de agtechs no Brasil, entre as quais a limita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o dessas empresas, o baixo n\u00edvel de especializa\u00e7\u00e3o dos empreendedores e falta de foco a longo prazo. E, segundo ele, muitas startups t\u00eam sido criadas apenas para depois serem vendidas para grandes corpora\u00e7\u00f5es. \u201cA preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 melhorar a sobrevida das empresas e dar alguma coisa de subs\u00eddio de forma\u00e7\u00e3o para criar no pa\u00eds uma cultura da inova\u00e7\u00e3o dentro do mundo do agro\u201d, afirmou.&nbsp;<\/div>\n<div>O Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Profissional (Profagro) em elabora\u00e7\u00e3o ter\u00e1 uma estrutura curricular espec\u00edfica para desenvolver a cultura da inova\u00e7\u00e3o com a cria\u00e7\u00e3o de agtechs. Essa estrutura contemplar\u00e1 disciplinas, atividades extracurriculares e trabalho de conclus\u00e3o aplicado, com possibilidade de cria\u00e7\u00e3o de empresas, produtos e patentes. Camargo j\u00e1 detalhou as diretrizes da proposta e criou um projeto-piloto.&nbsp;<\/div>\n<div>O modelo proposto \u00e9 para 20 estudantes, com bolsas de tr\u00eas anos para curso de mestrado, inicia\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, desenvolvimento tecnol\u00f3gico e industrial e o projeto de inova\u00e7\u00e3o, e tem valor estimado de R$ 2,5 milh\u00f5es. O plano envolve financiamento p\u00fablico e privado.&nbsp;<\/div>\n<div>Por parte do governo, a proposta prev\u00ea a participa\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como Finep, vinculada ao Minist\u00e9rio de Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00e3o e Telecomunica\u00e7\u00f5es, Fapesp, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o Industrial (Embrapii) e BNDES, com inje\u00e7\u00e3o de recursos e tamb\u00e9m incentivos fiscais e isen\u00e7\u00f5es. Do lado privado, o projeto pretende atrair os fundos de investimentos BR Startups e a SP Venture, al\u00e9m do Bradesco.&nbsp;<\/div>\n<div>As empresas privadas teriam retorno proporcional ao investimento feito em caso de a startup deslanchar. Os rendimentos seriam repartidos com professores e alunos.&nbsp;<\/div>\n<div>Em outra frente, o governo federal tem mapeado, desde dezembro do ano passado, diversas iniciativas isoladas que minist\u00e9rios e \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos j\u00e1 desenvolvem para estimular startups em geral, n\u00e3o s\u00f3 as agtechs. A ideia \u00e9 unificar os trabalhos e criar uma pol\u00edtica p\u00fablica nacional de incentivo ao segmento ainda sem data para ficar pronta.&nbsp;<\/div>\n<div>O diretor do Departamento de Apoio \u00e0 Inova\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Agricultura, Luis Cl\u00e1udio Fran\u00e7a, afirmou que a Pasta vai realizar f\u00f3runs de inova\u00e7\u00e3o pelo pa\u00eds para promover a cria\u00e7\u00e3o de agtechs. A meta tamb\u00e9m \u00e9 criar mais quatro polos de inova\u00e7\u00e3o e tecnologia ainda esse ano. No fim de 2019, a ministra Tereza Cristina inaugurou o primeiro o primeiro polo seguindo esse modelo, em Londrina (PR).&nbsp;<\/div>\n<div>Ainda sem uma pol\u00edtica p\u00fablica espec\u00edfica, o segmento tamb\u00e9m n\u00e3o foi regulamentado. Um projeto de lei de 2017 tenta criar uma legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para as agtechs, mas segue engavetado no Congresso. Outro, de 2019, cria desonera\u00e7\u00f5es para quem criar startup do agroneg\u00f3cio, mas tamb\u00e9m n\u00e3o avan\u00e7ou. Mas o n\u00famero de agtechs continua aumentando. Segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Startups (ABStartups), s\u00e3o 325 em todo o pa\u00eds.&nbsp;<\/div>\n<div>Mas uma pesquisa conduzida por Embrapa, Homo Lundes e SP Venturno ano passado apontou que o Brasil j\u00e1 tem 1125 empresas desse tipo, mais da metade delas no Estado de S\u00e3o Paulo. \u00c9 nesse n\u00famero que o Minist\u00e9rio da Agricultura tem se baseado.&nbsp;<\/div>\n<div>O advogado especialista em agroneg\u00f3cios Adamir Fiel Amorim, s\u00f3cio da AB&amp;DF, diz que a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica n\u00e3o respeita \u201cinstitucionalidade normativa\u201d e por isso qualquer lei ou regra para esse segmento tem que ser flex\u00edvel. Mas ele concorda que falta uma participa\u00e7\u00e3o mais efetiva do governo no segmento.<\/div>\n<div>Entusiasta do tema, Fiel foi uma das pessoas que perceberam uma oportunidade de neg\u00f3cios na \u00e1rea de tecnologia durante o curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), em Bras\u00edlia. Ele criou uma plataforma digital para media\u00e7\u00e3o e arbitragem de conflitos voltada a produtores rurais. No site, chamado Agroconsenso, o tempo para solu\u00e7\u00e3o dos casos \u00e9 de no m\u00e1ximo 100 dias \u00fateis e o cliente sabe o pre\u00e7o na hora. Segundo o advogado, na Justi\u00e7a as a\u00e7\u00f5es demoram cerca de oito anos e t\u00eam custo inicial pr\u00f3ximo a R$ 300 mil.&nbsp;(Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Cientista identificam consumo de l\u00e1cteos h\u00e1 5000 anos leste da Eur\u00e1sia<\/strong><br \/>\nEmbora a cria\u00e7\u00e3o de rebanho leiteiro tenha sido uma parte essencial da vida e da cultura na estepe da Eur\u00e1sia oriental durante mil\u00eanios, a dissemina\u00e7\u00e3o para para o leste e a chegada ao sudoeste da \u00c1sia \u00e9 pouco compreendida. O estudo, liderado por Shevan Wilkin e Jessica Hendy do Instituto Max Planck para a Ci\u00eancia da Hist\u00f3ria Humana, apresenta as primeiras evid\u00eancias do consumo de leite no leste da \u00c1sia, por volta do ano 3.000 aC, e oferece sinais da chegada e da evolu\u00e7\u00e3o do sistema pastoril na&nbsp;<\/div>\n<div>Mong\u00f3lia pr\u00e9-hist\u00f3rica.&nbsp;<\/div>\n<div>O consumo mais antigo de l\u00e1cteos e a poss\u00edvel trajet\u00f3ria: A natureza m\u00f3vel das sociedades pastoris e os fortes ventos da Espete Orienta fazem com que os registros com locais de conviv\u00eancia e a cultura dos mong\u00f3is antigos sejam extremamente raros. Ent\u00e3o os pesquisadores come\u00e7aram a procurar cemit\u00e9rios humanos e seus rituais que s\u00e3o frequentemente marcados por monumentos em pedra e ocasionalmente podem ser detectados t\u00famulos de animais por sat\u00e9lites.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>Em colabora\u00e7\u00e3o com a Universidade Nacional da Mong\u00f3lia, os pesquisadores analisaram calcifica\u00e7\u00f5es em dentes dos indiv\u00edduos pegando desde o in\u00edcio da Idade do Bronze at\u00e9 o per\u00edodo Mongol. Tr\u00eas quartos dos indiv\u00edduos continham evid\u00eancia de que consumiam alimentos l\u00e1cteos, demonstrando a import\u00e2ncia dessa fonte de alimento na Mong\u00f3lia pr\u00e9-hist\u00f3rica e hist\u00f3rica.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>Os resultados do estudo incluem as primeiras evid\u00eancias diretas do consumo de l\u00e1cteos no leste da \u00c1sia, identificadas em um indiv\u00edduo de Afanasievo em Shatar Chuluu datado de aproximadamente 3.000 aC.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>An\u00e1lises anteriores do DNA desse indiv\u00edduo revelaram marcadores gen\u00e9ticos n\u00e3o locais consistentes com popula\u00e7\u00f5es da Estepe do Oeste, e que migraram para Afanasievo no in\u00edcio da Idade do Bronze, atrav\u00e9s da regi\u00e3o russa Altai que possui condi\u00e7\u00f5es prop\u00edcias para domestica\u00e7\u00e3o de gado leiteiro no leste da Eur\u00e1sia.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>M\u00faltiplas esp\u00e9cies animais foram usadas para produ\u00e7\u00e3o de leite<br \/>\nPela sequ\u00eancia das prote\u00ednas do leite extra\u00eddas das calcifica\u00e7\u00f5es dent\u00e1rias, os cientistas foram capazes de determinar qual esp\u00e9cie animal foi usada para a produ\u00e7\u00e3o do leite, o que ajudou a acompanhar a progress\u00e3o da domestica\u00e7\u00e3o, dos latic\u00ednios e da atividade pastoril na regi\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>\u201cOs mong\u00f3is modernos usavam vaca, ovelha, cabra, iaque, camelo e cavalo para o leite, mas, quando cada esp\u00e9cie foi utilizada pela primeira vez para a produ\u00e7\u00e3o de leite na Mong\u00f3lia ainda \u00e9 incerto\u201d disse Shevan Wilkin, principal autor do estudo. \u201cO que ficou claro \u00e9 que a disponibilidade de fontes renov\u00e1veis de calorias e hidrata\u00e7\u00e3o por meio da incorpora\u00e7\u00e3o de leite e derivados na dieta foi essencial para as condi\u00e7\u00f5es \u00e1ridas e desafiadoras da antiga Estepe Oriental\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>Os primeiros indiv\u00edduos a mostrarem evid\u00eancias do consumo de leite viveram 5.000 anos atr\u00e1s e consumiam leite de esp\u00e9cies ruminantes, como gado bovino, ovinos e caprinos. Alguns milhares de anos depois, em locais da Idade do Bronze, datados de 1.200 aC, os pesquisadores descobriram a primeira evid\u00eancia do consumo de leite de \u00e9gua, que foi simult\u00e2nea ao in\u00edcio de evid\u00eancias das exist\u00eancias de cavalgadas e passeios a cavalo, bem como o uso de cavalos em rituais de enterro.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>Al\u00e9m disso, o estudo mostra que durante o Imp\u00e9rio Mongol, cerca de 1.200-1.400 dC, as pessoas tamb\u00e9m consumiam leite de camela. \u201cEstamos entusiasmados pelo fato de que, analisando as prote\u00ednas, somos capazes de ver o consumo de leite proveniente diferentes esp\u00e9cies animais no mesmo indiv\u00edduo. Isso nos d\u00e1 uma nova vis\u00e3o sobre as pr\u00e1ticas leiteiras antigas\u201d, diz Jessica Hendy.&nbsp;<\/div>\n<div>Milhares de anos depois da primeira evid\u00eancia do consumo de leite de equinos, os cavalos permanecem vitais para a vida cotidiana de muitas popula\u00e7\u00f5es da Mong\u00f3lia moderna, onde os pastores montados confiavam a eles a tarefa de gerenciar rebanhos, transportar pessoas e suprimentos e fornecer uma fonte prim\u00e1ria de carne e leite.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>\u201cNossas descobertas sugerem que a incorpora\u00e7\u00e3o de cavalos \u00e0 atividade pastoril na Eur\u00e1sia Oriental esteve intimamente ligada \u00e0 uma transforma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mais ampla, utilizando a esp\u00e9cie para equita\u00e7\u00e3o, transporte e alimenta\u00e7\u00e3o\u201d diz William Taylor, da Universidade do Colorado, tamb\u00e9m um dos co-autores do estudo.&nbsp;<\/div>\n<div>Embora o primeiro indiv\u00edduo estudado tenha mostrado evid\u00eancias do consumo de leite, os pesquisadores esperam que estudos futuros examinem indiv\u00edduos de per\u00edodos anteriores. \u201cPara formar uma imagem mais clara das origens dos l\u00e1cteos nessa regi\u00e3o, precisamos entender o impacto das migra\u00e7\u00f5es de criadores das estepes ocidentais e confirmar se os latic\u00ednios j\u00e1 existiam na Mong\u00f3lia antes da chegada desses imigrantes\u201d, conclui Shevan Wilkin. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do The Dairy Site, traduzidas pelo Terra Viva)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>UE \u2013 2019 foi um excelente ano para as exporta\u00e7\u00f5es de manteiga<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>As exporta\u00e7\u00f5es da Uni\u00e3o Europeia (UE-28) de manteiga e produtos similares (butter oil, manteiga e outros l\u00e1cteos para untar) aumentaram 35% em 2019 em compara\u00e7\u00e3o com 2018, chegando a 214.000 toneladas. A maior parte do incremento ocorreu na segunda metade do ano, de acordo com os dados da associa\u00e7\u00e3o inglesa AHDB. Em valor, o aumento interanual das exporta\u00e7\u00f5es foi de 21%. Dado que os pre\u00e7os no atacado da manteiga ca\u00edram durante o ano, o crescimento do valor foi comprimido em compara\u00e7\u00e3o com o crescimento do volume. Os principais destinos de crescimento da manteiga da UE foram a Turquia, Emirados \u00c1rabes Unidos, Egito e Estados Unidos. A Turquia importou 11.000 toneladas, mais de cinco vezes a quantidade importada da UE no ano anterior. Os Emirados \u00c1rabes Unidos importaram 12.000 toneladas, 140% a mais que em 2018. Um pouco menos de 8.000 toneladas foram enviadas para o Egito, mais de quatro vezes a quantidade enviada em 2018. Estes tr\u00eas pa\u00edses, junto com os EUA, representaram a metade da manteiga adicional exportada em 2019. EUA representaram 17% das exporta\u00e7\u00f5es de manteiga da UE em 2019, um aumento de 7.000 toneladas em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. A maior parte deste aumento ocorreu entre abril e julho, ap\u00f3s o an\u00fancio de poss\u00edveis tarifas de 25% em retalia\u00e7\u00e3o \u00e0s disputas comerciais da Airbus. (Agrodigital)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de mar\u00e7o de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.177 Edital de convoca\u00e7\u00e3o&nbsp; - Assembleia geral ordin\u00e1ria&nbsp; &nbsp; Publicado na p\u00e1gina 17 do Jornal Correio do Povo de 07\/03\/2020 &nbsp; &nbsp; <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/03\/09\/09-03-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/03\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4786","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4786","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4786"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4786\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4787,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4786\/revisions\/4787"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4786"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4786"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4786"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}