{"id":4778,"date":"2020-03-05T18:06:48","date_gmt":"2020-03-05T18:06:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4778"},"modified":"2020-03-05T18:07:10","modified_gmt":"2020-03-05T18:07:10","slug":"05-03-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/03\/05\/05-03-2020\/","title":{"rendered":"05\/03\/2020"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de mar\u00e7o de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.177<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pecu\u00e1ria 4.0 e uso da tecnologia no campo geram discuss\u00e3o&nbsp; sobre futuro do setor l\u00e1cteo no F\u00f3rum Estadual do Leite<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">As alternativas que a tecnologia oferece para auxiliar o produtor no campo e as inova\u00e7\u00f5es da Pecu\u00e1ria 4.0 geraram grandes debates na manh\u00e3 desta quarta-feira (4\/3), durante o 16\u00ba F\u00f3rum Estadual do Leite, na Expodireto Cotrijal, em N\u00e3o-Me-Toque (RS). Os integrantes da cadeia produtiva leiteira, que lotaram o audit\u00f3rio central do Parque de Exposi\u00e7\u00f5es, ouviram como determinadas t\u00e9cnicas e sensores podem mudar a tomada de decis\u00e3o do produtor na fazenda. \u201cO leite \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para o desenvolvimento econ\u00f4mico dos produtores e o setor l\u00e1cteo vai colocar o Brasil em outro cen\u00e1rio. No F\u00f3rum, estamos na hora, lugar e com as pessoas certas para discutir mudan\u00e7as que possam transformar a atividade leiteira no Rio Grande do Sul\u201d, afirmou o presidente da Cooperativa CCGL, Caio Cezar Vianna, na abertura do F\u00f3rum.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Com foco em efici\u00eancia e produtividade, a primeira palestra do evento se prop\u00f4s a exemplificar de forma simples como os dados da pecu\u00e1ria de precis\u00e3o podem prevenir problemas nutricionais, reprodutivos, doen\u00e7as e outros aspectos da cria\u00e7\u00e3o. O professor do Departamento de Zootecnia da Universidade de Kentucky dos Estados Unidos, Jo\u00e3o H. C. Costa, explicou que o uso de sensores nos animais pode monitorar o cotidiano do plantel, o que consequentemente aumenta a produtividade da propriedade. \u201cO produtor n\u00e3o tem condi\u00e7\u00e3o de pagar algu\u00e9m para observar em individual a rotina das vacas, mas um equipamento pode fazer isso de forma mais simples e eficaz. O uso de dados n\u00e3o muda o perfil do produtor, mas muda a atitude em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s tomadas de decis\u00f5es na fazenda\u201d, ressaltou. Para Costa, o leite \u00e9 uma commodity e para entrar nesse nicho de mercado a efici\u00eancia \u00e9 fundamental.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A segunda palestra do F\u00f3rum trouxe como centro o movimento Agro+Lean, que tem como objetivo melhorar a gest\u00e3o dos neg\u00f3cios, os resultados alcan\u00e7ados e a qualidade de vida dos envolvidos. De acordo com o m\u00e9dico veterin\u00e1rio do Instituto Cl\u00ednica de Leite (SP) Sandro Viechinieski, que ministrou a tem\u00e1tica, o setor l\u00e1cteo \u00e9 um mercado de baixo risco. \u201cSempre v\u00e3o existir neg\u00f3cios que o produtor de leite pode fazer com a sua produ\u00e7\u00e3o, por isso, \u00e9 necess\u00e1rio otimizar as margens e utilizar a tecnologia com o aux\u00edlio de um profissional t\u00e9cnico\u201d, pontuou. O palestrante ainda ressaltou que todo modelo de neg\u00f3cio em qualquer segmento necessita de tr\u00eas fatores principais: cultura (a que o produtor implanta), l\u00edderes (ponto de apoio) e time (trabalho em equipe).&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Para o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria dos Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, que ao lado do secret\u00e1rio-executivo, Darlan Palharini, acompanhou o evento, as palestras do F\u00f3rum Estadual do Leite trazem para a realidade ga\u00facha debates mundiais que v\u00eam sendo realizados no setor leiteiro. \u201cTemos consci\u00eancia que o mercado \u00e9 competitivo e globalizado, e isso nos coloca no dever de andar lado a lado com outros grandes produtores de leite, seja a n\u00edvel internacional ou nacional\u201d, disse, lembrando que os tr\u00eas estados do Sul, pelo crescimento da produ\u00e7\u00e3o de leite, t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de buscar a aplicabilidade dessas novas tecnologias e fazer parte dessa evolu\u00e7\u00e3o. \u201cEssas s\u00e3o oportunidades para os produtores buscarem uma maior efici\u00eancia no seu dia a dia utilizando a intelig\u00eancia artificial no ganho em escala\u201d, afirmou.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O 16\u00ba F\u00f3rum Estadual do Leite \u00e9 promovido pela Expodireto Cotrijal e pela CCGL, conta com o apoio da RTC e da FecoAgro\/RS e patroc\u00ednio do Sindilat\/RS, Senar-RS, Atto\/Sementes, Agrifirm, MSD e BRDE. (Assessoria de imprensa Sindilat\/RS)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 333px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3980\" alt=\"\"><br \/>\n<span style=\"font-size: 11px;\">CR\u00c9DITO: ASSESSORIA DE IMPRENSA DA EXPODIRETO COTRIJAL&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Balan\u00e7a comercial: importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos caem 14% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior<\/strong><br \/>\nSegundo dados divulgados nesta ter\u00e7a-feira (03\/03) pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (SECEX), o saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos foi de 62 milh\u00f5es de litros negativos, em equivalente leite, no m\u00eas de fevereiro, um aumento de 5% quando comparada a janeiro\/20 e de 48% em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro\/19. Confira a evolu\u00e7\u00e3o no saldo da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea no Gr\u00e1fico 1.&nbsp;<\/div>\n<div>Gr\u00e1fico 1. Saldo mensal da balan\u00e7a comercial brasileira de l\u00e1cteos, 2017 a 2020.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 334px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3981\" alt=\"\"><br \/>\nFonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados do COMEXSTAT<\/div>\n<div>As exporta\u00e7\u00f5es, que haviam aumentado expressivamente no m\u00eas de janeiro, recuaram em fevereiro, representando uma redu\u00e7\u00e3o de 48%. Os 9,3 milh\u00f5es de litros exportados tamb\u00e9m representaram queda (-18%) em rela\u00e7\u00e3o de fevereiro\/19. No entanto, no acumulado do ano vigente (jan\/fev) foram exportados 27,2 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, contra 23 milh\u00f5es de litros no mesmo per\u00edodo de 2019.&nbsp;<\/div>\n<div>J\u00e1 a quantidade importada de leite (em litros equivalentes) tamb\u00e9m caiu (-14%) no m\u00eas fevereiro em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, com 71,1 milh\u00f5es de litros em equivalente leite internalizados. Da mesma maneira, no acumulado do ano (jan\/fev) de 2020, internalizamos 153,8 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, 36% abaixo do mesmo per\u00edodo de 2019.&nbsp;<\/div>\n<div>Apesar disso, em fevereiro foram importadas 3,6 mil toneladas de leite em p\u00f3 integral e 1,5 mil toneladas de leite em p\u00f3 desnatado, aumento de 4% e 8%, respectivamente em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de janeiro\/20. No entanto, outros produtos como queijos, manteigas e soro de leite apresentaram redu\u00e7\u00e3o nas importa\u00e7\u00f5es brasileiras em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro de 2019 (Tabela 1).&nbsp;<\/div>\n<div>Tabela 1. Varia\u00e7\u00e3o em % da quantidade importada em toneladas pelo Brasil por produto, fevereiro\/20 comparado com janeiro\/20 e fevereiro\/19.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 130px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3983\" alt=\"\"><br \/>\nFonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<\/div>\n<div>\n<p>Na tabela 2, \u00e9 poss\u00edvel observar as movimenta\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos no m\u00eas de fevereiro deste ano.<br \/>\nTabela 2. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em fevereiro de 2020.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 215px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3984\" alt=\"\"><br \/>\nFonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados COMEXSTAT.<\/p>\n<p><strong>L\u00e1cteos\/RU<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>A balan\u00e7a comercial do Reino Unido (RU) para todos os produtos l\u00e1cteos* foi positiva em termos de volume em 2019, com um excedente de 95 mil toneladas de produto. Este \u00e9 o primeiro super\u00e1vit comercial registrado desde o in\u00edcio da s\u00e9rie, em 1997.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA maior melhoria ocorreu com o leite em p\u00f3 desnatado (SMP) e leitelho. Queijo, iogurte e manteiga** ainda est\u00e3o sendo comercializados com d\u00e9ficit, embora ele venha sendo reduzido para manteiga e queijo.<\/div>\n<div>A melhoria acentuada na balan\u00e7a comercial do SMP foi resultado direto da mudan\u00e7a nos padr\u00f5es comerciais atrav\u00e9s da fronteira com a Irlanda. Em 2019, as exporta\u00e7\u00f5es de SMP para a Irlanda aumentaram 20 mil toneladas, enquanto as importa\u00e7\u00f5es da Irlanda ca\u00edram quase 59 mil toneladas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nHouve aumento nas exporta\u00e7\u00f5es de leitelho, mas, o principal motivo para a melhora da balan\u00e7a comercial foi uma queda significativa nas importa\u00e7\u00f5es (103 mil toneladas). Os embarques da Fran\u00e7a, B\u00e9lgica e Alemanha foram respons\u00e1vel pela maior parte da queda.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 334px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3981\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm termos de valor, ainda houve um d\u00e9ficit comercial, mas, menor do que em 2018. O valor das exporta\u00e7\u00f5es cresceu, enquanto o valor das importa\u00e7\u00f5es diminui. A manteiga contribuiu de maneira not\u00e1vel para a melhoria do d\u00e9ficit comercial de valor. Isso ocorre, em parte, porque importamos menos em 2019. *C\u00f3digos SH 0401-0406 | **Manteiga aqui inclui inclui \u00f3leos derivados de leite. (AHDB - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>PIB Agropecu\u00e1rio dever\u00e1 crescer at\u00e9 4% em 2020, estima CNA<\/strong><br \/>\nA Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) estima que o PIB da agropecu\u00e1ria brasileira crescer\u00e1 entre 3% e 4% em 2020, sustentado pela recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de soja e por avan\u00e7os nas cadeias de bovinos e su\u00ednos. A entidade estima que safra 2019\/20 da oleaginosa dever\u00e1 alcan\u00e7ar 123 milh\u00f5es de toneladas e o Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) da cultura ter\u00e1 alta de 11%. Na pecu\u00e1ria, as altas de 20% na cria\u00e7\u00e3o de bovinos e de 29% em su\u00ednos dever\u00e3o garantir resultados positivos. Dessa forma, o VBP do setor agropecu\u00e1rio poder\u00e1 subir quase 10% neste ano, ante crescimento de 1,4% em 2019. Mesmo com previs\u00f5es otimistas para 2020, assessor t\u00e9cnico da entidade, Paulo Camuri, prega cautela e orienta produtores a investir na gest\u00e3o de risco na produ\u00e7\u00e3o, como travamento de pre\u00e7os no mercado futuro e opera\u00e7\u00f5es de barter \u2014 troca de gr\u00e3os por insumos. Segundo o assessor, dois pontos principais preocupam o cen\u00e1rio do agro brasileiro. Os efeitos econ\u00f4micos da desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento da China e os impactos do coronav\u00edrus fora do pa\u00eds asi\u00e1tico. \"Ainda n\u00e3o conseguimos precificar esse impacto fora da China\", afirmou ao Valor. Outra preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o d\u00f3lar. \"O receio \u00e9 pagar caro no momento do pr\u00e9-custeio e vender a produ\u00e7\u00e3o depois com c\u00e2mbio em baixa. \u00c9 um sinal de alerta\", observou. Segundo Camuri, os pre\u00e7os das commodities poder\u00e3o cair de forma expressiva a depender da expans\u00e3o do coronav\u00edrus pelo mundo. (Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 05 de mar\u00e7o de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.177 Pecu\u00e1ria 4.0 e uso da tecnologia no campo geram discuss\u00e3o&nbsp; sobre futuro do setor l\u00e1cteo no F\u00f3rum Estadual do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/03\/05\/05-03-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/03\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4778","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4778","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4778"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4778\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4779,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4778\/revisions\/4779"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4778"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4778"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4778"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}