{"id":4687,"date":"2020-02-12T19:21:49","date_gmt":"2020-02-12T19:21:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4687"},"modified":"2020-02-12T19:21:49","modified_gmt":"2020-02-12T19:21:49","slug":"12-02-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/02\/12\/12-02-2020\/","title":{"rendered":"12\/02\/2020"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 12 de fevereiro de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.163<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mapa abre consulta p\u00fablica para criar regulamento t\u00e9cnico do soro de leite<\/strong><br \/>\nO Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) publicou na \u00faltima quinta-feira (6) a Portaria 26 da Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria, que abre consulta p\u00fablica por 60 dias para cria\u00e7\u00e3o do Regulamento T\u00e9cnico sobre a identidade e requisitos m\u00ednimos de qualidade para o soro de leite e o soro de leite \u00e1cido, nas formas l\u00edquida, concentrada e em p\u00f3.<\/p>\n<p>O soro de leite \u00e9 o l\u00edquido residual obtido ap\u00f3s a coagula\u00e7\u00e3o do leite na fabrica\u00e7\u00e3o de queijos, case\u00edna e outros produtos. Durante anos, o soro de leite foi considerado um subproduto, sendo descartado pelas ind\u00fastrias de latic\u00ednios junto \u00e0s \u00e1guas residuais ou destinado \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o animal. No entanto, o descarte tornou-se indesej\u00e1vel, j\u00e1 que o produto possui grande potencial poluidor.&nbsp;<\/p>\n<p>Como se trata de um produto com elevado valor nutricional, o soro de leite tornou-se um produto valorizado pela ind\u00fastria aliment\u00edcia e o estabelecimento de padr\u00f5es de identidade e qualidade proporciona a padroniza\u00e7\u00e3o de sua fabrica\u00e7\u00e3o, com respeito aos padr\u00f5es microbiol\u00f3gicos e f\u00edsico-qu\u00edmicos. Essa previsibilidade traz benef\u00edcios ao produtor, que vai saber exatamente os par\u00e2metros que ser\u00e3o exigidos pela fiscaliza\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de garantir a seguran\u00e7a alimentar ao consumidor. Tamb\u00e9m dever\u00e1 agilizar os procedimentos administrativos para aprova\u00e7\u00e3o do produto junto ao Minist\u00e9rio. (Mapa)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>PIB-Agro\/CEPEA: Ramo pecu\u00e1rio cresce e mant\u00e9m eleva\u00e7\u00e3o do PIB<\/strong><br \/>\nSegundo c\u00e1lculos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, em parceria com a CNA (Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil) e com a Fealq (Funda\u00e7\u00e3o de Estudos Agr\u00e1rios Luiz de Queiroz), o PIB do agroneg\u00f3cio brasileiro cresceu 2,36% de janeiro a novembro de 2019. Em novembro, especificamente, a alta foi de 1,27%, o segundo m\u00eas consecutivo de eleva\u00e7\u00e3o. Pesquisadores afirmam que a eleva\u00e7\u00e3o no ano continua sendo sustentada pelo forte crescimento de 17,19% do ramo pecu\u00e1rio no acumulado de 2019 (de janeiro a novembro), visto que o ramo agr\u00edcola se manteve em queda, de 3,06%.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O ramo pecu\u00e1rio continuou crescendo significativamente em todos os segmentos. Os principais motivos continuam sendo a ocorr\u00eancia de casos de PSA (Peste Su\u00edna Africana) nos pa\u00edses asi\u00e1ticos e a eleva\u00e7\u00e3o das compras chinesas de carnes su\u00edna, bovina e de aves, que favorecem as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras. Ademais, especificamente em novembro, o aumento dos pre\u00e7os pecu\u00e1rios foi refor\u00e7ado pela melhora sazonal da demanda interna.&nbsp;<\/div>\n<div>No ramo agr\u00edcola, mesmo com a melhora do PIB da agroind\u00fastria desde outubro, os resultados continuam pressionados pela forte queda dentro da porteira. Vale destacar que essa baixa n\u00e3o decorre de um desempenho pouco satisfat\u00f3rio dos agentes do agroneg\u00f3cio \u2013 em m\u00e9dia, em 2019, espera-se expans\u00e3o de 1,82% do volume produzido frente a 2018. No ano passado, o volume produzido j\u00e1 havia crescido 1%, depois de ter aumentado expressivos 14,1% em 2017.&nbsp; A baixa no PIB do segmento na parcial de 2019 reflete, ent\u00e3o, uma combina\u00e7\u00e3o de queda de pre\u00e7os com maiores custos de produ\u00e7\u00e3o, que pressionam a renda. (Cepea)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>Avaliando os atuais desafios das exporta\u00e7\u00f5es de latic\u00ednios dos EUA para a China<\/strong><br \/>\nNovo comportamento do consumidor, acordos comerciais prolongados e o disseminado coronav\u00edrus est\u00e3o afetando a economia da China. Onde os l\u00e1cteos dos EUA se encaixam neste cen\u00e1rio?<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>No f\u00f3rum da Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Alimentos L\u00e1cteos (IDFA), na semana passada, o crescente e vol\u00e1til mercado chin\u00eas foi um tema quente entre os l\u00edderes da ind\u00fastria. Ap\u00f3s o novo acordo de fase um entre a China e os EUA, os envolvidos na cadeia l\u00e1ctea est\u00e3o examinando o que est\u00e1 por vir em 2020.&nbsp;<\/div>\n<div>De acordo com Mary Ledman, estrategista global do setor de l\u00e1cteos do Rabobank, 2019 foi um ano de forte consumo de latic\u00ednios na China. Ela estima que a produ\u00e7\u00e3o chinesa de leite tenha crescido entre 2% e 3% no ano passado, enquanto as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral e leite em p\u00f3 desnatado crescem constantemente.&nbsp;<\/div>\n<div>Ledman prev\u00ea um grande estoque de produtos l\u00e1cteos nos EUA em 2020. Isso retardar\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es para a China, juntamente com outras 'disrup\u00e7\u00f5es' \u2014 o coronav\u00edrus mortal que l\u00e1 se originou est\u00e1 afetando a economia do pa\u00eds em muitos n\u00edveis.&nbsp;<\/div>\n<div>As regras de isolamento em muitas partes da China fazem com que as pessoas fiquem confinadas em casa, com voos restritos e outros transportes e agendas de trabalho prejudicados. Antes do surto, Ledman e Rabobank fizeram previs\u00f5es sobre o acordo comercial da primeira fase, que traria alguma estabilidade \u00e0 economia chinesa.&nbsp;<\/div>\n<div>Houve uma desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica geral na China durante a incerteza da guerra comercial, mas era esperado que o acordo de primeira fase revivesse as coisas. No acordo, a China se comprometeu a comprar US$ 200 bilh\u00f5es em produtos agr\u00edcolas americanos, o que pode ser dif\u00edcil enquanto o coronav\u00edrus est\u00e1 se espalhando.&nbsp;<\/div>\n<div>Mas Mekala Krishnan, membro s\u00eanior do McKinsey Global Institute, acredita que as lutas comerciais globais s\u00e3o um pouco mais profundas. Ela disse que a principal ret\u00f3rica tem sido sobre a tens\u00e3o comercial entre EUA e China e o Brexit. Mas o que est\u00e1 sendo esquecido s\u00e3o as \"mudan\u00e7as estruturais mais longas que est\u00e3o ocorrendo no mundo do com\u00e9rcio e da globaliza\u00e7\u00e3o\".&nbsp;<\/div>\n<div>Krishnan observou que entre meados da d\u00e9cada de 90 e meados da d\u00e9cada de 2000, houve um aumento no com\u00e9rcio global. Mas, desde ent\u00e3o, essa situa\u00e7\u00e3o vem se revertendo e, na m\u00e9dia, menos est\u00e1 sendo comercializado do que produzido nos pa\u00edses.&nbsp;<\/div>\n<div>A China \u00e9 um grande motivo para essa revers\u00e3o, disse Krishnan. A maior parte produzida no Pa\u00eds n\u00e3o est\u00e1 sendo enviada para al\u00e9m das fronteiras, mas consumida internamente, levando \u00e0 \u201cascens\u00e3o do consumidor chin\u00eas.\u201d No caso dos latic\u00ednios, Krishnan disse que isso significa que o consumidor chin\u00eas est\u00e1 se tornando mais importante e fazendo com que os l\u00e1cteos dos EUA concorram com os produtores locais.&nbsp;<\/div>\n<div>\"Como resultado, vimos empresas de diversos setores pensando nos consumidores de maneiras diferentes. H\u00e1 uma onda de empresas globais pensando em como localizar suas ofertas, em como manter uma presen\u00e7a global, mas tamb\u00e9m em produtos e servi\u00e7os personalizados para o p\u00fablico local\u201d, disse Krishnan.&nbsp;<\/div>\n<div>Mais consumidores est\u00e3o exigindo produtos espec\u00edficos e \u00e9 dif\u00edcil encontrar um bom equil\u00edbrio e alcan\u00e7ar isso no setor de l\u00e1cteos. As cadeias de suprimentos tamb\u00e9m est\u00e3o melhorando na China, buscando produtos e agregando valor, em vez de importar ingredientes, como latic\u00ednios, de outros pa\u00edses.&nbsp;<\/div>\n<div>Embora o PIB da China seja quase igual ao dos EUA, est\u00e1 crescendo muito mais r\u00e1pido e tem recursos para sustentar a taxa de sucesso. Jovens entre 20 e 35 anos est\u00e3o impulsionando esse crescimento.&nbsp;<\/div>\n<div>A popula\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o Z da China nasceu durante o boom econ\u00f4mico do pa\u00eds e cada vez mais deseja caracter\u00edsticas 'intang\u00edveis' associados a um produto, ao tomar decis\u00f5es de compra. Esse cen\u00e1rio atual exige uma a segmenta\u00e7\u00e3o dos consumidores com mais cuidado do que nunca. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Perdas na safra de soja podem chegar a 6% da produ\u00e7\u00e3o do Estado<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>A semana deve ser decisiva para a cultura da soja no Rio Grande do Sul. Com v\u00e1rias regi\u00f5es produtoreas sem chuvas fortes h\u00e1 cerca de 20 dias, e com a oleaginosa em est\u00e1gio cr\u00edtico de desenvolvimento, a falta de precipicita\u00e7\u00f5es pode aumentar muito os preju\u00edzos nas lavouras de soja. A Conab prev\u00ea uma perda de 5,9% na produ\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 12 de fevereiro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.163 Mapa abre consulta p\u00fablica para criar regulamento t\u00e9cnico do soro de leite O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/02\/12\/12-02-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/02\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4687","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4687","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4687"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4687\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4688,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4687\/revisions\/4688"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4687"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4687"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4687"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}