{"id":4681,"date":"2020-02-07T19:54:37","date_gmt":"2020-02-07T19:54:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4681"},"modified":"2020-02-07T19:54:37","modified_gmt":"2020-02-07T19:54:37","slug":"07-02-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/02\/07\/07-02-2020\/","title":{"rendered":"07\/02\/2020"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.160<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;EMATER\/RS: com recupera\u00e7\u00e3o das pastagens, produtores utilizam menos suplementa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nas diversas regi\u00f5es ga\u00fachas, os rebanhos leiteiros apresentam bom estado e condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias satisfat\u00f3rias.<\/p>\n<p>Com a recupera\u00e7\u00e3o do suporte alimentar das pastagens, ocorrida na maior parte das \u00e1reas, a produ\u00e7\u00e3o de leite volta a patamares pr\u00f3ximos aos registrados historicamente nesta \u00e9poca do ano, com menor utiliza\u00e7\u00e3o de suplementa\u00e7\u00e3o alimentar e consequente redu\u00e7\u00e3o dos custos.<\/p>\n<p>Para amenizar o desconforto t\u00e9rmico causado pelas temperaturas muito elevadas, os criadores adotam medidas como o manejo das vacas para pastoreio noturno e nas primeiras horas da manh\u00e3, o fornecimento de \u00e1gua \u00e0 vontade e a disponibiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas sombreadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O aumento de umidade do solo pela continuidade das chuvas favorece a intensifica\u00e7\u00e3o do plantio tardio de milho para silagem, buscando assim compensar as perdas ocorridas na produ\u00e7\u00e3o das lavouras plantadas no cedo. (EMATER\/RS)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>RS: perdas no milho elevam pre\u00e7os e preocupam outras cadeias<\/strong><\/p>\n<p>A 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Abertura Oficial da Colheita do Milho, que acontece hoje (07) no munic\u00edpio de Chiapetta, na Regi\u00e3o Noroeste do Estado, dever\u00e1 ser marcada pela preocupa\u00e7\u00e3o com os efeitos da estiagem nas lavouras. Apesar de as \u00faltimas chuvas terem contribu\u00eddo para melhorar a situa\u00e7\u00e3o, em v\u00e1rios locais, segundo a Emater, as perdas est\u00e3o consolidadas, com redu\u00e7\u00e3o de produtividade que varia de 5% a 40%, conforme a regi\u00e3o. A quebra da safra gera um alerta para outras cadeias produtivas dependentes do cereal.<\/p>\n<p>Segundo pesquisa realizada pela FecoAgro-RS, a colheita ga\u00facha de milho no ciclo 2019\/2020, que era estimada em 5,8 milh\u00f5es de toneladas, deve ficar pouco acima de 4 milh\u00f5es de toneladas devido \u00e0 estiagem \u2014 um recuo em torno de 30% na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\"Os danos foram fortes, e a quebra est\u00e1 consolidada. Em muitos lugares n\u00e3o houve como fazer replantio, e, em outros, os produtores s\u00f3 puderam fazer silagem com as plantas. Temos uma perda irrevers\u00edvel de 30% da lavoura\", afirma Paulo Pires, presidente da Fecoagro.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o preocupa os setores de leite, su\u00ednos e aves, que s\u00e3o dependentes do cereal para a alimenta\u00e7\u00e3o animal. Uma das preocupa\u00e7\u00f5es \u00e9 o aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o, devido \u00e0 alta dos pre\u00e7os do cereal. Segundo levantamento da Emater, nesta semana, o valor m\u00e9dio da saca de 60 quilos no Estado foi de R$ 43,25, um aumento de 10,55% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira semana de janeiro, quando era cotada a R$ 39,12. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, quando a saca custava R$ 33,90, a alta chega a 27,52%. \"N\u00e3o bastasse o pre\u00e7o, a qualidade do gr\u00e3o e mesmo da silagem est\u00e1 menor. Isso vai ter efeitos mais tarde, pois podemos chegar no inverno sem alimenta\u00e7\u00e3o adequada aos animais, que v\u00e3o ganhar menos peso e, no caso do leite, menor produ\u00e7\u00e3o\", destaca o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva.<\/p>\n<p>Nesta semana, a entidade buscou uma solu\u00e7\u00e3o junto ao governo do Estado, solicitando a amplia\u00e7\u00e3o do Programa de Financiamento de Sementes Forrageiras, que oferece linha de cr\u00e9dito via Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper). \"A Secretaria da Agricultura foi autorizada a ter suplementa\u00e7\u00e3o de R$ 2,8 milh\u00f5es no or\u00e7amento para atender a essa demanda\", informa Joel. \"O milho \u00e9 essencial para diversas cadeias, mas, infelizmente, n\u00e3o somos autossuficientes. Perdas clim\u00e1ticas nos fazem ainda mais vulner\u00e1veis\", explica o presidente da Fetag.<\/p>\n<p>Justamente com o objetivo de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de milho, tornando o Rio Grande do Sul autossuficiente no cereal, o governo do Estado lan\u00e7ar\u00e1, nesta sexta-feira, na abertura da colheita, o Programa Estadual de Produ\u00e7\u00e3o e Qualidade do Milho (Pr\u00f3-Milho RS). \"O milho interage com toda a cadeia de aves, su\u00ednos e bovinos, que representa 10% do PIB do Estado\", destaca o diretor do Departamento de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da Seapdr, Ivan Bonetti. O Pr\u00f3-Milho RS dever\u00e1 atuar em tr\u00eas eixos. Na produ\u00e7\u00e3o, os objetivos s\u00e3o intensificar a assist\u00eancia t\u00e9cnica aos produtores, ter maior efic\u00e1cia tecnol\u00f3gica na produ\u00e7\u00e3o, ampliar a \u00e1rea irrigada de milho, pesquisar variedades mais adaptadas a cada regi\u00e3o e aumentar a produtividade em regi\u00f5es de menores resultados por \u00e1rea foram os destaques.<\/p>\n<p>Na quest\u00e3o da qualidade, o programa buscar\u00e1 ampliar o n\u00famero de secadores de gr\u00e3os, modernizar os procedimentos de recebimento, limpeza e secagem, e ampliar a capacidade est\u00e1tica de armazenamento no Estado. J\u00e1 em cr\u00e9dito e comercializa\u00e7\u00e3o, a ideia \u00e9 ampliar comercializa\u00e7\u00f5es antecipadas e a utiliza\u00e7\u00e3o de mecanismos de travamento de pre\u00e7os, agilizar as contrata\u00e7\u00f5es dos financiamentos de custeio e investimento; e buscar parcerias com agentes financeiros e bancos de f\u00e1brica para financiar equipamentos de irriga\u00e7\u00e3o, secadores e armaz\u00e9ns.<\/p>\n<p>\"Ao incentivar a produ\u00e7\u00e3o, o Pr\u00f3-Milho RS busca reduzir o d\u00e9ficit do gr\u00e3o do Estado, que produz menos do que consome, e proporcionar renda compat\u00edvel e maior seguran\u00e7a aos produtores\", destaca o secret\u00e1rio estadual da Agricultura, Covatti Filho. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os mundiais dos alimentos em janeiro<br \/>\n\u00cdndice FAO dos L\u00e1cteos \u2013 O \u00cdndice FAO dos produtos l\u00e1cteos atingiu 200,6 pontos em janeiro, aumento de 1,8 pontos (ou 0,9%) em rela\u00e7\u00e3o a dezembro.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNeste n\u00edvel, o \u00edndice est\u00e1 18,5 pontos (10,2%) acima do valor do mesmo m\u00eas do ano passado. Em janeiro, as cota\u00e7\u00f5es da manteiga, do queijo e do leite em p\u00f3 desnatado (SMP) aumentaram, refletindo a forte demanda, combinada com disponibilidades limitadas na Europa e Oceania.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA baixa produ\u00e7\u00e3o sazonal de leite na Oceania sustentou o pre\u00e7o adicional dos l\u00e1cteos. Por outro lado, as cota\u00e7\u00f5es do leite em p\u00f3 integral (WMP) ca\u00edram, refletindo a demanda global limitada na primeira metade do m\u00eas. (FAO)<br \/>\n&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 886px; height: 540px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3952\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Pre\u00e7os\/NZ<\/strong><br \/>\nO pre\u00e7o do leite na Nova Zel\u00e2ndia poder\u00e1 voltar aos NZ$ 8,00\/kgMS, que \u00e9 um valor pr\u00f3ximo ao de seis anos atr\u00e1s, segundo estimativas do analista Nathan Penny do banco ASB da Nova Zel\u00e2ndia. O analista n\u00e3o disse exatamente quando isto ir\u00e1 ocorrer. Mas, acredita que pode ser ainda este ano, mas, que existem muitas possibilidade de alcan\u00e7\u00e1-lo no ano que vem. Esta previs\u00e3o contrasta com o progn\u00f3stico da Fonterra, que estabeleceu valores na faixa entre NZ$ 7,00 e NZ$ 7,60\/kgMS. Em rela\u00e7\u00e3o ao surto de coronav\u00edrus em Wuhan (China, Penny n\u00e3o cr\u00ea que afetar\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es neozelandesas de produtos l\u00e1cteos para o mercado chin\u00eas (mercado muito importante para a Nova Zel\u00e2ndia). Os l\u00e1cteos exportados s\u00e3o f\u00f3rmulas infantis e leite em p\u00f3, que \u00e9 um produto com pouco risco \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica e que pode ser armazenado por quanto tempo for necess\u00e1rio. Depois do pre\u00e7o recorde de NZ$ 8,40\/kgMS alcan\u00e7ado na Nova Zel\u00e2ndia em 2013\/14, houve uma queda abrupta na temporada seguinte, quando o pre\u00e7o caiu pela metade (NZ$ 4,40\/kgMS em 2014\/15), caindo ainda mais no ano seguinte (NZ$ 3,90\/kgMS em 2015\/16). O pre\u00e7o registrou certa recupera\u00e7\u00e3o NZ$ 6,12\/kgMS em 2016\/17. (Agrodigital)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.160 &nbsp;EMATER\/RS: com recupera\u00e7\u00e3o das pastagens, produtores utilizam menos suplementa\u00e7\u00e3o Nas diversas regi\u00f5es ga\u00fachas, os rebanhos leiteiros apresentam bom estado e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/02\/07\/07-02-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/02\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4681","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4681","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4681"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4681\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4682,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4681\/revisions\/4682"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}