{"id":4612,"date":"2020-01-17T19:30:27","date_gmt":"2020-01-17T19:30:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4612"},"modified":"2020-01-17T19:30:27","modified_gmt":"2020-01-17T19:30:27","slug":"17-01-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/01\/17\/17-01-2020\/","title":{"rendered":"17\/01\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.145<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;Relat\u00f3rio oficial da Agricultura aponta melhora na condi\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 800px; height: 533px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3921\" alt=\"\"><br \/>\n<span style=\"font-size: 12px;\"><em>&nbsp;Secret\u00e1rio apresentou dados do relat\u00f3rio a representantes de entidades do setor agr\u00e1rio. (Cr\u00e9dito: Ederson Pravtz)<\/em><\/span><\/p>\n<p>Nas pr\u00f3ximas semanas, a chuva pode retornar ao Estado, afugentando a estiagem e impedindo o avan\u00e7o de perdas na agricultura.<\/p>\n<p>\u00c9 o que aponta o relat\u00f3rio t\u00e9cnico unificado da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural, Irga e Emater-RS sobre a estiagem e seus efeitos, apresentado nesta quinta-feira (16), no Pal\u00e1cio Piratini, a representantes das Federa\u00e7\u00f5es dos Munic\u00edpios (Famurs), de Trabalhadores na Agricultura (Fetag), das Cooperativas Agropecu\u00e1rias (Fecoagro) e da Agricultura (Farsul).<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio, que ser\u00e1 divulgado semanalmente, conta com uma avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas de dezembro e da primeira quinzena de janeiro; situa\u00e7\u00e3o atual das culturas de ver\u00e3o, oler\u00edcolas, frut\u00edferas, pecu\u00e1rias de corte e de leite; perdas computadas nos munic\u00edpios que decretaram estado de emerg\u00eancia (at\u00e9 16 de janeiro); e a previs\u00e3o meteorol\u00f3gica de 16 a 22 de janeiro, al\u00e9m da tend\u00eancia para o m\u00eas de fevereiro.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia \u00e9 que, no pr\u00f3ximo m\u00eas, a chuva volte para todo o Rio Grande do Sul, dentro da m\u00e9dia hist\u00f3rica, mas ligeiramente abaixo do normal na Campanha e em \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 fronteira com o Uruguai. \u201cEste novo cen\u00e1rio n\u00e3o indica um agravamento da situa\u00e7\u00e3o; mesmo assim, o Estado continuar\u00e1 com as medidas anunciadas para aliviar os efeitos da estiagem\u201d, assegurou o secret\u00e1rio em exerc\u00edcio da Agricultura, Luiz Fernando Rodriguez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As principais a\u00e7\u00f5es do governo estadual s\u00e3o a contrata\u00e7\u00e3o de empresas para a perfura\u00e7\u00e3o de 20 po\u00e7os em \u00e1reas com extrema restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e a realoca\u00e7\u00e3o de recursos para o programa Troca Troca de Sementes, a fim de antecipar a semeadura de forrageiras. <a href=\"https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/relatorio-oficial-da-agricultura-aponta-pra-melhora-na-condicao-climatica\">Acesse o Relat\u00f3rio Seapdr 01 - Estiagem clicando aqui<\/a>. (SEAPDR)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Custos\/Alemanha<\/b><br \/>\n<em>Os \u00faltimos c\u00e1lculos sobre os custos de produ\u00e7\u00e3o de leite na Alemanha mostram que em outubro de 2019, somente 78% dos custos foram cobertos.&nbsp;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com os resultados do estudo trimestral sobre os custos de produ\u00e7\u00e3o, realizados pelo BAL, Escrit\u00f3rio de Sociologia Agr\u00edcola e agricultura da Alemanha, no m\u00eas de outubro de 2019 os custos de produ\u00e7\u00e3o chegaram a \u20ac 0,4371\/kg, e o pre\u00e7o pago ao produtor de leite foi de \u20ac 0,3423\/kg.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O relat\u00f3rio Pre\u00e7os\/Custos ilustra quanto o pre\u00e7o do leite cobre os custos de produ\u00e7\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O gr\u00e1fico mostra que o d\u00e9ficit \u00e9 constante desde 2009.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"width: 781px; height: 583px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3922\" alt=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<br \/>\nO relat\u00f3rio divulgado pela entidade EMB (Comit\u00ea Europeu de Leite) sobre os custos em outros pa\u00edses europeus mostra que entre 2013 e 2017, os pre\u00e7os tamb\u00e9m n\u00e3o cobriam os custos na B\u00e9lgica, Dinamarca, Fran\u00e7a, Luxemburgo e Holanda. (EMB \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3923\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Leite\/Perspectiva 2020<\/strong><\/div>\n<div>\n<p>A oferta de leite no mercado brasileiro deve seguir limitada em 2020, especialmente no primeiro trimestre, o que pode sustentar os pre\u00e7os pagos ao produtor em patamares mais elevados.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, essa perspectiva est\u00e1 fundamentada na poss\u00edvel alta dos custos de produ\u00e7\u00e3o e no recente maior abate de matrizes.<\/p>\n<p>No caso dos custos de produ\u00e7\u00e3o, os pre\u00e7os do milho e do farelo de soja, componentes da ra\u00e7\u00e3o, t\u00eam subido no mercado brasileiro. O aumento dos valores do milho est\u00e1 atrelado ao forte ritmo das exporta\u00e7\u00f5es do cereal. H\u00e1 tamb\u00e9m que se considerar que, num cen\u00e1rio de incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis renov\u00e1veis, o milho tem sido cada vez mais utilizado para a produ\u00e7\u00e3o de etanol, o que pode refor\u00e7ar o movimento de valoriza\u00e7\u00e3o desse cereal.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto ao farelo, a demanda do setor pecu\u00e1rio pelo derivado de soja pode se aquecer neste ano, resultando em altas nos pre\u00e7os. Al\u00e9m disso, o d\u00f3lar em patamar elevado aumenta o interesse pela comercializa\u00e7\u00e3o desses insumos no mercado externo. Esse cen\u00e1rio pode prejudicar a rela\u00e7\u00e3o de troca do pecuarista, principalmente no primeiro semestre.<\/p>\n<p>No caso do abate de matrizes, a atratividade da pecu\u00e1ria de corte no encerramento de 2019 \u2013 em novembro, os pre\u00e7os da arroba do boi atingiram recordes reais da s\u00e9rie hist\u00f3rica do Cepea \u2013 levou muitos produtores a mandarem precocemente f\u00eameas para o abate. Tamb\u00e9m deve-se levar em conta que, dada a alta nos pre\u00e7os dos bezerros, \u00e9 poss\u00edvel que produtores de leite invistam na cria\u00e7\u00e3o destes animais e passem a destinar maior parte da produ\u00e7\u00e3o de leite para a sua alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora seja delicado projetar o potencial de oferta de uma atividade que se ajusta diariamente, como no caso do leite, 2020 pode continuar a ser um ano dif\u00edcil para a recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. \u00c9 importante lembrar tamb\u00e9m que, com a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 s\u00e3o desestimuladas, o que pode diminuir a disponibilidade de leite \u00e0s ind\u00fastrias. O levantamento do Cepea mostra que, neste in\u00edcio de ano, a concorr\u00eancia entre empresas para garantir a compra de mat\u00e9ria-prima e abastecer seus estoques t\u00eam se elevado, resultando em altas de pre\u00e7os.&nbsp;<\/p>\n<p>A dificuldade em se elevar a produ\u00e7\u00e3o tem se mostrado como um gargalo estrutural para o setor. A principal limita\u00e7\u00e3o ao pecuarista \u00e9 realizar investimentos de longo prazo frente \u00e0s incertezas no curto prazo, o que inclui a volatilidade das cota\u00e7\u00f5es. Estas, por sua vez, dependem de um delicado equil\u00edbrio entre a oferta no campo e o consumo de derivados l\u00e1cteos. Em 2019, por exemplo, a previsibilidade do mercado foi afetada por duas for\u00e7as antag\u00f4nicas: oferta enxuta e retra\u00e7\u00e3o da demanda \u2013 as quais levaram a uma curva de pre\u00e7os at\u00edpica no ano passado.<\/p>\n<p>Ainda que as expectativas para a produ\u00e7\u00e3o em 2020 sejam cautelosas, \u00e9 importante ressaltar que a perspectiva de crescimento do PIB acima de 2% \u00e9 um fator positivo para diminuir as incertezas. Como o consumo de l\u00e1cteos est\u00e1 diretamente ligado ao aumento da renda, o crescimento econ\u00f4mico pode melhorar as margens da ind\u00fastria (espremidas em 2019) e permitir que os pre\u00e7os ao produtor se mantenham em patamares elevados, mas mais alinhados ao padr\u00e3o sazonal. (Cepea)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Isentos que pagam<\/strong><br \/>\nEstamos pr\u00f3ximos daquela \u00e9poca do ano em que os brasileiros come\u00e7am a reunir informa\u00e7\u00f5es para, no come\u00e7o de mar\u00e7o, prestar contas \u00e0 Receita Federal. N\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o reclame e ache alto os valores a serem pagos. E um dos motivos \u00e9 simples: o sal\u00e1rio n\u00e3o acompanha a mordida do le\u00e3o. Estudo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) aponta que, se a tabela do Imposto de Renda tivesse sido reajustada pela infla\u00e7\u00e3o, de 1996 para c\u00e1, o valor mensal para isen\u00e7\u00e3o seria de R$ 3.881,65, e n\u00e3o os atuais R$ 1.903,98. Essa diferen\u00e7a de 103,87% faria com que 20 milh\u00f5es de brasileiros n\u00e3o precisassem pagar o IR - o dobro do n\u00famero atual. O levantamento demonstra tamb\u00e9m que essa defasagem pesa ainda mais para aqueles que recebem menos. H\u00e1 uma distor\u00e7\u00e3o, portanto. O interessante \u00e9 que esse estudo passa pelos anos FHC, Lula, Dilma, Temer at\u00e9 chegar a Bolsonaro. Ou seja, \u00e9 um problema que nenhum governo conseguiu resolver de forma definitiva. E, claro, n\u00e3o \u00e9 simples, pois pressup\u00f5e que a Uni\u00e3o abra m\u00e3o de arrecada\u00e7\u00e3o - algo n\u00e3o usual no pa\u00eds. Bolsonaro j\u00e1 falou sobre o assunto em pelo menos dois momentos desde que assumiu a Presid\u00eancia. Em maio, afirmou que a tabela do IR seria reajustada pela infla\u00e7\u00e3o de 2019. No final do ano, sustentou que quem ganha at\u00e9 R$ 3 mil deveriam ficar isento. Mas com as contas no vermelho, at\u00e9 agora, nada foi feito. H\u00e1 uma expectativa de que o assunto fa\u00e7a parte da reforma tribut\u00e1ria que ainda ser\u00e1 enviada ao Congresso, logo, uma corre\u00e7\u00e3o mais efetiva e que realmente alivie o bolso do brasileiro est\u00e1 longe de ocorrer. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.145 &nbsp;Relat\u00f3rio oficial da Agricultura aponta melhora na condi\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica do Estado &nbsp;Secret\u00e1rio apresentou dados do relat\u00f3rio a representantes de entidades do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/01\/17\/17-01-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/01\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4612","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4612","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4612"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4612\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4613,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4612\/revisions\/4613"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4612"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4612"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4612"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}