{"id":4606,"date":"2020-01-14T19:17:38","date_gmt":"2020-01-14T19:17:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4606"},"modified":"2020-01-14T19:17:38","modified_gmt":"2020-01-14T19:17:38","slug":"14-02-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/01\/14\/14-02-2020\/","title":{"rendered":"14\/02\/2020"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 14 de janeiro de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.15<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;Sindilat alerta para impacto da estiagem na produ\u00e7\u00e3o leiteira do Estado<\/strong><\/p>\n<p>O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) alerta que a produ\u00e7\u00e3o leiteira ga\u00facha, al\u00e9m de estar entrando no per\u00edodo de entressafra, j\u00e1 est\u00e1 apresentando uma queda acentuada na capta\u00e7\u00e3o de leite, provocada pela falta de pastagem verde no campo e pelo estresse cal\u00f3rico animal, visto as temperaturas elevadas nesta \u00e9poca do ano. Esse \u00e9 um dos efeitos previstos da estiagem que assola diversos munic\u00edpios do Estado. Isso porque, de acordo com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o evento clim\u00e1tico j\u00e1 causa perdas significativas no desenvolvimento do milho para a silagem, alimento essencial que \u00e9 produzido para nutri\u00e7\u00e3o do gado durante todo o ano, e o aumento da temperatura provoca um estresse cal\u00f3rico para o animal, que acaba n\u00e3o se alimentando de maneira correta, refletindo na queda da produ\u00e7\u00e3o de leite em 2020 e prejudicando o per\u00edodo reprodutivo dos mesmos.&nbsp; \u201cJ\u00e1 no m\u00eas de mar\u00e7o come\u00e7aremos a sentir os efeitos mais fortes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 escassez de alimentos para o rebanho\u201d, frisa Guerra.<\/p>\n<p>Os primeiros dias de janeiro j\u00e1 indicaram um impacto importante da estiagem sobre a atividade no Rio Grande do Sul. Segundo Guerra, a capta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nas propriedades ga\u00fachas reduziu pr\u00f3ximo a 8%, devido \u00e0s altas temperaturas e chuvas muito abaixo das m\u00e9dias no Estado, \u00edndice que representa 1 milh\u00e3o de litros de leite a menos entregues \u00e0s ind\u00fastrias associadas \u00e0 entidade. \u201cEsse cen\u00e1rio deve persistir durante todo o m\u00eas, mas a ocorr\u00eancia de chuvas neste per\u00edodo, mesmo que em pouca quantidade, j\u00e1 poder\u00e1 amenizar a situa\u00e7\u00e3o\u201d, pontua o presidente do Sindilat.&nbsp;(Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mercado mundial 2020<\/strong><br \/>\nUm resumo do com\u00e9rcio e dos mercados internacionais de l\u00e1cteos elaborados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) \u2013 traduzidos e adaptados pelo Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea (OCLA) \u2013 permite visualizar o que passou em 2019 e as perspectivas para 2020 nos principais pa\u00edses produtores de leite e mercados l\u00e1cteos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara 2020 as previs\u00f5es de exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos pelos Estados Unidos s\u00e3o boas; principalmente porque se esperam maiores volumes e melhores pre\u00e7os de alguns produtos. Nesse aspecto os produtos desnatados t\u00eam um valor especial nas exporta\u00e7\u00f5es estadunidenses. O leite em p\u00f3 desnatado (SMP) aumentou em 2019 e representou 25% do valor total embarcado. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de que em 2020 haja aumento de 5% no SMP destinado ao mercado externo.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nUm aspecto chave tem sido o aumento persistente do pre\u00e7o do SMP, tanto nos Estados Unidos (EUA), como nos mercados internacionais, desde 2018. V\u00e1rios fatores parecem sustentar essa posi\u00e7\u00e3o. Dentre eles, o aumento da demanda mundial (sobretudo da China, Filipinas e Indon\u00e9sia), produ\u00e7\u00e3o de leite menor do que a esperada em 2019, junto com a queda tanto dos estoques de interven\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia (UE), como os excedentes nos EUA. Ali\u00e1s, este \u00faltimo pode ser o \u00fanico exportador a ter oferta adicional de SMP para o mercado internacional.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<em>Produ\u00e7\u00e3o de leite nos principais exportadores<\/em><br \/>\n<em><u>Argentina:<\/u><\/em> Em 2019 a produ\u00e7\u00e3o de leite acumulada foi menor em compara\u00e7\u00e3o com 2018, devido, principalmente, condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas, com temperaturas elevadas que causaram maior estresse das vacas. Ainda que as margens confort\u00e1veis e a alimenta\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel tenham melhorado a situa\u00e7\u00e3o, a previs\u00e3o \u00e9 de que 2019 tenha queda de 1% no volume total de leite em rela\u00e7\u00e3o a 2018, o que corresponde a 10,64 milh\u00f5es de toneladas de leite no total. Para o ano que come\u00e7a, se forem mantidas as margens, \u00e9 prov\u00e1vel que a produ\u00e7\u00e3o de leite cres\u00e7a 1,5%, com expans\u00e3o do rebanho e maior produtividade animal das vacas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u><em>Austr\u00e1lia:<\/em><\/u> A expectativa \u00e9 de que os n\u00fameros de 2019 da produ\u00e7\u00e3o registrem queda de 2% na produ\u00e7\u00e3o de leite devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de seca que afetaram, particularmente, o estado de Victoria, o maior produtor de leite do pa\u00eds. Al\u00e9m disso, as m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es das pastagens e elevados custos da alimenta\u00e7\u00e3o levaram muitos produtores a descartarem vacas provocando redu\u00e7\u00e3o de 3% no rebanho leiteiro. Recentemente, as chuvas melhoraram as condi\u00e7\u00f5es e junto com pre\u00e7os recordes do leite, estancaram o percentual de queda da produ\u00e7\u00e3o. Para 2020, existe a expectativa de que as condi\u00e7\u00f5es continuem melhorando e que os pre\u00e7os do leite continuem sendo elevados.<\/p>\n<p><u><em>Uni\u00e3o Europeia:<\/em><\/u> A seca do ver\u00e3o provocou escassez de forrageira nos principais membros produtores, o que levou a uma redu\u00e7\u00e3o do rebanho, similar ao ocorrido na Austr\u00e1lia. Como resultado, o crescimento na produ\u00e7\u00e3o de leite foi mais lento do que o previsto. Olhando para 2020, \u00e0 medida que as condi\u00e7\u00f5es das pastagens voltem ao normal, a esperan\u00e7a \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o de leite seja intensificada e que durante todo o ano cres\u00e7a 0,4%. Como o rebanho est\u00e1 menor, \u00e9 prov\u00e1vel que mudan\u00e7as de manejo e a gen\u00e9tica compensem a situa\u00e7\u00e3o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u><em>Nova Zel\u00e2ndia:<\/em><\/u> A previs\u00e3o \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o de leite de 2019 termine sendo 2% menor em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior devido \u00e0 primavera fria e \u00famida, que afetou negativamente a produtividade animal. No in\u00edcio deste ano, as previs\u00f5es meteorol\u00f3gicas apontam precipita\u00e7\u00f5es e temperaturas de ver\u00e3o normais ou superiores, melhorando as condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o. Isso permite prever leve crescimento dos volumes (menos de 1%). Um fator chave \u00e9 o recente aumento do pre\u00e7o do leite ao produtor na temporada 2019\/2020 de NZ$ 6,75, [R$ 1,39\/litro], para NZ$ 7,05\/kgMS, [R$ 1,46\/litro]. Seguramente isto incentivar\u00e1 a utiliza\u00e7\u00e3o de alimenta\u00e7\u00e3o suplementar das vacas para aumentar a produ\u00e7\u00e3o de leite.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<em>Leite em p\u00f3 desnatado (SMP)&nbsp;<\/em><br \/>\n<u><em>Uni\u00e3o Europeia:<\/em><\/u> As exporta\u00e7\u00f5es estavam no caminho de alcan\u00e7ar mais de um milh\u00e3o de toneladas em 2019, sendo os maiores envios para os pa\u00edses asi\u00e1ticos como China e Indon\u00e9sia. Em 2020 se esperam menos excedentes export\u00e1veis, e portanto, queda em torno de 8% nas exporta\u00e7\u00f5es.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u><em>Nova Zel\u00e2ndia:<\/em><\/u> A produ\u00e7\u00e3o de SMP em 2019 dever\u00e1 fechar em baixa. Ainda se espera que a produ\u00e7\u00e3o de leite em 2020 se expanda, e o adicional provavelmente ser\u00e1 utilizado para produzir leite em p\u00f3 integral (WMP) ou queijo, prevendo queda de 4% na fabrica\u00e7\u00e3o de SMP. Mesmo assim existe a previs\u00e3o de que as exporta\u00e7\u00f5es de SMP cres\u00e7am 5%, puxadas pela grande demanda mundial.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<em><u>Estados Unidos:<\/u><\/em> Em 2019 as exporta\u00e7\u00f5es de SMP apresentaram forte concorr\u00eancia no mercado global, que, junto com as tarifas adicionais impostas a produtos estadunidenses em retalia\u00e7\u00e3o a medidas do governo dos EUA contra diversos pa\u00edses importadores, as vendas externas ca\u00edram. Para 2020, com a maior disponibilidade de excedentes export\u00e1veis (devido \u00e0 produ\u00e7\u00e3o excedente de 2% de leite) \u00e9 poss\u00edvel que o embarque de SMP cres\u00e7a 5%. Os EUA \u00e9 o principal fornecedor do M\u00e9xico, mas o acordo UE-M\u00e9xico estabelece uma cota livre de impostos para o SMP procedente da UE, e isto est\u00e1 tendo impacto nas vendas dos EUA, que ca\u00edram 10% no \u00faltimo ano.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<em>Leite em p\u00f3 integral (WMP)&nbsp;<\/em><br \/>\nA China \u00e9 o maior importador de WMP do mundo e depois de uma forte queda em 2014, as importa\u00e7\u00f5es entre 2015 e 2018 cresceram a uma taxa m\u00e9dia anual de 15%, embora a previs\u00e3o \u00e9 de que este ano o crescimento seja mais moderado. O grande fornecedor \u00e9 a Nova Zel\u00e2ndia, que nos \u00faltimos anos tem ocupado 90% de todas as importa\u00e7\u00f5es de WMP, e est\u00e1 perto de alcan\u00e7ar o recorde de 1,6 milh\u00f5es de toneladas. Em 2020, o quadro dever\u00e1 se manter sem altera\u00e7\u00f5es.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<em>Exporta\u00e7\u00f5es de queijo&nbsp;<\/em><br \/>\n<em><u>Uni\u00e3o Europeia:<\/u><\/em> A UE continua sendo o maior exportador mundial de queijos, enviando praticamente um quarto de seus produtos para os EUA e Jap\u00e3o. Em 2020 est\u00e1 previsto crescimento de 1% devido \u00e0 maior produ\u00e7\u00e3o de leite. Levando em considera\u00e7\u00e3o que 75% do queijo produzido \u00e9 consumido no mercado interno, o excedente ser\u00e1 exportado. A recente imposi\u00e7\u00e3o de tarifa alfandeg\u00e1ria adicional pelos EUA ao queijo e \u00e0 manteiga procedente da UE poder\u00e1 ter um impacto limitado, j\u00e1 que a demanda de queijos importados de maior valor agregado \u00e9 relativamente inel\u00e1stica.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u><em>Bielorr\u00fassia:<\/em><\/u> A import\u00e2ncia deste pa\u00eds \u00e9 crescente, j\u00e1 que as exporta\u00e7\u00f5es de queijo aumentaram \u00e0 m\u00e9dia anual de 6% de 2014 a 2018, e assim como ocorre desde 2014 quando foi estabelecido o embargo aos produtos procedentes dos EUA e UE, em 2019 enviou 95% de sua produ\u00e7\u00e3o para a R\u00fassia. A previs\u00e3o para 2020 \u00e9 de que as exporta\u00e7\u00f5es cres\u00e7am 8%. Embora o destino preferencial continue sendo a R\u00fassia, \u00e9 poss\u00edvel que haja aumento nas vendas para pa\u00edses vizinhos como Cazaquist\u00e3o e Quirguist\u00e3o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u><em>Nova Zel\u00e2ndia:<\/em><\/u> Como reflexo do pouco aumento na produ\u00e7\u00e3o de leite prevista, a produ\u00e7\u00e3o de queijo dever\u00e1 crescer 1% em 2020, embora as exporta\u00e7\u00f5es possam expandir 3%. Os principais destinos s\u00e3o: Jap\u00e3o, China e Austr\u00e1lia. As perspectivas s\u00e3o de que a China se transforme no maior importador de queijos da Nova Zel\u00e2ndia em 2020, j\u00e1 que a taxa m\u00e9dia de crescimento vem sendo de 13% de 2014 a 2018. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de incremento de 10% em 2020. O outro comprador preferencial \u00e9 a Austr\u00e1lia, j\u00e1 que os dois pa\u00edses se beneficiam do acordo de livre com\u00e9rcio que permite a importa\u00e7\u00e3o sem tarifas alfandeg\u00e1rias pela Nova Zel\u00e2ndia ou taxas reduzidas para a Austr\u00e1lia.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<em>Manteiga&nbsp;<\/em><br \/>\n<u><em>Uni\u00e3o Europeia:<\/em><\/u> A previs\u00e3o \u00e9 de que as exporta\u00e7\u00f5es de manteiga termine 2019 com crescimento de 30% devido \u00e0s vendas para os EUA, Jap\u00e3o e Emirados \u00c1rabes Unidos. Para 2020, \u00e9 prov\u00e1vel que a produ\u00e7\u00e3o se contraia ligeiramente, e o consumo interno cres\u00e7a, limitando as exporta\u00e7\u00f5es.&nbsp;Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s tarifas adicionais de 25% por parte dos EUA, o impacto ser\u00e1 limitado pelas mesmas raz\u00f5es expostas para os queijos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u><em>Nova Zel\u00e2ndia:<\/em><\/u> A previs\u00e3o \u00e9 de que 2019 encerre com queda de 6% nas exporta\u00e7\u00f5es devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos embarques para a China (-40%). Para 2020, a produ\u00e7\u00e3o de manteiga dever\u00e1 diminuir j\u00e1 que o leite adicional produzido ser\u00e1 destinado, preferencialmente, para WMP e queijo. A previs\u00e3o \u00e9 de que as exporta\u00e7\u00f5es cres\u00e7am 1%.&nbsp; (Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alemanha institui novos padr\u00f5es para produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><br \/>\nO Qualit\u00e4tsmanagement Milch (QM Milch), um \u00f3rg\u00e3o alem\u00e3o que define padr\u00f5es para o leite, com sede em Berlim, introduziu uma nova norma nacional para a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o, que \u00e9 uma iniciativa da Associa\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Agricultores (DBV), da Associa\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 Raieisen (DRV) e da Federa\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (MIV), fornece um sistema de garantia de processos para produ\u00e7\u00e3o de leite. O objetivo do padr\u00e3o QM Milch \u00e9 monitorar a produ\u00e7\u00e3o, garantindo assim a qualidade do leite cru na fazenda.<\/p>\n<p>O padr\u00e3o cobre todos os requisitos b\u00e1sicos ao longo do processo de produ\u00e7\u00e3o de leite na Alemanha. Aplica-se a todos os produtores&nbsp; que participam do programa de certifica\u00e7\u00e3o QM Milch e est\u00e1 de acordo com os termos e condi\u00e7\u00f5es para entrega de leite definidas pelos latic\u00ednios.<\/p>\n<p>A lista de crit\u00e9rios da QM Milch define as condi\u00e7\u00f5es a serem cumpridas para o programa de certifica\u00e7\u00e3o, que decorre de disposi\u00e7\u00f5es legais, boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas e outros requisitos para a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p><u><em>Sa\u00fade e bem-estar animal<\/em><\/u><br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de leite deve respeitar certas condi\u00e7\u00f5es de higiene e instala\u00e7\u00f5es, diz o documento. Al\u00e9m disso, existem disposi\u00e7\u00f5es rigorosas relacionadas \u00e0 sa\u00fade do gado. Tamb\u00e9m, as vacas n\u00e3o devem apresentar sinais de problemas gerais de sa\u00fade. Inspe\u00e7\u00f5es mensais de rotina do rebanho s\u00e3o realizadas para verificar a sa\u00fade do \u00fabere. Se houver suspeita de que um animal tenha alguma infec\u00e7\u00e3o no \u00fabere, \u00e9 necess\u00e1rio um exame individual para determinar o tratamento, ou para verificar se ele sofre de uma infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica ou se h\u00e1 resist\u00eancia ao medicamento utilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u><em>Identifica\u00e7\u00e3o dos animais e registro da fazenda<\/em><\/u><br \/>\nDisposi\u00e7\u00f5es estatut\u00e1rias estipulam que os produtores de leite devem fazer duas marcas auriculares em cada vaca. A respeito da circula\u00e7\u00e3o de animais (Viehverkehrsverordnung -VVVO), cada produtor de gado tamb\u00e9m deve manter um registro agr\u00edcola a respeito. Quaisquer altera\u00e7\u00f5es no rebanho devem ser registradas no banco de dados oficial sobre identifica\u00e7\u00e3o de origem (HI-Tier-Datenbank).<\/p>\n<p><u><em>Produ\u00e7\u00e3o e armazenamento de leite<\/em><\/u><br \/>\nAs salas de ordenha devem ter ilumina\u00e7\u00e3o e ventila\u00e7\u00e3o adequadas. O equipamento de ordenha e os tanques de resfriamento devem ser reparados regularmente. Existem requisitos de higiene espec\u00edficos para a ordenha que devem ser cumpridos pelos colaboradores. O leite deve ser resfriado e armazenado de forma a garantir que n\u00e3o ser\u00e1 afetado adversamente.<\/p>\n<p><u><em>Alimenta\u00e7\u00e3o<\/em><\/u><br \/>\nExistem requisitos especiais para a compra e o uso de alimentos para animais. Os produtores de leite s\u00f3 podem usar alimentos para animais comprados de fabricantes e comerciantes que respeitam um contrato com base no sistema nacional padr\u00e3o de alimentos para animais.<\/p>\n<p>Os alimentos s\u00e3o testados quanto a subst\u00e2ncias indesej\u00e1veis por programas de monitoramento realizados por \u00f3rg\u00e3os oficiais e outras institui\u00e7\u00f5es. Toda entrega de ra\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deve ser documentada pelo produtor de leite com certificados de entrega, faturas detalhadas ou outros elementos de prova.<\/p>\n<p><u><em>Medicamentos veterin\u00e1rios (VMPs)<\/em><\/u><br \/>\nOs produtores de leite devem identificar claramente todos os bovinos que foram tratados. O leite ser\u00e1 regularmente verificado quanto a inibidores (v\u00e1rias vezes por m\u00eas) e todos os produtores de leite dever\u00e3o realizar suas pr\u00f3prias avalia\u00e7\u00f5es na fazenda, com a ajuda de um veterin\u00e1rio. Os produtores de leite tamb\u00e9m devem registrar todas as inst\u00e2ncias de VMPs usadas em seus animais.<\/p>\n<p>O documento tamb\u00e9m observa que os latic\u00ednios precisam realizar an\u00e1lises qu\u00edmicas regulares do leite ou produtos l\u00e1cteos. As verifica\u00e7\u00f5es gerais e os exames individuais testam subst\u00e2ncias (res\u00edduos e contaminantes) que s\u00e3o prejudiciais ou podem levar a altera\u00e7\u00f5es indesej\u00e1veis nas propriedades organol\u00e9pticas do leite ou produtos l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>O novo padr\u00e3o entrou em vigor em 1\u00ba de janeiro de 2020 e substitui o padr\u00e3o QM Milch 2.0. A norma \u00e9 um sistema din\u00e2mico, constantemente aprimorado para incluir novos achados e requisitos, e ser\u00e1 atualizado a cada tr\u00eas anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os documentos est\u00e3o dispon\u00edveis online (<a href=\"https:\/\/www.qm-milch.de\/standarddokumente\">https:\/\/www.qm-milch.de\/standarddokumente<\/a>), em alem\u00e3o, com vers\u00f5es em ingl\u00eas. (Dairy Reporter tradu\u00e7\u00e3o Equipe MilkPoint)<\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><br \/>\n<em><strong>Receita cresceu<\/strong><br \/>\nA arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS no Rio Grande do Sul aumentou 6,13% em 2019. Como a infla\u00e7\u00e3o do ano ficou em 4,31% houve crescimento real da receita do Estado. O problema \u00e9 que as despesas subiram ainda mais, fruto da expans\u00e3o dos gastos com pessoal. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 14 de janeiro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.15 &nbsp;Sindilat alerta para impacto da estiagem na produ\u00e7\u00e3o leiteira do Estado O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/01\/14\/14-02-2020\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/02\/2020\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4606","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4606","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4606"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4606\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4607,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4606\/revisions\/4607"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}