{"id":4590,"date":"2020-01-07T20:13:55","date_gmt":"2020-01-07T20:13:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4590"},"modified":"2020-01-07T20:13:55","modified_gmt":"2020-01-07T20:13:55","slug":"4590","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/01\/07\/4590\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 07 de janeiro de 2020<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.137<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;Estiagem \u00e9 a mais severa em sete anos no Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Falta de chuva j\u00e1 dura seis semanas e est\u00e1 prejudicando produtores rurais ga\u00fachos, especialmente os que cultivam milho, tabaco e soja.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (Seapdr) criou grupo de trabalho para acompanhar os efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul, que j\u00e1 dura seis semanas e est\u00e1 prejudicando produtores rurais.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio em exerc\u00edcio, Luiz Fernando Rodriguez J\u00fanior, solicitou \u00e0 Emater um acompanhamento aprofundado da situa\u00e7\u00e3o da safra do milho e da soja. \u201cS\u00e3o colheitas que impactam tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o de carne e leite\u201d, justifica. De acordo com Rodriguez J\u00fanior, trata-se da estiagem mais severa dos \u00faltimos sete anos. O diretor t\u00e9cnico da Emater, Alencar Rugeri disse que milho, tabaco e soja s\u00e3o as planta\u00e7\u00f5es mais afetadas.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cria\u00e7\u00e3o de um grupo de trabalho havia sido reivindicada por entidades do setor, como a Fetag. A federa\u00e7\u00e3o encaminhou um of\u00edcio aos governos federal e estadual pedindo aten\u00e7\u00e3o especial aos agricultores familiares. Segundo o secret\u00e1rio-geral da Fetag, Pedrinho Signori, o objetivo \u00e9 manter as informa\u00e7\u00f5es atualizadas por meio de acompanhamento t\u00e9cnico. \u201cA cada dia que passa, o estrago fica muito grande\u201d, observa, citando preju\u00edzos na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e na cadeia do leite.<\/p>\n<p>Nesta quinta-feira, prefeitos, secret\u00e1rios e outros gestores municipais se reunir\u00e3o no audit\u00f3rio da Famurs para verificar demandas e problemas que o Estado est\u00e1 enfrentando com a falta de \u00e1gua. Ao final, um documento ser\u00e1 enviado aos governos estadual e federal.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme a MetSul Meteorologia, a regi\u00e3o mais cr\u00edtica \u00e9 a Metade Sul e o Leste do Estado. A meteorologista Estael Sias afirma que a diminui\u00e7\u00e3o de chuvas \u00e9 normal nesse per\u00edodo. \u201cO problema \u00e9 que houve resfriamento de parte do Oceano Pac\u00edfico pr\u00f3ximo \u00e0 Am\u00e9rica do Sul. Quando esfria mais do que o normal, a chuva diminui e h\u00e1 frio tardio\u201d, esclarece.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A meteorologista prev\u00ea que a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o ir\u00e1 melhorar t\u00e3o cedo. \u201cPara recuperar esse solo, o ideal seria mais de 200mm de precipita\u00e7\u00e3o, e por v\u00e1rios dias seguidos\u201d, afirma. A Defesa Civil j\u00e1 emitiu alertas meteorol\u00f3gicos. At\u00e9 agora, apenas os munic\u00edpios de Chuvisca e Camaqu\u00e3 tiveram situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia homologada. (Correio do Povo)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Nova tabela de frete rodovi\u00e1rio dever\u00e1 ser publicada at\u00e9 o dia 20 deste m\u00eas<\/strong><br \/>\nA Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) tem at\u00e9 o dia 20 de janeiro para publicar a nova tabela com os pisos m\u00ednimos do frete rodovi\u00e1rio no pa\u00eds, ap\u00f3s consulta p\u00fablica finalizada em 8 de dezembro. Segundo Thiago P\u00e9ra, coordenador do grupo da Esalq-Log, que participou de reuni\u00f5es com representantes de motoristas, empresas e do governo em torno dos novos par\u00e2metros, as corre\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os ainda n\u00e3o foram definidas. A Esalq-Log foi contratada pela ANTT em janeiro de 2019, por dois anos, para revisar a metodologia de defini\u00e7\u00e3o da tabela e atualizar seus valores m\u00ednimos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Neste momento, a Esalq-Log estuda incluir na tabela uma nova categoria de carga (silo pressurizado) e uma remunera\u00e7\u00e3o especial para transporte de alto desempenho (carregamento e descarregamento em at\u00e9 tr\u00eas horas, por exemplo). Tamb\u00e9m avalia considerar gastos dos motoristas com pernoite e refei\u00e7\u00f5es, entre outros, como custo fixo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Segundo P\u00e9ra, as perspectivas para o segmento em 2020 s\u00e3o boas, diante da queda na taxa de juros do pa\u00eds, da retomada da atividade econ\u00f4mica e de mais uma safra recorde de gr\u00e3os. \u201cOs indicadores de vendas de ve\u00edculos pesados e de consumo de combust\u00edvel mostram que a demanda est\u00e1 maior, o que significa mais carga transportada\u201d.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A tabela do frete foi criada pelo ent\u00e3o presidente Michel Temer em 2018, ap\u00f3s uma greve dos caminhoneiros que parou o pa\u00eds por dez dias. Na \u00e9poca, os motoristas reivindicaram a diminui\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do diesel e uma tabela m\u00ednima para prestar servi\u00e7os. Associa\u00e7\u00f5es do setor produtivo e empresas, por\u00e9m, questionaram a constitucionalidade da tabela, que ser\u00e1 julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O relator do processo, ministro Luiz Fux, pediu suspens\u00e3o da decis\u00e3o at\u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de audi\u00eancia p\u00fablica, que j\u00e1 foi feita. O julgamento foi remarcado para o dia 19 de janeiro. (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Leil\u00e3o GDT \u2013 Global Dairy Trade<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 852px; height: 680px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3911\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite tende a cair<\/strong><br \/>\nAl\u00e9m de prejudicar o cultivo de gr\u00e3os, a estiagem come\u00e7a a ser sentida tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de leite. Produtor de Boa Vista do Cadeado, na regi\u00e3o Noroeste, Rafael Hermann afirma que as chuvas est\u00e3o escassas desde novembro, com raras pancadas. A situa\u00e7\u00e3o das pastagens, segundo Hermann, est\u00e1 \u201cprec\u00e1ria\u201d, o que compromete a nutri\u00e7\u00e3o dos animais. A produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria da propriedade caiu de 1,2 mil para 600 litros e \u201ctende a diminuir mais\u201d, conforme o produtor. O clima fez com que os a\u00e7udes secassem. Hermann teve de pedir aux\u00edlio para a prefeitura, que enviou uma m\u00e1quina para fazer limpeza de nascentes. \u201c\u00c9 bem semelhante a um clima de deserto\u201d, descreve o produtor, que conta com 45 animais e teme uma eleva\u00e7\u00e3o ainda maior dos custos da atividade.&nbsp; Segundo o gerente t\u00e9cnico adjunto da Emater, Jaime Ries, os preju\u00edzos \u00e0 cadeia do leite ainda est\u00e3o sendo mensurados. Ele alerta, por\u00e9m, que a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 generalizada em todo o Estado. Entre as orienta\u00e7\u00f5es ao produtor est\u00e3o fornecer sombra para os animais e disponibilizar pastoreio durante a noite. Conforme o especialista, as ra\u00e7as criadas no Rio Grande do Sul s\u00e3o muito suscet\u00edveis ao estresse t\u00e9rmico. O cen\u00e1rio alerta para a necessidade de irriga\u00e7\u00e3o para culturas de pastagem, que, segundo Ries, \u00e9 um investimento vi\u00e1vel para o produtor de leite. (Correio do Povo)<\/em><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 07 de janeiro de 2020&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 14 - N\u00b0 3.137 &nbsp;&nbsp;Estiagem \u00e9 a mais severa em sete anos no Estado Falta de chuva j\u00e1 dura seis semanas e est\u00e1 prejudicando produtores <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2020\/01\/07\/4590\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4590","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4590","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4590"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4590\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4592,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4590\/revisions\/4592"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4590"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4590"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4590"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}