{"id":4562,"date":"2019-12-18T19:36:51","date_gmt":"2019-12-18T19:36:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4562"},"modified":"2019-12-18T19:36:51","modified_gmt":"2019-12-18T19:36:51","slug":"18-12-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/12\/18\/18-12-2019\/","title":{"rendered":"18\/12\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 18 de dezembro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.132<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;Produ\u00e7\u00e3o mundial&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>A expectativa \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o mundial de leite aumente 1% em 2020, de acordo com as mais recentes proje\u00e7\u00f5es das principais regi\u00f5es produtoras. Isso significa aproximadamente 292,5 bilh\u00f5es de litros, 2,9 bilh\u00f5es a mais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estimativa de produ\u00e7\u00e3o de 2019. Essa proje\u00e7\u00e3o abrange a redu\u00e7\u00e3o do crescimento na Austr\u00e1lia, conforme recentes expectativas do USDA, que \u00e9 ainda mais baixa do que a projetada pelo governo australiano em setembro. Cont\u00ednuos desafios com a seca, inc\u00eandios, custos elevados da \u00e1gua e alimentos dificultam a recupera\u00e7\u00e3o da Austr\u00e1lia.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 614px; height: 409px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3894\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o prevista para a Nova Zel\u00e2ndia \u00e9 de quase estabilidade, pois \u00e9 pouco prov\u00e1vel ultrapassar as produ\u00e7\u00f5es recordes das \u00faltimas temporadas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA demanda global por produtos l\u00e1cteos deve continuar, e de acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) o crescimento ser\u00e1 de 2,1% ao ano para produtos frescos e de 1,5% para produtos processados. Assim sendo, a expectativa \u00e9 de que os pre\u00e7os mundiais dos produtos l\u00e1cteos permane\u00e7am firmes pelo menos at\u00e9 o final do primeiro semestre 2020, uma vez que as possibilidades de aumento da produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o pequenas. (AHDB - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fabricantes de alimentos ter\u00e3o de abolir gordura trans em 2023<\/strong><\/p>\n<p>A diretoria da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) decidiu fixar regras para reduzir o uso de gorduras trans em alimentos industrializados e preparados em estabelecimentos comerciais no pa\u00eds. A redu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita de forma gradual, at\u00e9 a proibi\u00e7\u00e3o total do seu uso a partir de 2023. A proposta foi aprovada por unanimidade pela diretoria da Anvisa, durante reuni\u00e3o realizada ontem, em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>De acordo com a Anvisa, a implanta\u00e7\u00e3o de norma ser\u00e1 feita em tr\u00eas etapas. Na primeira, a ag\u00eancia imp\u00f4s o limite de 2% de presen\u00e7a de gorduras trans em \u00f3leos refinados a partir de 1\u00ba de julho de 2021.<br \/>\nA partir dessa data, entra em vigor a restri\u00e7\u00e3o de gordura trans industrial para os demais alimentos vendidos no atacado e no varejo, tamb\u00e9m com limite de 2%. Essa restri\u00e7\u00e3o valer\u00e1 at\u00e9 1\u00ba de janeiro de 2023, mas n\u00e3o ser\u00e1 considerada para alimentos usados como mat\u00e9rias-primas para as fabricantes.<\/p>\n<p>Na \u00faltima fase do plano, a gordura parcialmente hidrogenada, que \u00e9 fonte principal de gordura trans industrial, ser\u00e1 banida dos alimentos a partir de 1\u00ba de janeiro de 2023.<\/p>\n<p>As gorduras trans tamb\u00e9m podem ser encontradas de forma natural nos alimentos derivados de animais ruminantes, como carnes, banhas e queijos, mas neste caso, as concentra\u00e7\u00f5es s\u00e3o consideradas baixas e adequadas para o consumo. A maior preocupa\u00e7\u00e3o da Anvisa \u00e9 com os produtos industrializados.<\/p>\n<p>A gordura trans \u00e9 considerada nociva \u00e0 sa\u00fade por favorecer para o surgimento de problemas cardiovasculares. Pode ser encontradas em margarinas, biscoitos, lanches prontos, bolos, sorvetes, chocolates, pratos congelados entre outros alimentos industrializados. E tamb\u00e9m est\u00e1 presente em frituras vendidas em servi\u00e7os de alimenta\u00e7\u00e3o e vendedores ambulantes.&nbsp;<\/p>\n<p>Existem evid\u00eancias cient\u00edficas de que quando o consumo desse ingrediente supera 1% do valor energ\u00e9tico total da alimenta\u00e7\u00e3o de uma pessoa, aumenta o risco de surgimento de doen\u00e7as cardiovasculares. Segundo a Anvisa, estimativas de 2010 apontam para um consumo geral de 1,8% de gordura trans pela popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com a ag\u00eancia reguladora, estima-se que o consumo excessivo de gordura trans foi respons\u00e1vel por 18.576 mortes por doen\u00e7as do cora\u00e7\u00e3o no Brasil em 2010. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><strong>Nova taxa sobre exporta\u00e7\u00f5es pode levar Argentina a perder mercado para o Brasil<\/strong><\/p>\n<p>As decis\u00f5es do governo argentino deste fim de semana de elevar as taxas sobre as exporta\u00e7\u00f5es agropecu\u00e1rias e de suspender temporariamente os registros de exporta\u00e7\u00e3o do setor a partir de hoje podem minar a competitividade do segmento no Pa\u00eds e, dessa forma, beneficiar as exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro, sobretudo no m\u00e9dio a longo prazo, segundo analistas.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es dos produtores argentinos, que pagavam 4 pesos por d\u00f3lar embarcado, passam agora a ser cobradas por uma nova taxa de at\u00e9 12%. Como a soja e seus derivados j\u00e1 pagavam al\u00edquota fixa espec\u00edfica de 18%, as exporta\u00e7\u00f5es do gr\u00e3o pagar\u00e3o agora 30% no total. No caso do milho e do trigo, a al\u00edquota ir\u00e1 a 12% e, no caso da farinha de trigo, a 9%. \u00c0 imprensa local, o presidente da Argentina, Alberto Fern\u00e1ndez, argumentou que a medida \"atualiza\" as \"retenciones\", j\u00e1 que o peso argentino se desvalorizou ante o d\u00f3lar.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 980px; height: 613px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3895\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p>A decis\u00e3o ocorre em um momento em que os produtores argentinos est\u00e3o plantando a safra 2019\/20 de soja e milho e colhendo a de trigo. Como a medida j\u00e1 era esperada, os produtores vinham antecipando as vendas ao exterior, que est\u00e3o tr\u00eas vezes maiores do que um ano atr\u00e1s, segundo dados da Bolsa de Com\u00e9rcio de Ros\u00e1rio.<\/p>\n<p>Para Nery Ribas, diretor da NR Consultoria, a medida ter\u00e1 impacto na competitividade da soja e do milho do pa\u00eds vizinho nas pr\u00f3ximas safras. \"J\u00e1 para n\u00f3s, \u00e9 interessante.\" Para ele, a medida pode levar os produtores argentinos a reduzirem gastos com os tratos culturais desta safra, com poss\u00edveis reflexos na colheita.<\/p>\n<p>No caso do trigo, a taxa pode dificultar as vendas ao Brasil, pois o pa\u00eds ter\u00e1 que competir com outras origens, beneficiadas pela cota de 750 mil toneladas isenta de tarifa, lembrou Christian Saigh, vice-presidente do Sindustrigo\/SP. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o\/Austr\u00e1lia<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de leite da Austr\u00e1lia voltar\u00e1 a cair em 2020 e chegar\u00e1 ao menor n\u00edvel em 25 anos de acordo com o \u00faltimo relat\u00f3rio divulgado pelo escrit\u00f3rio de Canberra do USDA -Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.&nbsp;<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de leite chegar\u00e1 em 8,4 milh\u00f5es de toneladas, com queda de 2% em rela\u00e7\u00e3o a 2019. A retra\u00e7\u00e3o \u00e9 explicada pela persistente seca em v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds que eleva os custos da alimenta\u00e7\u00e3o e da \u00e1gua, e tamb\u00e9m reduz o tamanho dos rebanhos leiteiros, com o abate de vacas de leite.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA taxa de produ\u00e7\u00e3o de leite no pr\u00f3ximo ano ser\u00e1 muito menor do que a registrada em 2019. Progn\u00f3sticos de maiores precipita\u00e7\u00f5es e bom crescimento de pastagens em regi\u00f5es produtoras podem ser traduzidas em maior produ\u00e7\u00e3o. Apesar de menor produ\u00e7\u00e3o de leite, o USDA espera que a oferta de leite fluido, bem como de queijo se mantenham, embora a oferta de manteiga e leite em p\u00f3 seja reduzida.<br \/>\nUm dos aspectos positivos destacados pelo relat\u00f3rio do USDA \u00e9 que o pre\u00e7o ao produtor \u00e9 recorde, o que \u00e9 muito importante para que superem os problemas de liquidez.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA combina\u00e7\u00e3o de oferta de leite reduzida e capacidade industrial ociosa levou a uma grande concorr\u00eancia pelo leite produzido. Este aumento no pre\u00e7o do leite ao produtor est\u00e1 impactando nas margens da ind\u00fastrias, e algumas companhias j\u00e1 anunciaram menores lucros. (Blasina y Asociados - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Consumo das fam\u00edlias deve retomar n\u00edvel pr\u00e9-crise em 2020, diz FGV<\/strong><br \/>\nEste fim de ano deve marcar uma retomada mais acelerada no ritmo de consumo das fam\u00edlias brasileiras e, no primeiro semestre de 2020, essa demanda deve voltar ao patamar registrado no per\u00edodo anterior \u00e0 recess\u00e3o econ\u00f4mica. A estimativa \u00e9 do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falioVargas (Ibre\/FGV). Silvia Matos, economista e coordenadora do Boletim Macro do Ibre\/FGV, explica que o consumo das fam\u00edlias deve avan\u00e7ar 1,1% neste quarto trimestre, em compara\u00e7\u00e3o com os tr\u00eas meses anteriores. Caso confirmado, esse indicador estar\u00e1 apenas 1% abaixo do pico hist\u00f3rico, atingido no quarto trimestre de 2014. Durante semin\u00e1rio na FGV, a economista destacou que, novamente, o consumo das fam\u00edlias crescer\u00e1 acima do PIB, algo recorrente desde que o Pa\u00eds saiu da recess\u00e3o. O desempenho mais forte neste fim de ano tem influ\u00eancia da libera\u00e7\u00e3o de recursos do FGTS, por essa raz\u00e3o Silvia pondera que o ritmo previsto para este quarto trimestre n\u00e3o deve se manter, afinal o desemprego segue alto e a infla\u00e7\u00e3o dos alimentos gera perdas no poder de compra. Para 2020, Ibre\/FGV acredita em eleva\u00e7\u00e3o de 2,6% no consumo das fam\u00edlias, o que pode representar o melhor resultado do indicador desde 2017, quando o avan\u00e7o foi de 3,6%.&nbsp; (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do SA Varejo)<\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de dezembro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.132 &nbsp;&nbsp;Produ\u00e7\u00e3o mundial&nbsp; A expectativa \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o mundial de leite aumente 1% em 2020, de acordo com as mais <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/12\/18\/18-12-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/12\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4562","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4562","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4562"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4562\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4563,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4562\/revisions\/4563"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4562"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4562"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4562"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}