{"id":448,"date":"2015-06-02T17:19:03","date_gmt":"2015-06-02T17:19:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/02\/gas-gerado-a-partir-do-lixo-vira-energia-no-rio-grande-do-sul\/"},"modified":"2015-06-02T17:19:03","modified_gmt":"2015-06-02T17:19:03","slug":"gas-gerado-a-partir-do-lixo-vira-energia-no-rio-grande-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/06\/02\/gas-gerado-a-partir-do-lixo-vira-energia-no-rio-grande-do-sul\/","title":{"rendered":"G\u00e1s gerado a partir do lixo vira energia no Rio Grande do Sul"},"content":{"rendered":"<p>02\/06\/2015<\/p>\n<p>Na semana do ambiente, o Rio Grande do Sul ganha um projeto que alia redu\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de gases causadores de efeito estufa e gera\u00e7\u00e3o de energia em momento de crise el\u00e9trica no pa\u00eds. A primeira t\u00e9rmica a partir de g\u00e1s gerado em aterro sanit\u00e1rio no Estado ter\u00e1 obras simbolicamente entregues em cerim\u00f4nia, nesta ter\u00e7a-feira, em Minas do Le\u00e3o, a 90 quil\u00f4metros da Capital.<\/p>\n<p>Constru\u00edda com investimento de R$ 30 milh\u00f5es, a Biot\u00e9rmica Energia ter\u00e1 capacidade para produzir at\u00e9 15 megawatts (MW), suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 80 mil habitantes. O combust\u00edvel que mover\u00e1 a usina \u00e9 o metano existente no biog\u00e1s captado no aterro do munic\u00edpio, que recebe diariamente 3,5 mil toneladas de lixo urbano de Porto Alegre e outras 130 cidades.<\/p>\n<p>O aterro \u00e9 controlado pela Companhia Riograndense de Valoriza\u00e7\u00e3o de Res\u00edduos (CRVR), cujo capital pertence 70% ao grupo Solv\u00ed e 30% \u00e0 mineradora Copelmi. As duas empresas, na mesma propor\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m s\u00e3o donas da Biot\u00e9rmica Energia. Em breve, outros munic\u00edpios do Estado poder\u00e3o ter iniciativas com o mesmo conceito.<\/p>\n<p>\u2013 J\u00e1 temos duas licen\u00e7as pr\u00e9vias da Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (Fepam) para Santa Maria e S\u00e3o Leopoldo e futuramente tamb\u00e9m em Pelotas e Giru\u00e1 \u2013 diz o diretor-presidente da CRVR, Mauro Renan Pereira Costa, lembrando que as usinas nos dois munic\u00edpios ser\u00e3o menores, de 1,5 MW, e podem operar em 2016.<\/p>\n<p>O projeto de Minas do Le\u00e3o se diferencia em outro aspecto. O aterro foi um dos primeiros no pa\u00eds a obter cr\u00e9ditos de carbono com a queima do metano no sistema de chama conhecido como flare (tocha que fica constantemente acesa nas chamin\u00e9s de petrol\u00edferas), liberando CO2 \u2013 23 vezes menos poluente que o metano. Segundo Costa, agora passou a ser a primeira t\u00e9rmica no mundo a tamb\u00e9m ganhar cr\u00e9ditos de carbono originalmente com a queima de metano em flare.<\/p>\n<p>Apesar de as obras estarem prontas, a usina ainda precisa passar por um teste de emiss\u00f5es da Fepam para receber a licen\u00e7a de opera\u00e7\u00e3o e, depois, a autoriza\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel) para dar a partida na gera\u00e7\u00e3o comercial, o que deve ocorrer em 15 dias, prev\u00ea Costa. Inicialmente, a produ\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de 8,5 MW, sendo que 6,5 MW foram comercializados em leil\u00e3o. O restante ser\u00e1 vendido no mercado livre.<\/p>\n<p><em>O projeto<\/em><br \/>Capacidade total: 15 MW, suficiente para abastecer uma de cidade de cerca de 80 mil habitantes<br \/>Investimento: R$ 30 milh\u00f5es<br \/>Benef\u00edcio: cerca de 170 mil toneladas de CO2 a menos lan\u00e7adas no ambiente<br \/>3,5 mil toneladas \u00e9 a quantidade de lixo urbano j\u00e1 recebido diariamente no aterro de Minas do Le\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>02\/06\/2015 Na semana do ambiente, o Rio Grande do Sul ganha um projeto que alia redu\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de gases causadores de efeito estufa e gera\u00e7\u00e3o de energia em momento de crise el\u00e9trica no pa\u00eds. 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