{"id":4465,"date":"2019-12-09T18:49:06","date_gmt":"2019-12-09T18:49:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4465"},"modified":"2019-12-09T18:49:06","modified_gmt":"2019-12-09T18:49:06","slug":"09-12-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/12\/09\/09-12-2019\/","title":{"rendered":"09\/12\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 09 de dezembro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.125<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Emater divulga Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no Estado<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Divulgado nesta quinta-feira (4\/12), o Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul, referente a 2019, pontuou que o n\u00famero de produtores de leite vinculados \u00e0 ind\u00fastria caiu 22% entre 2017 e 2019. A pesquisa, realizada entre maio e junho deste ano, tamb\u00e9m apontou que a produ\u00e7\u00e3o, em 2019, ficou em 4,27 bilh\u00f5es de litros por ano, sendo que desses, 91,86% (3,9 bilh\u00f5es de litros) s\u00e3o destinados \u00e0 ind\u00fastria. De acordo com o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, o levantamento serve como base de orienta\u00e7\u00e3o para que se possam tomar a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas em prol da cadeia. \"De 2017 a 2019, tivemos uma redu\u00e7\u00e3o de 22% de produtores que entregam o leite para as nossas ind\u00fastrias. Mas, por outro lado, temos uma produ\u00e7\u00e3o\/dia por propriedade que cresceu de 136,5 litros para 213 litros\", destacou. Guerra acredita que, para minimizar os impactos negativos da sa\u00edda de produtores da atividade, \u00e9 necess\u00e1rio que toda a cadeia una for\u00e7as.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo Guerra, o cen\u00e1rio do setor leiteiro no Estado \u00e9 reflexo do que vem ocorrendo no mundo. \"O mercado exige cada vez mais efici\u00eancia no que se faz e o Rio Grande do Sul est\u00e1 equipando as propriedades, aumentando a tecnologia do produtor e das ind\u00fastrias. Essas mudan\u00e7as servem para melhorar de uma forma cont\u00ednua a qualidade do leite e a produtividade do setor, e assim continuarmos sendo refer\u00eancia a n\u00edvel nacional\", disse.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O relat\u00f3rio \u00e9 dividido em quatro partes: informa\u00e7\u00f5es gerais sobre a produ\u00e7\u00e3o de leite no Estado; perfil do produtor de leite vinculado \u00e0s ind\u00fastrias; estrutura para processamento da cadeia; e mudan\u00e7as ocorridas no setor no per\u00edodo de 2015 a 2019. Para o Secret\u00e1rio da Agricultura do RS, Covatti Filho, o governo est\u00e1 centrado em auxiliar o setor l\u00e1cteo ga\u00facho, aumentando a produtividade. \"Precisamos dessa cadeia no Estado, principalmente incrementando ela com pol\u00edticas agr\u00edcolas. Para a Secretaria da Agricultura, a receita da cadeia do leite gera R$4 bilh\u00f5es\", afirmou.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Outro ponto que a Emater destacou \u00e9 a comercializa\u00e7\u00e3o informal de leite cru, que est\u00e1 presente em 335 munic\u00edpios ga\u00fachos. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 venda de derivados l\u00e1cteos de fabrica\u00e7\u00e3o caseira, o n\u00famero de cidades cresceu para 394. Conforme o relat\u00f3rio, esses dados representam \"um risco \u00e0 sa\u00fade dos consumidores, em fun\u00e7\u00e3o da falta de controle sanit\u00e1rio sobre tais produtos ofertados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\". Segundo o gerente t\u00e9cnico adjunto da Emater, Jaime Ries, ser\u00e1 realizada uma segunda parte mais extensa dessa colet\u00e2nea de dados, que reunir\u00e1 uma an\u00e1lise das regionais da Emater\/RS e dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes). (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.emater.tche.br\/site\/arquivos_pdf\/teses\/RELATORIO%20LEITE%202019_2.pdf\"><span style=\"text-align: justify;\">Confira o relat\u00f3rio completo aqui.<\/span><\/a><br style=\"text-align: justify;\"><br \/>\n<em><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 450px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3866\" alt=\"\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Let\u00edcia Breda<\/span><\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>Perspectivas globais para latic\u00ednios s\u00e3o positivas e vendas on-line de queijos crescem nos EUA<\/strong><\/p>\n<p>Uma atualiza\u00e7\u00e3o global sobre produtos l\u00e1cteos, da Maxum Foods Pty Ltd, mostrou melhoria na expans\u00e3o do suprimento de leite para dezembro de 2019, enquanto o com\u00e9rcio de leite em p\u00f3 desacelera. Varejistas de queijo dos EUA est\u00e3o contribuindo para isso com promo\u00e7\u00f5es de f\u00e9rias.<\/p>\n<p>As perspectivas globais para o mercado de latic\u00ednios s\u00e3o positivas, mas o diretor de compras da Maxum Foods, Dustin Boughton, disse que pode haver enfraquecimento \u00e0 medida que a oferta de leite cresce.<\/p>\n<p>As proje\u00e7\u00f5es para os pre\u00e7os de commodities s\u00e3o variadas, uma vez que os valores de gordura da manteiga est\u00e3o estabilizados, enquanto os de queijo podem cair, devido ao aumento da capacidade de produ\u00e7\u00e3o e oferta na Europa.<\/p>\n<p>O leite em p\u00f3 desnatado teve alta, em consequ\u00eancia de uma menor produ\u00e7\u00e3o na UE e EUA, enquanto a demanda de exporta\u00e7\u00e3o se manteve. Boughton disse que este \u00e9 um novo territ\u00f3rio a ser explorado e a categoria n\u00e3o \u00e9 mais t\u00e3o impulsionada pelos estoques da UE. Ele espera que os pre\u00e7os do leite em p\u00f3 desnatado permane\u00e7am firmes, mesmo com uma maior disponibilidade de novos produtos na Europa e nos EUA.<\/p>\n<p>A demanda nos mercados asi\u00e1ticos diminuiu, mas isso provavelmente ser\u00e1 revertido. Em rela\u00e7\u00e3o ao leite em p\u00f3 integral, China e Hong Kong impulsionaram o crescimento e aumentaram o com\u00e9rcio no m\u00eas - um aumento de 69,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, ou 14.000 t. Os embarques para a China aumentaram em 11 dos \u00faltimos 12 meses. Boughton disse que a demanda por leite em p\u00f3 ainda \u00e9 forte na regi\u00e3o, \"devido as mudan\u00e7as no uso de leite na China\".<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os da manteiga est\u00e3o est\u00e1veis com a demanda dom\u00e9stica sazonal aumentada na UE. O balan\u00e7o da UE deve melhorar, mas o crescimento da demanda e da oferta estar\u00e3o estreitamente alinhados. A UE expandiu as exporta\u00e7\u00f5es de manteiga em setembro em 74%, apesar dos altos pre\u00e7o do item.<\/p>\n<p>\u201cA demanda geral nos mercados em desenvolvimento permanece sens\u00edvel aos pre\u00e7os e pode continuar pressionando os valores da Nova Zel\u00e2ndia. As exporta\u00e7\u00f5es de gorduras do Pa\u00eds continuaram a diminuir, mas a uma taxa muito mais lenta\u201d, disse Boughton.<\/p>\n<p>Sobre o soro de leite, a UE aumentou os embarques em 3,2% e o com\u00e9rcio da Nova Zel\u00e2ndia cresceu14% em setembro em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O Pa\u00eds est\u00e1 vendendo mais para o mercado norte-americano e as exporta\u00e7\u00f5es dos EUA ainda est\u00e3o diminuindo, com uma queda de 13% em setembro. Contudo, os produtos americanos s\u00e3o competitivos, pois os pre\u00e7os diminu\u00edram nos \u00faltimos meses, enquanto os da UE e na Oceania est\u00e3o est\u00e1veis.<\/p>\n<p>A grande disparidade nos pre\u00e7os do queijo deve diminuir, de acordo com Boughton. A UE teve os menores pre\u00e7os no terceiro trimestre deste ano e seus valores podem ser influenciados pelo retorno do leite em p\u00f3 desnatado e do fluxo de manteiga. Contudo, o aumento na capacidade das f\u00e1bricas desviar\u00e1 o leite e manter\u00e1 os valores est\u00e1veis.<\/p>\n<p>A Maxum observou que as exporta\u00e7\u00f5es da UE aumentaram mais de 8.000 toneladas em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, em setembro, e seu crescimento mais recente foi impulsionado por maiores envios para os EUA e Coreia do Sul.<\/p>\n<p>Nos EUA, a empresa de pesquisa de mercado IRI observou que o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico \u00e9 um canal crucial para o crescimento do queijo. At\u00e9 o final do ano, as vendas ultrapassar\u00e3o US$ 440 milh\u00f5es, uma taxa de crescimento anual de 54% nos \u00faltimos quatro anos.&nbsp;<\/p>\n<p>Suzanne Fanning, vice-presidente s\u00eanior da Dairy Farmers de Wisconsin (DFW), disse: \"A pesquisa do consumidor mostra que o queijo est\u00e1 entre as prefer\u00eancias alimentares do momento, porque \u00e9 repleto de prote\u00ednas e boas gorduras.\"&nbsp;<\/p>\n<p>Conveni\u00eancia e variedade s\u00e3o atrativas para todas as categorias de com\u00e9rcio eletr\u00f4nico e os consumidores est\u00e3o come\u00e7ando a tirar proveito das compras digitais. A DFW est\u00e1 promovendo queijo produzido em seu estado com uma cole\u00e7\u00e3o de 12 cestas de presentes para a temporada de festas. Elas variam de amostras a US$ 50 a conjuntos de luxo a US$ 150. (Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><strong>Universidade dos EUA e cooperativas do RS far\u00e3o mapeamento da safra de soja<\/strong><\/p>\n<p>Em projeto pioneiro no Brasil, a Universidade do Estado de Kansas (K-State, na sigla em ingl\u00eas) e a Cooperativa Central Ga\u00facha Ltda (CCGL) far\u00e3o o mapeamento da produ\u00e7\u00e3o de soja no Rio Grande do Sul. Informa\u00e7\u00f5es geradas por sat\u00e9lite ser\u00e3o cruzadas com dados que come\u00e7ar\u00e3o ser colhidos a campo nesta safra. A iniciativa busca aumentar a acur\u00e1cia das estimativas de colheita - a fim de ajudar na tomada de decis\u00e3o na hora de vender o produto ou de planejar a log\u00edstica, por exemplo.<\/p>\n<p>O modelo trazido ao pa\u00eds \u00e9 baseado em experi\u00eancia semelhante realizada na regi\u00e3o do corn belt (cintur\u00e3o do milho, em ingl\u00eas) nos Estados Unidos. Com imagens de sat\u00e9lite e dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em ingl\u00eas), pesquisadores da K-State conseguiram chegar a um modelo de previs\u00e3o das safras de milho e soja nos Estados de Iowa, Indiana e Kansas.<\/p>\n<p>- Come\u00e7amos o mapeamento em n\u00edvel regional e depois chegamos nos condados (equivalente a munic\u00edpio no Brasil), capturando boa parte da variabilidade da produtividade - explica Ignacio Ciampitti, professor do Departamento de Agronomia da K-State.<\/p>\n<p>O formato validado nos Estados Unidos foi adaptado \u00e0 realidade local. Com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e imagens de sat\u00e9lite, pesquisadores testaram o modelo com base em informa\u00e7\u00f5es de safras passadas. O passo seguinte \u00e9 cruzar com dados a serem colhidos nas lavouras por t\u00e9cnicos das mais de 30 cooperativas associadas \u00e0 CCGL - que ter\u00e1 a propriedade das informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>- Estamos desenvolvendo plataforma digital, na verdade um aplicativo, para rodar j\u00e1 nesta safra - explica Geomar Corassa, gerente de pesquisa e tecnologia da CCGL.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 333px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3865\" alt=\"\"><br \/>\n<em>\u00c1reas de soja do RS na safra passada, em janeiro de 2019KSUCrops \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>A partir do cruzamento de informa\u00e7\u00f5es, de sat\u00e9lites e da lavoura, ser\u00e1 criado um modelo mais assertivo e robusto de previs\u00e3o de safra.&nbsp;<\/p>\n<p>- Queremos dois meses antes da colheita ter proje\u00e7\u00e3o confi\u00e1vel de quanto ser\u00e1 colhido - completa Ciampitti.<\/p>\n<p>A parceria entre a K-State e a CCGL conta com apoio da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que come\u00e7ou a promover interc\u00e2mbios de alunos brasileiros na \u00e1rea de processamento de imagens na universidade americana em 2014. Para o professor Telmo Amado, da Faculdade de Agronomia da UFSM, o projeto ser\u00e1 importante para fazer as atuais proje\u00e7\u00f5es avan\u00e7arem do \u00e2mbito da amostragem para abrang\u00eancia territorial maior.<\/p>\n<p>- Ter dados precisos e de forma antecipada \u00e9 uma quest\u00e3o estrat\u00e9gica para o agroneg\u00f3cio - indica Amado.<\/p>\n<p>Idealizador do projeto de mapeamento da safra de gr\u00e3os nos Estados Unidos, Ignacio Ciampitti esteve no Brasil, em setembro, no 5\u00ba Congresso Sul-Americano de Agricultura e M\u00e1quinas Precisas, realizado em N\u00e3o-Me-Toque. (GauchaZH)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Importa\u00e7\u00f5es\/Chile<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O \u00faltimo relat\u00f3rio do Departamento de Estudos e Pol\u00edticas Agr\u00e1rias (Odepa, sua sigla em espanhol) registrou queda no valor das importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos. Um dos principais assuntos de debates no setor leiteiro, e que desperta inquieta\u00e7\u00e3o entre os produtores nacionais \u00e9 a importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos pela ind\u00fastria. Entretanto, no \u00faltimo relat\u00f3rio de outubro do Odepa foi registrado baixa no valor das compras de outros pa\u00edses. Segundo o boletim, entre janeiro e outubro deste ano foram adquiridos no exterior, produtos l\u00e1cteos no valor de US$ 259,4 milh\u00f5es, queda de 10,2% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2018. As importa\u00e7\u00f5es foram lideradas pelos queijos com 37.402 toneladas ao custo de US$ 147,5 milh\u00f5es, ma, que representou queda de 15% na compara\u00e7\u00e3o com janeiro-outubro do ano passado. O segundo produto mais internalizado foi o leite em p\u00f3 desnatado, 11.920 toneladas por US$ 28,2 milh\u00f5es, 22,9% a mais em compara\u00e7\u00e3o com os mesmos dez meses de 2018. O leite em p\u00f3 integral, por outro lado, registrou queda de 67,2%. Em rela\u00e7\u00e3o aos mercados de importa\u00e7\u00e3o, os Estados Unidos continua sendo a origem principal para adquirir l\u00e1cteos, representando 25,9% das compras, no valor de US$ 67,2 milh\u00f5es. Em seguida vem a Argentina com US$ 41,1 milh\u00f5es, e a Nova Zel\u00e2ndia - que foi retirada da primeira posi\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos - ficou em terceiro lugar, ao embarcar produtos l\u00e1cteos no valor total de US$ 38 milh\u00f5es. (Mundo Agropecu\u00e1rio - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de dezembro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.125 &nbsp;&nbsp;Emater divulga Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no EstadoDivulgado nesta quinta-feira (4\/12), o Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/12\/09\/09-12-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/12\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4465","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4465","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4465"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4465\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4467,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4465\/revisions\/4467"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4465"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4465"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4465"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}