{"id":440,"date":"2015-05-27T17:31:31","date_gmt":"2015-05-27T17:31:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/05\/27\/acordos-com-mexico-agradam-setor-produtivo\/"},"modified":"2015-05-27T17:31:31","modified_gmt":"2015-05-27T17:31:31","slug":"acordos-com-mexico-agradam-setor-produtivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2015\/05\/27\/acordos-com-mexico-agradam-setor-produtivo\/","title":{"rendered":"Acordos com M\u00e9xico agradam setor produtivo"},"content":{"rendered":"<p>27\/05\/2015<\/p>\n<p>A decis\u00e3o de ampliar as negocia\u00e7\u00f5es comerciais e a assinatura de um acordo para facilitar investimentos com o M\u00e9xico atendem em grande medida demandas do setor produtivo e dos empres\u00e1rios brasileiros por uma atitude mais ousada do Brasil nas rela\u00e7\u00f5es com outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Os principais documentos acertados ontem entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente Enrique Pe\u00f1a Nieto buscam intensificar as trocas comerciais entre os pa\u00edses com tarifas reduzidas e dar mais estabilidade e seguran\u00e7a \u00e0s empresas para investir, pleitos da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) \u00ac embora a institui\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m queira outros passos, como cr\u00e9dito para empresas que investem no exterior e medidas que evitem a bitributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre os documentos firmados ontem, o mais importante foi o acordo de coopera\u00e7\u00e3o e facilita\u00e7\u00e3o de investimentos (ACFI), para dar mais estabilidade \u00e0s companhias brasileiras e mexicanas e tentar evitar controv\u00e9rsias. A expectativa do governo \u00e9 que isso d\u00ea mais seguran\u00e7a aos investimentos j\u00e1 existentes e ajude a atrair mais recursos para os dois pa\u00edses. O M\u00e9xico tem US$ 23 bilh\u00f5es investidos no Brasil, havendo US$ 2 bilh\u00f5es de investimentos brasileiros na economia mexicana. Ao falar das rela\u00e7\u00f5es com o M\u00e9xico, Dilma disse que \u00e9 fundamental uma aproxima\u00e7\u00e3o maior entre os dois pa\u00edses, as duas maiores economias da Am\u00e9rica Latina, que contam com grandes popula\u00e7\u00f5es e grandes territ\u00f3rios. \"Brasil e M\u00e9xico n\u00e3o podiam ficar de costas um para o outro\", afirmou ela.<\/p>\n<p>O presidente mexicano, Enrique Pe\u00f1a Nieto, afirmou que os dois pa\u00edses est\u00e3o reinventando as suas rela\u00e7\u00f5es, e que os acordos assinados \"modernizam e atualizam o marco regulat\u00f3rio\" do relacionamento. Na visita de Estado da presidente Dilma, os dois governos firmaram ainda um acerto sobre servi\u00e7os a\u00e9reos, para aumentar o n\u00famero de voos entre os dois pa\u00edses. M\u00e9xico e Brasil assinaram ainda memorandos de entendimento nas \u00e1reas de coopera\u00e7\u00e3o tur\u00edstica, de pesca e aquicultura, de conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel de recursos naturais e um documento entre o BNDES e o Banco de Com\u00e9rcio Exterior do M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Por fim, os dois pa\u00edses acertaram o reconhecimento m\u00fatuo da cacha\u00e7a e da tequila como designa\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias e produtos t\u00edpicos do Brasil e do M\u00e9xico. Um dos objetivos do acordo \u00e9 prevenir \"o uso indevido dessas designa\u00e7\u00f5es\", segundo nota do Itamaraty. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>27\/05\/2015 A decis\u00e3o de ampliar as negocia\u00e7\u00f5es comerciais e a assinatura de um acordo para facilitar investimentos com o M\u00e9xico atendem em grande medida demandas do setor produtivo e dos empres\u00e1rios brasileiros por uma atitude mais ousada do Brasil nas rela\u00e7\u00f5es com outros pa\u00edses. 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