{"id":4291,"date":"2019-12-05T10:21:44","date_gmt":"2019-12-05T10:21:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4291"},"modified":"2019-12-05T13:20:34","modified_gmt":"2019-12-05T13:20:34","slug":"05-12-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/12\/05\/05-12-2019\/","title":{"rendered":"05\/12\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de dezembro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.123<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Meio s\u00e9culo de avan\u00e7os e inova\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O setor l\u00e1cteo ga\u00facho avan\u00e7ou nos \u00faltimos 50 anos. Os tambos familiares se profissionalizaram e acompanharam o desenvolvimento do setor industrial, que hoje det\u00e9m uma produ\u00e7\u00e3o tecnificada, inovadora e internacional. O Rio Grande do Sul tem 232 latic\u00ednios, que processam 4,24 bilh\u00f5es de litros ao ano, 12,5% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Essa evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado de um trabalho coletivo, que conta com o aux\u00edlio de muitos atores. Um desses atores \u00e9 o Sindilat, entidade m\u00e1xima representativa da ind\u00fastria l\u00e1ctea e que completa, em 2019, 50 anos de trabalho pelo setor no RS. N\u00e3o foram poucos os desafios enfrentados. O primeiro deles: unir a categoria. Depois, veio a batalha pela competitividade e crescimento das ind\u00fastrias e da renda dos produtores rurais. Isso se materializou com a consolida\u00e7\u00e3o do UHT e do leite em p\u00f3, o que deixou o RS entre os tr\u00eas principais Estados produtores de leite, dando acesso a novos mercados.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O sindicato fortaleceu sua relev\u00e2ncia ao buscar solu\u00e7\u00f5es para minimizar os efeitos da guerra fiscal e garantir isonomia tribut\u00e1ria. Uma batalha que \u00e9 um desafio constante, tendo em vista a assimetria fiscal no Brasil. O Sindilat esteve ao lado do setor p\u00fablico no trabalho que criou a Lei do Leite, uma inova\u00e7\u00e3o de transpar\u00eancia e rastreabilidade.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Preocupado com a competitividade, participa de diversas a\u00e7\u00f5es como miss\u00f5es ao exterior em busca de novas tecnologias e de programas e ferramentas pela qualidade do leite e a sanidade animal. Al\u00e9m disso, uniu esfor\u00e7os para o desenvolvimento do setor produtivo e ajudou a consolidar o Conseleite, que re\u00fane, mensalmente, representantes do setor para avaliar tend\u00eancias mercadol\u00f3gicas. Sem falar nos F\u00f3runs Itinerantes, que levam ao interior do RS debates essenciais para o dia a dia rural.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Este ano foi marcado, mais uma vez, por muito trabalho. O Sindilat foi executor, com o Minist\u00e9rio da Agricultura e a Secretaria da Agricultura do Estado, de semin\u00e1rios no Interior do RS, sanando d\u00favidas e capacitando produtores e t\u00e9cnicos quanto \u00e0s exig\u00eancias das Instru\u00e7\u00f5es Normativas do Leite n\u00ba 76 e n\u00ba 77.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em um ano com tantas mudan\u00e7as e abertura de novos mercados, como o chin\u00eas e eg\u00edpcio, nada melhor do que exaltar as conquistas e tra\u00e7ar novas metas. Nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, esperamos continuar agindo como um sindicato atuante, representativo e reconhecido pelo setor l\u00e1cteo, sociedade e governo. (Por Alexandre Guerra, Presidente do Sindilat-RS\/Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>Uruguai: capta\u00e7\u00e3o de leite da Conaprole em novembro supera 2018, mas ano dever\u00e1 fechar em baixa<\/strong><\/p>\n<p>O volume de leite captado pela cooperativa uruguaia Conaprole superou pela primeira vez, em novembro, a capta\u00e7\u00e3o do mesmo m\u00eas de 2018, atingindo 139,6 milh\u00f5es de litros, volume diminu\u00eddo nos \u00faltimos dias do m\u00eas devido \u00e0 falta de chuvas e \u00e0 menor qualidade das pastagens.<\/p>\n<p>O decl\u00ednio sazonal usual foi acentuado e, entre 1 e 30 de novembro, a produ\u00e7\u00e3o enviada para a f\u00e1brica caiu 14%, disse Alejandro P\u00e9rez Viazzi, vice-presidente da Conaprole.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora este ano, a refer\u00eancia continua 5% abaixo em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado e, nos \u00faltimos doze meses m\u00f3veis (dezembro de 2018 a novembro de 2019), foi registrada uma queda de 4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p>P\u00e9rez Vizzi estimou que a produ\u00e7\u00e3o fechar\u00e1 2019 em 5% abaixo do ano passado, muito semelhante - ou um pouco acima - da produ\u00e7\u00e3o de 2017. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Blasina y Asociados, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p><strong>Kantar: cresce retomada do brasileiro aos pontos de venda; produtos premium e saud\u00e1veis em destaque<\/strong><\/p>\n<p>O crescimento da frequ\u00eancia de compras em 7% no terceiro trimestre de 2019 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado significa uma visita a mais aos estabelecimentos no per\u00edodo.&nbsp;<\/p>\n<p>No segundo trimestre de 2019, o mercado brasileiro de bens de consumo massivo (FMCG) registrou \u00edndice positivo de frequ\u00eancia de compra. \u00c9 a primeira vez que isso acontece desde o mesmo per\u00edodo de 2018, de acordo com o levantamento Consumer Insights da Kantar, l\u00edder global em dados, insights e consultoria.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de julho a setembro deste ano, a quantidade de idas ao ponto de venda cresceu 7%, o que significa que, em m\u00e9dia, as fam\u00edlias fizeram uma visita a mais aos estabelecimentos para se abastecer. Al\u00e9m disso, o volume m\u00e9dio em unidades compradas tamb\u00e9m aumentou 2,1% e o gasto m\u00e9dio em 3,5% para consumo dentro do lar em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior.<\/p>\n<p>Fora do lar, a frequ\u00eancia tamb\u00e9m registrou crescimento de 3,5%. Este n\u00famero indica que, nesse per\u00edodo, as fam\u00edlias fizeram uma refei\u00e7\u00e3o a mais em restaurante, churrascaria ou outros estabelecimentos comerciais, por exemplo. Entre as regi\u00f5es que se destacam est\u00e3o Grande Rio de Janeiro, Leste e Interior do Rio de Janeiro, Centro-Oeste e Grande S\u00e3o Paulo, nesta ordem. No per\u00edodo analisado, quase todas as cestas se recuperaram, em especial as de perec\u00edveis e mercearia doce.<\/p>\n<p>No longo prazo, ou seja, nos \u00faltimos 12 meses terminados em setembro de 2019, em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, o indicativo n\u00e3o \u00e9 positivo, apesar de o pessimismo da popula\u00e7\u00e3o ter ca\u00eddo de 20% para 15%. Considerando consumo dentro do lar, a frequ\u00eancia de compra caiu 2% e o volume m\u00e9dio de unidades retraiu 4,1%. Fora do lar, a frequ\u00eancia baixou 7,4%, o que significa deixar de fazer seis almo\u00e7os ou jantares na rua no intervalo citado.<\/p>\n<p>Ou seja, nos \u00faltimos anos, devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da renda e ao aumento do endividamento, os itens de FMCG passaram a pesar cada vez mais no bolso, obrigando os brasileiros a fazer escolhas e repensar o consumo na tentativa de manter o mesmo padr\u00e3o. Com limita\u00e7\u00f5es financeiras, as fam\u00edlias cortaram gastos e elegeram os itens que consideram indispens\u00e1veis para manter no carrinho.<\/p>\n<p>No momento desta decis\u00e3o, cada classe racionaliza de uma maneira. Em linhas gerais, a classe AB, que perdeu mais de 500 mil lares devido \u00e0 crise, reduziu o volume m\u00e9dio comprado, enquanto as classes CDE diminu\u00edram as visitas aos estabelecimentos.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s categorias, o brasileiro, independente de classe social, tem certo padr\u00e3o de prioridades. Na hora de comprar, os shoppers buscam nos produtos qualidade, conveni\u00eancia, valor e benef\u00edcios. \"Neste cen\u00e1rio, para manter essas prioridades, nem sempre o carrinho fica com as op\u00e7\u00f5es mais baratas. Apesar de pre\u00e7o ser, sim, importante, ele pode n\u00e3o ser o fator primordial de decis\u00e3o em diversas ocasi\u00f5es de compra\", analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.&nbsp;<\/p>\n<p>Este comportamento justifica, por exemplo, o crescimento de produtos premium, como \u00e1gua mineral saborizada, azeite extra virgem, sorvete e amaciante concentrado. Destaque tamb\u00e9m para produtos de limpeza, como limpador brilho e desengordurante de cozinha, que desempenham papel importante em um dia a dia mais conveniente nos cuidados com a casa. Vale ressaltar ainda que os mais de 9 milh\u00f5es de lares seniores no Pa\u00eds j\u00e1 s\u00e3o respons\u00e1veis por 16% dos gastos com FMCG e t\u00eam claras as suas necessidades, como busca por saudabilidade. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar)<\/p>\n<p><strong>CNA aposta que \u00c1sia continuar\u00e1 sendo importante parceira; l\u00e1cteos entre as prioridades de exporta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) avalia que a \u00c1sia continuar\u00e1 como \u201cum importante parceiro do agroneg\u00f3cio brasileiro\u201d em 2020, com aumento de exporta\u00e7\u00f5es e inclus\u00e3o de novos produtos na pauta de com\u00e9rcio, como frutas, l\u00e1cteos, produtos ap\u00edcolas, caf\u00e9s especiais e pescados. Dos principais destinos de exporta\u00e7\u00e3o do setor em 2019, tr\u00eas s\u00e3o asi\u00e1ticos \u2013 China, Jap\u00e3o e Ir\u00e3 \u2013 e os outros s\u00e3o Estados Unidos e Uni\u00e3o Europeia. Esses cinco mercados responderam por 63% das vendas externas do setor.<\/p>\n<p>O maior aumento observado foi para o Jap\u00e3o. De janeiro e outubro de 2019, o pa\u00eds importou do Brasil US$ 913,9 milh\u00f5es a mais do que no mesmo per\u00edodo de 2018.<\/p>\n<p>Outro destaque \u00e9 a China, principal importador de carnes de frango, bovina e su\u00edna do Brasil. O pa\u00eds asi\u00e1tico enfrentou problemas de abastecimento, com a peste su\u00edna africana, e foi obrigado a importar prote\u00ednas animais de v\u00e1rios outras na\u00e7\u00f5es, principalmente do Brasil.<\/p>\n<p>Com o aumento da demanda, os pre\u00e7os da arroba bovina tiveram um pico em novembro no Brasil, chegando ao recorde de R$ 230 em S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m da demanda externa, a alta \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 estiagem prolongada, que reduziu a oferta de pasto nas propriedades, e \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o do consumo dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Em 2019, a soja em gr\u00e3o liderou o ranking das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras, com US$ 23,2 bilh\u00f5es em vendas. Em seguida vieram celulose (US$ 6,56 bilh\u00f5es), milho (US$ 5,92 bilh\u00f5es), carne de frango in natura (US$ 5,5 bilh\u00f5es), e carne bovina in natura (US$ 4,98 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p><u>Internacionaliza\u00e7\u00e3o<\/u><br \/>\nA CNA intensifica a atua\u00e7\u00e3o internacional com escrit\u00f3rios na China, j\u00e1 em funcionamento em Xangai, e em Cingapura, na busca pela amplia\u00e7\u00e3o de mais espa\u00e7o no continente asi\u00e1tico para os produtos do agroneg\u00f3cio brasileiro. Entre as cadeias produtivas consideradas priorit\u00e1rias est\u00e3o: aquicultura, mel, l\u00e1cteos, caf\u00e9, frutas, flores e hortali\u00e7as.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m est\u00e1 prevista a abertura de quatro escrit\u00f3rios de promo\u00e7\u00e3o comercial do agroneg\u00f3cio brasileiro na Rede Agropecu\u00e1ria de Com\u00e9rcio Exterior (Interagro), que v\u00e3o atuar em parceria com as representa\u00e7\u00f5es da CNA na \u00c1sia. A iniciativa \u00e9 uma parceria com a Apex-Brasil para inserir cada vez mais produtores rurais no processo de exporta\u00e7\u00e3o. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Fonterra eleva estimativa de pre\u00e7o ao produtor a US$ 4,57<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A companhia de l\u00e1cteos Fonterra, da Nova Zel\u00e2ndia, elevou sua estimativa de pre\u00e7o ao produtor para a temporada 2019\/20, que come\u00e7ou em 1\u00ba de junho. A proje\u00e7\u00e3o foi aumentada para uma faixa entre 7,00 e 7,60 d\u00f3lares neozelandeses (US$ 4,57 e US$ 4,96) por quilo de leite em p\u00f3. O intervalo anterior era de 6,55 e 7,55 d\u00f3lares neozelandeses (US$ 4,28 e US$ 4,93). O presidente do conselho de administra\u00e7\u00e3o da companhia, John Monaghan, disse em comunicado que o pre\u00e7o mais alto reflete um mercado global de l\u00e1cteos que est\u00e1 pendendo um pouco mais para a demanda. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dow Jones Newswires, publicadas no Estad\u00e3o)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de dezembro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.123 &nbsp;&nbsp;Meio s\u00e9culo de avan\u00e7os e inova\u00e7\u00e3oO setor l\u00e1cteo ga\u00facho avan\u00e7ou nos \u00faltimos 50 anos. 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