{"id":4242,"date":"2019-11-25T20:13:55","date_gmt":"2019-11-25T20:13:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4242"},"modified":"2019-11-25T20:13:55","modified_gmt":"2019-11-25T20:13:55","slug":"25-11-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/11\/25\/25-11-2019\/","title":{"rendered":"25\/11\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 25 de novembro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.115<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>PIB da agropecu\u00e1ria crescer\u00e1 1,4% em 2019, estima Ipea<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecu\u00e1rio dever\u00e1 aumentar 1,4% em 2019, conforme estimativa divulgada nesta ter\u00e7a-feira (19) pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea). A proje\u00e7\u00e3o mostra uma acelera\u00e7\u00e3o ante a estimativa de agosto, que apontou um avan\u00e7o de 0,5%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O horizonte para 2020 tamb\u00e9m melhorou. O Ipea avaliou dois cen\u00e1rios. Com base no progn\u00f3stico para a safra de gr\u00e3os do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edsticas (IBGE), a estimativa \u00e9 de crescimento de 3,2%. Quando considerada a estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que prev\u00ea uma nova colheita recorde, a previs\u00e3o de alta chega a 3,7%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carlos von Doellinger, presidente do Ipea, real\u00e7ou que o estudo do instituto mostra que, apesar da conjuntura desfavor\u00e1vel \u00e0s cota\u00e7\u00f5es das commodities no mercado internacional, o agroneg\u00f3cio brasileiro resistir\u00e1 bem, j\u00e1 que, como corroborou Jos\u00e9 Ronaldo Souza Jr., diretor de Estudos e Pol\u00edticas Macroecon\u00f4micas do Ipea, o PIB do campo dever\u00e1 crescer mais que o geral tanto neste ano quanto em 2020.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o Ipea, o resultado positivo de 2019 ser\u00e1 puxado pela pecu\u00e1ria, que dever\u00e1 crescer 1,8%. As cadeias de bovinos, aves e ovos impulsionam o crescimento, com altas de 2,1%, 2,1% e 3,4%, respectivamente. J\u00e1 para a agricultura, a previs\u00e3o \u00e9 de aumento de 1% no valor adicionado das lavouras. Cana e caf\u00e9 pressionam negativamente a proje\u00e7\u00e3o, com quedas de 1,1% e 16,5%, respectivamente. Do lado positivo, os destaques s\u00e3o milho e algod\u00e3o, com aumentos previstos em 23,2% e 39,7%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para 2020, a pecu\u00e1ria deve ser protagonista, com previs\u00e3o de avan\u00e7o de 4,3%, puxado principalmente pela produ\u00e7\u00e3o de bovinos (5,8%). O Ipea espera um recorde de produ\u00e7\u00e3o de carne bovina, determinada pela maior demanda da China, de Hong Kong e dos Emirados \u00c1rabes Unidos. J\u00e1 a soja dever\u00e1 crescer, no m\u00ednimo 4,7%, e o milho poder\u00e1 sofrer queda de 1,7%. Mas, segundo a pesquisadora Nicole Renn\u00f3, do Cepea\/USP, os custos de produ\u00e7\u00e3o tendem a subir \u2014 no caso da soja, carro-chefe do agroneg\u00f3cio brasileiro, poder\u00e3o ser os maiores dos \u00faltimos dez anos. A alta se deve, principalmente, ao aumento dos pre\u00e7os de fertilizantes e defensivos, que tiveram \u00edndices mais elevados para o primeiro semestre em nove anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 setembro, 70% desses insumos j\u00e1 haviam sido comprados pelos produtores de soja para o plantio desta safra 2019\/20. Assim, a renda poder\u00e1 cair. \u201c\u00c9 um fator de press\u00e3o na renda do produtor para o ano que vem, e pode comprimir a rentabilidade do sojicultor\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>De janeiro a outubro de 2019, o Ipea destacou, nas exporta\u00e7\u00f5es, avan\u00e7o do milho, cujos embarques tendem a bater recorde no ano, e tamb\u00e9m do algod\u00e3o e da carne su\u00edna. Em contrapartida, as vendas externas de soja ca\u00edram em virtude da menor demanda da China.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Ipea tamb\u00e9m real\u00e7ou a terceira redu\u00e7\u00e3o consecutiva nas taxas m\u00e9dias praticadas nas opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito rural. O juro m\u00e9dio ficou em 7,1% ao ano em setembro, decr\u00e9scimos de 0,07 ponto percentual ante agosto e de 0,31 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a setembro de 2018. A queda foi mais acentuada para as pessoas jur\u00eddicas, cuja taxa m\u00e9dia em setembro foi de 6,8% ao ano.<\/p>\n<p>O estudo do Ipea aponta, ainda, uma evolu\u00e7\u00e3o da inadimpl\u00eancia m\u00e9dia do cr\u00e9dito rural, reflexo do processo de saneamento da carteira de pessoas jur\u00eddicas \u2014 o processo de recupera\u00e7\u00e3o judicial da Atvos, do Grupo Odebrecht, teve impacto direto no aumento. Em setembro, o atraso m\u00e9dio na carteira de cr\u00e9dito rural foi de 2,8%, 0,06 ponto percentual a mais que em agosto de 2019. Para pessoas jur\u00eddicas, chegou a 5%. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Leite\/Oceania<\/strong><\/div>\n<div>O clima extremamente quente e seco, com ventos fortes, afetou a produ\u00e7\u00e3o de feno no Norte da Austr\u00e1lia, e o volumoso tem sido transportado do Sul para ajudar atender \u00e0 demanda. No Sudeste do pa\u00eds tem muita umidade para enfardar o feno.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 470px; height: 235px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3839\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Houve forte rea\u00e7\u00e3o dos produtores de leite acerca da proposta de altera\u00e7\u00e3o da Lei dos Latic\u00ednios da Austr\u00e1lia, que prev\u00ea a altera\u00e7\u00e3o dos contratos, caso ocorram eventos imprevis\u00edveis. Muitas discuss\u00f5es est\u00e3o sendo feitas sobre o tema, mesmo porque, a falta de certeza em rela\u00e7\u00e3o ao projeto real, e os boatos, confunde o setor. De qualquer forma diversas reuni\u00f5es do setor l\u00e1cteo est\u00e3o sendo realizadas.<\/div>\n<div>Na Nova Zel\u00e2ndia o pico sazonal de produ\u00e7\u00e3o ocorre em outubro. E o resultado divulgado pela DCANZ apresentou queda de 2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2018, em volume de leite, 3.213 milh\u00f5es de toneladas, e redu\u00e7\u00e3o de 1,5% em termos de s\u00f3lidos totais, 266.907 milh\u00f5es de quilos. Com este resultado, a esta\u00e7\u00e3o no acumulado at\u00e9 outubro est\u00e1 com a produ\u00e7\u00e3o 0,7% menor em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Apesar disso, em termos de s\u00f3lidos totais, at\u00e9 outubro, houve ligeiro crescimento.<br \/>\nEspecula-se, no entanto, se isso ser\u00e1 decisivo para que a produ\u00e7\u00e3o desta temporada possa ser menor do que a verificada no ano passado. At\u00e9 o momento, as principais proje\u00e7\u00f5es apontam para produ\u00e7\u00e3o de leite, em 2019, nos mesmos n\u00edveis de 2018. De qualquer forma faltam muitos meses para que os dados sejam elaborados.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>As maiores preocupa\u00e7\u00f5es giram em torno das regras sobre a utiliza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua doce. Existem defensores de redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade de \u00e1gua para irriga\u00e7\u00e3o, limitando o crescimento dos rebanhos. O sistema atual de irriga\u00e7\u00e3o estaria prejudicando a pureza da \u00e1gua do pa\u00eds, tornando a Nova Zel\u00e2ndia um destino tur\u00edstico menos atraente.<\/div>\n<div>Os pre\u00e7os da manteiga na Oceania est\u00e3o menores, refletindo a perda de valor das gorduras na regi\u00e3o. As exporta\u00e7\u00f5es est\u00e3o diminuindo, notadamente para a China.<\/div>\n<div>Os cronogramas de produ\u00e7\u00e3o permanecem em n\u00edveis altos. Muita da produ\u00e7\u00e3o atual vai para atender contratos de compras j\u00e1 firmados, no entanto, volumes anteriormente, imprevis\u00edveis de manteiga est\u00e3o sendo produzidos no momento, aumentando os estoques e impactando nos pre\u00e7os. O leite em p\u00f3 desnatado (SMP) vem mantendo pre\u00e7os firmes na regi\u00e3o. Tem sido um desafio acompanhar a demanda, principalmente se for levado em considera\u00e7\u00e3o que o per\u00edodo de pico, na Nova Zel\u00e2ndia j\u00e1 ficou para tr\u00e1s, e os resultados foram menores do que os contabilizados no ano passado. Com o processamento em decl\u00ednio, a maior parte da produ\u00e7\u00e3o vai para atender compromissos j\u00e1 firmados, agitando os neg\u00f3cios de curto prazo. A produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 integral (WMP) est\u00e1 sazonalmente forte. A ind\u00fastria est\u00e1 confort\u00e1vel com os volumes atuais de WMP. A grande incerteza \u00e9 a taxa de decl\u00ednio da produ\u00e7\u00e3o de leite a partir de agora. Esse \u00e9 o fator que est\u00e1 impulsionando o com\u00e9rcio. Sendo o WMP o produto l\u00e1cteo dominante na regi\u00e3o, o pre\u00e7o sazonal do leite ao produtor \u00e9 afetado pela cota\u00e7\u00e3o do WMP. E, a for\u00e7a atual dos pre\u00e7os do WMP ir\u00e1 refletir no pagamento aos produtores de leite.<\/div>\n<div>Os pre\u00e7os do cheddar na Oceania est\u00e3o mais altos. A intensa concorr\u00eancia tem resultado em vendas privadas a pre\u00e7os mais elevados do que os verificados no GlobalDairyTrade (GDT), revertendo tend\u00eancias de per\u00edodos recentes. Embora a produ\u00e7\u00e3o e os estoques atuais pare\u00e7am confort\u00e1veis, h\u00e1 uma constata\u00e7\u00e3o de que o pico sazonal da produ\u00e7\u00e3o de leite j\u00e1 passou, e que os volumes agora s\u00e3o declinantes. (Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 715px; height: 457px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3840\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Secretaria da Agricultura anuncia termo de colabora\u00e7\u00e3o para garantir servi\u00e7os da Emater<\/strong><br \/>\nA Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural anunciou nesta ter\u00e7a-feira (19) que foi autorizada pela Procuradoria-Geral do Estado a assinar termo de colabora\u00e7\u00e3o com a Emater\/RS-Ascar para garantir os servi\u00e7os de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural por um per\u00edodo de 180 dias, a partir de 1o de janeiro de 2020. O termo de colabora\u00e7\u00e3o estende os efeitos do conv\u00eanio mantido entre a Seapdr e a Emater e envolve o aporte de cerca de R$ 90 milh\u00f5es para o per\u00edodo.<\/div>\n<div>\u201cUma das prioridades da Secretaria da Agricultura \u00e9 fortalecer a rela\u00e7\u00e3o com a Emater e garantir a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os qualificados no campo\u201d, afirma o secret\u00e1rio Covatti Filho. \u201cEste termo de colabora\u00e7\u00e3o significa dar seguran\u00e7a para os produtores rurais, que estavam receosos em perder o trabalho da Emater, seguran\u00e7a para os funcion\u00e1rios da empresa, para prefeitos, vice-prefeitos e l\u00edderes regionais\u201d, detalha o secret\u00e1rio.<\/div>\n<div>O termo de colabora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 elaborado a partir desta quarta-feira (20), em reuni\u00e3o envolvendo diretores da Seapdr e da Emater. \u201cEste \u00e9 mais um passo para a qualifica\u00e7\u00e3o do relacionamento com a Emater e sua perman\u00eancia no atendimento aos agricultores ga\u00fachos\u201d, acredita Covatti Filho.<\/div>\n<div>Ao mesmo tempo em que ser\u00e1 celebrado o termo de colabora\u00e7\u00e3o, a Emater j\u00e1 est\u00e1 trabalhando junto ao governo federal para a renova\u00e7\u00e3o do Certificado de Entidade Beneficente de Assist\u00eancia Social (Cebas). \u201cA Emater est\u00e1 buscando a renova\u00e7\u00e3o do certificado e buscando internamente medidas de governan\u00e7a e interno para tornar a empresa cada vez mais saud\u00e1vel e eficiente\u201d, diz o presidente da Emater, Geraldo Sandri.<\/div>\n<div>Sandri destaca ainda a import\u00e2ncia da institui\u00e7\u00e3o para os 497 munic\u00edpios ga\u00fachos onde mant\u00e9m escrit\u00f3rios. \u201cRessalto ainda o profissionalismo de nossos 2.120 colaboradores e a certeza do bom encaminhamento dado pela Secretaria da Agricultura neste assunto.\u201d (Secretaria da Agricultura\/RS)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong>Regi\u00e3o Sul produz 39,13% do leite do pa\u00eds&nbsp;<\/strong><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>O Brasil produz 34 bilh\u00f5es e 500 milh\u00f5es de leite por ano dos quais 13 bilh\u00f5es e meio s\u00e3o da regi\u00e3o sul do pa\u00eds. Deste total, de quase 40%, 15% s\u00e3o do Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul e 10% de Santa Catarina. A R\u00e1dio Agert ouviu o coordenador da Alian\u00e7a L\u00e1ctea SulBrasileira, Airton Spies, e o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, sobre o mercado do leite e os desafios para aumentar as exporta\u00e7\u00f5es.&nbsp; <a href=\"https:\/\/www.agert.org.br\/index.php\/mais-audios\/19772-regiao-sul-produz-39-13-do-leite-do-pais\">Clique aqui<\/a> para ouvir as entrevistas. (Agert)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de novembro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.115 PIB da agropecu\u00e1ria crescer\u00e1 1,4% em 2019, estima Ipea O Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecu\u00e1rio dever\u00e1 aumentar 1,4% em <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/11\/25\/25-11-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/11\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4242","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4242","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4242"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4242\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4243,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4242\/revisions\/4243"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4242"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4242"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4242"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}