{"id":4197,"date":"2019-11-13T19:36:17","date_gmt":"2019-11-13T19:36:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4197"},"modified":"2019-11-14T19:40:12","modified_gmt":"2019-11-14T19:40:12","slug":"13-1-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/11\/13\/13-1-2019\/","title":{"rendered":"13\/11\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 13 de novembro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.108<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;CNA e Beba Mais Leite lan\u00e7am protocolo do A2A2<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil, por meio do seu Instituto, e o movimento \u201c#BEBAMAISLEITE\u201d lan\u00e7aram na ter\u00e7a (5), em Bras\u00edlia, o Protocolo Vacas A2A2, que vai possibilitar aos produtores brasileiros a agrega\u00e7\u00e3o de valor ao leite comercializado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A iniciativa \u00e9 resultado de um Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o, cujo objetivo \u00e9 promover o desenvolvimento de um sistema de rastreabilidade para o controle, execu\u00e7\u00e3o e garantia das regras estabelecidas pelo protocolo.<\/p>\n<p>O leite A2A2 \u00e9 proveniente de animais que produzem apenas a beta case\u00edna A2, que tem a digest\u00e3o mais f\u00e1cil para algumas pessoas.<\/p>\n<p>Durante o lan\u00e7amento do protocolo, o presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite da CNA, Rodrigo Alvim, afirmou que o envolvimento da Confedera\u00e7\u00e3o nesse processo se deu em conformidade ao Decreto 7.623\/2011, que regulamenta a Lei de Rastreabilidade e delega a CNA a gest\u00e3o dos Protocolos de Ades\u00e3o Volunt\u00e1ria.<\/p>\n<p>A ades\u00e3o ao protocolo poder\u00e1 ser feita por produtores rurais e ind\u00fastrias e envolve o cumprimento das regras estabelecidas em um regulamento aprovado pela certificadora independente Brasil Certifica\u00e7\u00e3o Ltda (Genesis Inspe\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>O coordenador administrativo do Instituto CNA, Carlos Frederico Dias Ribeiro, explicou que com a assinatura do protocolo, a estimativa \u00e9 que as adequa\u00e7\u00f5es do Agri Trace demorem cerca de um m\u00eas, para ent\u00e3o ser homologado pelo #BEBAMAISLEITE e disponibilizado para ades\u00e3o dos produtores.<\/p>\n<p>\u201cA ideia \u00e9 que possamos credenciar novos latic\u00ednios e expandir o n\u00famero de produtores certificados. Essa iniciativa \u00e9 uma oportunidade de acr\u00e9scimo no valor do leite, pois agrega valor ao produto\u201d, disse Carlos.<\/p>\n<p>A marca Letti A2, da Fazenda Agrindus, localizada no munic\u00edpio de Descalvado, em S\u00e3o Paulo, foi a primeira a receber a certifica\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de leite com Vacas A2A2 e j\u00e1 comercializa os derivados l\u00e1cteos com esse diferencial.<\/p>\n<p>Para a m\u00e9dica veterin\u00e1ria e diretora de certifica\u00e7\u00f5es do #BEBAMAISLEITE, Helena Fagundes Karsburg, a parceria com a CNA \u00e9 importante para tornar o processo de gest\u00e3o mais transparente e trazer mais credibilidade perante o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa).<\/p>\n<p>\u201cPara n\u00f3s \u00e9 um marco hist\u00f3rico diante de todo o trabalho que j\u00e1 desenvolvemos. Esse tipo de leite est\u00e1 no mercado mundial h\u00e1 20 anos, ent\u00e3o porque n\u00e3o valorizar este produto, uma vez que temos estrutura e produtores capacitados\u201d.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica veterin\u00e1ria e uma das idealizadoras do projeto #BEBAMAISLEITE, Fl\u00e1via Fontes, destacou que o protocolo \u00e9 a soma de muitos esfor\u00e7os e traz seguran\u00e7a para que os produtores comercializem o leite com o selo Vacas A2A2 sem nenhum risco.<\/p>\n<p>O diretor presidente da Agrindus, Roberto Hugo Jank Junior, disse que o leite A2A2 traz diversas vantagens, pois \u00e9 um produto ganha-ganha.&nbsp; \u201cProdutor, ind\u00fastria e consumidor s\u00f3 t\u00eam a ganhar. Inclusive, muitas ind\u00fastrias de leite em p\u00f3 est\u00e3o interessadas nesse tipo de produto para crian\u00e7as\u201d. (Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o CNA)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Cooperativa Languiru comemora 64 anos<\/strong><br \/>\nA Cooperativa Languiru comemora 64 anos de hist\u00f3ria nesta quarta-feira (13\/11). Atualmente, conta com mais de 6 mil associados, 2,8 mil colaboradores, envolvendo mais de 40 mil pessoas direta ou indiretamente. As unidades industriais da cooperativa est\u00e3o situadas em 12 munic\u00edpios do Rio Grande do Sul. Seus produtos s\u00e3o distribu\u00eddos para 23 estados brasileiros e s\u00e3o exportados para mais de 40 pa\u00edses.&nbsp;<\/div>\n<div>A atua\u00e7\u00e3o da Languiru conta com frigor\u00edfico de aves, de su\u00ednos, ind\u00fastria de latic\u00ednios, f\u00e1brica de ra\u00e7\u00f5es, cinco supermercados, quatro lojas Agrocenter, dois postos de combust\u00edveis, dois incubat\u00f3rios, tr\u00eas granjas de gen\u00e9tica, sete centrais de distribui\u00e7\u00e3o e diversas unidades de apoio. A cooperativa abate cerca de 104 mil frangos e 1.350 su\u00ednos por dia, industrializa 458 mil litros de leite diariamente e produz 1.350 toneladas de ra\u00e7\u00e3o por dia.<\/div>\n<div>\n<p>Ocupando o posto de 2\u00aa maior cooperativa de produ\u00e7\u00e3o do RS, a Languiru tamb\u00e9m figura na 46\u00aa posi\u00e7\u00e3o entre as maiores empresas do Estado, cooperativas ou n\u00e3o. Para o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, ter a Languiru como associada \u00e9 de suma import\u00e2ncia, visto a tradi\u00e7\u00e3o da cooperativa. \u2018\u2019Estamos todos de parab\u00e9ns por este marco em nossa hist\u00f3ria, gerando riquezas e benef\u00edcios sociais e econ\u00f4micos a in\u00fameras comunidades, com muito trabalho e empenho\u201d destacou o presidente da Languiru, Dirceu Bayer.''(Assessoria de Imprensa Sindilat\/RS)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Leite: produtividade m\u00e9dia anual por vaca aumentou 1.000 litros de 2006 a 2017<\/strong><br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite cresceu 46,62% entre 2006 e 2017, passando de 20,57 bilh\u00f5es de litros para 30,16 bilh\u00f5es de litros, segundo o \u00faltimo Censo Agropecu\u00e1rio, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) em outubro. Vale destacar que, no mesmo per\u00edodo, o pa\u00eds perdeu 12,92% das propriedades leiteiras e 9,47% do plantel de vacas. A produtividade m\u00e9dia saltou mais de 1.000 litros por f\u00eamea ao ano, saindo de 1.618 para 2.621 litros.<\/p>\n<\/div>\n<div>Minas Gerais continua sendo o maior produtor de leite do Brasil, com 8,75 bilh\u00f5es de litros \u2014 alta de 52,9% em rela\u00e7\u00e3o aos 5,72 bilh\u00f5es de litros captados em 2006. O resultado positivo se deu apesar das redu\u00e7\u00f5es no n\u00famero de estabelecimentos (-2,96%) e de animais (-6,58%), gra\u00e7as ao aumento de 63,67% na produtividade. No estado, a m\u00e9dia anual \u00e9 de 2.949 litros por vaca.<\/div>\n<div>O Rio Grande do Sul aparece na segunda posi\u00e7\u00e3o em volume, com 3,93 bilh\u00f5es de litros, o que representa avan\u00e7o de 59,84% frente aos 2,46 bilh\u00f5es de litros do levantamento anterior. E o censo agropecu\u00e1rio traz dados interessantes: no intervalo entre os levantamentos, o estado perdeu 36,62% das fazendas leiteiras e 6,05% das vacas. Os produtores ga\u00fachos compensaram sendo campe\u00f5es de produtividade. A m\u00e9dia vaca\/ano \u00e9 de 4.258 litros, sendo 70,13% mais que em 2006.<\/div>\n<div>O Paran\u00e1 produz 3,26 bilh\u00f5es de litros, terceiro maior volume do Brasil, com m\u00e9dia anual de 3.731 litros por animal. O estado tamb\u00e9m perdeu um percentual significativo de propriedades que trabalham com produ\u00e7\u00e3o de leite (-27,33%), mas a redu\u00e7\u00e3o do rebanho foi menor, cerca de 0,91%.<\/div>\n<div>Apesar de ter perdido 20,21% dos estabelecimentos voltados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o leiteira, Santa Catarina aumentou em 18,85% o plantel. No \u00faltimo censo, a produ\u00e7\u00e3o foi estimada em 2,81 bilh\u00f5es de litros \u2014 4.076 litros por vaca\/ano \u2014, mais do que o dobro do 1,4 bilh\u00e3o de litros de 2006.<\/div>\n<div>Goi\u00e1s fecha o top 5 dos maiores produtores, com 2,67 bilh\u00f5es de litros de leite captados em 2017, o que significa alta de 27,88% frente aos 2,09 bilh\u00f5es de litros registrados anteriormente. No estado, curiosamente, o n\u00famero de propriedades cresceu 3,82%, mas o n\u00famero de vacas caiu 17,83%. A produtividade m\u00e9dia \u00e9 de 2.458 litros por vaca.<\/div>\n<div><em>Norte e Nordeste<\/em><br \/>\nA Bahia \u00e9 o maior produtor de leite nordestino. Segundo o censo de 2017, foram ordenhados 936,99 milh\u00f5es de litros, crescimento de 19,07% ante o levantamento anterior (786,89 milh\u00f5es de litros). O aumento de 52,59% na produtividade anual, que hoje \u00e9 estimada em 1.440 litros por vaca, foi essencial para o resultado, j\u00e1 que o estado perdeu 8,87% das propriedades e 21,97% do plantel.<br \/>\nRond\u00f4nia lidera no Norte, com capta\u00e7\u00e3o de 899,98 milh\u00f5es de litros, alta de 40,75% frente os 639,44 milh\u00f5es de litros de 2006. O n\u00famero de fazendas cresceu 11,26%; o de vacas, 2,75%; e a produtividade chegou a 1.530 litros por vaca ao ano. (Canal Rural)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><strong>MP autoriza prorroga\u00e7\u00e3o de contratos de m\u00e9dico veterin\u00e1rio pelo Mapa<\/strong><br \/>\nO governo autorizou o Minist\u00e9rio da Agricultura a prorrogar 269 contratos por tempo determinado de m\u00e9dico veterin\u00e1rio, para atender necessidade tempor\u00e1ria de excepcional interesse p\u00fablico. A autoriza\u00e7\u00e3o consta de Medida Provis\u00f3ria publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o desta quinta-feira, 7. Segundo o texto da MP, a prorroga\u00e7\u00e3o pode ser pelo per\u00edodo de dois anos e \u00e9 aplic\u00e1vel aos contratos firmados a partir de 20 de novembro de 2017, vigentes at\u00e9 hoje. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de novembro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.108 &nbsp;CNA e Beba Mais Leite lan\u00e7am protocolo do A2A2 A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil, por meio do seu <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/11\/13\/13-1-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/11\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4197","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4197","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4197"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4197\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4201,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4197\/revisions\/4201"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4197"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4197"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4197"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}