{"id":4103,"date":"2019-10-14T19:09:42","date_gmt":"2019-10-14T19:09:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4103"},"modified":"2019-10-14T19:09:42","modified_gmt":"2019-10-14T19:09:42","slug":"14-10-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/10\/14\/14-10-2019\/","title":{"rendered":"14\/10\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 14 de outubro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.086<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp; &nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: justify;\">Leite\/Europa<\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa Ocidental continua o decl\u00ednio sazonal, estando, agora, bem abaixo do pico da primavera. A boa not\u00edcia \u00e9 que os dois maiores pa\u00edses produtores, Alemanha e Fran\u00e7a, na \u00faltima semana, apresentaram resultados melhores do que o verificado no mesmo per\u00edodo do ano passado. Em um ano t\u00e3o irregular, a expectativa \u00e9 de que o \u00faltimo trimestre do ano consiga reverter as taxas de produ\u00e7\u00e3o negativas apresentadas no primeiro semestre. A Comiss\u00e3o Europeia projeta crescimento de 0,5% no volume de leite da Uni\u00e3o Europeia em 2019, em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Recente inc\u00eandio em uma f\u00e1brica de produtos qu\u00edmicos na regi\u00e3o da Normandia, Fran\u00e7a, provocou a suspens\u00e3o da coleta de leite de v\u00e1rias fazendas, e est\u00e1 sendo avaliado o impacto que pode ter causado no abastecimento de \u00e1gua e na produ\u00e7\u00e3o de alimentos da regi\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 497px; height: 235px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3758\" alt=\"\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A demanda por queijos para clientes europeus e exporta\u00e7\u00e3o continua muito boa. Os estoques de queijos para cura est\u00e3o abaixo do que \u00e9 considerado um n\u00edvel ideal, pois est\u00e3o sendo utilizados para atender os contratos j\u00e1 firmados. Os fabricantes procuram manter os bons clientes na UE, e atender os crescentes pedidos de exporta\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante manter a posi\u00e7\u00e3o da Europa Ocidental como um exportador comprometido em cumprir contratos assinados. Pedidos para novas compras n\u00e3o est\u00e3o sendo aceitos. O esfor\u00e7o dos fabricantes para cumprir as obriga\u00e7\u00f5es j\u00e1 assumidas, ajuda a manter os pre\u00e7os firmes.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No Leste Europeu, a Litu\u00e2nia reduziu tanto o pre\u00e7o ao produtor inviabilizando a continuidade de algumas pequenas e m\u00e9dias fazendas leiteiras. A seca reduziu a disponibilidade de alimentos e o que existe \u00e9 muito caro. Assim, muitos produtores venderam vacas para arrecadar dinheiro e tamb\u00e9m reduzir o custo com a compra de alimentos para os animais. Muitas vacas foram vendidas para produtores de leite poloneses, pa\u00eds onde registrou, recentemente, aumento consistente da produ\u00e7\u00e3o de leite. O rebanho leiteiro da Pol\u00f4nia vem crescendo. (Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 722px; height: 476px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3759\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o\/AR&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Um boletim do Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea da Argentina (OCLA) destacou que nos \u00faltimos anos o processo de concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o em unidades maiores \u00e9 cont\u00ednuo e ficou mais acelerado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSegundo o OCLA, as fazendas que produzem menos de 2.000 litros di\u00e1rios de leite, que representam 50,7% das unidades produtivas, fornecem somente 16% do leite total, e no outro extremo, as fazendas com mais de 10.000 litros di\u00e1rios, que correspondem a apenas 4% das unidades produtoras, entregam 23,4% do leite.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 240px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3760\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAs 410 fazendas do estrato de mais de 10.000 litros que produzem em m\u00e9dia 17.747 litros di\u00e1rios, s\u00e3o respons\u00e1veis pela mesma quantidade de leite de 6.133 propriedades menores que produzem menos de 3.000 litros di\u00e1rios (2.829 menos de 1.000 litros; 2.389 entre 1.001 e 2.000 litros; e 915 entre 2.001 e 3.000 litros, di\u00e1rios).<\/p>\n<p>Tamanho (litros de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria) n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de produtividade e efici\u00eancia \u2013 lembra o boletim \u2013 mas, podemos observar que a escala de produ\u00e7\u00e3o permitir\u00e1 conseguir faturamento l\u00edquido total que atendam \u00e0s necessidades empresariais.<\/p>\n<p>\u201cUma fazenda com 1.500 litros di\u00e1rios, ou seja, 45.000 litros mensais, que tenha um faturamento l\u00edquido de 2 pesos por litro de leite, consegue uma renda mensal de 90.000 pesos mensais, valor similar ao sal\u00e1rio bruto de um empregado semi-qualificado de uma ind\u00fastria\u201d, comparou o boletim. (Campo Litoral \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><strong>Exporta\u00e7\u00f5es\/UR&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil foi o principal comprador de l\u00e1cteos do Uruguai em setembro, desbancando a Arg\u00e9lia que liderou a demanda em agosto.&nbsp;<\/p>\n<p>Os pedidos de exporta\u00e7\u00e3o para o Brasil totalizaram 5.115 toneladas, representando 29% do total. Em valor foram US$ 14,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Em segundo lugar (subindo em rela\u00e7\u00e3o ao ranking de agosto) ficou a R\u00fassia, que comprou 3.364 toneladas por US$ 13,9 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A Arg\u00e9lia caiu para o terceiro lugar, com 2.025 toneladas de produtos a US$ 6,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No quarto posto ficou a China, comprando 1.520 toneladas de l\u00e1cteos, que custaram US$ 4,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A Arg\u00e9lia continua na lideran\u00e7a no acumulado do ano<br \/>\nA Arg\u00e9lia mant\u00e9m o posto principal na compra de l\u00e1cteos uruguaios. No acumulado, de janeiro a setembro, receberam 24% das exporta\u00e7\u00f5es do Uruguai, que somaram 39.269,6 toneladas, gerando US$ 123,3 milh\u00f5es em divisas.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, muito perto, vem o Brasil que representa 23% de participa\u00e7\u00e3o do mercado. Compraram 37.684 toneladas por US$ 111,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No terceiro lugar encontra-se a R\u00fassia (12% de participa\u00e7\u00e3o) com 20.200 toneladas ao custo de US$ 77,3 milh\u00f5es. Depois vem Cuba com 9.347 toneladas, e gastos de US$ 28,7 milh\u00f5es<\/p>\n<p>A China fica em quinto lugar em volume com envio de 9.266 toneladas, no valor de US$ 22,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com 2018, o destaque vai para o crescimento das compras pela R\u00fassia. As exporta\u00e7\u00f5es para esse destino subiram 79% em volume e 70% em valores. (ON24 \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Kantar: l\u00e1cteos se destacam nas lancheiras das crian\u00e7as<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo estudo da Kantar, cereais matinais, bebidas l\u00e1cteas e iogurtes foram as categorias que mais se destacaram nas lancheiras entre julho de 2018 e junho de 2019, representando 24,5% de import\u00e2ncia do consumo. A escolha est\u00e1 ligada \u00e0 necessidade de saudabilidade em pelo menos 41% das ocasi\u00f5es de compras feitas semanalmente para crian\u00e7as de at\u00e9 12 anos, e aumentou em compara\u00e7\u00e3o com o per\u00edodo de julho de 2017 a junho de 2018, quando representou 37%. A pesquisa foi feita nas regi\u00f5es metropolitanas da Grande S\u00e3o Paulo, Grande Rio de Janeiro, Grande Fortaleza e Grande Curitiba, bem como nas cidades de Recife, Salvador e Porto Alegre. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 14 de outubro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.086 &nbsp; &nbsp;Leite\/EuropaA produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa Ocidental continua o decl\u00ednio sazonal, estando, agora, bem abaixo do pico da primavera. 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