{"id":4092,"date":"2019-10-09T19:41:50","date_gmt":"2019-10-09T19:41:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4092"},"modified":"2019-10-09T19:41:50","modified_gmt":"2019-10-09T19:41:50","slug":"09-10-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/10\/09\/09-10-2019\/","title":{"rendered":"09\/10\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 09 de outubro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.083<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp; &nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Nielsen: 33% dos lares brasileiros s\u00e3o propensos a comprar produtos premium<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Mais qualidade, performance superior e experi\u00eancias diferenciadas. Esses s\u00e3o alguns dos atributos que poderiam fazer os produtos premium ganharem a aten\u00e7\u00e3o de um em cada tr\u00eas lares brasileiros, que se declararam propensos ao consumo de itens do segmento. O dado faz parte do estudo Valor Al\u00e9m do Pre\u00e7o, elaborado pela Nielsen, que mostra tamb\u00e9m que esses consumidores que tendem comprar a linha premium permeiam todas as classes sociais.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Este cen\u00e1rio se deve ao fato de as pessoas estarem buscando por produtos com atributos \u00fanicos. \u00c9 importante explicar que ser premium vai al\u00e9m do pre\u00e7o. O estudo observa exatamente este ponto: o consumidor, apesar de atento ao custo, busca por produtos com melhor qualidade, performance superior e que traga vantagens realmente not\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o aos demais dispon\u00edveis no mercado. Ou seja, temos gente disposta a desembolsar mais se o benef\u00edcio justificar o investimento.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A avalia\u00e7\u00e3o positiva do segmento esbarra em uma quest\u00e3o estrutural do Brasil: a desigualdade. De acordo com a an\u00e1lise, para avan\u00e7ar por todas as classes sociais, os produtos premium atuam por meio de diferentes estrat\u00e9gias adotadas pelo mercado. Um exemplo disso s\u00e3o as embalagens menores, que consequentemente oferecem um desembolso mais acess\u00edvel. Isso \u00e9 fundamental quando o setor busca assertividade entre o mix de classes econ\u00f4micas, levando em conta que para produtos mais caros \u00e9 preciso planejar op\u00e7\u00f5es de acesso aos diferentes p\u00fablicos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 393px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3750\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Os brasileiros que se declararam altamente dispostos a pagar mais por um produto premium levam em considera\u00e7\u00e3o os seguintes atributos como fundamentais para a classifica\u00e7\u00e3o neste segmento: alta qualidade (47%), fun\u00e7\u00e3o ou performance superior (46%), oferece um diferencial \u2013 algo que nenhum outro produto tem (41%), ingredientes 100% naturais ou org\u00e2nicos (36%), materiais sustent\u00e1veis (35%), socialmente respons\u00e1veis (31%) e de origem internacional (20%).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Real\u00e7amos que essa escolha tamb\u00e9m est\u00e1 diretamente relacionada com h\u00e1bitos. Por exemplo, pessoas que compram por maior qualidade costumam procurar informa\u00e7\u00f5es sobre a composi\u00e7\u00e3o do produto, enquanto quem busca por itens sustent\u00e1veis est\u00e1 ligado a uma postura de responsabilidade ambiental. Al\u00e9m do mais, 78% dos consumidores propensos a premium compram seus produtos de prefer\u00eancia mesmo que n\u00e3o esteja em promo\u00e7\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A an\u00e1lise destaca que a possibilidade de consumo de produtos premium passa por todas as categorias. Os brasileiros apresentam um perfil bem diversificado, indicando que 33% estariam dispostos a pagar mais por l\u00e1cteos, 29% por carnes e peixes desta \u00e1rea. Ou seja, h\u00e1 uma disposi\u00e7\u00e3o dos consumidores em desembolsar mais por itens frescos e de qualidade. Nas demais categorias, os percentuais s\u00e3o semelhantes: cosm\u00e9sticos (31%), capilar (28%), cuidado oral (27%), guloseimas (27%), cuidado corporal (26%), desodorante (26%), caf\u00e9\/ch\u00e1 (25%) e suco de frutas (24%).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No recorte de contribui\u00e7\u00e3o para o crescimento de premium, verifica-se que as massas instant\u00e2neas, apesar de n\u00e3o serem classicamente vistas como premium, tiveram maior impacto na \u00e1rea (12,7%). Isso se explica devido ao fato de que o produto refor\u00e7ou seus atributos e seguiu a tend\u00eancia de que os consumidores valorizam uma experi\u00eancia diferenciada. Na sequ\u00eancia vem os iogurtes (11,5%), seguidos por amaciantes (9,3) e sorvetes (7,1%). No caso de amaciantes e sorvetes, s\u00e3o duas categorias que apostam numa configura\u00e7\u00e3o diferente de embalagens para atingir diversos p\u00fablicos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo o estudo, os lan\u00e7amentos podem ajudar a alavancar o consumo de premium. Entre os l\u00edderes de crescimento de dez categorias deste segmento, 71% \u00e9 atribu\u00eddo a novos produtos frente a 22,6% devido \u00e0 melhora na distribui\u00e7\u00e3o. Para os brasileiros, a comunica\u00e7\u00e3o clara sobre os benef\u00edcios e o bom posicionamento do produto dentro das lojas favorecem a convers\u00e3o em venda (34%).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Din\u00e2mica dos canais sob a \u00f3tica do consumidor<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Na an\u00e1lise de comportamento dos lares, identificamos que, com penetra\u00e7\u00e3o dos propensos a premium 12% acima da m\u00e9dia, o Hiper \u00e9 destaque para esse p\u00fablico, enquanto o canal Cash&amp;Carry (Atacarejo) retrai e tem menor oferta de produtos como este apelo. J\u00e1 o canal Farma \u00e9 benchmark no segmento, refor\u00e7ando a boa experi\u00eancia do consumidor por meio de uma comunica\u00e7\u00e3o clara dos benef\u00edcios, com foco em execu\u00e7\u00e3o no ponto de venda, e op\u00e7\u00f5es no mix que permitem o consumo premium nas categorias comercializadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 413px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3751\" alt=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O estudo indicou tamb\u00e9m que 43% dos lares com consumidores online \u00e9 composto por um perfil mais exigente. Ao experimentarem um produto premium, 47% declarou usar pesquisas como influenciador de compra, 36% por recomenda\u00e7\u00e3o e 33% devido \u00e0 publicidade online.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Outro aspecto importante com rela\u00e7\u00e3o aos canais de compra \u00e9 que o consumidor premium, com gasto m\u00e9dio 20% mais alto, \u00e9 estrat\u00e9gico para o e-commerce. Aos que que tendem a gastar com esses itens no digital, 73,4% se disseram impactados por an\u00fancios online e 34,9% gostam de interagir com a marca por meio das redes sociais. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Nielsen)<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>Metodologia de pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p>Pesquisadores do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea\/Esalq\/USP) querem melhorar a sistem\u00e1tica de forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os do leite no Paran\u00e1.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNesse sentido, pretendem engajar um n\u00famero maior de cooperativas do Estado na amostragem da pesquisa, conforme discutiram na quarta-feira os estudiosos do centro em reuni\u00e3o com representantes do setor, em Curitiba (PR).<\/p>\n<p>De acordo com informa\u00e7\u00f5es do Sistema Ocepar, atualmente, em todo o Brasil, os pesquisadores coletam dados de produtores que entregam leite em 55 ind\u00fastrias e cooperativas. No Paran\u00e1, fazem parte da amostra tr\u00eas cooperativas e tr\u00eas empresas, que contribuem com cerca de 30% da produ\u00e7\u00e3o estadual de leite.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA pesquisadora do Cepea, Nat\u00e1lia Grigol, informou que o desafio \u00e9 ampliar a base da pesquisa, que precisa receber os dados discriminados por produtor, conforme a exig\u00eancia da metodologia. Desta forma, o Cepea ter\u00e1 mais qualidade nos c\u00e1lculos, com menor assimetria das informa\u00e7\u00f5es. \u201cComo resultado, vamos gerar dados estrat\u00e9gicos para o setor e contribuir para o processo de coordena\u00e7\u00e3o do sistema agroindustrial do leite, que vem ganhando for\u00e7a ano a ano\u201d, ressaltou Nat\u00e1lia, no comunicado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA nova metodologia para o c\u00e1lculo do pre\u00e7o do leite ao produtor \u00e9 desenvolvida com o apoio financeiro e parceria da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas do Brasil (OCB) e da Viva L\u00e1cteos (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Latic\u00ednios). \u201cFazemos o acompanhamento do setor l\u00e1cteo desde 1986, sendo o produto mais antigo monitorado pelo centro de pesquisas. A parceria com a OCB come\u00e7ou no in\u00edcio da d\u00e9cada de 2000, evoluindo ano ap\u00f3s ano. Em 2016, iniciamos a articula\u00e7\u00e3o para implantar a nova metodologia de coleta e c\u00e1lculo de dados\u201d, relatou Nat\u00e1lia.<\/p>\n<p>Participaram da reuni\u00e3o representantes das cooperativas Cativa, Coamig, Frimesa, Witmarsum, Unium (Castrolanda, Fr\u00edsia e Capal), al\u00e9m do presidente executivo do Sindileite, Wilson Thiesen, do secret\u00e1rio do Conseleite, Guilherme Souza Dias, e dos analistas do Sistema OCB, Fernando Pinheiro, e da Ocepar, Alexandre Amorim Monteiro. (Dinheiro Rural)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><span style=\"text-align: justify;\">Oficina vai colher sugest\u00f5es para a primeira agenda regulat\u00f3ria da Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) vai realizar em novembro uma oficina para colher sugest\u00f5es para a elabora\u00e7\u00e3o da primeira agenda regulat\u00f3ria da Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria (SDA). A ideia \u00e9 ouvir os diferentes setores da sociedade que possam ajudar a identificar quais os temas que precisam ser priorizados no bi\u00eanio 2020-2021. A oficina ser\u00e1 realizada em Bras\u00edlia, entre os dias 12 e 14 de novembro. Os interessados j\u00e1 podem fazer sua inscri\u00e7\u00e3o, gratuitamente, pelo <a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSdxNYQlRp1d2ICCZcJraOgilJzCLlZjXG4CBvlynPP0Mm2Tpg\/viewform\">formul\u00e1rio dispon\u00edvel na p\u00e1gina do Mapa at\u00e9 o dia 18 de novembro<\/a>. As vagas s\u00e3o limitadas. A agenda regulat\u00f3ria vai reunir o conjunto de temas estrat\u00e9gicos e priorit\u00e1rios pass\u00edveis de regulamenta\u00e7\u00e3o ou aperfei\u00e7oamento pela SDA. Segundo o coordenador de qualidade regulat\u00f3ria do Minist\u00e9rio, Carlos Fonseca, a agenda regulat\u00f3ria \u00e9 uma ferramenta de planejamento na \u00e1rea normativa. \u201cBusca fazer com que a sociedade seja envolvida no processo de constru\u00e7\u00e3o normativa, sendo avisada previamente da lista de temas que v\u00e3o ser priorizados em um determinado per\u00edodo de tempo\u201d, diz. O instrumento j\u00e1 \u00e9 utilizado pelas ag\u00eancias reguladoras, mas o Mapa dever\u00e1 ser pioneiro no poder executivo a implementar essa medida. \u201cNo \u00e2mbito do Mapa, a SDA est\u00e1 sendo pioneira na implanta\u00e7\u00e3o dessa iniciativa\u201d, diz Fonseca. De acordo com o cronograma aprovado, a primeira agenda regulat\u00f3ria da SDA deve ser institu\u00edda por meio de portaria ministerial, em fevereiro de 2020. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/span><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de outubro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.083 &nbsp; &nbsp;Nielsen: 33% dos lares brasileiros s\u00e3o propensos a comprar produtos premiumMais qualidade, performance superior e experi\u00eancias diferenciadas. Esses s\u00e3o alguns <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/10\/09\/09-10-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/10\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4092","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4092","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4092"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4092\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4093,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4092\/revisions\/4093"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4092"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4092"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4092"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}