{"id":4000,"date":"2019-09-19T20:06:28","date_gmt":"2019-09-19T20:06:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=4000"},"modified":"2019-09-19T20:06:28","modified_gmt":"2019-09-19T20:06:28","slug":"19-09-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/09\/19\/19-09-2019\/","title":{"rendered":"19\/09\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 19 de setembro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.070<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o\/AR&nbsp;<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Como antecedentes podemos mencionar que a produ\u00e7\u00e3o total de leite alcan\u00e7ou 10.527 milh\u00f5es de litros no ano de 2018, o que representou crescimento de 4,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2017.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No m\u00eas de agosto de 2019 a produ\u00e7\u00e3o foi de 967,1 milh\u00f5es de litros de leite, e este valor representa eleva\u00e7\u00e3o de 7,8% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, e de 2,1% quando comparado com agosto de 2018. No acumulado de janeiro a agosto de 2019 h\u00e1 uma queda de 3,9% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2018. A m\u00e9dia m\u00f3vel dos \u00faltimos 12 meses tamb\u00e9m mostra decr\u00e9scimo de 2,2% na compara\u00e7\u00e3o interanual.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 336px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3710\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o que habitualmente tem seu pico de m\u00ednima no m\u00eas de abril, em 2019 ela ocorreu em fevereiro, inclusive com uma baixa mais pronunciada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica e come\u00e7ou desde mar\u00e7o um processo de recupera\u00e7\u00e3o, um crescimento que normalmente se mant\u00e9m at\u00e9 outubro, quando ocorre o pico de m\u00e1xima produ\u00e7\u00e3o. As proje\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, avaliaram que o crescimento seria at\u00e9 mais acentuado este ano, em compara\u00e7\u00e3o com os anteriores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 338px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3715\" alt=\"\"><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Se observarmos o gr\u00e1fico abaixo, podemos ver que a varia\u00e7\u00e3o interanual acumulada, \u00e0 medida que transcorrem os meses seguintes a fevereiro apresentam queda menor. Se em termos gerais n\u00e3o existe altera\u00e7\u00e3o significativa nas quest\u00f5es meteorol\u00f3gicas e a rela\u00e7\u00e3o faturamento\/custos n\u00e3o se modificar substancialmente (cen\u00e1rio complexo de prever diante da situa\u00e7\u00e3o atual), \u00e9 alta a probabilidade de que a menor produ\u00e7\u00e3o dos primeiros seis meses do ano, que foi neutralizada em julho, e come\u00e7ou a crescer acima dos valores do ano anterior a partir de agosto, resulte, segundo as estimativas atuais em uma produ\u00e7\u00e3o para 2019, muito similar \u00e0 do ano anterior.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 336px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3716\" alt=\"\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O pr\u00f3ximo gr\u00e1fico mostra a sazonalidade di\u00e1ria da produ\u00e7\u00e3o de leite e a m\u00e9dia dos picos de m\u00ednima e de m\u00e1xima durante o ano. Entre o \u00faltimo m\u00eas (agosto) e o prov\u00e1vel pico m\u00e1ximo (outubro) existe uma diferen\u00e7a de 6,4%, ou seja, em outubro haver\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de 2 milh\u00f5es de litros de leite a mais do que agosto \u00faltimo. (OCLA - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 333px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3718\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Rebanho\/China<\/strong><\/div>\n<div>\n<p>Nos primeiros meses de 2020 ser\u00e3o enviadas 5.000 novilhas holandesas para a China. O setor entende que a venda \u00e9 positiva porque oferece a possibilidade de exportar uma categoria de produto que tem pre\u00e7os muito baixos no mercado interno.<\/p>\n<p>O mercado de ra\u00e7as leiteiras ser\u00e1 reativado com o envio de 5.000 novilhas para a China. \u00c9 um \"recome\u00e7o\", disse Federico Di Santi fazendo refer\u00eancia \u00e0s transa\u00e7\u00f5es que foram suspensas h\u00e1 alguns anos. Acrescentou que ser\u00e3o animais com peso superior a 200 quilos e em boas condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias (animais sadios, sem leucose, brucelose, etc).<\/p>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es para a compra n\u00e3o foram estabelecidas ainda, mas, assegurou que os produtores receber\u00e3o um valor melhor do que o comercializado no mercado interno.<\/p>\n<p>A not\u00edcia \u00e9 muito boa j\u00e1 que se trata de uma categoria que hoje est\u00e1 com valores muito baixos. (TodoElCampo - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><strong>Desigualdade digital separa campo da cidade<\/strong><\/p>\n<p>Ao longo dos \u00faltimos 11 anos, entre 2008 e 2018, o acesso \u00e0 internet aumentou significativamente tanto no meio rural como nas \u00e1reas urbanas do Brasil, mas a desigualdade entre campo e cidade se ampliou neste aspecto. Ao fim do ano passado, 44 em cada cem domic\u00edlios rurais no pa\u00eds estavam conectados \u00e0 web - 11 vezes mais do que em 2008, quando apenas 4% dos lares dispunham desse tipo de acesso. No ambiente urbano, a velocidade de expans\u00e3o do servi\u00e7o tamb\u00e9m foi expressiva, embora menor em termos relativos. O percentual de resid\u00eancias conectadas passou de 20% para 70% no mesmo intervalo de tempo.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 400px; height: 665px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3719\" alt=\"\"><br \/>\n\"A tecnologia avan\u00e7ou muito nos \u00faltimos anos, mas sem romper uma l\u00f3gica de desigualdade\", afirma Winston Oyadomari, coordenador da TIC Domic\u00edlios, levantamento anual realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informa\u00e7\u00e3o (Cetic.br). Comparados, os percentuais urbanos e rurais medidos pela pesquisa mostram um aumento da dist\u00e2ncia entre o campo e a cidade em termos de conectividade. Se em 2008 essa lacuna era de 16 pontos percentuais (20% versus 4%), no ano passado a diferen\u00e7a saltou para 26 pontos (70% contra 44%).<\/p>\n<p>Ao todo, dos 70 milh\u00f5es de domic\u00edlios existentes no Brasil, 14% est\u00e3o situados em \u00e1reas rurais. Mesmo com a expans\u00e3o da oferta de banda larga fixa pelos pequenos e m\u00e9dios provedores regionais, a conex\u00e3o \u00e0 internet via celular (3G e 4G) ainda predomina no campo. Levando em considera\u00e7\u00e3o os dispositivos utilizados para acesso individual \u00e0 web, no campo 77% dos usu\u00e1rios de internet t\u00eam o telefone m\u00f3vel como \u00fanico canal de conex\u00e3o \u00e0 rede mundial de computadores. Na cidade, esse percentual \u00e9 de 54%.<\/p>\n<p>Um especialista que h\u00e1 d\u00e9cadas acompanha a evolu\u00e7\u00e3o do mercado brasileiro de telecomunica\u00e7\u00f5es avalia que - no quadro regulat\u00f3rio atual - a desigualdade entre campo e cidade em termos de conectividade n\u00e3o ser\u00e1 zerada unicamente pela amplia\u00e7\u00e3o do alcance das redes 3G e 4G existentes.<\/p>\n<p>Pela regulamenta\u00e7\u00e3o vigente, a cobertura celular \u00e9 obrigat\u00f3ria em apenas 80% da \u00e1rea geogr\u00e1fica do distrito-sede de um munic\u00edpio, afirma a fonte, que pediu para n\u00e3o ter seu nome citado. Outros distritos dentro de um mesmo munic\u00edpio n\u00e3o precisam contar necessariamente com o servi\u00e7o m\u00f3vel. Nessas localidades, fica a crit\u00e9rio das operadoras de telecomunica\u00e7\u00f5es implement\u00e1-lo ou n\u00e3o, de acordo com o potencial de mercado, acrescenta o especialista.<\/p>\n<p>\"Cinco milh\u00f5es e duzentos mil pessoas nas \u00e1reas rurais do Brasil n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 internet. Esse contingente est\u00e1 muito espalhado\", afirma Oyadomari, respons\u00e1vel pela pesquisa do Cetic.br. \"A l\u00f3gica do provimento de servi\u00e7o \u00e9 atender regi\u00f5es em que a popula\u00e7\u00e3o esteja mais concentrada.\"<\/p>\n<p>A densidade populacional mais alta nas \u00e1reas urbanas ajuda a explicar o maior n\u00famero de conex\u00f5es via cabo ou fibra nas cidades. No grupo de domic\u00edlios urbanos conectados \u00e0 internet, 41% s\u00e3o atendidos por meio de uma dessas duas tecnologias, enquanto no campo esse percentual cai pela metade (20%).<\/p>\n<p>\"Em todos os grandes pa\u00edses com territ\u00f3rios vastos, levar o acesso de banda larga \u00e0 internet a \u00e1reas rurais \u00e9 um grande desafio. Esse \u00e9 um problema nos Estados Unidos, na China, na \u00cdndia, na Austr\u00e1lia, na Uni\u00e3o Europeia, bem como no Brasil\", afirma Ricardo Tavares, presidente executivo da consultoria TechPolis.<br \/>\nUma alternativa que come\u00e7a a ser utilizada na Europa \u00e9 o compartilhamento de redes em \u00e1reas rurais, lembra ele. \"[\u00c9 algo] que j\u00e1 existe no Brasil, mas de maneira t\u00edmida. Pode ser ampliado e j\u00e1 tem o aval da Anatel [Ag\u00eancia Nacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es]\", acrescenta.<\/p>\n<p>Outra op\u00e7\u00e3o seria atrelar o leil\u00e3o das faixas de frequ\u00eancia que ser\u00e3o usadas na telefonia m\u00f3vel de quinta gera\u00e7\u00e3o (5G) a metas de cobertura 4G, diz Eduardo Tude, diretor-presidente da consultoria Teleco. Isso implicaria em realizar uma licita\u00e7\u00e3o de espectro sem vi\u00e9s arrecadat\u00f3rio, voltada principalmente para o aumento da oferta de servi\u00e7os em regi\u00f5es menos atrativas do ponto de vista do retorno sobre o investimento.<\/p>\n<p>Apontada como substituta para a banda larga fixa, a tecnologia 5G - por si s\u00f3 - n\u00e3o diminuiria a lacuna digital entre \u00e1reas urbanas e rurais, afirma Tavares, da TechPolis. \"O 5G n\u00e3o vai afetar a cobertura rural nos primeiros sete anos da tecnologia, entre 2020 e 2026.&nbsp;<\/p>\n<p>As bandas utilizadas s\u00e3o bandas altas, pouco eficientes para cobertura rural, como 3,5 gigahertz (GHz) e 26 GHz que a Anatel pretende leiloar no ano que vem. O 5G deve come\u00e7ar no Brasil em hotspots [pontos espec\u00edficos], com baixa cobertura\", afirma.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m da divis\u00e3o geogr\u00e1fica entre campo e cidade, o levantamento do Cetic.br espelha tamb\u00e9m desigualdades de renda e conhecimento. A TIC Domic\u00edlios estimou em aproximadamente 16 milh\u00f5es o n\u00famero de brasileiros com renda at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo que nunca usaram a internet. \"Nas classes D e E, por exemplo, 31% n\u00e3o t\u00eam celular\", diz Oyadomari.<\/p>\n<p>O levantamento indica que um ter\u00e7o dos lares no Brasil seguem desconectados. E, dentro desse universo espec\u00edfico, em 14 milh\u00f5es de domic\u00edlios (61%) os respondentes informaram que n\u00e3o disp\u00f5em do servi\u00e7o de acesso \u00e0 web por causa do pre\u00e7o. A insufici\u00eancia de renda, no entanto, est\u00e1 longe de ser o \u00fanico empecilho no caminho em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 populariza\u00e7\u00e3o da internet no mercado brasileiro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do pre\u00e7o e da disponibilidade dos servi\u00e7os, a falta de familiaridade com a tecnologia \u00e9 um dos maiores obst\u00e1culos no acesso \u00e0 web. Em 2018, 11,32 milh\u00f5es de brasileiros declararam falta de interesse em se conectar \u00e0 internet. O total representa 27% dos indiv\u00edduos que afirmam nunca ter se conectado \u00e0 rede mundial de computadores. Em 2017, na edi\u00e7\u00e3o anterior da pesquisa, o percentual estava no patamar de 29% (13,48 milh\u00f5es de pessoas). A TIC Domic\u00edlios foi realizada a partir de uma amostra de 23.508 resid\u00eancias localizadas em 350 munic\u00edpios. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Abertura de mercado&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O governo do Egito anunciou no s\u00e1bado, 14, que vai abrir mercado para produtos l\u00e1cteos do Brasil, informou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Para o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, a estabilidade fundamental para a atividade deve ser gerada pela exporta\u00e7\u00e3o, pois os pre\u00e7os externos n\u00e3o variam tanto quanto os internos. Al\u00e9m disso, segundo o especialista, os embarques devem aumentar ainda este ano, j\u00e1 que as vendas come\u00e7am em outubro. <a href=\"https:\/\/canalrural.uol.com.br\/programas\/informacao\/mercado-e-cia\/embrapa-exportar-trara-a-estabilidade-que-o-produtor-de-leite-precisa\/\">CLIQUE AQUI<\/a> para assistir ao v\u00eddeo. (Canal Rural)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de setembro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.070 &nbsp;&nbsp;Produ\u00e7\u00e3o\/AR&nbsp;Como antecedentes podemos mencionar que a produ\u00e7\u00e3o total de leite alcan\u00e7ou 10.527 milh\u00f5es de litros no ano de 2018, o que <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/09\/19\/19-09-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/09\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4000","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4000","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4000"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4000\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4001,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4000\/revisions\/4001"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4000"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4000"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4000"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}