{"id":3981,"date":"2019-09-18T18:37:12","date_gmt":"2019-09-18T18:37:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3981"},"modified":"2019-09-18T18:47:19","modified_gmt":"2019-09-18T18:47:19","slug":"alianca-lactea-sul-brasileira-debate-a-exportacao-de-lacteos-para-a-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/09\/18\/alianca-lactea-sul-brasileira-debate-a-exportacao-de-lacteos-para-a-china\/","title":{"rendered":"Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira debate a exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos para a China"},"content":{"rendered":"<p>Em julho, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, anunciou a abertura do mercado chin\u00eas para a exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos brasileiros. O pa\u00eds asi\u00e1tico, maior importador de l\u00e1cteos do mundo, habilitou 24 estabelecimentos no Brasil (desses, seis est\u00e3o localizados no Rio Grande do Sul, quatro no Paran\u00e1 e dois em Santa Catarina) que poder\u00e3o exportar leite em p\u00f3, queijos, manteiga e leite condensado. Devido a import\u00e2ncia desse mercado para o setor, a Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira (ALSB) ir\u00e1 debater sobre os principais desafios para aumentar o n\u00famero de empresas habilitadas \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. A reuni\u00e3o ocorre nesta quinta-feira (19\/9), a partir das 10h, na sede da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria - Santa Catarina (FAESC), em Florian\u00f3polis.<\/p>\n<p>Segundo o presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, desde a implementa\u00e7\u00e3o das Instru\u00e7\u00f5es Normativas do Leite (INs 76 e 77), do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), que alteram a forma de produ\u00e7\u00e3o, coleta e armazenagem do leite cru, o setor passa por um momento de profissionaliza\u00e7\u00e3o. \"As INs visam a melhora da qualidade sanit\u00e1ria do leite cru, o que \u00e9 \u00f3timo para toda a cadeia produtiva porque contribui para a abertura de novos mercados, assim como ocorreu com a China\", reflete. Na mesma linha, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, acredita que as novas regras do Mapa tornam o setor mais competitivo dentro e fora do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>De acordo com o coordenador geral da ALSB, Airton Spies, a regi\u00e3o Sul do Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por 40% da produ\u00e7\u00e3o de leite e a abertura do mercado externo para escoar esse volume \u00e9 imprescind\u00edvel. \"Enquanto a comercializa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos ficar somente no mercado interno, haver\u00e1 crise no setor. Por\u00e9m, para exportar, precisamos primar pela qualidade do produto, diminuir os custos de produ\u00e7\u00e3o e ter uma log\u00edstica mais eficiente\", afirma Spies, ressaltando que o leite brasileiro n\u00e3o \u00e9 competitivo nas commodities.<\/p>\n<p>Na pauta do encontro tamb\u00e9m est\u00e1 a recente abertura do mercado eg\u00edpcio para a exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos brasileiros, o acordo de livre com\u00e9rcio firmado entre o Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia, a adapta\u00e7\u00e3o do setor e os impactos das normativas do leite, e a rela\u00e7\u00e3o entre produtor e ind\u00fastria, que passam a dividir a responsabilidade pela qualidade dos produtos com o poder p\u00fablico.<\/p>\n<p>Foto:&nbsp;Kwangmoozaa\/iStock<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em julho, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, anunciou a abertura do mercado chin\u00eas para a exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos brasileiros. 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