{"id":3941,"date":"2019-09-05T18:04:51","date_gmt":"2019-09-05T18:04:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3941"},"modified":"2019-09-05T18:04:51","modified_gmt":"2019-09-05T18:04:51","slug":"05-09-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/09\/05\/05-09-2019\/","title":{"rendered":"05\/09\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de setembro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.060<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Nova lideran\u00e7a<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A francesa Lactalis est\u00e1 sob nova dire\u00e7\u00e3o no Brasil. O comando passou a ser acumulado por Patrick Sauvageot, presidente da marca para a Am\u00e9rica Latina. A mudan\u00e7a deve-se \u00e0 sa\u00edda, no in\u00edcio de agosto, de Andr\u00e9 Salles, \u00e0 frente da opera\u00e7\u00e3o brasileira desde setembro de 2017. E faz parte de reestrutura\u00e7\u00e3o interna da companhia, que concluiu em julho o processo de compra da mineira Itamb\u00e9.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Com a nova composi\u00e7\u00e3o, a multinacional, que tem cinco unidades no Rio Grande do Sul, passar\u00e1 a ter a maior capta\u00e7\u00e3o anual de leite no Brasil, de 2,3 bilh\u00f5es de litros, ultrapassando a Nestl\u00e9.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Sobre outras altera\u00e7\u00f5es no funcionamento das duas companhias unidas, o diretor de comunica\u00e7\u00e3o da Lactalis, Guilherme Portella, afirma:<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">- Em um primeiro momento, as empresas ficar\u00e3o completamente separadas, com estruturas administrativas pr\u00f3prias, um presidente de cada lado e equipes distintas. Evidentemente, existe possibilidade de sinergias e, mais do que isso, troca de conhecimentos para ver o que cada uma faz melhor e que o outro lado pode aprender com isso, otimizando a opera\u00e7\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No Brasil, a francesa tem 14 unidades fabris em oito Estados.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">- O pa\u00eds vive l\u00f3gica diferente dos demais pa\u00edses da Am\u00e9rica, onde tu pega os tr\u00eas principais players e eles t\u00eam pelo menos 50% do mercado. No pa\u00eds, o maior \u00e9 a Lactalis, com 10%. E se tu somar com os outros dois, n\u00e3o chega a 20% - avalia Portella sobre concentra\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s a incorpora\u00e7\u00e3o da Itamb\u00e9. (Zero Hora)<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Novo Barreiro destaca o protagonismo da mulher na atividade leiteira<\/strong><\/div>\n<div>\n<p>Com o predom\u00ednio de mulheres na plateia, o V Semin\u00e1rio Regional do Leite, realizado no munic\u00edpio de Novo Barreiro (RS), destacou o protagonismo da mulher na atividade leiteira. O evento, que contou com cerca de 450 participantes, entre t\u00e9cnicos e produtores, ocorreu nesta quarta-feira (04\/9), no Guarani Esporte Clube. De acordo com o assistente t\u00e9cnico regional de Sistema de Produ\u00e7\u00e3o Animal e&nbsp; Gest\u00e3o Rural da Emater\/RS Valdir Sangaletti, a ideia era mobilizar a participa\u00e7\u00e3o das mulheres em ambientes de debate, visto que, na regi\u00e3o, a mulher \u00e9 quase sempre a respons\u00e1vel pela pr\u00e1tica da ordenha.<\/p>\n<p>Durante o evento tamb\u00e9m foram abordados os seguintes temas: nutri\u00e7\u00e3o do rebanho leiteiro, homeopatia na produ\u00e7\u00e3o de leite, sanidade dos animais, agricultura familiar, qualidade do leite e competitividade de mercado. Em sua palestra, o m\u00e9dico veterin\u00e1rio, respons\u00e1vel pelo Projeto Mais Leite Saud\u00e1vel do Latic\u00ednio Stefanello, Maicon Silvestrin, ressaltou a import\u00e2ncia da assist\u00eancia t\u00e9cnica dentro das propriedades para alcan\u00e7ar os resultados exigidos pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa).<\/p>\n<p>Para o gerente do Departamento de Fomento do Latic\u00ednio Stefanello, Ad\u00e3o Castro,&nbsp; eventos como esse aproximam a ind\u00fastria dos produtores e s\u00e3o de suma import\u00e2ncia porque proporcionam conhecimento. \"Fomos convidados pelo Sindilat para estar presente no semin\u00e1rio e ficamos bastante agradecidos com o convite, ainda mais porque estamos sempre buscando profissionalizar o trabalho dos produtores que nos atendem\", afirmou Castro.<\/p>\n<p>Promovido pela Emater, com o apoio do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), o semin\u00e1rio itinerante tem o objetivo de sanar d\u00favidas sobre a atividade, principalmente ap\u00f3s a chegada das Instru\u00e7\u00f5es Normativas do Leite 76 e 77, do Mapa. As INs, em vigor desde 30 de maio de 2019, visam a qualidade do produto e alteram a produ\u00e7\u00e3o, coleta e armazenagem do leite cru em todo o Pa\u00eds. (Assessoria de Imprensa sindilat)<\/p>\n<p><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 550px; height: 412px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3688\" alt=\"\"><br \/>\nFoto: Marcela Buzatto<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>Fonterra\/Austr\u00e1lia&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>A Fonterra noticiou que o volume de leite captado na Austr\u00e1ilia caiu 29% no primeiro m\u00eas da temporada, acompanhando a queda de 20% da esta\u00e7\u00e3o passada. O volume de leite continua caindo rapidamente. As not\u00edcias s\u00e3o melhores na Nova Zel\u00e2ndia, onde o volume coletado em julho foi 2,2% maior do que o registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado (18,3 milh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos de leite).<\/p>\n<p>A Fonterra disse que na Nova Zel\u00e2ndia (onde a temporada come\u00e7a um m\u00eas mais tarde) a capta\u00e7\u00e3o no final de julho totalizou 32,7 milh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos, um aumento de 4,7% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. Isso representa apenas 2% da produ\u00e7\u00e3o total da temporada.<\/p>\n<p>No entanto, em sua mais recente atualiza\u00e7\u00e3o para agosto, a Fonterra diz que a capta\u00e7\u00e3o em toda a Austr\u00e1lia no primeiro m\u00eas da temporada 2019\/20 (julho) foi de 5,4 milh\u00f5es de kg, uma queda de 28,9% em julho na temporada passada.<\/p>\n<p>A cooperativa esclarece que isso representa \"uma pequena porcentagem da cole\u00e7\u00e3o do ano inteiro\". No entanto, continua a tend\u00eancia de queda acentuada verificada na temporada anterior, com as quedas tendendo a piorar m\u00eas a m\u00eas. No \u00faltimo m\u00eas de 2018\/2019 - junho de 2019 - o volume captado na Austr\u00e1lia caiu cerca de 30% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior e ajudou a reduzir a perda total de volume da temporada para 20,3%. Em 2017-18, os volumes australianos aumentaram cerca de 24%.<\/p>\n<p>Comentando a situa\u00e7\u00e3o da Austr\u00e1lia, a Fonterra diz que sua participa\u00e7\u00e3o na capta\u00e7\u00e3o continua declinando na Tasm\u00e2nia, \"impactada pela intensa concorr\u00eancia pela oferta de leite e p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o. A seca em 2019 fez com que aumentassem as taxas de abate de vacas de leite, o que significa um grande n\u00famero de fazendeiros saindo da atividade e a continuidade dos elevados custos de produ\u00e7\u00e3o resultou na redu\u00e7\u00e3o das bacias leiteiras da Austr\u00e1lia no primeiro semestre de 2019, em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro semestre de 2018\", diz a Fonterra.&nbsp;<\/p>\n<p>A cooperativa j\u00e1 havia anunciado o fechamento da f\u00e1brica de Dennington na Austr\u00e1lia. Mais recentemente informou que teve preju\u00edzos de NZ$ 70 milh\u00f5es com seus neg\u00f3cios de ingredientes na Austr\u00e1lia, para se adaptar \"\u00e0s secas continuadas, a queda na oferta de leite e a agressiva competi\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias de latic\u00ednios\".<\/p>\n<p>Com as baixas cont\u00e1beis em opera\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas e no exterior, a Fonterra j\u00e1 sinalizou que reportar\u00e1 uma perda entre NZ$ 590 milh\u00f5es e NZ$ 657 milh\u00f5es no ano fiscal encerrado em julho, e n\u00e3o haver\u00e1 pagamento de dividendos.<\/p>\n<p>O resultado dever\u00e1 ser divulgado em 12 de setembro e ser\u00e1 acompanhado de perto pelos acionistas prodotres de leite da Fonterra, que viram o pre\u00e7o das a\u00e7\u00f5es da cooperativa afundar de forma alarmante.<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es da cooperativa (que s\u00f3 podem ser de propriedades dos fazendeiros) fecharam na ter\u00e7a-feira com uma baixa hist\u00f3ria, NZ$ 3,17, e permaneceram nesse n\u00edvel nesta quarta-feira. Isto representa queda de 32% em rela\u00e7\u00e3o ao in\u00edcio do ano, e mais de 50% quando comparada com o valor no in\u00edcio de 2018. (interest.co.nz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><strong>Confira cotas e tarifas para produtos agr\u00edcolas no acordo Mercosul-EFTA<\/strong><\/p>\n<p>O acordo de livre com\u00e9rcio firmado entre o Mercosul e a Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Livre Com\u00e9rcio (EFTA), bloco integrado por Su\u00ed\u00e7a, Noruega, Isl\u00e2ndia e Liechtenstein, prev\u00ea acesso preferencial para os principais produtos agr\u00edcolas exportados pelo Brasil, com a elimina\u00e7\u00e3o de tarifas ou concess\u00e3o de cotas.<\/p>\n<p>Alguns dos setores que ser\u00e3o beneficiados com o acordo s\u00e3o: carne bovina, carne de frango, milho, farelo de soja, mela\u00e7o de cana, mel, caf\u00e9 torrado, frutas e sucos de frutas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.agricultura.gov.br\/noticias\/confira-cotas-e-tarifas-para-produtos-agricolas-no-acordo-mercosul-efta\/AcordoMercosulEFTA.pdf\">Veja aqui <\/a>as tarifas e cotas do acordo de livre com\u00e9rcio Mercosul-EFTA<\/p>\n<p>As negocia\u00e7\u00f5es entre os dois blocos tiveram in\u00edcio em janeiro de 2017 e foram conclu\u00eddas ap\u00f3s dez rodadas. Com um PIB de US$ 1,1 trilh\u00e3o e uma popula\u00e7\u00e3o de 14,3 milh\u00f5es de pessoas, a EFTA \u00e9 o nono maior ator no com\u00e9rcio mundial de bens e o quinto maior no com\u00e9rcio de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Economia estima que o acordo Mercosul-EFTA ir\u00e1 incrementar o PIB brasileiro em US$ 5,2 bilh\u00f5es em um per\u00edodo de 15 anos. Outra proje\u00e7\u00e3o \u00e9 o crescimento de US$ 5,9 bilh\u00f5es e de US$ 6,7 bilh\u00f5es nas exporta\u00e7\u00f5es e nas importa\u00e7\u00f5es totais brasileiras, respectivamente, totalizando acr\u00e9scimo de US$ 12,6 bilh\u00f5es na corrente comercial brasileira. Espera-se um incremento substancial de investimentos no Brasil, da ordem de US$5,2 bilh\u00f5es, no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Em 2018, a corrente de com\u00e9rcio entre Brasil e EFTA totalizou US$ 4,5 bilh\u00f5es, com exporta\u00e7\u00f5es de US$ 1,7 bilh\u00e3o, compostas principalmente por ouro, produtos qu\u00edmicos como \u00f3xido de alum\u00ednio, caf\u00e9, soja, carnes e prepara\u00e7\u00f5es aliment\u00edcias diversas, e importa\u00e7\u00f5es de US$ 2,8 bilh\u00f5es, com destaque para produtos farmac\u00eauticos e qu\u00edmicos org\u00e2nicos, m\u00e1quinas e equipamentos, petr\u00f3leo e g\u00e1s, peixes e crust\u00e1ceos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o\/AR&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">O Departamento de Pol\u00edtica Leiteira da prov\u00edncia de Buenos Aires destacou que depois de registrar resultados negativos em termos de produ\u00e7\u00e3o de leite durante os primeiros quatro meses do ano (-6,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado), a tend\u00eancia foi revertida a partir do m\u00eas maio, exibindo uma recupera\u00e7\u00e3o, que em termos interanuais alcan\u00e7ou 3,2% em maio, 3,4% em junho e 6,3% em julho. Esta informa\u00e7\u00e3o foi publicada na p\u00e1gina da web do Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria e mostra que a quantidade de fazendas informadas pelo SIGLEA (Sistema Integral de Gest\u00e3o do Setor L\u00e1cteo da Argentina) permanece a mesma, em torno de 1.590 estabelecimentos. A produ\u00e7\u00e3o de leite acumulada de janeiro a julho cresceu 0,6%, ainda que o pre\u00e7o do leite recebido pelo produtor em julho de 2018, e julho de 2019 tenha apresentado uma varia\u00e7\u00e3o positiva de 123%, passando de 7 para 15,80 pesos por litro. \"Ao avaliar a situa\u00e7\u00e3o em cada uma das bacias leiteiras da prov\u00edncia, a maior taxa de crescimento em julho, ocorreu na Bacia de Abasto Sul (12,9%), seguida pela Bacia Oeste (6,9%), Abasto Norte (5,6%) e Mar y Sierras (3,5%), destacou o boletim. (infocampo - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de setembro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.060 &nbsp;&nbsp;Nova lideran\u00e7aA francesa Lactalis est\u00e1 sob nova dire\u00e7\u00e3o no Brasil. 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